"Preocupante": Luís Castro admite instabilidade no meio e tenta justificar o injustificável na Arena
A coletiva de Luís Castro após o empate sem gols contra o Remo não trouxe o alento que a torcida esperava. Pelo contrário, reforçou a sensação de que o Grêmio está batendo cabeça no setor mais vital do campo. O treinador admitiu que o desempenho foi aquém do esperado, classificando o primeiro tempo como "muito aquém" e revelando uma preocupação real com a falta de equilíbrio tático.
- O Nó no Meio: Castro cita as ausências de Noriega, Pérez e Willian como causas da "instabilidade crônica" no setor.
- Decisões Erradas: O técnico cobrou "capacidade mental" dos jogadores para definir melhor as jogadas.
- O Futuro: O português pediu tempo, afirmando que o projeto é interessante, apesar do imediatismo dos resultados.
O Labirinto de Luís Castro
Ao ser questionado sobre a falta de criatividade, Castro foi honesto, mas deixou transparecer a dificuldade de encontrar uma espinha dorsal: "Temos tido muita instabilidade numa zona do campo onde devíamos estabilizar rapidamente", afirmou, referindo-se ao meio-campo. A rotatividade forçada por lesões tem sido o álibi para um time que, mesmo com nomes de peso, não consegue se impor contra o lanterna do Brasileirão.
Na visão do técnico, o Grêmio até controlou a segunda etapa, mas pecou na "definição". É o velho problema do time que ronda a área, circula a bola, mas não agride com contundência. Para Castro, o problema transcende a técnica: é uma questão de confiança e clareza mental no momento final.
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