Divergência no tempo de contrato trava renovação de Pavón com o Grêmio; Mexicanos e Racing observam
O futuro de Cristian Pavón no Grêmio entrou em uma zona de incerteza. Embora o jogador viva um bom momento técnico sob o comando de Luís Castro — chegando a atuar de forma improvisada e eficiente como lateral-direito — o impasse contratual acendeu a luz amarela no Departamento de Futebol tricolor...CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
- O conflito: O Grêmio propõe renovação até o fim de 2027; o estafe do atleta exige 2028.
- Prazo fatal: O contrato atual termina em dezembro de 2026. Em julho, ele poderá assinar um pré-contrato.
- Mercado: Sondagens de Pumas e León (México), além do interesse do Racing (Argentina).
- Valor de referência: O Grêmio avalia uma venda definitiva em cerca de R$ 21 milhões.
Divergência no Tempo de Vínculo
Curiosamente, o entrave não passa pelas cifras salariais. Grêmio e Pavón já estão alinhados quanto aos valores mensais, que respeitam a política financeira do clube. O problema é puramente cronológico: o clube quer mais um ano de extensão (2027), enquanto os representantes do argentino batem o pé por dois anos (2028). Essa queda de braço foi suficiente para estagnar as conversas iniciadas após o Gauchão.
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Sondagens Estrangeiras e Risco de Saída Grátis
A diretoria corre contra o tempo. O risco de perder Pavón sem qualquer retorno financeiro no meio do ano é real, e clubes do exterior já sentiram o cheiro de oportunidade. Além do forte interesse do futebol mexicano, o Racing Club monitora a situação de perto. Para o Grêmio, o jogador é peça útil pela sua versatilidade tática, mas o clube precisa decidir se cede ao tempo de contrato solicitado ou se coloca o atleta no mercado antes que ele possa sair "pelas portas dos fundos" de graça.
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