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Boleiros
Publicado em 31/jan/2012 por Charles Hansen.
Não há jogador brasileiro que valha 500 ou mais milhares de reais ao mês. Aliás, poucos são aqueles que justificam (se tratando de futebol) os valores investidos em qualquer patamar salarial. Isso, meu caros, também deve ser estendido à categoria treinadores. Nesta máfia onde todos ganham – dirigentes, empresários, atravessadores e até atletas – o que se paga pela qualidade apresentada é de uma surrealidade sem precedentes. Mandaram de volta da recessiva Europa uma penca de brasileiros, e com eles vieram seus salários estratosféricos. E o pior, nós acatamos.
Tão absurdo quanto os salários, é dar-se conta de como os clubes tornaram-se reféns dos caprichos dos atletas. O que aconteceu no caso D´Alessandro é um bom exemplo que o amor está nas cifras. É inegável, até mesmo para um gremista, a qualidade do jogador. Mas vale o amplo questionamento se essa qualidade vale tanto quanto está sendo pago.
Perderam-se os critérios do quanto vale o futebol brasileiro. Há uma hipervalorizarão que não condiz com a realidade e, assim como a bolha imobiliária americana, logo ali na frente irá estourar.
O Grêmio tem hoje um baita problema a ser resolvido. Douglas. Vale o quanto está pedindo? Joga o suficiente para justificar investimentos? Douglas é expoente por seu grande futebol ou pela escassez de soluções no elenco gremista? No meu entender joga muito, mas quando quer. E quando quer, num futebol milionário, não é cabível e nem aceitável. A investida por Giuliano, que fracassou, era um alento e agora deixa mais fragilizada a condição da diretoria na negociação. Sem alternativas e com o futebol em curso, o Grêmio precisa, além dos resultados, resolver este imbróglio.
Até quando? Qual a tua opinião a respeito do tema?
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Defesa
Publicado em 29/jan/2012 por Charles Hansen.
Tags: 2012, defesa, derrota
O Grêmio tomou gols em todas as partidas deste ano, inclusive em amistosos contra times amadores (quiçá todos os treinos). Sem uma defesa consistente não há condições de triunfar. Pra reflexão.
(juiz muito ruim.)
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Indigno.
Publicado em 22/jan/2012 por Charles Hansen.
Tags: 2012, derrota, estréias

Foto: ducker.com.br
Indigno início de temporada. Independente de ser começo de campanha, novos atletas e treinador; era esperada uma vitória contra o Lajeadense. Jogando em casa, torcida presente num sábado noturno, último ano do Olímpico, contra cheque estratosférico; a vitória é compromisso. Sem essa de MAS (…)
Primeiro tempo interessante, muitos bons passes, domínio de jogo, presença no ataque. Promissor. Segundo apático, de meio campo perdido, incapacidade da reação. Péssimo.
Começo de temporada, muito trabalho pela frente e a crença que esse time vai se ajustar. Quarta-feira as 22h (!!!) no Olímpico arrancamos a primeira vitória do ano.
PS1: Abstenho-me de falar individualmente dos atletas. É cedo!
PS2: Vitor não deve ser capitão. Capitão deve estar na linha. Deixe o goleiro focado em defender, tão somente.
PS3: Sistema de som do Olímpico vai ter que evoluir muito antes de assumir a Arena.
PS4: Baita público presente.
E TU O QUE ACHOU DA JORNADA?
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Que comece logo!
Publicado em 16/jan/2012 por Charles Hansen.
Tags: 2012

Segunda se foi. Conto 5 dias para o reencontro. Encontro com o velho Monumental, encontro com o tricolor. Recomeça tudo novamente, mais um pedaço das nossas vidas. Nossa história se confunde por muitas vezes com a história do Grêmio. É inseparável. O Grêmio é a metáfora da vida, ao menos, das nossas.
Ansiedade.
Sempre, ano após anos, antecedendo ao primeiro carrinho, a primeira avalanche paira toda a ansiedade do início. Junto aquela pergunta: como vai ser? Sentimento de que 2012 será um ano inesquecível, o adeus definitivo para a década maldita que cisma nos acompanhar. 2012 do Monumental, da Arena e dos títulos. Que assim seja.
Sábado lá estaremos, custe o que custar, para viver o GREMISMO que dá sentido as nossas vidas!
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O desgaste de Odone.
Publicado em 12/jan/2012 por Charles Hansen.
Tags: paulo odone, protestos
A foto que segue, publicada em Zero Hora, é o termômetro da popularidade do mandatário frente a sua gente. “Sua” tão somente pela mesma paixão ao Grêmio, “sua” por ser presidente do clube, porque a nossa gente não se vê mais nos discursos dele. Odone já não convence, sua figura está desgastada e seu discurso surrado. A liderança marcante ficou nas gestões passadas. O líder já não lidera mais.
Isso não quer dizer que não apoiaremos o clube. Isso não quer dizer que não pagaremos mensalidades. Isso não quer dizer que homenagearemos o Monumental a cada jogo. Isso não quer dizer que a alento os 90 minutos será deixado de lado.
Queremos muito que ele inaugure a Arena, que ele conduza com maestria a despedida do Olímpico. E com isso feito, cumprido, o nosso obrigado ODONE por todos os anos dedicados ao Grêmio. Fim!
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Abre Apas – Renato Portaluppi
Publicado em 10/jan/2012 por Charles Hansen.
Tags: odone, portaluppi
Renato Portaluppi, sobre as merdas ditas pelo presidente que se acha dono do Gremio.
É lamentável que o presidente insista em tentar me jogar contra a torcida do Grêmio. O torcedor sabe tudo o que fiz como treinador do Grêmio, de todo o trabalho que fizemos e de todo o amor que tenho pelo clube. Juro que não consigo entender o que se passa. É simplesmente lamentável.
Até quando, Odone? Arena, Batalha dos Aflitos, Renato,…
Por favor, quero um título de expressão como toda a nação tricolor.
Nos devolva a dignidade. Obrigado.
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Sorondo
Publicado em 09/jan/2012 por Charles Hansen.
Tags: sorondo, temporada 2012, zagueiro
Nem a imortalidade foi capaz de intervir sobre os convalescentes joelhos de Sorondo. O contrato era de risco, cada parte assumiu sua parcela, infelizmente como era esperado, por mais que quiséssemos relutar contra, LESÃO. Triste, mas cedo ou tarde aconteceria. Seis lesões em quatro anos no Internacional, não seria no Olímpico que estaria livre delas. O futebol – a grande metáfora da vida – é duro com grandes homens. Revoltante se pensarmos que muito livres do DM desperdiçam suas carreias na noite com trago e mulheres. Mas, enfim, quem sou eu para condenar, são escolhas.
E sobre escolhas, resta ao Grêmio cumprir com sua parte e buscar urgente no mercado um zagueiro que seja cativo nas escalações de 2012. A vida segue e o Grêmio precisa, neste momento, muito mais da razão do que a emoção.








