Tag: libertadores
A parte que te cabe
Publicado em 30/abr/2013 por Charles Hansen.
Tags: libertadores, queremos a copa, rumo ao tri
Enquanto as nuvens negras dos resultados pairam sobre o Olímpico a Arena, e a atmosfera da desconfiança assola a mente de muita gente, rumamos para o embate mais importante do ano, na competição mais importante para esta província.
E, com esse pensamento, te intimo a refletir se não está na hora, como legítimos gremistas, de deixarmos as rusgas de lado e abraçarmos o time de vez. É corda esticada. Já passamos por isso mais de uma vez. Momento de fazer valer a força da camisa, que tem início nas arquibancadas e contagia quem está na cancha.
Para que o Grêmio seja mais Grêmio é preciso que os gremistas sejam mais gremistas.
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Que venha 2013!
Publicado em 31/dez/2012 por Aline Cardias.
Tags: 2013, arena, fábio koff, libertadores
Cá estamos, às portas da final de mais um ano. Tempo propício para fazer o balanço dos 365 dias que vão ficando para trás. Pessoalmente, encerramos o período com saúde, motivo de sobra para comemorar. No que tange ao Grêmio, nosso clube querido, 2012 foi de poucos bons momentos. Alguns de emoção, é verdade, mas as lágrimas que uma torcida espera lembrar e celebrar ao final de uma jornada, estas não vieram.
O que nos reserva 2013?
Arena, Libertadores, Fábio Koff. As perspectivas são boas; as exigências, maiores ainda. Batizar nossa nova casa com o Tri da América provavelmente seja o maior desejo de todos nós, gremistas. Mas que a retomada dos títulos seja a consequência da retomada também do Grêmio de outrora, dentro e fora de campo.
Chega do quase, da vaga. Queremos o topo!
Que nosso novo presidente devolva ao Grêmio o que é de Grêmio.
Que 2013 seja de cancha cheia, de ceva gelada e muitos encontros entre amigos antes – e depois – dos embates. Que seja de paz na arquibancada, de avalanches, de gritos de “Campeão”.
É com este sentimento que nós, do Grêmio Copero, desejamos a todos amigos um baita ano, de conquistas pessoais, e em azul-preto-branco.
Dale!
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Koff e a Arena
Publicado em 17/dez/2012 por Charles Hansen.
Tags: 2013, arena, fábio koff, libertadores
Confesso que fiquei surpreso com a declaração do Dr. Fabio Koff. Não precisávamos desta polêmica neste final de ano, ainda mais se queremos uma unidade para jogar a Libertadores. Ao mesmo tempo, confio no homem que comandou o clube de forma muito exitosa em duas décadas distintas.
Pensei em escrever a respeito, mas nada mais justo que endossar as palavras do Giuliano Vieceli. Ele participou ativamente de todo o processo e tem conhecimento mais aprofundado sobre o negócio Arena. Segue:
http://arenadogremio.blogspot.com.br/2012/12/o-lado-ruim-da-entrevista-do-presidente.html
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Quem desconhece esses caminhos sujos de barro.
Publicado em 05/mai/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: libertadores, odone
Quando mais precisávamos de destemor, de coragem, de força, de rebeldia, de entrega, de gremismo, menos tivemos, menor ficamos. Na noite em que os Libertadores da América decidiram fechar a porta a todos, repito, a todos os que falam português, fomos covardes demais para sequer chutar a gol. Um Grêmio com cara de brasileiro, como nunca antes na história, não ficaria impune, não seria exceção. Pagamos, pois merecíamos pagar. Fomos somente mais um deles. Vergonha. Vergonhoso cair tão pequenos e tão entregues. Não existe lição aqui, quem desconhece esses caminhos sujos de barro não te pertence, Libertadores, não te merece, Grêmio.
Dez anos de fila deveriam bastar, mas o gigante continua a se apequenar, continuam a defender a Imortalidade que não levanta copas e esta, senhores, não me serve, nem sequer existe. Continuem a fazer dano ao Grêmio, senhores, e muito em breve perderemos para sempre a memória. Sumam antes que seja tarde demais!
Aos bravos e pobres diabos que hoje fardaram, tratem de dormir. Odone, ou tu faz essa turma suar sangue e levantar o Gaúcho ou pede teu boné, presidente.
E não venham a nivelar-nos por baixo, não ousem alegrarem-se porque a derrota também é alheia. Não aqui.
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Autumn’s leaving.
Publicado em 26/abr/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: católica, libertadores, outono
Claro está, Renato Poraluppi leu sem entender a coluna do Bonatto.
Santo de todos nós, proteja a defesa, amém.
Já não é de anteontem que aviso que jogar afunilando não serve. Antes era desperdício de centroavância – quando dois de ofício lá estavam – agora que nos faltam homens de frente, suicídio é. Sucumbimos ao primeiro adversário que sabe jogar futebol de copa, tanto é que desconhece a derrota fora de seus domínios.
Afunilamos tudo, protegemos nada e tomamos gols o tempo todo. Temos um lateral direito que não avança ao fundo, sempre afunila. Temos um lateral esquerdo que não faz uma coisa nem outra, ambos ineficientes em seja lá o que for que se proponham a fazer ou no que os peçam para cumprir. A inoperância defensiva do Grêmio é tamanha que resolveríamos a maioria das nossas fraquezas eliminando os laterais substituindo-os por zagueiros. Falo sério. Mário Fernandes e Neuton neles. Linha de quatro zagueiros evitando as avenidas do comprimento e largura da 9 de Julio as suas costas. Jogar pra frente como a gurizada no colégio serve? Rochemback corre por três e mesmo assim não dá conta, a culpa não é da zaga, é do sistema defensivo, principalmente dos laterais.
O Grêmio desse ano não é sombra ao Grêmio do Renato no ano passado. Jonas, André Lima… Não adianta lamentar pelos que não estão, nem adiante lamentar pelos que permanecem, já que há muitos que classificam tal atividade como corneta. Ainda bem que com bandeiras e trapos e bumbos fica mais fácil tapar o sol fechando os olhos, certo?
Sobre o árbitro, nada a contestar. De copa, torneio de homem, lembrem-se. Adílson, Rockemback e Neuton, meu muito obrigado por representarem o que espero de quem defenda a nossa camiseta sagrada. Honra. Douglas, chuta mais rapaz!
Joguei a toalha? Claro que não, quem o faz, gremista não é. Acreditar sempre. Há tempo para ajustar, a começar com levantando o caneco no aterro domingo.
Borges deve ter seu contrato rescindido. Com ele pode ir o Carlos Alberto, rapaz que estreou bem, mas depois sucumbiu ao, sei lá, FRIO de 20 graus de Porto Alegre nesse outono quente.
Aviso a todos, mais um inverno se aproxima.
Jackson C. Frank.
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E a vergonha na cara?
Publicado em 15/abr/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: libertadores, petrolero, vergonha na cara
Não sei se o Grêmio embarcou para Santa Cruz de la Sierra também com o Autuori na mala? Algum setorista que cobriu pode-nos esclarecer a questão?
Uma vitória nos garantiria o primeiro lugar no grupo, o que significa dizer que decidiríamos no Monumental, pelo menos, a passagem as quartas de final.
Das máximas do futebol, até os falecidos antes dela a conhecem: “time que quer ser campeão não pode escolher adversário”. Não serei eu a discordar, mas decidir fora contra uma eventual pedreira antes de azeitar um pouco mais a máquina é um tremendo risco, para não dizer burrice, não é não?
Odone tem razão, jogando assim não ganharemos nada. Incrédulo li muita viúva alegre elogiando o time depois do jogo contra o Junior de Barranquilla. Quase todas são as mesmas que viram MAGIA no 4×3 contra o Santos na semi da Copa do Brasil de 2010. Das duas uma, ou essa gente não entende o Grêmio ou essa gente não entende o Grêmio. Antes que o beicinho cresça e a mãozinha tremula decida responder, lembro do seguinte: uma década de fila. Levantar canecos é preciso, viver para figurar não.
Perfeita a flauta tocada pelos Petroleros, “sem juiz COMPRADO”. Poderiam também ter acrescentado, “e com vergonha na cara”.
Espero ler em toda a imprensa que o pau comeu no vestiário, não precisa ficar com medinho do Carlos Alberto, basta ser ou citar a fonte!
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Vencer é bom e eu gosto
Publicado em 04/mar/2011 por Aline Cardias.
Tags: gremio, libertadores, rumo ao tri
No primeiro tempo o cara aí, pedindo a bola, balançou a rede. André Lima, o nome dele. Foto do Ducker.
Principal objetivo da noite alcançado: vitória. Logicamente o pós-jogo deixa aquela sensação incômoda de uma não grande partida. Mas o resultado é mais do que válido numa competição que exige, ao menos nesta primeira fase, mais que atuações destacadas, efetividade na tabela. Classificar, por hora, é o que vale. Nós sabemos, Renato sabe e administra muito bem isso. Vencer em casa e fazer valer e impôr a superioridade é sempre importante, essencial.
Contra o León, de novidade, mesmo, só uma atuação abaixo da que costumamos ver do alemão Adílson. Talvez descontado por uma lesão no começo da partida, não foi bem nos primeiros 45 minutos. Em tempo, recuperou-se na etapa final.
Das dificuldades, demoramos demais pra colocar a bola no chão e sair jogando e, antes da metade do jogo o Charles acusava o golpe das tentativas ineficazes de jogadas pelo meio. Insistir no gol por aquele caminho certamente não nos levaria a lugar algum. Situação que escancara a importância do estilo de jogo que o Lucio vinha impondo pela esquerda, setor que segue sendo o nosso tendão de Aquiles. O Gilson é voluntarioso, esforçado, mas não sei até quando somente isso o manterá no time.
O Carlos Alberto, ontem, me tirou um pouco do sério, confesso, com aquela história de parar a cada falta recebida e, na sua maioria, não marcada pelo juiz de atuação bem mequetrefe. Falta alguma coisa pra este jogador desempenhar o seu melhor. Posicionamento, vontade, quem sabe? O fato é que, no momento, não tem conseguido demonstrar um futebol que justifique sua titularidade.
Ainda com as dificuldades recorrentes, não senti o Grêmio ameaçado – salvo duas baita defesas do melhor goleiro do Brasil – a ponto de perder o controle do jogo e do resultado. A destacar, novamente, a manutenção da eficiência técnica do capitão Rochemback e dos gols marcados pelo ataque. Me questiono quanto ao aproveitamento de André Lima e Borges juntos, mas, mesmo não rendendo o ideal (no que se refere à movimentação), a dupla está balançando a rede adversária.
O que me deixa muito tranquila nisso tudo é saber que temos na casamata o Renato. Ele conhece os caminhos, as artimanhas, o grupo e, certamente, já incutiu na cabeça de cada jogador o significado de uma Copa pra gente. Acredito num progresso ao longo do afunilamento da Libertadores. Estamos no caminho.
PS1: Público razoável para um jogo de LA. Torcedor precisa entender que estádio rugindo no cangote adversário também faz parte das conquitas. Torcida apenas de final não combina com o Grêmio.
PS2: Retificando: sondagens na busca do zagueiro Leo, do Cruzero de Porto Alegre – e não do Cruzeiro de BH – para reposição do setor. O que acham?
Rumo ao Tri, seguimos. Dale!
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O fato ou a interpretação dele?
Publicado em 18/fev/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: carlos alberto, Copa do Brasil, gauchão, libertadores
Em 1995 o Grêmio ganhou o Gauchão com o banguzinho, a Libertadores com os titulares e chegou a final da Copa do Brasil, perdendo o título em casa com a própria torcida cantando o hino do clube ao final da partida, em mais uma demostração de grandeza, agradecendo a entrega e o desempenho tidos até então. Pra quem não lembra, as três competições eram disputadas como ainda são hoje, no primeiro semestre. Aonde quero chegar? Bom, não acho que os clubes que disputem a Libertadores devam ser punidos com a proibição de disputar a Copa do Brasil e, entre o Gauchão e ela, Gauchão serve pra quê, mesmo? Também não acho justo com os jogadores expô-los a semelhante massacre físico. Que joguem os clubes do interior, campeão e vice entram na Copa junto a dupla Gre-nal ou ainda, que os primeiros 4 colocados disputem posteriormente, em duas chaves encabeçadas pela dupla, um triangular cujos campeões fazem a final em ida e volta. Resolvemos o Gauchão pra dupla em um mês e não se fala mais nisso.
A própria Copa do Brasil já é digna de questionamentos, essa matéria aqui levanta algumas bolas pra área, não dependerá do talento de goleadora da avó do amigo leitor pra empurrar alguma delas pra rede.
Sobre a estréia ontem, além de tudo que já foi dito e escrito por aí, se alguém duvidou do acerto na vinda do Carlos Alberto e, consequantemente do critério do Portaluppi ao trazê-lo, duvidou até ontem. Não que eu entraria em campo sem dois volantes de ofício, mas essa é outra história. Da gosto de ver sair e entrar do time jogadores de hierarquia, temos plantel pro título, torcida pro título, treinador pro título e fome obsessiva de glória. E um elogio que devo há algum tempo, apesar de o ter defendido quando queriam a sua saída, tá jogando muita bola o capitão Rochemback. Em tempo, até a braçadeira de capitão da Topper é mais decente que a da Puma, até a braçadeira!
Não, não foi penalty, mas há alguma dúvida de que não nos importa no mais mínimo como venha a vitória, desde que não paguemos ninguém por ela? Tá, eu sei que essa é uma questão moral, mas já que é impossível evitar o erro humano, já passou da hora de errarem também pro nosso lado, não é mesmo? De forma torta haveria um equilíbrio, oras, é isso ou a ajuda eletrônica, o fato ou a interpretação dele, o que será?
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Estreia correta.
Publicado em 18/fev/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, libertadores

JUSTO PLACAR
Vitória. Antes de qualquer coisa vencer é primordial. Bem ou mal, Libertadores da América não perdoa aqueles que deixam de triunfar. Não existe melhor forma de entrosar uma equipe do que as vitórias. Imperfeições são amenizadas (não negligenciadas) e ganha-se folego para conduzir o trabalho.
A tarde-noite de ontem marca o começo de mais uma campanha gremista em busca do obsessivo tricampeonato. Não sossegaremos como INSTITUIÇÃO enquanto não libertarmos a América novamente. Instituição congrega clube, torcedores, dirigentes, comissão técnica e jogadores. Todos. O pensamento é único e cada qual fará sua parte para atingir o objetivo máximo.
O Oriente Petrolero impôs dificuldades. Verdade até a primeira vírgula. Futebol boliviano é fraco e vencer fazendo escore era o esperado. Sabemos que a mecânica do time não funcionou como esperada e Portaluppi, nosso porta-voz, deixou claro em sua coletiva pós-jogo. Essa coerência me deixa tranquilo. Muito há que ser feito ainda, mas num contexto geral, começamos de forma correta.
MANTO
Dentro do gramado a nova tricolor se mostrou belíssima. Fora dele, nas arquibancadas, cai na graça do torcedor. Por onde se olhava lá estava o novo manto. Cai no gosto, vai ser sucesso de vendas.
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Não diga mídia, diga imprensa.
Publicado em 11/fev/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: colombia, libertadores, Novo Hamburgo, topper
Quem sairá da lista da Libertadores para a entrada dos três novos contratados? Saberemos 48hs antes do jogo de quinta-feira. Especular pode? Pode. Mas não vou.
Escutaram a entrevista aqui de baixo publicada pelo Charles, feita com o ex-presidente Rafael Bandeira dos Santos? Não? Então escute, ora bolas.
Um atento e preocupado leitor, Alex F. Netto, enviou-nos o histórico do Grêmio em terras colombianas, com sete jogos, cinco derrotas, um empate (taça no armário 95) e uma vitória.
Segue:
Taça Libertadores de 1983 – edição que o Grêmio sagrou-se campeão pela primeira vez.
Seguna Fase – 24/06/83 América de Cáli 1×0 Grêmio Cáli (COL)
http://www.bolanaarea.com/libertadores_1983_tab.htm
*O Grêmio só foi a final do torneio porque o mesmo América de Cáli empatou c/ o Estudiantes em Cáli, tirando as chances do clube argentino ir à final.
Taça Libertadores de 1996 – o Grêmio de Felipão disputava o torneio como campeão da América de então.
Semi-Final – 12/06/96 América de Cáli 3×1 Grêmio Cáli (COL)
http://www.bolanaarea.com/libertadores_1996_tab.htm
*O clube colombiano acabou com o sonho do tri-campeonato da América.
Taça Libertadores de 2003.
Quartas de Final – 29/05/03 Independiente 2×1 Grêmio. Medellín(COL)
http://www.bolanaarea.com/libertadores_2003_tab.htm
*Mais uma vez um clube colombiano acabou com o sonho do tri-campeonato da América.
Taça Libertadores de 2007 – edição que o Grêmio era presidido pelo pres. Odone e na qual alcançou o vice-campeonato.
Fase de Grupos ( Grupo 3 )
15/03/07 Deportes Tolima 1×0 Grêmio Manuel Murillo Toro (COL)
11/04/07 Cúcuta Deportivo 3×1 Grêmio General Santander (COL)
http://www.bolanaarea.com/libertadores_2007_fase2.htm
*Nas duas partidas em solo colombiano, o Grêmio sofreu duas derrotas.
Acrescento por minha conta o jogo do título de 1995 e contra o Boyacá Chicó de 2009. Empate com faixa e vitória, respectivamente. Não acho que o Grêmio tenha algo que temer nessa primeira fase, Portaluppi e comandados estão focados, o homem conhece o Grêmio e os caminhos que levam à grande Copa como ninguém, mas entendo a preocupação.
Domingo contra o Novo Hamburgo, berço dos editores deste pequeno site, espero que um empate sirva para ambas equipes, do contrário, que o Grêmio massacre sem piedade ao quase centenário Anilado.
Semana próxima a Topper finalmente apresentará o novo fardamento. Espero que entendam português e que tenham lido as manifestações deste e outros espaços tricolores em relação a Puma. Qualquer listra mais larga que três dedos e a cota de tolerância já estará cumprida.
Sem mais, dale Grêmio.

![Gremio x Leon LA11 - 053[2] Gremio x Leon LA11 05322 e1299250422643 Vencer é bom e eu gosto](http://www.gremiocopero.com/wp-content/uploads/2011/03/Gremio-x-Leon-LA11-05322-e1299250422643.jpg)





