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Meira ainda é convicção?

Publicado em 17/dez/2009 por .
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Bem que o Duda poderia aproveitar o embalo das  “mudanças diretivas” que vêm acontecendo – e igualmente agitam o Grêmio além das contratações – para trocar o comando do departamento de futebol, não é?

Será que nosso presidente está mesmo disposto a arriscar mais um ano com o Meira?
Sua permanência é realmente convicção ou falta de opção para ocupar o cargo?

Pessoalmente tenho nada contra o Meira, mas, infelizmente, ele não deu conta do recado em 2009. Ficamos muito aquém de nossas possibilidades e ele foi sim um dos avalistas da campanha nada satisfatória na temporada.

Comando de futebol é tão importante quanto um time qualificado. E não consigo atribuir ao nosso atual dirigente um fator que justifique sua permanência em 2010.

Juro que tento dar um voto de confiança, mas pelo andar da carruagem tá difícil.

PS: dentro de campo me alegra a quase certa permanência de Réver para 2010.  Silas já manifestou que uma base de 2009 seria mantida e, apesar da necessidade e vontade de fazer caixa, faz bem o Grêmio em manter o que temos de melhor no atual plantel.

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De torcedor para o presidente.

Publicado em 08/jul/2009 por .
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dudakroeff paulocezarsponchiado De torcedor para o presidente.

Poucas horas antes dos incidentes ocorridos na noite da última quinta-feira, que marcou negativamente uma parte dos associados gremistas como todos já sabem, o sócio proprietário Paulo Cezar Sponchiado – de Florianópolis – entregou em mãos ao presidente Duda Kroeff o projeto de sua autoria chamado DE TORCEDOR PARA PRESIDENTE.

O documento, que pode ser acessado por todos, contém 35 ações, todas relacionadas ao atendimento, captação de sócios e torcedores, fidelização de sócios e torcedores e melhorias na comunicação e relacionamento entre consulados, torcedores, sócios e direção.

Leitura recomendada para todos que frequentam esse blog.

O Grêmio Copero parabeniza ao Paulo por essa ação que visa tão somente o crescimento.  Boas cabeças geram boas ideias que, quando bem estruturadas, são insumos importantes para iluminar as mentes dos que comandam o clube.

Além disso, este trabalho é exemplo de que não podemos ficar passivamente de braços cruzados. Os movimentos de mudanças devem também ocorrer de fora para dentro.  É hora de fazer ecoar nossos pensamentos não só nas arquibancadas do Monumental.

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O que muda?

Publicado em 07/jul/2009 por .
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Passada toda a ressaca – como diz o Charles – da desclassificação na Copa e dos tumultos pré, durante e pós jogo que aconteceram na quinta, não mais que rapidamente volto novamente ao mundinho do brasileiro, já matutando o que será do Grêmio neste segundo semestre. Certo que a tal reformulação, pregada desde o final da partida, fosse acontecer. E só não ocorreu antes exatamente por estarmos em meio à Libertadores. Na verdade, não deveria ser cogitada se o planejamento lá do início do ano tivesse sido sério e focado. Assunto este já batido, mas que ainda muito se justifica.  O normal seria, a esta altura dos acontecimentos, estarmos comentando um ou dois reforços, aqueles “algo mais à equipe”. Quem sabe substitutos para este ou aquele jogador que, inevitavelmente, se fue na janela de transferência.

Sinceramente não acredito numa mudança muito drástica no que diz respeito ao time. Sabemos, nós torcedores, decór e salteado as peças que há tempos nos são incômodos nos sapatos. E, se no início da temporada não foram destinados os esforços necessários para que viessem atletas de qualidade para as laterais, por exemplo, duvido muito que se faça agora. 

E tem ainda a provável venda do Victor e do Réver, talvez os dois melhores jogadores do Tricolor no momento. Sei que o clube precisa demais fazer caixa. Não hay la plata e a saída é sim se desfazer daqueles que realmente vão render ($). Se tivesse certeza que  seriam repostos à altura, talvez não sentiria tanto. No gol até penso que o Marcelo Grohe dá conta do recado, agora se na zaga já estávamos carentes, sem o Réver nos tornamos praticamente indigentes. Não vindo outro Fábio Ferreira já saímos no lucro.

Precisamos qualificar o meio. O Souza eu ainda não sei se fica ou se vai. O Tcheco tá começando a acusar o golpe, mas ainda acredito que possa render mais. Se não troxerem ninguém melhor, ao que me parece Adilson e Tulio são os titulares do 442 do Autuori.  Os hermanos Maxi e Herrera só perdem o posto de dupla de ataque oficial se lhes faltar, por muito tempo, o detalhe que faz toda a diferença. Espero, ainda, que terminem muitas tardes/noites dançando tango. 

Mas sabemos que o Campeonato exige mais que onze jogadores. Temos o Thiego, Douglas Costa (que deve ficar mais algumas semanas entregue ao DM), o Maylson e o Mário Fernandes, que até foi bem diante do furacão.  A base, novamente, volta a ser uma opção pra hora do aperto. Mas as avaliações precisam ser sérias, sem precipitações e coerentes com as reais necessidades do time. Trabalho e tanto para o departamento de futebol e pro Paulo Autuori.

O que não podemos é perder os trilhos que nos levam novamente à Copa.  Retornar, imediatamente, passa ser, agora, nossa obsessão até o final do ano.

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Indefinições de 2008

Publicado em 12/abr/2008 por .
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É difícil acreditar que o Grêmio mudará ainda em 2008. Aguardasse a segunda-feira pra conhecer o novo nome diretor de futebol, assim como as medidas que serão tomadas na tentativa reerguer o futebol do clube ainda este ano. Enquanto o Grêmio continuar trabalhando o futebol sem planejamento, sem visão de longo prazo e sem investimentos o resultado será esse que se viu.

 Indefinições de 2008Teremos sempre uma equipe formada por jogadores medianos, desprestigiados e nivelado o elenco por baixo. As qualidades serão sempre prejudicadas e os jovens atletas que conseguirem se despontar acabarão sendo vendidos.

Acabou a era do pensamento mágico e de investimento baixos ou irrisórios. Querer construir equipes vitoriosas tão somente pela coletividade, abdicando da qualidade individual , é compactuar com campanhas medianas ou como a apresentada neste primeiro trimestre.

O último grande time do Grêmio, o do Tite, era formado por um coletivo de bons atletas. Um treinador gaúcho que detém em suas mãos atletas de qualidade, mesclando jovens e experientes, e que tem uma filosofia vencedora, certamente está muito mais próximo de levantar copas.

Onde quero chegar? Tudo indica, pelo que se noticia na imprensa, não mudará muita coisa em 2008. O mandato do Odone se encerra esse ano, estamos prestes a ter eleições. Acredito que ele estará conduzindo o Grêmio até o próximo presidente. Apesar do discurso direcionado para o torcedor, que promete fortes mudanças, o modelo de fazer futebol seguirá o mesmo: reativo.

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Grêmio erra

Publicado em 14/fev/2008 por .
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Deixou atônitos os gremistas a notícia desta quinta-feira. Wagner Mancini não é mais técnico do Grêmio. O treinador deixa o cargo com menos de dois meses de casa e de forma invicta. Sentimento de que apesar de estar em formação se esperava, conforme post anterior, pelo menos um padrão de jogo para equipe. Um maior rendimento. Talvez seja por esse e por outros aspectos de economia interna que disparou o estupim da mudança.

Correção de rumo? Pode ser. Escancara pelo menos uma falta de convicção na contratação do treinador. Penso que o Grêmio errou por ter trazido um treinador que não é unanimidade da própria direção, fruto do resultado da falta de planejamento prévio para a temporada. O Grêmio erra e agora paga um preço alto: do recomeço.

Pelaipe é um cara de atitude, apesar de algumas descabidas. E por tal antecipou algo que acabaria por ocorrer logo lá na frente. Mancini não teria vida longa no Olímpico. Treinador é cargo de confiança e forjado por resultado, se as duas coisas não caminham juntas torna-se inevitável a permanência.

E agora? Esperar o desfecho com nome do novo comandante. Tite, Roth, Espinosa? Façam suas apostas. De preferência que seja de origem provinciana e que goze do apoio de quem o contratar. Desde já antecipo dizendo que as cobranças por resultados de campo deverão passar a serem feitas, sem sombra de dúvidas, para o departamento de futebol.

PASSAM OS ANOS,
PASSAM A DIREÇÃO,
PASSAM OS JOGADORES,
SÓ QUE NÃO PASSA É A MINHA PAIXÃO: GREMIO!

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