Villasanti entra no radar e o mercado começa a se mover
O futuro de Mathías Villasanti começa a ganhar contornos mais claros no mercado da bola. Um dos jogadores mais regulares do Grêmio nos últimos anos, o volante passou a ser observado de perto pelo São Paulo, que avançou nas conversas com o estafe do atleta e agora aguarda uma posição oficial do clube gaúcho. O movimento insere o nome do paraguaio no centro do planejamento para 2026.
Prioridade é seguir no Brasil e manter protagonismo
Aos 28 anos, Villasanti entende que vive um momento decisivo da carreira. Pessoas próximas ao jogador indicam que a prioridade é permanecer no futebol brasileiro, onde ele se adaptou plenamente, ganhou visibilidade e se consolidou como um meio-campista de alto rendimento. A estabilidade profissional e o nível competitivo do campeonato pesam de forma significativa nessa escolha.
O interesse do São Paulo e o alinhamento com o estafe
Do lado paulista, o interesse é tratado como oportunidade estratégica. O São Paulo busca um volante pronto, com leitura tática, intensidade e liderança. As bases iniciais de salário e tempo de contrato já foram alinhadas com o estafe de Villasanti, restando agora uma definição do Grêmio para que qualquer avanço concreto aconteça.
No Grêmio, cautela e leitura além do valor financeiro
Internamente, o assunto é tratado com cuidado. Villasanti é visto como peça-chave pela regularidade, capacidade defensiva e inteligência de posicionamento. A diretoria avalia não apenas a compensação financeira de uma possível venda, mas o impacto esportivo imediato e a dificuldade de reposição no mercado.
Tentativa de troca não avança e reforça impasse
Durante as conversas iniciais, o Grêmio tentou incluir o zagueiro Sabino como parte do negócio. A resposta do São Paulo foi direta: o defensor faz parte do planejamento para 2026 e não está disponível para negociação. Com isso, qualquer acordo tende a ocorrer apenas mediante valores financeiros, sem atletas envolvidos.
Uma decisão que envolve mais do que números
A possível saída de Villasanti extrapola a lógica simples de compra e venda. Perder um jogador desse perfil exige reposição rápida, qualificada e certeira — algo que nem sempre o mercado oferece. O clube precisa equilibrar planejamento esportivo, cenário econômico e visão de médio prazo antes de tomar uma decisão definitiva.
O tempo corre e o Grêmio precisa escolher o caminho
Enquanto o São Paulo aguarda, Villasanti observa e o mercado acompanha. Para o Grêmio, a definição representa mais do que o destino de um atleta: simboliza a forma como o clube pretende conduzir seu futebol a partir de agora. Escolher bem é essencial. Errar, neste momento, pode custar caro em 2026.