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No que quero crer.

Publicado em 20/mai/2010 por .
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andre catimba olimpico 1977 No que quero crer.

Misto de sentimentos: decepção e inconformismo. O melhor Grêmio dos últimos anos perdeu na bola. Na contagem dos jogos perfeitos para a glória, o de ontem foi a exceção. Mas a classificação mesmo perdemos justamente numa vitória, a de POA, naquela emblemática que vazamos defensivamente. Ontem, de certa forma, o time fez o que se propôs a fazer. Em um confronto de grande times dificilmente se mantém a constância dos noventa minutos. Quando fomos melhores não transformamos em resultados. Sem pragmatismo, sucumbimos.

Seria uma estupidez personalizar neste ou naquele, isso ou aquilo. Comentar em cima do resultado é questionável, mas incoerente mesmo é viver de “SE”. Imponderável e condicional.

De tudo que posso dizer e a cabeça me permite pensar, não muito nesta penosa quinta-feira, é que o Grêmio desde o regresso do calvário tem chego e não levado. Libertadores 2007, Brasileiro 2008, Libertadores 2009, Copa do Brasil 2010. Ao menos pra mim já não basta. É necessário quebrar a SINA e voltar a triunfar. Urgente.

O Grêmio dos últimos anos me remete ao Grêmio da década de 70, aquele chegava e não levava. Se olhar para fatos do passado ajuda a entender o presente, e que na história os ciclos tendem a se repetir, quero crer com todo meu gremismo que logo aqui na frente nos encontraremos com as glórias que tanto perseguimos. Enquanto isso, sigo fomentando o sentimento azul, branco e preto. Te convoco pra fazer o mesmo.

Eu sou tricolor, sempre tricolor.
Te amo na boa e na ruim.

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Muito antes de Tesourinha.

Publicado em 27/abr/2009 por .
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No post anterior referenciei Tesourinha como sendo o primeiro atleta negro que jogou (1952) com a camiseta do Grêmio.  Por muitos anos gremistas e os próprios livros contaram assim esta passagem da história do Grêmio.  De forma muito oportuna Leonardo Fernandes, leitor do blog, chama atenção para a necessidade retificação.

Olá Charles esta referência sobre o Tesourinha e equivocada no próprio site do Grêmio na parte curiosidades refere-se sobre outros negros que jogaram pelo Grêmio já tinha conhecimento desta informação que e pouco divulgada abaixo o link no site do Grêmio que faz tal referencia e mais abaixo o link dos poster com os jogadores Antunes e Adão uma era meio parecido com o Lucio e outro parece o Somalia ambos jogaram no Grêmio muito antes de Tesourinha e de qualquer outro negro em qualquer outro time no Rio Grande do Sul na própria equipe em que tesorinha jogava. Jogaram ainda Torres e Vitor só que o Tesourinha por ter jogado no Inter depois foi ao Vasco e depois retornou ganhou um destaque pela impresa vermelha que virou uma falacia o fato de ter sido o primeiro negro a jogar no Grêmio ou o primeiro da raça negra veja as fotos e conclua-se que Antunes e Adão desmente tais falacias no mais o post esta muito bom, continue assim com pesquisa abraço

No site do Grêmio:
Ao contrário do que se imagina, Osmar Fortes Barcellos, o “Tesourinha”, não foi o primeiro atleta de cor negra a vestir a camisa do Grêmio. Ele foi sim o primeiro atleta negro de destaque na era profissional em 1952. Antes dele, brilharam nomes como Antunes (1913/14), Adão (1926/35), Laxixa (1937/40), Mário Carioca, Hélio, Prego (anos 40) e Hermes (1948/50).

Formações das equipes:

Muito obrigado Leonardo. Tenha certeza que este post é mérito teu, e aqui será mais uma fonte de consulta para a verdadeira história do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense.

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História: A mística da azul celeste

Publicado em 14/nov/2008 por .
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O país tupiniquim, que ainda não era o do futebol, ainda lambia as feridas deixadas pela celeste olímpica na final da Copa do Mundo de 1950.   O gol de Giggia que decretou a conquista da Copa pelo Uruguai continuava intensa na retina do povo.

Poucos meses depois, em 15 de novembro do referido ano, o Grêmio foi convidado para jogar uma partida amistosa em comemoração ao aniversário do Flamengo.    Cotam os que lá estiveram que o clima festivo foi interrompido quando o Maracanã viu o Grêmio adentrar ao gramado trajando AZUL CELESTE.

Ironia, provocação ou homenagem aos campeões mundiais, não sabemos.   Sabe-se apenas que o Grêmio venceu a partida por 3 a 1, sendo o primeiro clube fora do Rio de Janeiro a vencer no estádio do Maracanã.   (palco de muitas outras vitórias sobre o mesmo time….).    Nascera neste dia a mística tricolor da camiseta azul celeste.

equipe gremio 1950 azul celeste maracana 300x206 História: A mística da azul celeste

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Revolução e Campeonato Farroupilha

Publicado em 20/set/2007 por .
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“Camaradas! Nós, que compomos a Primeira Brigada do exército liberal, devemos ser os primeiros a proclamar, como proclamamos, a independência dessa província, a qual fica desligada das demais do Império e forma um Estado livre e independente, com o título de República Rio-Grandense, e cujo manifesto às nações civilizadas se fará oportunamente. Camaradas! Gritemos pela primeira vez: Viva a República Rio-Grandense! Viva a independência! Viva o exército republicano rio-grandense!” (Antônio de Souza Netto)

Orgulho que estampa o coração do povo gaúcho, a Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha, que comemoramos hoje, são os nomes pelos quais ficou conhecida uma revolução ou guerra regional de caráter republicano contra o governo imperial do Brasil, a então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Foi de 1835 a 1845 : é o conflito armado mais duradouro que ocorreu no continente americano.

Um século depois, na comemoração de seu centenário, foi disputado mais uma batalha – a final do regional metropolitano do campeonato gaúcho de 1935, conhecido como Campeonato Farroupilha. Esta final decidida em um grenal trouxe o imortal tricolor em desvantagem. O empate levaria o time de vermelho ao título.

Já muito doente de tuberculose, Eurico Lara esteve em campo. Exigiu sua presença. Foi bravo, fez defesas, fechou o gol. Conseguira segurar o ímpeto do adversário. A torcida do tricolor aplaudia de pé o seu arqueiro. Lara foi heróico. Acabou sendo substituído no intervao para o segundo-tempo, sendo levado direto para o hospital Beneficência Portuguesa de onde nunca mais saiu.

A partida se desenrolava árdua, e já próxima do final da partida – 40 minutos, quando a torcida vermelha já comemorava nas arquibancadas e soltava pombos correios para todo Estado informando sobre o feito, Osvaldo Rolla – Foguinho marcou o 1×0. Logo após a saída de bola em um contra-ataque Foguinho avançou chegando a frente do gol. Era adepto do futebol de força, raça e coletivo. Ao invés de chutar, deu um passe para Laci, ponteiro-direito, que chutou estufando os cordéis colorado.

Este foi o maior e mais representativo campeonato gaúcho da história. O Grêmio justificando seu sangue farrapo venceu aquela fase do torneio e vingou o sangue derramado por nossos antepassados. Contasse que o técnico gremista, durante a comemoração, sugeriu que pelos os próximos cem anos a data de 22 de setembro de 1935 fosse comemorada pelos seguidores do Grêmio. E assim se faz até hoje….

Os heróis da conquista foram: Lara (Chico), Dario e Luiz Luz; Jorge, Mascharenhas e Sardinha II; Laci, Russinho, Artigas, Foguinho e Divino.

SOMOS UM POVO DE LUTA SIM SENHOR
NOSSA HISTÓRIA É ASSIM
PARABÉNS RIO GRANDE DO SUL!

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