Morre Juarez Tanque, 4º maior artilheiro da história do Grêmio

Hoje a nação tricolor amanheceu mais triste, mas com a certeza de que as lendas nunca morrem, elas se tornam Imortais. Faleceu na manhã desta segunda-feira (6), aos 97 anos, Juarez Teixeira, eternizado em nossos corações como o Juarez Tanque. Um homem que ajudou a forjar o peso da camisa do Grêmio nas décadas de 50 e 60.

⬛ O Legado do Leão do Olímpico:
  • Gols Marcados: 205 gols em 306 jogos (Média absurda de 0,66 gol/jogo).
  • Ranking: 4º maior artilheiro da história (atrás apenas de Alcindo, Tarciso e Gessy).
  • Títulos de Destaque: Pentacampeão Gaúcho (1956-1960) e Campeão Sul-Brasileiro (1962).
  • Seleção: Campeão Pan-Americano com o Brasil em 1956.

O peso de quem honrou o manto

Em tempos onde o futebol moderno discute "instabilidade no meio-campo" e "falsos noves", relembrar a trajetória de Juarez Tanque é uma aula de Grêmio. Ele não ganhou esse apelido por acaso. Era força, imposição e faro de gol. Atuando entre 1955 e 1962, Juarez foi a referência de um time que dominou o Sul do país e colocou o nome do nosso clube no mapa do futebol nacional.

Sua importância transcendeu as quatro linhas. Em 1996, colocou merecidamente seus pés na Calçada da Fama do saudoso Estádio Olímpico Monumental. Depois de pendurar as chuteiras, não virou as costas para o clube: atuou como conselheiro por 30 anos, de 1983 a 2013, vivenciando as glórias da América e do Mundo sempre com o Grêmio no coração.



A reverência que o presente deve ao passado

Em 2023, o clube prestou uma justa homenagem em vida pelos seus 95 anos na Arena. Recebeu placa, flâmula e, claro, a camisa. É fundamental que os jogadores que hoje vestem esse mesmo manto entendam quem abriu os caminhos. Para ser grande hoje, foi preciso que homens como Juarez fossem gigantes ontem.

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