Há 15 anos: O dilema de Mário Fernandes entre a zaga e a lateral no Grêmio
Em 2011, o Grêmio vivia um debate intenso sob o comando de Julinho Camargo. No centro da discussão, um dos maiores talentos revelados pelo clube no século: Mário Fernandes. Zagueiro de origem ou lateral de excelência? O debate que tomava conta do Olímpico Monumental há 15 anos ressurge hoje como uma lembrança de um futebol de transição.
- Comando Técnico: Julinho Camargo buscava afirmação após a saída de Renato Gaúcho.
- O Dilema: Mário Fernandes como zagueiro para dar sequência ou lateral para resolver o ataque.
- Setor Defensivo: Rafael Marques ganhava espaço ao lado de Saimon, superando o momento de Gabriel.
- Gabriel: Recém-renovado por 3 anos, mas vivendo jejum técnico e sofrendo com lesão no tornozelo.
Mário Fernandes: Mais completo na Lateral
Embora Julinho Camargo enxergasse Mário como um zagueiro de potencial, a realidade de campo mostrava outra coisa. Enquanto Gabriel insistia em centralizar as jogadas e falhava nos cruzamentos, Mário demonstrava ousadia, velocidade e um toque de bola refinado. Na lateral, o jovem defensor colocava todas as suas qualidades em prática, chegando à linha de fundo com uma facilidade rara.
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A meritocracia pedia passagem. Rafael Marques, apesar da implicância da torcida, vivia momento superior ao de Gabriel. A lesão de Gabriel antes do jogo contra o América apenas selou o que o campo já pedia: Mário Fernandes deveria ser o dono da lateral-direita para o confronto contra o Flamengo. Era o momento de Julinho Camargo ter a coragem de fazer o certo.
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