Tag: olimpico
Vencer em casa é prioridade
Publicado em 15/ago/2011 por Aline Cardias.
Tags: brasileirão 2011, olimpico, vitoria
Soa até estranha a euforia em torno da vitória ante o Fluminense já que, até pouco tempo, tal resultado era certeza em se tratando de Olímpico Monumental. Parece que foi um placar atípico quando, na verdade, atípico foi perder 11 pontos em casa ante adversários que, em outros momentos, seriam naturalmente batidos. Vencer nos nossos domínios tem que voltar a ser rotina.
Estou aliviada com os três pontos conquistados. Era mais que necessário, pelo momento, e figurando pela primeira – e única vez, espero – entre os últimos colocados, reverter imediatamente o cenário e voltar a respirar fora da zona incômoda. Sinceramente, nunca achei o time no nível para tanto. Mas como classificação é reflexo de resultados…
Antes de mais nada, muito bom ver novamente o Grêmio reagindo ante um placar negativo. Talvez indício de realmente um novo momento. Vitória importante. Objetivo alcançado.
Juarez fazendo sua reee-estreia ante a torcida gremista e a expectativa de que Grêmio veríamos em campo. Pensando friamente na atuação, de certo não foi um bom jogo, mas já senti no time uma disposição diferente dos últimos embates. Vi uma equipe com mais vontade, mas que ainda sente as deficiências pontuais e recorrentes. Apesar de algum avanço, nosso setor defensivo ainda não me inspira confiança. A zaga até que conseguiu segurar bem a pressão final do Fluminense, mas junto ao Victor, tem sua parcela de responsabilidade no gol sofrido: o Fred teve espaço e tempo pra cabecear SOZINHO. Onde estavam os zagueiros?
Desta vez, a improvisação do Adílson na direita não rendeu e, por algumas vezes, quase comprometeu. Com o natural retorno do Gabriel à posição e sem espaço no meio, o alemão deve mesmo seguir como opção no banco.
A lamentar a manutenção do jejum do nosso ataque. Que André Lima está aquém de sua capacidade, não se discute, mas também não o culpo totalmente. A criação no meio igualmente está deixando a desejar e a famosa “bola redondinha pro centroavante” não está chegando. Brandão e Miralles até que deram uma movimentada lá na frente, mas também nada mais efetivo. Nessa linha, espantosa a queda de rendimento, produtividade ou como queiram, do Lúcio. Antes de acreditar que esteja realmente numa descendente, prefiro pensar que seja apenas uma fase ruim. Quanto ao Marquinhos, para muitos, o belíssimo gol de falta já justificaria sua permanência no lugar do contestado Douglas, mas ainda tenho minhas dúvidas de que a substituição simples de um por outro seja a solução pra ineficácia da armação. Justiça seja feita para os dois gols que garantiram a vitória, as atuações do meia, até então, não o colocam em vantagem na briga pela posição.
Engraçado falar isso em pleno agosto e com metade do Brasileirão já encaminhado, mas torço pra que o Roth – sempre lembrando que o sucesso dele é o sucesso do Grêmio - consiga encaixar o time novamente. Aí começamos a pensar em algo mais na competição. Reação que pode ser confirmada nos dois compromissos consecutivos fora de casa. Vitórias contra Ceará e Atlético-GO não seria pedir demais, mas dependendo das circunstâncias, quatro pontos serão bem vindos. Sempre lembrando que o próximo jogo em casa é Grenada.
RESULTADO DA PROMOÇÃO:
Dos quatro palpites que acertaram o placar e, seguindo os critérios de desempate, leva a camiseta Comedores de Carne Vermelha:
Wudson que acertou o marcador do segundo gol – Rochemback 32′ / Marquinhos 21″.
Parabéns!
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Que assim seja!
Publicado em 02/set/2010 por Aline Cardias.
Tags: BR10, gremio, olimpico, vitoria

foto de Neco Varella
Vitória. Imprescindível pro momento, pra continuidade, pro ânimo do Renato, do time, do torcedor, do Grêmio como um todo. Saúdo imensamente a conquista destes três pontos. Independente de atuação, de rendimento, do que quer lá que seja. Vencer era mais que necessário. O único resultado aceitável.
Jogo com cara de decisão. Como toda disputa será daqui pra frente. Torcida que atendeu o pedido da direção, congestinou ainda mais o trânsito porto-alegrense, chegou em massa ao Olímpico até mesmo quando já rolava a bola no impecável gramado do Monumental, e jogou junto, como deve ser sempre. O clube JAMAIS deve preterir de sua torcida. JAMAIS.
Voltar a respirar o pulsar de 30 mil gremistas parece ter feito bem aos jogadores. Bom primeiro tempo, Grêmio alinhado, coletivo funcionando, rede balançando. No “aparente” rodízio do ataque, Jonas acertou a bola da vez. O gol perdido pelo Borges não comprometeu, mas a dobradinha precisa voltar a ser mais efetiva. Segundo tempo de um Grêmio que preferiu valorizar o gol e o resultado a tentar definir a partida que, desta vez, não nos pregou surpresa no final.
O agora capitão Rochemback volta a ascender nessa passagem de altos e baixos pelo Tricolor. Longe de ser o volante dos sonhos, mas ao lado do alemão Adílson conseguiu dar algum resguardo à zaga e sustentação no meio campo inconsistente já que a dupla Souza/Douglas ainda tenta se acertar. Com o setor defensivo mais equilibrado, daria nova chance ao Neuton na lateral esquerda.
Sábado novamente decisão. Sem os pulsar dos 30 mil gremistas, mas com a esperança de que, assim como as vitórias, a Mística Tricolor também volte a despertar.
Que assim seja.
Pra frente Grêmio.
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Aquém
Publicado em 16/mai/2010 por Charles Hansen.
Tags: campeonato brasileiro, elenco, olimpico

foto: globoesporte.com
Na gélida tarde de outono do Olímpico foi visto um Grêmio carente de grupo. Mesmo que as justificativas girem em torno do enfrentamento com o Santos, correto de certa forma, botamos em campo um misto que deveria ao menos ser capaz de empatar a partida. Olímpico tem que ser sinônimo de invencibilidade. Não podemos perder essa vocação.
Temos um bom time, mas complicado dizer isso do grupo. O ataque se resume a Borges e Jonas. Bergson, por favor, se já não mostrou no regional, o que esperar no BR10? Outro local que se encontra carente é a lateral esquerda. Mesmo que Neuton, lesionado, tenha cumprido muito bem como dever, estamos com dois de ofício no DM. Aliás, lesões fazem parte do cotidiano gremista e acredito que, de certa forma, estamos administrando bem a situação.
Alenta o discurso dos dirigentes de que vamos ao mercado buscar atletas para qualificar o grupo. Importante para suprir a maratona do segundo semestre cheio de competições. Enquanto isso, é dever acumular a maior pontuação possível nestes jogos que antecedem a parada da Copa. A largada do BR10 reserva muitos adversários postulantes ao título.
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Confirmando a regra
Publicado em 29/out/2009 por Aline Cardias.
Tags: invencibilidade, olimpico, vitoria
Parece mesmo que o Olímpico transformou-se no grande trunfo do Grêmio este ano. Apesar de um certo ar de desconfiança que pairava entre os quase 10 mil torcedores que cumpriram seu papel, se o Tricolor não apresentou um futebol ainda “convincente”, ao menos venceu. Confirma a excelente campanha em casa e mantém a invencibilidade no Monumental. Uma regra que continua sem exceção.
De certo não foi um bom jogo. Começamos perdidos, nervosos. Impressão que a letargia verificada no clássico ainda surtia efeito. Metade de primeira etapa ruim. Demora na saída de bola, armação praticamente inexistente e uma eternidade para chegar ao ataque.
Gol de penalidade, vitória parcial e a expulsão de Rochemback. Em minutos um lance mudou a história da partida. Contestadíssimo especialmente após o Grenal, a saída do jogador deu nova cara ao Grêmio. Mesmo com 10, o time ganhou em velocidade e, jogadas mais efetivas, assim como alguns atletas que estavam sumidos no jogo, começaram a aparecer.
Os retornos de Maxi e Tcheco (se para muitos é ruim com ele, muito pior sem) fizeram bem à equipe que voltou disposta a confirmar a vitória. Ao natural a superioridade gremista foi revertida em gols, resultado de duas grandes jogadas.
Novamente feito o dever de casa. Um 3 a 1 que não foi brilhante, mas suficiente para, de momento, nos mantermos em pé no BR. Nem falo em possibilidades de conquista de vaga, mas da recuperação de um Grêmio que anda meio adormecido.
Em tempo 1: parabéns ao nosso grande Victor – abençoado por Lara e excelente goleiro por natureza – pela 100ª partida vestindo o manto tricolor.
Em tempo 2: Paulo Autuori está magoadinho. Não vem gostando das críticas e ontem, num daqueles ranços de colocar no chinelo as manhas de qualquer criança, resolveu não conceder entrevista coletiva, mandando seu auxiliar. Se é pra falar os discursos enfadonhos e repetitivos, bom mesmo que não tenha se manifestado. Ao menos dessa vez, Autuori, dominamos o jogo e GANHAMOS!
Em tempo 3: Tô começando a ficar preocupada com a a movimentação do SPFC na busca de jogadores para 2010. Maxi Lopez é a bola da vez. Uma “troca” por Washington, talvez? Não me serve, mesmo. Alô Meira, manter o argentino para a próxima temporada é prioridade.
Seguimos.
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Acessando o San Siro
Publicado em 10/jul/2009 por Charles Hansen.
Tags: acesso, arena, idéias, ingressos, olimpico, planejamento, san siro, segurança

Acreditem nas promoções, algumas delas são bem sérias. Afirmo isso porque uma colega de trabalho participou e venceu a promoção da ESPN, que teve como prêmio uma viagem de quatros dias, com acompanhante, para assistir Milan e Juventus no San Siro. Incrível não?
Ainda em voga os incidentes do último Grêmio x Cruzeiro, o Eduardo (marido da Debora que também trabalha comigo) me contou como foi a experiência para acessar o estádio italiano.
Para adentrar no San Siro são necessárias duas identificações, ambas realizadas rapidamente através da utilização de cartões magnéticos (ingressos ou credenciais).
A primeira é realizada junto aos portões que cercam o estádio e pode ser denominada como FILTRAGEM, onde somente pessoas autorizadas têm acesso ao pátio. Lá, os torcedores que desejarem, podem usufruir dos serviços (bares, lojas, etc…) até minutos antes do início da partida. A segunda etapa é junto às rampas de acesso e tem por objetivo DIRECIONAR, encaminhando os torcedores para os respectivos setores dos seus ingressos.
Comentou que o estádio de 80 mil lugares tem inúmeros portões de acesso que dão vazão à demanda de circulação dos torcedores e que para promover mais a partida havia já no estádio (campo) alguns atrativos pré-jogo.
Onde quero chegar com tudo isso?
A FIFA já tem uma prática similar em período de Copa que ocorre nas cercanias do estádio. O exemplo do San Siro pode ser uma idéia a ser adotada na Arena e talvez no Olímpico em situação de jogos com lotação máxima. Viável ou não, o que não dá pra aceitar é a falta de planejamento (ou negligência como preferirem), mesmo sabendo das limitações estruturais do quase sexagenário Olímpico Monumental e dos novos hábitos dos torcedores.
Curiosidade: Quando o Milan é mandante o estádio é chamado de San Siro e quando o mando é da Internazionale o estádio é chamado de Giuseppe Meazza.

![Gremio x Fluminense BR11 (81)[1] Gremio x Fluminense BR11 8111 e1313429526493 Vencer em casa é prioridade](http://www.gremiocopero.com/wp-content/uploads/2011/08/Gremio-x-Fluminense-BR11-8111-e1313429526493.jpg)







