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Domingo espetacular de Grêmio

Publicado em 05/set/2011 por .
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GRE x CAP BR11 x 50 Domingo espetacular de Grêmio

 

Se a posição na tabela infelizmente ainda reflete quão péssimo foi o Grêmio no primeiro turno do Brasileirão, as três últimas atuações, especialmente, podem justificar um possível* novo momento da equipe gremista. Porém, mais que apresentar um futebol consistente e convincente, PONTUAR – de preferência acumulando vitórias – agora passa a ser o OBJETIVO. Sabemos que apenas jogar bem, sem resultado prático, não basta quando se trata de pontos corridos.

No Olímpico, ao que tudo indica, finalmente reassumimos nossa condição de mandante, e com o apoio da torcida – da geral, da social, das cadeiras – sem banda, trapos ou barras – as vitórias voltam ao natural. Ontem, além da maravilhosa tarde de sol e calor, os 18 mil torcedores foram agraciados com uma baita partida do Tricolor. Goleada fundamentada com futebol objetivo, pra frente, de marcação forte, explorando as laterais, e com um meio de campo e ataque inspiradíssimos. Dá gosto ver a troca de passes do primeiro e segundo gols. Bom futebol que vem na esteira da recuperação daqueles jogadores importantes pro time – e que por isso, justamente, são sempre os mais cobrados, – bem como na confirmação de outros, como o zagueiro Saimon, El Loco e Julio Cesar nas laterais. Posição carente por tanto tempo, o recém chegado lateral esquerdo não precisou de muito pra dar outra cara pro setor. E como num passe de mágica, Juarez parece ter achado um lugar para Marquinhos e Escudero. Rochemback e Fernando incansáveis na volância, assim como Douglas que, entre altos e baixos, vê sua moral e seu futebol novamente na crescente.

Habemus centroavante? Mais que guerreiro imortal e o escambau, André Lima tem que seguir justificando sua permanência entre os titulares.  Torçamos pra que os três gols de ontem sejam uma constante, não necessariamente em quantidade, mas que façam valer, a cada partida, o nove duplo que carrega às costas.

*possível porque precisamos confirmar, agora além Mampituba, e com resultado positivo, esta boa fase no campo. E que comece logo na quinta-feira, contra o Bahia.

Parabéns torcedor de fé que também deu goleada fora de campo.

Dale!

 

 

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Paixão não se limita

Publicado em 05/set/2011 por .
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O domino de sol, calor, cerveja gelada, encontro com os amigos antes do jogo e goleada, pra mim poderia ter sido perfeito não fosse aquela grade estúpida na curva, dividindo a arquibancada. Até entendo que fossem tomadas precauções para evitar os acontecimentos do último jogo, mas não consigo compreender o motivo prático daquela divisória. Que se preocupem em punir os VERDADEIROS responsáveis pela desordem, não todos aqueles que escolheram a geral para torcer. Ao limitarem o espaço, acabaram tachando todos que ali estavam.

Cercear o deslocamento do torcedor no mesmo setor do estádio é tão bestial quanto as confusões. Confesso aos amigos leitores que tal atitude  realmente me chateou. Quem me acompanha aqui pelo blog sabe que gosto de acompanhar o jogo atrás do gol. Entrei normalmente  pelo portão 10. Meu irmão, que estava com nosso sobrinho de dez anos, entrou pelo portão 13 porque torcedor menor de arquibancada SÓ passa por este portão. Abre parêntese: Tá na hora do clube rever o acesso do menor. Acredito ser mais prudente que este entre pelo mesmo portão que o adulto responsável. Fecha parêntese. Até então, nenhum problema. Na tentativa de me encontrarem onde costumeiramente ficamos, foram proibidos de passar “pro outro lado”, como se aquela grade distinguisse os torcedores. Quando eu tentei encontrá-los, no intervalo, a passagem pro lado em que estavam, que até então estava permitida, me foi negada. Um absurdo.

Como sócio torcedor que paga religiosamente em débito em conta sua mensalidade e compra ingresso, me senti lesada. Não sei de quem é a resposabilidade da grade, se do clube ou da brigada, mas proibir o ir e vir do torcedor não foi legal. Não bastasse, pior ainda foi ter que aguentar, ao final do jogo, um brigadiano fazendo comentários desrespeitosos sobre a reclamação civilizada de um senhor, igualmente sócio e indignado com a situação, referindo-se a ele como “gordo que tava só enchendo o saco”. Obviamente fizera isto quando a pessoa já tinha dado as costas. Quando fui exigir dele a postura esperada, fui também desrespeitada e debochada pelo mesmo.

A quem interessar: minha paixão não se limita a uma grade. Felizmente, estava com a voz em dia pra poder cantar bastante pro Tricolor.

E pro presidente Paulo Odone um aviso: SE A GRADE NA ARQUIBANCADA TEVE COMO INTENÇÃO SEPARAR “O JOIO DO TRIGO”, ACONSELHO QUE UMA GRADE TAMBÉM SEJA COLOCADA NO NOSSO CONSELHO DELIBERATIVO.

O Grêmio é da torcida, é da sua gente, não é da imprensa nem dos dirigentes…

 

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A nossa vez

Publicado em 15/out/2010 por .
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Exatamente hoje completam-se dois meses (ou 61 dias) do último jogo do Grêmio em casa num domingo. O torcedor gremista, que ano passado deleitou-se com finais de semana regados a muito futebol no Olímpico, neste Brasileirão precisou, além de contentar-se com uma tabela estapafúrdia de dias e horários, driblar dos mais diversos obstáculos pra acompanhar o Tricolor no Monumental.

Não foi somente o momento vivido pelo time durante muitas rodadas ou o valor do ingresso que puxou a média de público pra baixo, tirou o torcedor do estádio. Jogo às 19h30, meio da semana, pra quem reside e trabalha na região metropolitana (sem falar no interior) e não tem um chefe bacana e compreensivo que dá aquela força e libera o cidadão mais cedo, é impraticável, entende-se.

Felizmente, a partir deste domingo, o Tricolor engata uma sequência de cinco jogos no Monumental.  Partidas tão decisivas, importantes e fundamentais quanto a nossa presença no estádio, nossa pressão no cangote do adversário, nosso apoio pro time do Portaluppi que, afinal, vem correspondendo e bem. Deste jogo do Cruzeiro em diante, o dia, o  horário, o trabalho, a BR não servem mais como justificativas pra tua ausência. Tá na hora de comparecer em peso, retribuir o empenho da equipe e levar o Tricolor à mais uma vitória.

Domingo, todos ao Monumental. Com nosso incentivo e vibração o Grêmio é muito mais forte.

Dale!

Fim de semana com jogo do Tricolor lugar de gremista é no Olímpico.

17/10 – Grêmio x Cruzeiro
24/10 – Grêmio x Amargos
07/11 – Grêmio x Ceará (fica pra próxima, Paul))
21/11 – Grêmio x Atlético-PR
05/12 – Grêmio x Botafogo

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Vamos, Grêmio!

Publicado em 08/set/2010 por .
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gremio guarani Vamos, Grêmio!

Outro excelente registro do Ducker

É como se um novo campeonato começasse pro Grêmio esta noite. E de fato, o é. Após um turno -  com bem ressaltou o Charles – para ser esquecido, iniciamos a segunda metade do Brasileirão ainda com o propósito de distanciamento dos quatro últimos colocados, mas, acontecendo a vitória – que é tão indispensável como em outras situações – podemos vislumbrar um possível novo horizonte pela frente. Não considero o embate totalmente barbada, mas não espero – e não aceito – outro desfecho senão sair do Monumental com mais três pontos na tabela. Que comece, hoje, um returno para ser lembrado.

No mais, é noite pro torcedor re-começar a comparecer em peso ao estádio. Se exigimos uma postura mais digna de Grêmio dentro de campo, igualmente temos o dever de fazermos nossa parte além das quatro linhas. Com o apoio e o alento de sua torcida, o Tricolor pode muito mais.
A direção dá um empurrãozinho, desta vez reduzindo o valor dos ingressos. O tempo é bom. O jogo é decisivo.  O Grêmio precisa da gente. Não tem desculpa.

Teu compromisso, hoje, é com o Tricolor, empurrando o time à vitória e perdendo a voz em um dos setores do Velho Casarão.

Pelo Grêmio, sempre, te encontro lá.

Dale!

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Todo o carnaval tem seu fim.

Publicado em 16/fev/2010 por .
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todo o carnaval tem seu fim Todo o carnaval tem seu fim.

Dizem que o ano começa após o carnaval. Pois bem, então sejamos bem vindos a 2010. Jargão brasileiro, que não me serve, para o “deixar pra depois”, protelando o improtelável. Fato é que agora não tem mais desculpas, as coisas precisam acontecer. Isso vale pro Grêmio.

Nada mais convidativo para o “primeiro dia” do calendário biológico brasileiro que um jogo valendo eliminação. Treino secreto, time não revelado e armado de acordo com o adversário. Seja lá como for, cai de maduro um Grêmio melhor postado e com entrosamento mais digno. Não tem desculpas, Silas.

Outra coisa que não tem mais desculpas é quase findar fevereiro sem o elenco totalmente fechado. Não consigo conceber um clube da grandeza do Grêmio sem ninguém indiscutível na lateral direita, carente desde início desta gestão. Nem as lacunas deixada pelas vendas na defesa, agora amplamente vazada e justificada nos microfones pela ausência de experiência. William, Borges e Jonas são poucos para um temporada de muitas competições, mesmo que o segundo nome esteja resolvendo a maior parte dos nossos problemas. Não tem desculpas, Meira.

Já para o torcedor não tem desculpas para não ir ao Olímpico. Esta na hora de voltarmos a freqüentar as quase sexagenárias arquibancadas do Monumental. Depois das chuvas que marcaram o carnaval, o termômetro já não serve mais de justificativa para o mau futebol e o estádio vazio.

Nos encontramos na cancha para saudarmos o regresso a normalidade, já que todo o carnaval tem seu fim.

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Souza, porque no te callas?

Publicado em 06/nov/2008 por .
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Não sei o que está acontecendo. Depois de ter que engolir a seco as críticas arrogantes de Celso Roth aos torcedores que foram cobrar por uma postura “mais de Grêmio”, agora quase me engasgo com as declarações do Souza, cobrando paciência e pedindo que tomássemos como parâmetro os torcedores amargos.
- A gente tem o exemplo aqui do lado e você não vê isso. Qual o melhor elenco do Brasil? Qual o time que deveria estar brigando pelo título? O Inter está fora até da luta pela Libertadores e isso não acontece lá.

Parem as rotatórias.
Essa pobre e infeliz manifestação confirma que o jogador não conhece MESMO a representatividade que tem o torcedor para o Grêmio e vice-versa. E se até agora ele não conseguiu perceber isso, é porque não merece fazer parte desta história.

Mas continuaremos seguindo e apoiando o Tricolor, independente do que digam jogadores, dirigentes. Todos eles passam.

“O Grêmio é da torcida, é da sua gente…”

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Caminhando em brasas

Publicado em 05/nov/2008 por .
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Deixaram chegar no limite. Quando parte de torcedores – o que deveria partir do vestiário – a iniciativa de uma cobrança mais forte, enérgica é porque a coisa ta degringolando. Não sei até que ponto este tipo de manifestação – não considero como uma invasão porque foi permitido o acesso desses ao espaço restrito – possa dar resultado. Talvez tenham sido motivados pelo episódio semelhante do ano passado, quando chegaram junto e o Tricolor conseguiu reverter uma desvantagem para o Caxias, na semifinal do gauchão.

Mas considero legítimo o descontentamento da torcida. Também estou descontente, indignada e perplexa com a acomodação. E da mesma forma que o Sr. Celso Juarez Roth não gostou da “cobrança”, me sinto no direito de também não gostar de ver o Grêmio perder a liderança e ,agora, correr o risco de ficar fora até da Libertadores. Não gostei de ver o Grêmio perder a vantagem de 12 pontos que tinha para o 4º colocado. Não gostei das invencionices do treinador que, por muitas vezes, nos empurraram a resultados desastrosos. Não gostei de tomar 4 do Inter, 3 do Cruzeiro, de perder para a fraca Lusa, empatar com o Figuera em casa. Não gostei da falta de convicção e coerência que culminaram em escalações e formações estapafúrdias. Assim como não gostei de acreditar durante boa parte do campeonato no título e ter que agora ouvir um discursinho derrotista de que está sendo feito o melhor trabalho.

Mas talvez Roth prefira caminhar sobre brasas, como a ação motivacional promovida pelo renomado psiquiatra Roberto Shinyashiki, em 99, quando da sua primeira passagem pelo vestiário gremista. E não é que chamaram o cara novamente?! Aí me pergunto qual deverá ter sido a ação desta vez? Tiro ao alvo, arremesso de facas, círculo de fogo…

Nem vou me ater ao assunto motivação. É um absurdo. Penso exatamente o que escreveu o Charles no post abaixo.

E respondendo a Roth que “queria saber o que eles fizeram quando o Grêmio estava em uma situação pior (…)”, eu respondo: quando estávamos em uma situação pior, senhor Roth, a torcida abraçou o clube e o time como nunca. Carregou o Tricolor nos braços na série B. Esteve ao lado o tempo todo, incentivou, lotou estádio, se associou em massa. Apoio nunca faltou e nunca faltará, independente de quem esteja na casamata.

Era o momento do Roth trazer o torcedor para perto dele, mostrar que deixou seu retrospecto como treinador para trás e entrar para a história do Tricolor.
A gente não pede muito, queremos apenas ver aquele Grêmio da raça, da luta, da vibração e da superação, em campo novamente.

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Foi há 25 anos. Mas parece que foi hoje.

Publicado em 12/out/2008 por .
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Na última sexta-feira, 10, Eduardo e Fernando Bueno, irmãos e gremistas acima de tudo, lançaram o mais recente trabalho da dupla: A América aos Nossos Pés – 25 anos de uma Libertadores de verdade.
O espaço destinado à seção de autógrafos, próximo à praça de alimentação do Bourbon Ipiranga, aos poucos foi tomando ares de concentração de gremistas. Teve até um insignificante número de amargos que tentou “dar o ar da des-graça” – talvez quisessem aprender como se conquista uma libertadores de verdade – mas Peninha não deixou que estragassem sua festa, e, ao seu melhor estilo gremista de ser, não demorou pra se unir ao coro “aonde estão, ninguém os vê…” enquanto os metidos eram retirados pelos seguranças do shopping. Não é à toa que ele é considerado o mais polêmico e também um dos mais fanáticos torcedores gremistas. Odiado por muitos, mas amado pela imensa maioria, a que interessa.

Os Blues Brothers contaram como ninguém a trajetória da Libertadores de 1983. Não é somente uma descrição de fatos. É coração, alma, vida. O livro é genial. Ele emociona, debocha, ironiza, diverte, encanta. Apresenta requintes de detalhes que faz viajar no tempo e sentir novamente, ou pela primeira vez, a emoção daquela grandiosa conquista, imortal como o próprio Grêmio. É uma mistura de sentimentos que não tem explicação. Não tem como não se arrepiar, chorar, ficar nervoso, ter vontade de invadir campo, mandar o juiz pra bem longe…
Realmente, uma libertadores de verdade, que não se decidia somente dentro de campo, que os times não podiam ter somente jogadores, mas guerreiros capazes de suplantar todas as batalhas que viessem pela frente.
Eduardo Bueno tem razão. Foi há 25 anos, mas parece que foi hoje.

Esta obra foi feita para deleite da torcida gremista, mas também deveria ser leitura obrigatória para todo jogador que, a partir de agora, passe a vestir e honrar o manto tricolor.
PS: parabenizo os amigos Charles e Leonardo, idealizadores deste site, pela merecida referência que o livro fez ao gremiocopero e às idéias igualmente geniais destes dois baita gremistas.

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Superação em dose dupla

Publicado em 03/out/2008 por .
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A mesma obrigação que o torcedor tem de comparecer ao Monumental amanhã e fazer sua parte nas arquibancadas, tem o time com a vitória, dentro de campo. Nenhum outro resultado é admissível. Já demos sorte demais ao azar, agora chega. A briga lá em cima ta embolando e temos que mostrar nossa força. Sabemos que o Tricolor é capaz de sucumbir às diversidades e dar a volta por cima. Esta é a hora.

O torcedor também terá que se superar neste sábado. Devido às ocorrências do clássico Grenal, a brigada resolveu acabar com as “mordomias” e proibiu a entrada dos materiais da torcida no estádio. Já vale pra amanhã. O que antes era aplicado como um “castigo” pelo mau comportamento – uma vez que havia um acordo de cavalheiros entre as partes -, agora parece que vai se tornar uma constante.

Mas não tem jeito, o Grêmio precisa muito do nosso grito, da nossa vibração. Vamos também passar por cima disso, afinal, a esta altura do campeonato, tudo que venha contra não será mais novidade.

O time ainda é uma incógnita, sabe-se lá o que passa na cabeça do Roth numa hora dessas. Só não quero invencionices. Quero a equipe peleando, chegando junto, buscando a vitória a qualquer custo. Se deu certo até pouco tempo, porque não daria agora?
Quero terminar o jogo sem voz e com os três pontos.

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Olímpico tremeu

Publicado em 18/ago/2008 por .
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Ontem o Olímpico pulsou.  Segundo um amigo que estava nos camarotes, durante alguns minutos após o gol, de forma impressionante, o estádio literalmente tremeu.  Fato, acompanho os jogos no setor da geral e pude sentir tamanha vibração.

Torcida em cólera! Também pudera, a obsessão por esse campeonato impera sobre tudo.
Comunhão total entre torcida e jogadores.  Restam oito jogos em casa, e as cinqüentenárias arquibancadas de cimento pulsarão novamente.   Me cobrem…

Neste campeonato vencer nos domínios é fator decisivo de sucesso.  Com pés no chão e determinados, faremos com que nossos adversários se arrependam por ousarem pisar no gramado do Monumental.

Pra cima deles Grêmio.
E salve o velho e lendário Monumental de Porto Alegre.

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