Tag: renato portaluppi
1980: A vinda de Portaluppi e De Leon
Publicado em 10/fev/2011 por Charles Hansen.
Tags: 1980, hugo de leon, rafael bandeira do santos, renato portaluppi

De forma unânime para nós de gremismo ortodoxo do magistério do Grêmio Copero, é irrevogável que Portaluppi (O Santo) e Hugo de Leon (El Capitan) são os maiores expoentes em campo da glória centenária deste clube.
Cantamos na cancha que nada mais apaga essa história. Fato.
Recordemos do balão para a área que culminou no gol de Cesar. Nos dribles desconcertantes e os gols que estufaram as redes na conquista do Mundo. O erguer da América com o sangue na face, do Mundo em Tóquio e do Mundialito pela Celeste vestindo o manto tricolor.
É BOM SER GREMISTA!
Sempre nos perguntamos: e se estes, assim como tantos imortais, não tivessem vestido a tricolor? Como seria a nossa história? O que contaríamos desde então? Num período em que pleiteamos de Antônio Vicente reforços de qualidade, sempre quis saber quem foi responsável pela vinda dos nossos ídolos.
Fomos atrás e descobrimos que por trás disso está Rafael Bandeira do Santos, ex-presidente, e vice de futebol Campeão Brasileiro em 1981. Remetido à 1980-81, colhemos um agradável depoimento de Bandeira sobre a história destas duas transações.
Justiça seja feita!
(Para bom entendedor isso basta).
HUGO DE LEON
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RENATO PORTALUPPI
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Comentários (17)
E se fosses o Portaluppi?
Publicado em 08/fev/2011 por Aline Cardias.
Tags: gremio, jogadores, renato portaluppi, temporada 2011, time
No início de janeiro, quando oficialmente o Grêmio abria os trabalhos no Olímpico, o Charles lançou uma questão acerca do time que cada um gostaria de ver atuando, com os nomes que se apresentavam no momento.
Passado pouco mais de um mês, de lá pra cá muita coisa mudou no que se refere a jogadores. Alguns dados como certos sequer chegaram. Saídas aguardadas e outras, inesperadas, contribuíram para uma mudança significativa no grupo. E mesmo sem contar com uma equipe considerada a “ideal” nesta largada, começamos bem no entrevero e garantimos nossa 13ª presença na COPA.
Com a exigência do TRI pela frente, felizmente a direção não cruzou os braços. Além do Lins – que chegara no final do ano passado e já deixou sua boa impressão marcando no GREnal -, do Vinícius Pacheco que já mostrou trabalho ao comandante Renato, os recém chegados Rodolfo, Escudero e Carlos Alberto surgem com muito boas possibilidades de titularidade. Tem ainda o Collaço, o W. Magrão, o Borges (que volta de lesão). Nomes que vão surgindo e, se não estiverem entre os 11, se tornam alternativas num grupo que precisa ser forte.
O setor defensivo muda? Lúcio permanece no meio, volta pra lateral esquerda? Adílson segue ao lado de Rochemback na volância? Quem formará dupla com o André Lima? Douglas, Escudero e C. Alberto atuarão juntos? Contando com nossa confiança, Portaluppi tem a missão de montar um time nos moldes daqueles que sonhamos para disputar a Libertadores, capaz de honrar com a história que ele próprio ajudou a construir e que, daqui quatro meses, seja coroado com a conquista da América.
Diante deste novo, mas agora real cenário:
No lugar do Portaluppi, qual seria o teu Grêmio ideal?
EM TEMPO
Tínhamos prometido sortear duas camisetas do Grêmio Copero entre os participantes que comentaram no post PROMOÇÃO: MEU TIME PARA 2011. E como promessa é dívida, divulgamos agora os sorteados:
COMEDORES DE CARNE VERMELHA – Érico Scherer
LIBERTADORES: RUMO AO TRI – André Schmidt
Parabéns!
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Portaluppi, o maior de todos.
Publicado em 04/fev/2011 por Charles Hansen.
Tags: 1986, copa do mundo, maradona, renato portaluppi

Foto obtida do site GREMIO1983 mantido por Andre Kruse.
Por Anderson Kegler e Ana Vilches
Existem inúmeras teses sobre grandes jogadores e o que os torna grandes.
De onde vem a fama? É por ser craque? Sim. Exige-se isso. É por atuações fantásticas em grandes jogos? Sim, também exige-se isso. Mas existe um ponto que poucos falam, aliás, quase ninguém fala. OPORTUNIDADE! É a questão de ser craque, no time certo, na hora certa. Verdade que nos dias de hoje pouco importa onde o sujeito surge, em menos de 2 anos ele já estará na Europa. Mas ainda assim sem o empresário certo um grande jogador pode mofar anos em um clube pequeno. É o caso também de um craque que briga com um técnico e/ou dirigente importante, pode deixar de ser a estrela que seria.
Analiso o caso do Renato.
Em 1986 Renato foi cortado da “Çellessão” pelo Telê. A história todos conhecem; foi cortado por ser leal a um amigo – Leandro – que acabou também saindo do time por lealdade ou sentimento de culpa. Mas a questão não é essa; se Renato tivesse ido para a Copa do Mundo o Brasil teria sido campeão. Ele era o melhor atacante do país na época, estava simplesmente no auge do seu futebol, que não era pouca coisa. O próprio Telê afirmou isso.
Renato indo para a Copa teria estourado para a mídia mundial, feito muitos gols e abafado qualquer outro jogador que surgisse ou fosse se consagrar no certame. Maradona? Sim, ele mesmo, só surgiu com força nesse ano, antes era um grande jogador que teria sua estrela abafada por Renato – se tivesse jogado aquela copa.
Concordam? Claro que concordam. Maradona é responsabilidade do Telê. Com Renato em campo era “taça no armário, faixa no peito, bicho no bolso” com toda a certeza. E sem a Copa de 1986 Maradona não teria nada para apresentar. Porque o que vale nessa vida são os títulos, o resto é tudo propaganda.
Em resumo, Renato sempre foi muito maior do que Maradona. GREMISTAS sabem disso, mas ia ser muito legal se o mundo soubesse também. Entre nós ele é o maior, é O Santo, sabemos que os demais não dão nem para a saída. Temos orgulho do nosso craque, que tem orgulho de nós e de ser como nós. E isso dispensa qualquer consagração extra-clube. Mas que teria sido muito bom, teria.
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O que nos compete
Publicado em 29/nov/2010 por Aline Cardias.
Tags: Brasileirão 2010, gremio, renato portaluppi
Desde que Renato assumiu a casamata e começou a botar ordem na casa, tivemos pela frente sucessivas decisões. Cada partida foi pensada e considerada única. No Olímpico ou além Mampituba, os jogos ganharam, individualmente, sua importância. Foi assim, religiosamente, nas últimas vinte e quatro rodadas.
Lembro do primeiro embate de Portaluppi neste Brasileiro, ante um Goiás que dias atrás nos tirara – precocemente – a possibilidade mais palpável, naquele momento, de retorno à Libertadores. O time daquela primeira vitória da Era Renato ainda carecia de futebol, mas dava os primeiros indícios que apenas escapar das incômodas últimas colocações do campeonato não seria o bastante.
A “essência gremista” passou a ser incorporada na rotina como suplemento indispensável de um futebol sério e combativo, característica intrínseca de todo o grupo de jogadores que carrega consigo a responsabilidade de defender o Grêmio. Assim foi o Tricolor nesta trajetória avalizada pelo Renato. O time entendeu o recado, aceitou de coração aberto as orientações. Não chegamos onde chegamos por acaso.
Mas ainda temos o último e derradeiro embate. A parte que nos compete, temos que cumprí-la. Olímpico lotado para, acima de tudo, agradecer a volta do Grêmio mais Grêmio dos últimos anos. Acredito no quatro lugar assim como espero, INDEPENDIENTE de tudo, que o Goiás nos “devolva”, quatro meses depois, o que nos pertence de fato.
Endosso o pedido do Charles,
Queremos (e merecemos) a COPA!
PS: Fantástica torcida gremista que compereceu ao Brinco de Ouro e o transformou em Monumental. Dale!
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Mística na casamata
Publicado em 19/nov/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2011, 2012, odone, renato portaluppi, treinador

Fim da espera e da angustia. O SANTO não deixará o Olímpico. Nosso clamor ecoou no Monumental, tocou a direção e sensibilizou Portaluppi, que ficará conosco até conquistar a América novamente.
Bons ares e a crença na retomada de um ciclo vitorioso é presente. Renato é o elo, alimenta o credo e personifica o mais ortodoxo gremismo. Portaluppi na casamata é certeza de que o comandante é GREMISTA e tem compromisso verdadeiro com a história deste clube.
Nesta noite, desde já, brindo a ti: Santo Portaluppi.
Prece atendida. Mística na casamata.
PS: Para comemorar, aos que comentarem este post, estarão concorrendo ao sorteio de manto sagrado e extinto.
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Verdades sejam ditas.
Publicado em 03/nov/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2010, campeonato brasileiro, renato portaluppi

Paira sobre o Olímpico uma áurea vencedora. De forma irrevogável, quando se pensa no Grêmio em campo, o sentimento é somente de vitórias. Renato resgata o Grêmio da incerteza para um time compromissado com as vitórias. Campanha brilhante fora de casa, 18 de 30 pontos são nossos. O limite deste time está selado pela tardia mudança do vestiário.
De nada adianta as lamentações de Duda nesta altura de sua gestão. Protelou. Mesmo com o clamor da torcida manteve ouvidos aos conselhos de Meira e, infelizmente, sepultou maiores aspirações. Lástima. Paulão, Vilson, Clementino (!!) e Viçosa, indicações do Santo em tempo de mercado limitado. Resultado. Douglas, Lucio, Rochemback e Andre Lima, antes questionados, agora gastando a bola. Porra, que diferença. Porra, ninguém nos ouvia.
Fica a lição para quem comanda. Entenda sua torcida e estará entendendo boa parte de seus problemas.
Baita vitória, novamente, contra 12 adversários.
Seguimos numa campanha mais digna, mas poderia aspirar muito mais.
Se algo posso pedir, que seja pagar quanto Portaluppi almejar.
Renato na casamata em 2011.
Ponto Final.
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Pelé? Maradona? Eu sou Santo.
Publicado em 14/out/2010 por Charles Hansen.
Tags: renato portaluppi, saint portaluppi's day

Enfim o dia chegou. Depois de dois longos anos aguardando a oportunidade de entregar em mãos a camisa do Saint Portaluppi´s Day a Renato – o Santo – esse dia chegou. Singela homenagem ao maior de todos que vestiram a azul, preto e branco. Pensei diversas formas de transcrever o sentimento de alegria e satisfação, mas encontrar palavras que meçam o fato é complicado. Para Renato mais uma de muitas homenagens, para nós do Grêmio Copero o encontro máximo.
O encontro se deu ontem na saída do treino da manhã no caminho entre o suplementar e o vestiário. Abordado, Portaluppi me recebeu de forma cortês para 2-3 minutos de conversa. Expliquei rapidamente do que se tratava, da história da camiseta e de toda a mística e simbologia do fato. Ao fim, Renato agradeceu, aprovou, sorriu e seguiu seu caminho com o olhar sobre a estampa. Já tinha em dado como satisfeito e realizado. Porra, isso não era para qualquer gremista. Na retina imagens do momento mescladas com os dois gols do Mundial. Gremismo latente nas veias, meus amigos.
Eis que me surpreendo com o retorno do Renato em passos rápidos em direção do suplementar. Em punho a camiseta e se dirigindo para falar com Jonas, Andre Lima e Douglas. Transcrevo aqui mais ou menos o que pude entender de sua fala:
“Vocês, vocês. Sabem ler em inglês? Sabem? Então leiam aqui. Dá uma olhada nessa camiseta! Quero ver vocês marcarem época assim como eu fiz.” Entre risos ele completa mais ou menos assim: “Pele é rei. Maradona é deus. Eu sou Santo.”
Foda! Portaluppi é o cara.
Singela homenagem ao homem que tanto nos fez sorrir, e ainda faz.
Obrigado ao Grêmio por mediar o encontro. Obrigado Portaluppi pela acolhida.
Momento eternizado.
A partir de agora e de forma irrevogável o Santo a ser celebrado é Portaluppi, as cores são três, e o dia é outro, 11/12/1983! Nós, como gremistas, proclamamos St Portaluppi’s Day! E não se fala mais nisso!
ps: não. a camiseta não está a venda. desculpem-nos.
mas vamos bolar uma promoção aqui.
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GRÊMIO com todas as letras.
Publicado em 12/set/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2010, renato portaluppi, victor

Pacaembu teve um Grêmio de encher os olhos. Goleada pra gremista ver principalmente pela forma como foi conquistada. Jogamos contra um estádio lotado, um forte adversário e um juiz ladrão. Que golaço, Douglas. De tudo que se viu, o que tem que ser mais comemorado é o retorno de um Grêmio de defesa sólida que finda partidas sem ser vazada. Victor intransponível e agora se revelando um excelente pegador de pênaltis. Legítima muralha. Essa é uma das vocações do Grêmio que jamais pode ser esquecida. Méritos de Portaluppi neste resgate.
Dos últimos 15 pontuamos 11. Permissão para olhar pra cima e almejar jogo-a-jogo o topo da tabela. Na razão de quem não quer se enganar, permito-me sonhar com LA COPA’11. Consciente de nossas limitações, vamos buscando um meio de findar a gestão Duda Kroeff com mais dignidade.
“Vitória de time que quer chegar na Libertadores”
Renato Portaluppi, o Santo.
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de Portaluppi
Publicado em 31/ago/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2010, campeonato brasileiro, renato portaluppi, vitoria

Que a imponência desta imagem, juntamente com o passado de glórias que ainda é vivo em nossas lembranças, traga bons ares e faça desta noite o jogo da retomada. De agora até o fim da partida decreto que as rusgas e qualquer tipo de incompatibilidade sejam por oras esquecidas, tendo como foco exclusivo a vitória gremista.
E com rogo e palavras alento, quero Portaluppi – o Santo – conduzindo esse Grêmio, imergido em trevas, ao caminho dos triunfos tão comuns na trajetória do homem da casamata.
Nos encontramos na cancha. Força Grêmio.
Comentários (16)
Renato, O PORTALUPPI.
Publicado em 12/ago/2010 por Charles Hansen.
Tags: renato portaluppi, retorno, saint portaluppi's day, tecnico

Valorizar seus ídolos, sua história e sua gente, isso é GREMISMO. Cremos e pregamos isso. Hoje, mais uma prova disso, não fomos receber no Salgado Filho um time campeão, muito mais que isso, fomos acolher um homem. O maior de todos os ídolos da história deste clube. Renato Portaluppi, o santo e homem gol. Bem vindo Renato, sinta-se em casa, tua nação te recebe de braços abertos e está contigo na boa e na ruim.









