Desejos conflitantes.
Publicado em 30/jul/2010 por Charles Hansen.
Tags: clássico, grenal, triunfo., vitoria

Acima de homens e desejos, um clube e uma tradição. Por Ducker.
Todos sem excessão que frequentam esse espaço pactuam com saída do Meira e do Silas. Cai de maduro, está na cara e somente nosso diretivo não percebe, ou não quer perceber, que essa medida é, ao menos no entendimento do torcedor, a mais coerente para o momento do Grêmio. Caso não seja, faltam argumentos válidos para desfazer o entendimento. Por oras, mantemos nossas convicções.
Nessa ânsia da mudança alguns pregam e até torcem por resultados adversos. Inconcebível. Repúdio total. Apesar dos resultados serem fatores de forte influência – viva a máxima que futebol é resultado – é impossível torcer contra, ainda mais em clássico. Domingo rumo ao Beira Rio, levo meu alento, as manifestações de contrariedade ficam para antes e depois da partida. Precisamos vencer de qualquer forma, se possível por alguns gols de diferenças, que se foda que é time reserva dos amargos, é clássico e por tanto VITÓRIA É A ÚNICO RESULTADO ACEITÁVEL.
Pelo bem do Grêmio, pelo bem do futebol.
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Inclusão digital, somada ao analfabetismo funcional resulta em barbárie nos comentários. Penso, agora, que certos assuntos são melhores de tratar longe da má leitura do anônimo.
Post editado.
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AMIZADE, TRAGO E ALENTO. PORQUE A RAZÃO DE TUDO É O TRICOLOR.
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Ausência de culhões
Publicado em 25/jul/2010 por Charles Hansen.
Tags: campeonato brasileiro, duda kroeff, meira, silas
O ápice da mediocridade se dá quando aqueles que devem ATUAR vão aos microfones BLEFAR. Como ousam dizer que brigas são reflexos da motivação, de afirmar que o grupo está unido, que treinador que não vence a cinco partidas e deixa clube na rabeira da tabela é convicção? Subestimam a capacidade cognitiva do torcedor. Ofensa.
A pior constatação que se pode ter é olhar para quem tem o poder de mudar ser conivente com a situação. É impossível nos sentirmos representandos por esta diretoria. O momento urge por mudanças drásticas que iniciam pela saída do MEIRA e do SILAS. Ninguém aqui questiona a índole destes nomes, longe disso, mas a capacidade de contribuição fadigou junto com a nossa paciência. Treinador se acha no mercado e dúvido que o Grêmio não tenha UM nome capacitado para assumir o futebol. E mesmo que não tenha, seu eu fosse o presidente, assumiria essa parte do clube.
Chega de perder tempo. Chega de apequenarmos o Grêmio.
Este clube tem sua história construída por homens sábios e de atitudes fortes.
Faças algo Senhor Presidente. Represente o clamor de uma nação.
Não basta apenas achar, é preciso mostrar que os tem.
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Nosso ainda treinador conta com o amplo apoio de dois dos três patetas, o terceiro, pra nossa sorte, desapareceu nas catacumbas do buraco do amor. Bancam, bancam e bancam, a chuva cai, o Grêmio naufraga, a zaga faz água e a torcida já entendeu que apoio incondicional é adubo também à erva daninha.
Nossos heróis diretivos juram de pés juntos que a vitória só não ocorreu porque a chuva não deixou. Qual a desculpa pra sequência de derrotas e empates VEXATÓRIOS que eles têm dado antes da chuva? Ainda não ouvi nada capaz de ser decodificado com o uso do cérebro humano que sirva como resposta.
Estou cansado de tanto apequenamento, de tanta murrinhagem, de tanto coloradismo nas posturas.
Não conseguiram encontrar um técnico capaz de fazer render semelhante folha salarial? Não conseguiram encontrar razões para trocar o comandante do vestiário? Não conseguiram entender que outros técnicos já fizeram muito mais com muito menos e que isso já seria suficiente pra terminar o vínculo? Não conseguiram entender que num passado dolorosamente recente dirigentes em imagem e semelhança a deles levaram a instituição pro abismo?
O que entendem eles, afinal?
Pra cima deles, Grêmio!
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Deixo registrado meus agradecimentos e reconhecimento ao irretocável serviço prestado pela Brigada Militar, em nome do sargento Correa do 2º Pelotão da 2ª Cia da CPC e capitão Maciel da sessão de inteligência do BOE, durante a partida Grêmio e Vasco.
No intervalo da partida, enquanto sentado aguardava o reinicio, acabei extraviando meu aparelho celular. Dando-me por conta bateu aquela frustação de quem faz um pênalti desnecessário em final de campeonato. Como reencontrar um bem material num estádio de futebol? Dei como causa perdida.
Dois torcedores vendo a movimentação da procura se aproximaram informando que uma pessoa havia encontrado o aparelho poucos instantes antes e deixando o local. Esses torcedores descreveram o “camarada” com bastante riqueza de detalhes – vestimentas e detalhes físicos. Enquanto conversávamos eis que um deles avistou de longe o cara retornando para o bar central. Ao me aproximar constatei que as descrições eram corretas. Quando questionado, reagiu com naturalidade e propôs ser revistado. Doce ilusão, óbvio que ele não estaria mais com telefone. Nem insisti e o mesmo retornou para junto de uma tradicional TO oficial do clube.
Já tinha como dada a causa como morta quando resolvemos (eu e amigos) falar com o sargento Correa que passava por nós. De forma solicita e demonstrando interesse em auxiliar, ele compreendeu os fatos e se prontificou em tentar reaver o aparelho. Na sequencia, encaminhado para conversar como capitão Maciel que comandava as atividades de inteligência do BOE, no caso de ontem, monitorando e patrulhando a paisana em meio aos torcedores. Isso quer dizer, nobres leitores, que não há somente policiais de fardas, o que considero muito saudável para segurança de todos que frequentam o estádio.
Sem o objetivo de estender o relato, o policiamento se dirigiu até o setor da TO e em menos de 10 minutos retornaram com o aparelho. Nenhum procedimento de força ou violência se fez necessário, com abordagem certeira cumpriram com a missão. O mais curioso de tudo é o fato da operação ter sido filmada com uma câmera digital. Num aperto de play pôde ser vista desde a abordagem como os desenrolar dos fatos.
Nem céu e nem inferno. Há acertos e erros, e neste caso, como dito no inicio faço questão de citar nomes e comandos em reconhecimento ao serviço prestado pela Brigada Militar, que acreditou na causa e se empenhou em resolver uma ocorrência talvez não tão nobre – um extravio.
Contemos com a BM.
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Depois da exitosa tarde de domingo onde seu não-esquema e seu não-time conseguiu tomar novamente dois gols em uma só partida (nosso ainda treinador, Silas, estava preocupado pois havíamos sofrido somente um gol contra o Vitória), agora chega mais uma exitosa notícia para a não-gestão de futebol Kroeff. O Galo mineiro contratou nosso ex-zagueiro Réver. A zaga em 2009 funcionava bem, o que faz um gestor comprometido a fracassar? Se livra de Leo e Réver no ano seguinte, lógico!
A soma de fracassos, papelões e conficções de enrubrecer o mais ferrenho defensor da inocência de Hitler chegou ao cume agora. Zona da degola! Com toda a pompa e circunstância que merece um funeral. Leandro ainda é atleta do clube, Silas ainda é o treinador e Meira o hOMEM do futebol. Devemos mandar flores?










