Baú do Grêmio: Em 2010, Silas pedia paciência e avisava: "O time ainda está em construção"
No futebol, o tempo é o melhor amigo e o pior inimigo de um treinador. Em 2010, o Grêmio iniciava a temporada sob o comando de Silas com um elenco estrelado, mas cheio de interrogações táticas. Após uma vitória suada de virada por 3 a 2 contra o Caxias, no velho Casarão da Azenha, o técnico foi sincero sobre o estágio da equipe.
- O Ataque dos Sonhos: Leandro, Borges e Jonas (o "Mestre das Cenas").
- Os Meias: Hugo e Souza (com Douglas prestes a chegar).
- A "Dona 5": Rochemback e Ferdinando.
- Dilema nas Laterais: Disputa entre Fábio Santos e Lúcio na esquerda; improvisos na direita.
A Busca pelo Equilíbrio e o "Maestro" no Horizonte
Naquela época, o grande dilema de Silas era acomodar tantas peças ofensivas de qualidade. Contra o Caxias, ele escalou um time ultra-ofensivo com Leandro, Hugo, Souza, Borges e Jonas. "A parte tática é que está se encaixando, isso leva tempo. Tem uma base, mas o time ainda está em construção", analisou o comandante na época.
Um dos pontos mais curiosos era a lateral-direita. Sem um especialista de origem, Silas testava Ferdinando e o jovem Mário Fernandes na posição. Enquanto isso, o torcedor aguardava ansiosamente pela chegada de Douglas, que viria a se tornar o "Pifador" daquela década.
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Disputas Sadias e o Tempo de Ajuste
Silas enfatizava que as disputas por posição seriam comuns, especialmente na lateral-esquerda entre Fábio Santos e Lúcio. Para o treinador, o importante era atravessar o início de dificuldade natural de qualquer montagem de elenco, reconhecendo que os adversários do interior também estavam em alto nível.
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