Contra Tudo e Contra Todos: O perigo do apito seletivo na finalíssima de 2026
O Grêmio construiu uma vantagem sólida de 3 a 0 na Arena, mas engana-se quem pensa que a semana será de paz. A confirmação de Klein e Reway para a finalíssima no Beira-Rio traz de volta um histórico de erros que beiram o inacreditável e testam a lisura do Campeonato Gaúcho.
O histórico do "erro" repetido
Relembrar os jogos recentes com Klein no apito é um exercício de paciência. Contra o Juventude, o árbitro marcou um pênalti em bola que tocou na cabeça de Viery antes do braço — o clássico toque involuntário que a regra ignora, mas que contra o Grêmio vira punição. Para completar, ignorou um gol contra claro do adversário, sem sequer consultar o VAR de Jean Pierre Lima.
A preocupação aumenta ao olhar para o VAR da final. Reway, conhecido por sua "visão seletiva" em lances capitais, estará monitorando o jogo. O receio é que a dupla entre em campo disposta a equilibrar no apito o que o rival não conseguiu entregar no futebol.
A cultura do privilégio rival
Enquanto o Grêmio luta contra decisões bizarras, o rival segue sendo o "time do pênalti". Foram 25 penalidades em 2025, um recorde alimentado por marcações no mínimo curiosas. No último clássico, vimos Daronco poupar Borré do segundo amarelo, enquanto lances idênticos a favor do Grêmio são tratados com rigor excessivo.
A semana será de mobilização. O Grêmio de Luís Castro precisará de um controle emocional de aço. Com essa arbitragem, nem uma goleada parece segura se não houver atenção total. É preciso jogar contra o adversário e contra o sistema.
