Estreia segura, aposta na base e ativo estratégico do clube em 2026.
A estreia de Roger como titular do Grêmio representa mais do que um dado estatístico ou um momento isolado da temporada. O jovem atacante simboliza uma escolha institucional: a valorização da base como parte estruturante do projeto esportivo do clube em 2026.
Assim como Tiaguinho, Roger recebeu sua primeira oportunidade no time profissional e respondeu com personalidade, maturidade e impacto imediato. Atuando até os 13 minutos do segundo tempo, quando deu lugar a Pavón, o atacante deixou sinais claros de que está pronto para competir em alto nível.
Estreia com personalidade e leitura de jogo
Desde os primeiros minutos, Roger mostrou que não sentiu o peso do jogo. Buscou a bola, atacou os espaços e se apresentou como opção constante pelo lado direito do ataque. A postura competitiva e a clareza nas decisões chamaram atenção, sobretudo para um atleta que ainda está em processo de formação.
A atuação indica que o Grêmio não apenas revelou mais um talento, mas encontrou uma peça funcional dentro do modelo de jogo proposto por Luís Castro, que valoriza intensidade, mobilidade e leitura coletiva.
Formação sólida e trajetória acelerada na base
Natural de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Roger é tratado como promessa gremista há algumas temporadas. Mesmo com apenas 16 anos, já atuava no sub-20 em 2024, o que evidencia uma evolução acima da média.
Ainda naquele ano, assinou seu primeiro contrato profissional, reforçando a confiança do clube não apenas no potencial técnico, mas também no perfil comportamental do jogador.
Em 2023, o atacante foi presença constante nas convocações da Seleção Brasileira Sub-15 e teve papel importante na campanha do vice-campeonato do Brasileirão Sub-20, quando o Grêmio acabou superado pelo Atlético-MG nos pênaltis. Ou seja, Roger chega ao profissional com bagagem competitiva real, algo raro para sua idade.
Perfil moderno e ativo estratégico do clube
Nascido em 2008, Roger já desperta atenção também fora de campo. O atacante é patrocinado pela Nike e tem sua carreira gerida pela HUB Sports, em parceria com a NN, empresa ligada à gestão de Neymar Jr. Ainda assim, o que mais pesa é o desempenho dentro das quatro linhas.
Na estreia, ficou evidente sua principal virtude: velocidade pelos lados, especialmente pela direita, aliada à boa leitura ofensiva e capacidade de finalização. Com contrato válido até maio de 2027, Roger surge como um ativo esportivo e institucional relevante para o Grêmio.
A base como discurso e prática no Grêmio
Mais do que um caso individual, a estreia de Roger reforça uma ideia central que atravessa a história do clube: apostar na base não é apenas discurso, mas uma estratégia que conecta identidade, sustentabilidade e competitividade.
Esse movimento dialoga diretamente com o conceito de Grêmio de Todos Nós, onde formação, pertencimento e oportunidade caminham juntos. Em um futebol cada vez mais inflacionado, revelar jogadores não é apenas virtude — é inteligência institucional.
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Este conteúdo integra a série editorial Grêmio de Todos Nós, um espaço dedicado à história, identidade, memória e consciência gremista. Aqui, o Grêmio é tratado como patrimônio cultural, coletivo e histórico, indo além de resultados, mercado e manchetes do futebol.
