MEMÓRIA COPERA: A saída milionária de Roger em 2008
📅 O ANO ERA 2008:
Enquanto o Grêmio liderava o Brasileirão com o "exército" de Celso Roth, o Estádio Olímpico vivia a despedida de um camisa 10 clássico e a volta por cima de um ídolo eterno.
No dia 4 de julho de 2008, o Blogão do Grêmio noticiava uma perda que abalaria as estruturas do meio-campo tricolor. Roger, o talentoso meia que pertencia ao Corinthians, estava de malas prontas para o Catar. A proposta milionária do Qatar Esporte Clube foi irresistível, rompendo o contrato unilateral que o ligava ao Imortal.
O então assessor de futebol, André Krieger, resumiu o sentimento da época: "Mexeu com todo o amor que ele sempre disse que tem por Porto Alegre e pelo Grêmio". Era o fim de uma passagem técnica, mas curta, de um jogador que ditava o ritmo daquele time.
📜 Relíquias do Olímpico
Aposta de Roth: Com a saída de Roger, Celso Roth buscou soluções caseiras. A "grata surpresa" veio de um velho conhecido: Rodrigo Mendes.
Aos 32 anos e vindo de um longo período de inatividade, Mendes calou os críticos no Gre-Nal de 2008. Sofreu o pênalti que garantiu o empate e provou que, no Grêmio, a experiência de quem honra a camisa vale mais do que qualquer desconfiança da idade.
"No Brasil, sempre se desconfia de jogadores com mais de 30 anos", desabafou Rodrigo Mendes após sua 256ª partida pelo clube. Mal sabia ele que sua entrega naquele ano ajudaria a manter o Grêmio na briga pelo título até as rodadas finais.
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