Tag: Imortal Tricolor
Iura: O velho ídolo
Publicado em 23/mar/2010 por Charles Hansen.
Tags: grenal, Imortal Tricolor, Iura, memorias
Belíssimo texto escrito por David Coimba sobre o Iúra – homem Grenal.
http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/03/23/o-velho-idolo/?topo=77,1,1,,,77
…

Um dia, o meu amigo Jorge Barnabé entrou nas arquibancadas de pedra do Olímpico levando o filho pela mão e, antes mesmo de se instalar, viu quem havia tempo queria ver. Deu um puxão no braço do menino:
– Filho, aquele lá é o Iúra! O Passarinho!
Importante para o Jorge mostrar ao filho quem era Iúra. Ele sempre falava do Iúra, o maior ídolo da sua adolescência, tempo em que se formam os ídolos. Por isso pediu:
- Vai lá falar com ele, filho. Pede um autógrafo.
O menino olhou para o senhor gordo sentado a uns 10 metros de distância e vacilou. O Jorge insistiu:
- Vai! É o Iúra. O Passarinho!
Era até curiosa tanta admiração. Porque Iúra nunca foi um esteta da bola. Bom jogador, mas longe ser um Rivellino, um Zico. Compensava a falta de virtuosismo com empenho. Corria o tempo inteiro, o campo inteiro. Perdia 3 quilos por jogo. Favorecia-o a compleição física. Tratava-se de um magro clássico: alto, pernas longas, ombros estreitos. Donde o apelido de Passarinho.
- É o maior gremista que já existiu! - disse o Jorge, já empurrando suavemente as costas do menino, que ainda hesitava.
De fato, o que fazia o Iúra entrar nas chuteiras a cada domingo era o amor pelo clube, manifestado, sobretudo, nos Gre-Nais. Era um tempo de Gre-Nais colorados. O Inter havia construído o maior time da sua história, com Falcão, Figueroa e outros torturadores de goleiros inimigos. Iúra lutava contra eles como se estivesse defendendo a pátria da invasão da Wehrmacht.
Em um Gre-Nal de meio de turno, Falcão enfiou-lhe a bola entre as pernas. Iúra não deixou que completasse a janelinha: aplicou uma voadora no volante do Inter. Falcão caiu, levantou e, irônico, colheu a bola do chão e a ofereceu a Iúra. A torcida do Inter uivou de prazer. Vinte minutos depois, Iúra driblou Falcão, que o derrubou. Foi um drible simples, não uma “caneta”. A falta também foi simples, nada parecida com uma voadora. Mas Iúra não perdeu a chance de devolver o sarcasmo: juntou a bola da grama e a estendeu a um Falcão arquejante. Foi a vez de a torcida do Grêmio bramir na arquibancada.
Era assim em todos os Gre-Nais, até que finalmente o Grêmio superou aquele grande Inter, em 1977. Neste ano de redenção, Iúra ingressou na posteridade: marcou o gol mais rápido da história centenária dos Gre-Nais, aos 14 segundos de jogo.
Nos anos 80, Iúra encaminhou o encerramento da carreira. Transferiu-se para o Criciúma, 400 Km ao norte do Olímpico. Foi lá que os dirigentes colorados o procuraram. Ofereceram-lhe uma pequena fortuna para jogar no Inter. Ele aceitou, não havia como não aceitar. Foi ao Beira-Rio. Fez exames médicos. Assinou contrato. Deram-lhe a camisa vermelha para apresentar-se à imprensa. Iúra respirou fundo. Tomou a camisa. Preparou-se para enfiá-la pela cabeça. E parou. O coração bateu fora de compasso. A garganta se lhe fechou. Iúra balbuciou:
- Não consigo botar esta camisa!
E afastou-a de si, e foi-se do Beira-Rio. Pouco tempo depois, abandonou o futebol. Tornou-se conselheiro do Grêmio e vive a dizer que seu sonho é ser presidente do clube.
O Jorge repetiu essa história dezenas de vezes para o filho, e agora ele estava lá: Iúra, o Passarinho. O menino olhou para aquele senhor obeso, sentado atrás do bigode, respirando com a dificuldade dos homens grandes demais. Mal cabia na cadeira, tão redondo estava.
- O Passarinho! – insistia o Jorge, e o menino obedeceu. Avançou em direção ao velho herói da infância do pai. A meio caminho, parou. Olhou por sobre o ombro. O Jorge sorria, incentivando-o com a cabeça: “Vai!”.
Ele foi. A metro e meio de Iúra, estacou, os braços ao longo do corpo. Iúra girou a cabeça, fazendo balançar a papada do pescoço. Sorriu para o menino. E o menino para ele:
- O senhor é que era o Iúra?
Não, o tempo não para nem para os titãs.
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Recordar é viver
Publicado em 15/dez/2009 por Aline Cardias.
Tags: bi campeonato brasileiro, dale grêmio, Imortal Tricolor
Já que o clima de lembranças está bem latente entre os gremistas, hoje recordamos mais um dia especial na história do Grêmio e na vida de todos nós. Há 13 anos conquistávamos o Bi Campeonato Brasileiro. Mais um título que teve a cara do Grêmio. Ganho na luta, na raça, na imortalidade.
Não dá pra esquecer daquele domingo escaldante, da dificuldade de acessar um Olímpico já lotado, do gol do Paulo Nunes no comecinho do jogo; não dá pra esquecer a angústia, o nervosismo; não dá pra esquecer a entrada de Aílton e de seu gol mágico; da emoção de ver o Tricolor novamente levantando uma taça, nos enchendo de orgulho. Assim como não dá pra esquecer a cara de desolação do goleirinho que cansou de tomar gol do Grêmio e agora é terceito reserva, das defesaças de Danrlei durante o jogo, do “Hey, paulista, VTNC” às emissoras de TV do centro do país que já cantavam a Portuguesa como campeã.
Não dá pra esquecer a explosão de alegria que novamente viveu o Olímpico Monumental naquele 15 de dezembro de 1996.
Parabéns Nação Gremista!
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Isso é o Grêmio
Publicado em 14/dez/2009 por Aline Cardias.
Tags: campeões, danrlei, grêmio campeão, ídolos, Imortal Tricolor
Apesar da ausência de títulos, 2009 terminou para os gremistas com uma das maiores e mais emocionantes demonstrações de amor ao Grêmio e a seus ídolos.
Danrlei deveria, por justiça e por tudo que representa ao clube, ser o grande agraciado de um sábado em que o Olímpico ganhou ares de partida decisiva. Mas não tenho dúvidas que fomos nós, torcedores das mais diversas gerações, que ganhamos o maior presente.
Foi um encontro histórico que não marcou somente a despedida e a homenagem a um dos maiores jogadores que vestiu o manto sagrado do Tricolor. Numa tarde que era pra ser sua, Danrlei conseguiu, como se fizesse sua última grande defesa, reunir uma equipe que como poucas representa a verdadeira essência de gremismo, reconhecida exclusivamente por glórias.
É dificil mensurar em palavras o sentimeno de reviver novamente as grandes defesas do nosso eterno camisa 1, a dobradinha ainda afinada de Paulo Nunes-Jardel, os cruzamentos precisos de Arce, a raça peculiar de Dinho, a habilidade de Goiano e Roger, a seriedade do Capitão América, a garra de Rivarola, a entrega de Carlos Miguel e de tantos outros que souberam honrar ao longo de anos o nome do Grêmio como Maza, Tarciso, Espinosa, etc, etc….
Foi sem dúvida uma tarde inesquecível para cada um que vestiu novamente o azul-preto-branco, seja em campo ou nas dependências do mais Monumental dos estádios.
Espetáculo da torcida gremista, aquela que verdadeiramente nunca deixará a história se apagar. Ela ensina ao próprio Grêmio que a história de cada ídolo representa também a história do Grêmio e deve ser cultuada para todo o SEMPRE.
Ao Danrlei todo o merecimento. Ele é a prova mais que fiél de que nenhuma lágrima derramada, nenhum sofrimento, nenhum esforço, nenhuma batalha, nenhum sacrifício que se faça em nome do Grêmio será em vão. Seu coração não pertence somente a ele. Foi dividido com cada torcedor que mais do que nunca acredita que, além de um grande goleiro, nós tivemos por 10 anos em campo um grande gremista.
Obrigada Grêmio, obrigada Danrlei por tantas alegrias.
PS: que este clima que o Olímpico viveu no sábado seja o prenúncio de um 2010 para igualmente ser lembrado. Marcado por títulos e por tantos outros ídolos que estão por vir.
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106 anos de glórias, tens Imortal Tricolor!
Publicado em 15/set/2009 por Aline Cardias.
Tags: 106 anos de glórias, Imortal Tricolor, parabéns grêmio
Foto: Hoeper – http://www.flickr.com/photos/prhoeper/l
Ah Grêmio,
quisera chegarmos aos 106 anos com a tua história…
momentos que marcam não somente o nome um clube de futebol, mas que marcam, para sempre, vidas de gremistas espalhados por este planeta que tu, Tricolor de Porto Alegre, da nossa pátria Riograndense, pintastes com as cores que o mundo aprendeu a respeitar e nós, repletos de orgulho, exibimos.
Nestes 106 anos nos ensinastes que, para ser grande, não basta apenas ser vencedor: tem que ser o Grêmio. Que através de seus feitos, se tornou imortal e que imortalizou ídolos, batalhas, conquistas…e que por isso, se faz tão diferente em meio a tantos iguais. Aprendemos que, contigo, até as impossibilidades são possíveis…que até as lágrimas e o sofrimento fazem parte das glórias.
Neste 15 de setembro te saudamos, Grêmio, pelo simples fato de existires.
Teu sangue azul farrapo, tua alma castelhana, faz de nós mais que torcedores: somos teus soldados imortais, seguidores nas lutas que travas pelo mundo afora. Levamos tua bandeira em azul, preto e branco aos quatro cantos do mundo. Ganhas ou percas, te seguimos onde for.
Nós do Grêmio Copero te agradecemos, Grêmio, por tudo. Momentos diversos que eternizamos para que outros, assim como nós, também possam te amar incondicionalmente. Nosso orgulho é proporcional à grandeza da tua história. E nos sentimos privilegiados em fazermos parte dela.
Parabéns torcedor gremista!
Parabéns Tricolor!
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15/12/1996 – Grêmio Bi Campeão Brasileiro
Publicado em 15/dez/2008 por Aline Cardias.
Tags: 1996, Campeão Brasileiro, Imortal Tricolor
Já se passaram 12 anos, mas lembro perfeitamente daquela tarde escaldante de domingo, 15 de dezembro de 1996. Um Olímpico Monumental entupido viu o Tricolor sagrar-se bi campeão Brasileiro com uma vitória por 2 a 0 sobre a Lusa, ao melhor estilo Grêmio. Aquele jogo é mais uma entre tantas provas de que com o Tricolor gaúcho o assunto é outro. Enquanto a imprensa do país inteiro consagrava a Portuguesa como campeã (eles adoram fazer isso!) especialmente após a vitória paulista na primeira partida da final, o Grêmio entra em campo com onze guerreiros e dá uma chapuletada nas pretensões de todo o Brasil.
Parece que não se cansam de provocar, de menosprezar, de rebaixar…enquanto isso, não nos cansamos de chegar, de lutar e triunfar. Assim foi o Tricolor de Felipão e Cia. Um time que transpirava raça, pura garra.
E não nos entregamos…e fomos para cima…e aos cinco minutos marcamos o primeiro com Paulo Nunes…e seguimos acreditando, até quando tudo parecia perdido…o valente Dinho cansou, mas não desistimos…Aílton entrou para marcar, aos 39, para calar e para colocar seu nome na história Tricolor. Gol da glória, reservado somente àqueles que representam uma imortalidade.
Isso é o Grêmio. Pra sempre campeão!
Fica aqui nossa lembrança e homenagem.
Parabéns aos jogadores, dirigentes, comissão técnica.
Parabéns ao torcedor gremista por sempre acreditar.
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Foi como voltar no tempo…
Publicado em 13/dez/2008 por Aline Cardias.
Tags: A Terra é Azul, Grêmio Campeão Mundial, Imortal Tricolor
Apenas uma criança de três anos, eu em 11 de dezembro de 1983. Mas a sensação que sinto hoje, 25 anos depois, é de ter registrado como que em um filme, daqueles que passam em certos momentos da vida, cada segundo de um acontecimento mágico: Grêmio Campeão Mundial.
Meu pai foi a primeira pessoa que pensei quando ingressei na Sociedade Libanesa na noite desta quinta (11/12) para a comemoração de uma data que jamais será apagada da história. Ao me deparar com painéis, onde fotos transmitiam momentos do Grêmio no Japão, lembrei daquele que foi o maior responsável por estar hoje comemorando mais um feito Tricolor. E a ele serei grata eternamente.
Foi uma festa mais que merecida. Aliás, é uma data que deveria, por obrigação do clube e em respeito ao seu torcedor e aos heróis que nos deram este título maior, ser comemorada TODO ANO.
Apesar das ausências sentidas do eterno presidente Fábio Koff, de Mário Sérgio, China e de nosso ídolo maior, Renato Portaluppi, foi um reconhecimento tardio, mas legítimo, aos demais atletas, dirigentes e comissão técnica que fizeram o mundo se curvar diante do Tricolor gaúcho. Foi como voltar no tempo ver novamente – ou pela primeira vez – reunidos o técnico Valdir Espinosa e seus comandados.
Momentos que não se explicam…o abraço no capitão Hugo De Leon, o carinho do Tarciso Flecha Negra, a emoção do Espinosa, a alegria de Baidek, a gratidão do Maza….foi como se o mundo tivesse sido conquistado novamente.
E como uma “contadora de histórias reais”, não poderia deixar de registrar alguns momentos desta homenagem.
Ouça alguns ídolos do mundial falando pra ti torcedor, neste dia tão especial.
Valdir Espinosa – treinador
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Hugo de León “Capitão” – zagueiro
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Mazzaropi “Lobo” – arqueiro
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Paulo Roberto – lateral direito
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Tarciso “Flecha Negra” – atacante
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“Porque para o Grêmio nada é fácil”
Publicado em 17/set/2008 por Aline Cardias.
Tags: Imortal Tricolor, vamos grêmio
Esta frase, dita hoje pelo Tcheco, resume um sentimento quase que geral do torcedor gremista. Por isso também acredito que o título virá. Aquela distância até então cômoda de cinco, até seis pontos, não fechava muito com o histórico Tricolor de conquistas. O Tcheco destacou, mas nós, torcedores de outrora, sabemos muito bem que as coisas não costumam ser fáceis, mesmo.
O que considero importante é que o Grêmio tem sabido os motivos pelos quais ganha e também, perde. Fundamental para reconhecer o que tem a melhorar e manter o que está bom. Não estamos na liderança por acaso. Não podemos agora é perder o caminho. Lutamos para chegar até aqui. E assim permeneceremos até o fim.
“hay que salir a pelear, hay que salir a luchar, hay que volver a encontrar todas las cosas divinas defender el lugar…”
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Contagem regressiva
Publicado em 20/ago/2008 por Aline Cardias.
Tags: brasileirão, Imortal Tricolor
A cada rodada que passa e que o Grêmio vence e confirma a liderança, aumenta minha apreensão com o restante do Brasileiro. Estou evitando fazer projeções para o futuro. Prefiro esperar cada jogo e com o apito final do juiz, comemorar cada ponto. Mas não dá pra esquecer que, mesmo faltando 18 jogos, a conquista do Brasil está cada vez mais perto. Se minha angústia antes era ter um time competitivo, em condições de brigar pelo menos por uma das quatro vagas na ponta de cima, agora é ter um time que suporte a pressão de quem vem atrás e sustente o excelente momento anímico e técnico. Não podemos perder o foco agora. A nossa liderança tem incomodado. Perfeito. O Grêmio não joga para ser amado por todos. Joga para encher de orgulho seus seguidores. Seremos perseguidos até o final. E resistiremos bravamente. Afinal, somos o Grêmio Imortal.
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Projeto: canonizar Portaluppi!
Publicado em 30/jul/2008 por Leonardo Fleck.
Tags: eduardo peninha bueno, Imortal Tricolor, saint portaluppi's day
Confesso que quando lançamos a camiseta em homenagem a Ele não esperávamos tamanha repercussão.
Brevemente publicaremos uma entrevista feita com o grande Peninha, a quem presenteamos com a “Saint Portaluppi’s Day”, e que é o responsável por esse barulho que começa a ganhar volume – como atesta nossa caixa de e-mail. Brevemente também disponibilizaremos aqui o vídeo do escritor no especial do programa ”Sportv Tá na área” sobre os 25 anos da mais emblemática, imponente e alegre Libertação da América.
Todos juntos rumo a canonização de São Portaluppi, para nós, o maior e melhor jogador do história.
“vou orar para o santo portaluppi, em um altar forjado a ferro, na porrada, mas também envolto em luxúria, uma certa arrogância e por que não dizer, uma bravura inconseqüente que o levou ao céu ainda em vida. E sobre céu, nós sabemos, já que vivemos mergulhados em azul profundo”
Pequena oração enviada por e-mail pelo leitor Plínio de Porto Alegre.
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Manto volume II.
Publicado em 30/abr/2008 por Leonardo Fleck.
Tags: Imortal Tricolor, manto sagrado
Parabéns pela recuperação Puma, a coleção lançada ontem a noite é MUITO bonita. As listras mais finas e o número branco e não itálico me agradam demais também. Os modelos Preto e o Branco vão vender como água, anotem. Fazia tempo que não tínhamos camisas com gola pólo. Camisas sem muito detalhe inútil poluindo. Único senão é que as listras da tricolor não cubram toda a extensão das costas, custava muito seguir um modelo de 1977 ou de 56 ou de 95?
E a beleza da mulher gremista? Na próxima podiam convidar também a Giselle Bünchen e a Alessandra Ambrósio e a Fernanda Lima e a Ana Hickman e a …. segue, segue, segue, rá.
Vamos Grêmio Copero!









