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Onze por todos!

Publicado em 18/abr/2013 por .
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Hoje, por 90 minutos, não interessa o que passou, não interessa projetar o que virá.

É a Copa em jogo. Hoje, só isso interessa.

Pra cima deles, Grêmio!

 Onze por todos!

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Nem ao céu, nem ao inferno

Publicado em 14/mar/2013 por .
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A fotografia do time titular/atual do Grêmio é melhor daquela registrada no término da temporada passada. Mas ainda me causam calafrios alguns “vícios” que a equipe carrega.

Abdicar do jogo quando em vantagem é um deles. Ante o mesmo Caracas, na Arena o gol sofrido aconteceu em um momento de relaxamento do time. Felizmente o placar era elástico, a atuação segura, e o apagão, ao contrário de terça, não comprometeu.

O gol de empate na Venezuela – independe da falta ter acontecido ou não, da falha do Cris ter existido, ou não – nos acréscimos, foi um soco no estômago. Poderia ter servido de alerta. Deveria. Esperava que o Grêmio voltasse ao jogo com o mesmo ímpeto do primeiro tempo, que por tudo que se falou em função do potreiro gramado, até que foi bem razoável. Por que não mantê-lo? Voltamos exatamente diferentes. Dispersos, moles, afobados. A bola no chão deu lugar a toques de qualquer jeito e erros de passes. As mudanças do Luxa não surtiram efeito, e a força ofensiva matadora dos dois últimos jogos não funcionou. Em uma das poucas chances criadas, perdemos.  O gol da virada foi consequência de um segundo tempo ruim. Aí vem o Cris ao final do jogo justificar o resultado negativo a um clima de já ganhou. Caramba! O Grêmio dá todas as condições pra equipe focar o jogo 100%. É Libertadores, porra! É pedir demais o mesmo empenho, SEMPRE?

A derrota foi dolorida, sim, mas passa bem longe de teses apocalípticas. Me deixa fula da vida essa mania que boa parte da torcida gremista tem – ou adquiriu ao longo do tempo – de ir do 8 ao 80 de uma hora pra outra. Muitos dos mesmos que semana passada bradavam eufóricos com um Grêmio que aplicara duas goleadas seguidas com atuações impecáveis, hoje rebaixam o time, pedem que cabeças rolem. Está tudo errado? Claro que não. Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. Prefiro acreditar que o time vai encontrar seu ponto ideal logo. Temos potencial para isso.

Novamente enfrentaremos o Fluminense com a necessidade única da vitória. Pedreira? Será. Mas não é pelo jogo em Caracas, assim como não foi naquela derrota contra o Pato, que colocaremos à prova o que de bom foi feito até agora. Temos é que continuar focados e trabalhando forte!

Ah, pior que torcedores de resultado são aqueles torcedores/conselheiros que insistem em entregar o ouro pro bandido, num joguinho ridículo e lesa-clube com a imprensa. Chega de usar a instituição em causa própria. CHEGA!

Em frente Grêmio, pela Copa!

Dale!

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Por mais uma Copa

Publicado em 23/jan/2013 por .
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libertadores l Por mais uma Copa

foto: gremio.net

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não existe outra forma de começar o dia senão com esta sensação de frio na barriga e ansiedade. O corpo despertou para mais uma jornada das atividades rotineiras, mas o passar das horas não é normal. A cabeça já está na noite, antecipando aquele nervoso típico de qualquer decisão.

Começamos mais uma busca pelo TRI com a exigência de matar ou matar. Dentro das expectativas é, no mínimo, o prenúncio de uma caminhada exitosa, de muitas decisões.

O time ainda é um rascunho, mas com condições de voltar de Quito com um resultado satisfatório. Grêmio cuidou de todos os detalhes. Sabe que disputar uma Libertadores, seja qual a fase, exige muito mais que time pronto. Sabe que jogo de Copa é jogo de Copa, e que desdenhar de qualquer que seja o adversário pode ser um tiro no pé sem recuperação. Sabe que todo o planejamento de gestão e, consequentemente, de conquistas, começa a valer hoje.

Dia de esquecer os percalços que nos acompanharam até aqui. Dia de focar única e exclusivamente na partida e em tudo que ela representa neste começo de 2013. Dia daqueles que nos representarão, começarem a mostrar porque merecem seguir vestindo a camisa do Grêmio.

De agora em diante, é contagem regressiva.

Queremos a Copa, custe o custe!

“América latina, latino América

amada América

de sangue Tricolor”

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Que venha 2013!

Publicado em 31/dez/2012 por .
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Cá estamos, às portas da final de mais um ano. Tempo propício para fazer o balanço dos 365 dias que vão ficando para trás. Pessoalmente, encerramos o período com saúde, motivo de sobra para comemorar. No que tange ao Grêmio, nosso clube querido, 2012 foi de poucos bons momentos. Alguns de emoção, é verdade, mas as lágrimas que uma torcida espera lembrar e celebrar ao final de uma jornada, estas não vieram.

O que nos reserva 2013?

Arena, Libertadores, Fábio Koff. As perspectivas são boas; as exigências, maiores ainda. Batizar nossa nova casa com o Tri da América provavelmente seja o maior desejo de todos nós, gremistas. Mas que a retomada dos títulos seja a consequência da retomada também do Grêmio de outrora, dentro e fora de campo.

Chega do quase, da vaga. Queremos o topo!

Que nosso novo presidente devolva ao Grêmio o que é de Grêmio.

Que 2013 seja de cancha cheia, de ceva gelada e muitos encontros entre amigos antes – e depois – dos embates. Que seja de paz na arquibancada, de avalanches, de gritos de “Campeão”.

É com este sentimento que nós, do Grêmio Copero, desejamos a todos amigos um baita ano, de conquistas pessoais, e em azul-preto-branco.

Dale!

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Grêmio do Monumental

Publicado em 12/nov/2012 por .
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GrexSP gol2 e1352734182834 Grêmio do Monumental

Vai lá, Entregão, buscar a bola no gol. Cada vez mais entendo quando te consideras amarguinho desde pequeno. Baita foto do Charles.

É difícil traduzir em palavras o sentimento que tem tomado conta de mim nesta reta final de Brasileirão, de ano e de Monumental. Cada jogo ganha contornos emocionais tão distintos impossíveis de mensurar. Não é disputa de título, não é faixa no peito e taça no armário. Mas é um negócio tão maluco e tão impensável que não sei como explicar. Para alguns até pode soar como um exagero tanta comoção, um afronte diante das incontáveis glórias que o Monumental já foi palco. Também acho que uma despedida completa se daria com mais uma Volta Olímpica. Mas particularmente, não consigo ficar indiferente a este momento único.

O baita segundo tempo ante o São Paulo parece um daqueles que os deuses do futebol guardam para marcarem determinados momentos. Ao Tricolor de Porto Alegre, no penúltimo rolar de bola do gramado Monumental em Campeonatos Nacionais, a necessidade da vitória para encerrar o BR na vice-liderança e afastar o adversário da tarde do seu encalço. (Aí lamento a falta de ambição e de qualificação do grupo para conquistar um pouco mais. Enfim, mais uma das tantas lições). Ao Tricolor Paulista uma rotina indigesta esta de chegar todo serelepe se achando, tentar estragar a festa e ir embora novamente com o rabinho no meio das pernas (ui).

A significante vitória ante um freguês forte, mas freguês, parece que estava escrita. Batemos um oponente até então superior, mas que não contava – e provavelmente nunca contará – com a força de um Olímpico Monumental embriagado de saudosismo.  Suplantamos juntos – o time, a arquibancada, as cadeiras, a social, a casamata – um primeiro tempo que de bonito não teve nada. Mesmo com toda a atmosfera “positiva” de 45 mil gremistas, o Grêmio parecia desmotivado, embaralhado, sem força. Veio o pênalti, a conversão, os erros de passe, a inoperância ofensiva, o nervosismo, a impaciência do torcedor. Veio o intervalo para acalmar os ânimos, para revigorar um time que podia render mais, veio a magia de um vestiário que já tinha presenciado – e resolvido – outros tantos centenas de momentos como aquele. O Grêmio precisava voltar diferente. E voltou. E o torcedor sentiu que aquela tarde seria mesmo azul, preta e branca. E o time sentiu que poderia. Precisávamos de mais força na frente. Moreno sozinho, assim como a andorinha, não fez verão. Ah, os deuses… André Lima ganha novamente sua chance, se junta a Moreno no ataque, ganha uma bola espetacular do incansável Zé Roberto, e não decepciona. Com o gol de empate o Grêmio cresce, se agiganta. E o Grêmio vai pra cima, se supera e vira. Agora com a andorinha Moreno que não estava mais sozinha. E o Monumental infla, explode, como muitas vezes já acontecera, mas tão diferente de tantas outras.

Foi a penúltima crônica (ou não) que o nosso Velho Casarão contou.

GrexSP torcida e1352735418420 Grêmio do Monumental

Torcedor celebrando a vitória e o Velho Casarão

E assim como no gol que garantiu a vitória, eu agora preciso dar um jeito de conter as lágrimas ao pensar que o cheiro daquele cimento não mais fará parte das minhas tardes de domingo. A Arena está lá, linda, esperando para começarmos a contar uma nova história. Mas até que seus braços se abram exuberantes, sou 100% Monumental.

O dia dois de dezembro nos reserva uma tarde que jamais sairá de nossas mentes e corações.
Preparem-se gremistas!

Dale!

ps: nestes últimos jogos não esperem de mim manifestações muito racionais. emoção à flor da pele

ps1: e o São Paulo achando que já se “livrou” do Monumental…

“Venho do bairro da Azenha. Bairro, do Monumental. Grêmio é puro sentimento…”

 

 

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É tudo o que tenho a dizer

Publicado em 19/out/2012 por .
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O que mais me chateia e incomoda nesta ladainha que virou a eleição do Grêmio é a falta de respeito que imperou entre a própria torcida gremista. E nem me refiro a fatos específicos. O processo eleitoral como um todo foi maçante desde o começo. Nas redes sociais saturou. Um exagero de tudo que é ruim para o pleito e, principalmente, para o nosso clube.

Ter e externar opinião ou ponto de vista diferente deste ou daquele virou motivo para desqualificação. Abre parêntese – na verdade isso já acontece mesmo sem ter eleição – fecha parêntese. Se tu não votas no mesmo candidato que eu, és um péssimo gremista e por aí vai. Simplesmente não compreendo a dificuldade em aceitar divergências. Como se preferir candidato A, B ou C te torne mais ou menos gremista. Triste ver amizades forjadas pelo amor comum ao Tricolor sendo superadas e até desfeitas por disputas pessoais e de vaidades. O que era pra ser mais um momento de “amadurecimento” da democracia Tricolor acabou se transformando em um período desgastante – e irritante – especialmente pra quem não está envolvido diretamente com as campanhas.

Se o teu candidato não for o escolhido no domingo, vais torcer contra o nosso Grêmio?
Galera se apega demais aos nomes, leva a expressão “disputa eleitoral” ao pé da letra esquecendo que o clube é e será eternamente maior que tudo e que todos. Ele é que precisa sair vencedor.

Não to aqui pra defender X, Y, Z, tampouco tomei partido ou tornei pública minha preferência simplesmente por entender que não agregaria, não faria a diferença pros outros e, possivelmente, me traria muitos “ranços” gratuitos. Confesso que não tô afim. Não neste momento. A opção por um dos candidato é exclusivamente minha, baseada nas minhas vivências, convicções e pensamentos.

Quero, neste domingo de pleito, independente das escolhas, que os gremistas se respeitem, que façamos valer um direito conquistado pelo associado, mas, acima de tudo, que deixemos nosso voto na urna por um único partido/movimento – o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense – e que por ele, principalmente por ele seguiremos.

PS: Mas antes de tudo, neste sábado, temos um compromisso importantíssimo com o Tricolor. E tua presença no Olímpico, pra empurrar o Grêmio pra cima do Coritiba, é fundamental. Pra muitos, final de semana com dobradinha de Monumental. Quer coisa melhor?

Avante Grêmio!

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Um ponto que pode valer bem mais

Publicado em 17/set/2012 por .
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Sabíamos que seria uma partida “chata”, como foi.  Logo após o encerramento do jogo manifestei-me no twitter  dizendo que jogamos dois pontos no lixo. Sentimento imediato considerado todo o contexto: time do Flamengo, nossa vantagem no placar, a qualidade da nossa equipe, etc.

Obviamente a – possível – vitória seria o luxo do gaúcho (pra não dizer que não falei em Semana Farroupilha). Nos colocaria numa condição altamente favorável na tabela no que diz respeito à pontuação e aproximação dos líderes. Mas não dá pra menosprezar ou desconsiderar o ponto ganho quando os nossos adversários diretos marcaram passo e não avançaram.

Não nos ajudamos na rodada? Ok. Mas pra mim o jogo chave passa a ser este próximo, de seis pontos, ante o Galo. É vencer ou vencer. Fazer valer muito mais este um ponto conquistado no Rio. Aí sim o bafo na nuca que já incomoda, começará a tontear, especialmente o Flu, outro próximo adversário direto e atual líder. Duas partidaças que provavelmente decidirão nosso futuro no campeonato.

Confesso que não desfruto, ainda, da ânsia desenfreada de assumir imediatamente a liderança do BR. Temo que a conquistemos agora e não tenhamos cacife para segurá-la. Quando chegarmos lá tem que ser pra valer, alcançar o topo e não sair mais. Estar líder ao final da 38ª rodada é o que realmente importa. Assim como importa permanecer grudado em Atlético-MG e Fluminense, ir pensando e trabalhando jogo a jogo, cozinhá-los em banho-maria até que os superemos.

Da atuação em si, a esta altura do campeonato não vou me ater a avaliações de desempenho deste ou daquele jogador. Me preocupa, sim, termos abdicado da vitória tão cedo no jogo. E esse relaxamento do Grêmio – especialmente no segundo tempo com o resultado a favor – vem acontecendo rotineiramente também nos jogos em casa.

Quanto ao time/grupo, é o que temos até o final: os diferenciados, os medianos e os…bom, deixa pra lá. Importa é o conjunto Grêmio estar forte. O coletivo, agora mais do que nunca é o que tem que falar mais alto. E é com este time, com o Luxa, que eu vou até o fim.

Mas pra seguir despontando até a ponta e nos distanciando de quem vem nas posições abaixo, temos que, inevitavelmente, mesmo fora de casa, bater adversários fracos como o Flamengo.

Nada de achar que não dá mais.

Chegaremos!

 

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