Tag: imortal
Obrigado, Seu Petry!
Publicado em 30/mar/2011 por Aline Cardias.
Tags: 100 anos do primeiro grenal, gremio, imortal, Rudi Armin Petry
Poucas figuras destes 107 anos do Grêmio são detentoras de tamanho – e merecido – prestígio como o já saudoso Rudi Armin Petry. De uma safra de dirigentes que, como costumamos dizer, não se produz mais, deixa um legado invejável de “serviços prestados”, mas acima de tudo, de muita dedicação e amor ao Tricolor.
Como presidente e homem do futebol, um gremista mais que vitorioso. Sorte daqueles que tiveram a honra de beber direto da fonte de sabedoria e gremismo que foi o Seu Petry. Sorte nossa termos sido representados, por tantas décadas, por este ilustre gremista.
Lamentamos a morte que nos tira a presença, mas orgulhosos lembramos seus incontáveis ensinamentos que estarão para todo o sempre imortalizados na nossa gloriosa história.
O Grêmio perde um dos seus grandes nomes. Nós, torcedores, perdemos um baita exemplo.
O Grêmio Copero agradece por tudo, Seu Petry!
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Se não for na técnica, que seja na raça.
Publicado em 10/mar/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, Campeonato Gaucho, imortal, lara, portaluppi, victor

Imagem da imortlidade. A cólera da torcida e incredulidade de Borges de joelhos sob o brasão. (foto: Ducker)
Segue a mística tricolor de bravos triunfos. Adversidades superadas na raça a qual metaforicamente, nós gremistas, definimos como imortalidade. Gremismo latente potencializado pela capacidade de reação de um time que pecou tecnicamente e compensou na doação. Sob a benção de Eurico Lara – o craque imortal – Victor foi intransponível quando deveria de sê-lo. Eficazes os batedores e briosos os atletas que não abdicaram da conquista do turno. Ao final, justiça feita.

Um título dedicado a dona Maria Portaluppi.
Reverências desde sempre ao homem da casamata, Portaluppi, que além de carregar a estrela vencedora estabelece um forte elo de identificação dos seus comandados com o clube e a sua torcida. Imortal foi a palavra mais ouvida na noite de ontem, que esse espírito aguerrido se enraíze na alma dos atletas porque é isto que precisamos para reconquistar a América. Se não for na técnica, que seja na raça. Imortalidade não é gratuita, imortalidade é sinônimo das nossas maiores virtudes.
Este post abre mão das críticas sobre as deficiências técnicas, objeto de debate mais a frente. Muito ainda há de ser feito ainda. Esse post decorre sobre o batismo de um elenco sob valores indispensáveis e esperados de homens que fardam as cores azul, branca e preta. Imortalidade não é gratuita, é estado espírito.
Parabéns Grêmio, o turno é nosso.
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De imortal para imortal
Publicado em 28/fev/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, Campeonato Gaucho, cruzeiro, imortal, moacyr scliar

Borges, Borges, Borges. Goleador sobre a visão de Richard Ducker.
Imortais
Quis o destino ascender Scliar para a imortalidade no dia em que seu clube do coração – Cruzeiro – jogaria a mais importante partida desde seu ressurgimento na elite do futebol gaúcho. Quis o destino que a cancha Monumental fosse local para que o povo gaúcho, por meio de palmas, prestasse homenagem e o adeus para o imortal das letras.
“O importante é viver com plenitude, renascendo sempre, em cada manhã…” Moacyr Scliar
A Partida
Mesmo deixando o Olímpico com a clareza de que muito ainda precisa ser feito para encontrarmos o entrosamento e a formação ideal, a vitória é cumpridora e dá folego para a continuidade do trabalho. Longe do ideal para o tamanho das nossas pretensões, arrumar a casa vencendo é um luxo que precisa ser bem gozado. Portaluppi, ao menos no seu discurso, tem consciência disso. Alentador.
Lamento pelas dificuldades defensivas, questiono-me sobre o encaixe do Carlos Alberto, vibro com o retorno às redes de Borges e quero cada vez mais ver Escudero atuando. Pelos 4 a 2 de hoje, na despedida de um imortal, reforça a crença de que o Grêmio tem estofo para pleitear conquistas e voltas olímpicas dignas de nossa grandeza.
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Era uma vez na América!
Publicado em 18/out/2010 por Leonardo Fleck.
Tags: gremio, imortal, libertadores, portaluppi
Em incontáveis ocasiões na sua mais do que centenária história o Grêmio determinou-se a contorcer a lógica, aniquilar o esperado e tripudiar sobre o impossível. Entre partidas heróicas e combinações de resultados mais do que perfeitos o Grêmio levou cristãos a acreditarem estar absolutamente convíctos de que testemunhavam ante seus olhos um milagre divino ou que a concretização de algum pacto satânico estava sendo cumprido ali. Bobagem. BOBAGEM. Ainda houveram aqueles que duvidaram de que a chuva é molhada. Nada disso. Repito, nada disso. Fez-se apenas a manifestação daquilo que NINGUÉM poderá JAMAIS matar, entender ou repedir. Aceita-se o mistério e ponto final. Simplesmente era o Grêmio sendo Imortal.
Pois bem, depois de mais uma bobagem amarga eis que surge como um farol de locomotiva descarrilhada a meio palmo da testa de quem for a notícia de que NADA nem ninguém poderá deter o Santo e seus seguidores rumo a mais uma Libertadores da América. Seguram-se senhoras e senhores.
…
Sobre a entrega da camiseta santa à Portaluppi: fico feliz que Portaluppi tenha sorrido. Era o mínimo, devolver-lhe, ao menos, um sorriso. Não espero divisão de créditos pelas idéias tidas nem pelas palavras regaladas, mas bem que eu gostaria de haver-lhe contato minha razão pessoal da sua santidade. Acho que, de foma particular, todas temos um causo relacionado à ele.
Dale Grêmio!
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Eu acredito!
Publicado em 23/out/2008 por Aline Cardias.
Tags: Grêmio acima de tudo, imortal, souza, stjd
Hoje, pelo menos por 90 minutos, deixo de lado a queda de rendimento no segundo turno, as invencionices do Roth, as palhaçadas do STJD, as derrotas que ameaçam o título, as oportunidades de gols perdidas, os gols sofridos, o Hélder na lateral esquerda, o Souza no banco, as projeções. O grupo de jogadores não vai mudar, o Roth não vai mudar. Não me iludo. A partir de agora vai ser daquele jeito do Grêmio. Tem que ser. A partida desta noite é tão fundamental quanto as sete restantes que teremos. A vitória tem que vir seja através do futebol, da arquibancada ou da mítica da imortalidade.
Sou Grêmio acima de tudo!
E pra reforçar nossa esperança rumo ao Tri, segue um vídeo produzido pelo amigo Márcio Neves, e que foi utilizado no Banquete de 104 anos do Grêmio. Vale a pena!
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Foi há 25 anos. Mas parece que foi hoje.
Publicado em 12/out/2008 por Aline Cardias.
Tags: imortal, libertadores 1983, peninha, sentimentos, torcida, tricolor
Na última sexta-feira, 10, Eduardo e Fernando Bueno, irmãos e gremistas acima de tudo, lançaram o mais recente trabalho da dupla: A América aos Nossos Pés – 25 anos de uma Libertadores de verdade.
O espaço destinado à seção de autógrafos, próximo à praça de alimentação do Bourbon Ipiranga, aos poucos foi tomando ares de concentração de gremistas. Teve até um insignificante número de amargos que tentou “dar o ar da des-graça” – talvez quisessem aprender como se conquista uma libertadores de verdade – mas Peninha não deixou que estragassem sua festa, e, ao seu melhor estilo gremista de ser, não demorou pra se unir ao coro “aonde estão, ninguém os vê…” enquanto os metidos eram retirados pelos seguranças do shopping. Não é à toa que ele é considerado o mais polêmico e também um dos mais fanáticos torcedores gremistas. Odiado por muitos, mas amado pela imensa maioria, a que interessa.
Os Blues Brothers contaram como ninguém a trajetória da Libertadores de 1983. Não é somente uma descrição de fatos. É coração, alma, vida. O livro é genial. Ele emociona, debocha, ironiza, diverte, encanta. Apresenta requintes de detalhes que faz viajar no tempo e sentir novamente, ou pela primeira vez, a emoção daquela grandiosa conquista, imortal como o próprio Grêmio. É uma mistura de sentimentos que não tem explicação. Não tem como não se arrepiar, chorar, ficar nervoso, ter vontade de invadir campo, mandar o juiz pra bem longe…
Realmente, uma libertadores de verdade, que não se decidia somente dentro de campo, que os times não podiam ter somente jogadores, mas guerreiros capazes de suplantar todas as batalhas que viessem pela frente.
Eduardo Bueno tem razão. Foi há 25 anos, mas parece que foi hoje.
Esta obra foi feita para deleite da torcida gremista, mas também deveria ser leitura obrigatória para todo jogador que, a partir de agora, passe a vestir e honrar o manto tricolor.
PS: parabenizo os amigos Charles e Leonardo, idealizadores deste site, pela merecida referência que o livro fez ao gremiocopero e às idéias igualmente geniais destes dois baita gremistas.
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Curto…
Publicado em 07/mai/2008 por Charles Hansen.
Tags: amargos, imortal
Curto e grosso. Objetividade acima de tudo.
SOBRE O GREMIO
Até quando Celso ficará no comando? A morte está anunciada e só não enxerga quem não quer. Realmente precisa de fatos (derrotas) para Krieger efetivar a saída de Roth? Causa-me desconfiança e inquietude por pensar que a direção torna a protelar. A poucos dias da estréia no Brasileiro pouco mudou ou quase tudo se estagnou. Quando se apela ao manto e o resgate da raça como fatores de sustentação para uma boa campanha é sinal que bons ventos não sopram.
SOBRE OS AMARGOS
Eles têm postura de “novos ricos”. Não conquistam para si, conquistam para os outros. Isso mostra a pequinesse desta agremiação. O que é dos outros é ruim, o meu é sempre melhor. Vide mundial e agora gaúchao. Entendo como inveja, longas décadas buscando diminuir a diferença, sentimento de inferioridade que os assolas… amargura… amargos.







