Tag: grenal
Num passado não muito distante
Publicado em 01/fev/2010 por Charles Hansen.
Tags: avaliações, carências, grenal
Erechim, janeiro e um revés por um gol de diferença. Clássico pegado de futebol razoavelmente jogado. Campanha de três vitórias, um empate e uma derrota. Líder de uma chave fragilíssima. Dois mil e dez começa com cara de dois mil e nove. Repetiremos o tão famigerado ano? Quero crer que não.
É preciso lucidez de quem comanda o clube. Neste ano a Libertadores não será álibi para justificar fracassos regionais e influenciar avaliações equivocadas sobre a capacidade do elenco. O Grêmio é sabedor, assim como boa parte da torcida, das suas carências. Negligenciaremos isso ou contrataremos para sanar de vez os problemas? Está nas mãos de Duda e Meira.
Falando em justificativas, é duro ter que ouvir que perdemos o Grenal que era possível perder. Pactuar com isso é crime contra o gremismo. Inaceitável. Por outro lado, concordo quando é solicitada compreensão sobre um trabalho que está em fase inicial. Sim, o Grêmio vai crescer muito coletivamente. Suficiente? (…) Acredito nisso, mas não tenho até julho para ficar esperando. As coisas poderiam acontecer um pouco mais rápidas. Espero ao menos que a derrota acelere o processo. Copa do Brasil está aqui na frente.
De um amadorismo mais que AVAIANO os 6:35 minutos.
Recuso-me comentar a respeito. Ponto final.
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Grêmio 106 anos | 100 anos de Grenal
Publicado em 17/set/2009 por Charles Hansen.
Tags: grenal, video
Os convidados que participaram do jantar de aniversário oficial dos 106 anos receberam um DVD que lembra os 100 anos da rivalidade Grenal. Muito bom o resgate dos gols históricos e que marcaram gerações de gremistas. Saudades da época em que os caras faziam os gols e realmente comemoravam (hoje em dia fazem dancinhas de m**** e acham que estão agradando). Lamento apenas a trilha sonora - bom que dá para colocar mute - e ver o Ronado “pilantra” Gaúcho. E vocês o que acharam?
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Um desafio centenário
Publicado em 18/jul/2009 por Charles Hansen.
Tags: 100 anos do primeiro grenal, grenal
Texto escrito e imagem criada por NELSON LUIZ RAMÃO. Amigo, gremista fervoroso, leitor deste blog. Baita homenagem aos 100 anos do primeiro Grenal. Muito obrigado Nelson, nós do Grêmio Copero ficamos envaidecidos.
Um Desafio Centenário
Fiquei sabendo do desafio meio que por acaso. Como de hábito, no horário combinado, entrei na alfaiataria do Seu Augusto, meu freguês de caderninho, para engraxar-lhe os sapatos. Naquele dia ele estava um tanto contrariado e resmungava coisas do tipo: “O que esses camaradas estão pensando?” “Um bando de moleques que não tem respeito, mesmo…” Não me sofri e perguntei o que estava acontecendo e ele me contou de uns forasteiros que “apareceram do nada” para desafiar o Grêmio… Quando terminei, seus sapatos brilhavam e o meu espírito também. Já sabia o que faria naquele 18 de julho de 1909…
Cheguei à Baixada cedo. Assim, enquanto todos esperavam pelo início do prélio, aproveitei para faturar algum, engraxando os sapatos dos cavalheiros que costumavam freqüentar o estádio em dia de jogo. Era unir o útil ao agradável. Naquela época não se cobrava ingresso para assistir aos matchs do Grêmio e, por uma sugestão do meu cliente e amigo, o major Augusto Kock, eu transitava livremente e acabava assistindo ao jogo do lado do caramanchão, empoleirado na minha caixa de engraxate para não perder nenhum lance.
Não tinha como esquecer do compromisso. Sempre que o Grêmio entrava em campo, eu estava lá. Mas aquele jogo, em especial, foi amplamente alardeado na cidade. O programa havia sido afixado nos postes para que ninguém perdesse o espetáculo. Não fiquei surpreso com o público, tão numeroso quanto nos jogos pela Wanderpreis, contra o FussBall, nosso tradicional adversário. Fiz dinheiro naquele dia…
Quando a partida estava por começar, encaminhei-me para o lado do caramanchão. Mas tinha muita gente… Mesmo equilibrando-me na ponta dos pés sobre a minha caixa de engraxate, não conseguia ver o ground… Foi com surpresa que ouvi o Seu Augusto me chamar: “Ô guri, sobe aqui e assiste comigo!” Era um convite que nunca havia recebido… E fiquei ali, exprimido entre o major e outras pessoas da sociedade de Porto Alegre, seus convidados. Lembro-me, também, que foi nessa ocasião que eu conheci o Dr. José Montaury, o intendente municipal. Já o conhecia de vista e, depois desse dia, ele se tornaria meu cliente, também…
Eram mais ou menos 3 horas da tarde quando os teams adentraram ao ground da baixada antecedidos pela banda da Brigada Militar. Uma ansiedade incomum se apoderava de mim ao ver aquele uniforme, metade anil, metade negro, que tão distintamente trajava meus ídolos de infância. Os players desafiantes vestiam camisas listradas de vermelho e branco. A partida seria arbitrada pelo Sr. Waldemar Bromberg, auxiliado pelos senhores Castro Silva e Sommes (juízes de linha) que se posicionaram às margens do ground e pelos senhores Theobaldo Foernges e Theodoro Bugs (juízes de gol) que se posicionaram junto às traves das goleiras, já que naquela época não se usava redes.
A saída de bola foi dada pelo Grêmio que, alguns minutos depois, já percebia o quanto o adversário estava despreparado para o enfrentamento… Assim, logo aos 10 minutos, o center-forward gremista Booth fazia “as honras da casa” e marcava o primeiro tento enquanto o goalkeeper do desafiante, Poppe II, parecia antever o tamanho da besteira que haviam feito… Mas agora era tarde demais… Aos 20 ele tomava o segundo gol. Ainda tomaria um terceiro que seria anulado por off-side (impedimento). O primeiro tempo terminou com um placar normal: 2 x 0.
Dez minutos depois, o match era retomado. Novamente aos 10 minutos de jogo vinha o terceiro gol gremista e os desafiantes (nada humildes, já se intitulavam como “Internacional”, enquanto que o Grêmio era, apenas, o Porto-Alegrense) começavam a “tropeçar na gravata”. Extenuados, tomaram mais quatro gols nos 20 minutos seguintes. Ainda lembro-me dos backs gremistas Deppermann e Becker conversando com os torcedores à beira do ground com o jogo andando, tamanha a inoperância do ataque adversário. Foi trágico e hilário, ao mesmo tempo… O jogo acabou com o absurdo placar de 10 x 0 e a torcida gremista invadindo o gramado da Baixada. O goalkeeper gremista Callfelz, sequer havia sujado o uniforme…
Findo o match, torcedores, dirigentes e convidados foram para a sede dos Atiradores Alemães, comemorar. Eu ainda ganhei algum dinheiro limpando os calçados, sujos pela lama de mais um típico inverno gaúcho. Depois, voltei para casa com uma alegria incomum. Lembro de ter descolado de um poste o programa daquele match que guardei como relíquia durante anos, até deixá-lo como legado a meu filho. Afinal, para mim, o Grêmio era o melhor time do mundo… Afinal, até então, nunca havia presenciado uma match com placar tão elástico… Meu filho passou a relíquia para um de meus netos que 75 anos depois, no dia 11 de dezembro de 1983, no meio da madrugada, veio me abraçar trazendo o velho proclamo nas mãos e dizendo: “Vô! Eu sei que tu já sabias há muito tempo, mas agora ninguém mais duvida: o Grêmio é o melhor do mundo!” Ao meu filho, tudo o que pude dar foi educação e a herança de ser gremista. Valores que passou aos meus netos como se fosse tradição de família… E agora, que o match entre gremistas e colorados, torna-se um clássico centenário, vou assisti-lo de camarote. Quem me convidou? Um amigo que fiz lá na década de 1920: o Lara. É… Vai ser daqui, sobre a marquise do Olímpico, que assistiremos a mais um match que o Ivo dos Santos Martins batizou de Gre-nal. Aliás, parece que é ele quem vai cobrir o centenário do clássico para o pessoal do “andar de cima”… É… Não assisti ao nascimento do colorado, mas estava lá no batizado e posso afirmar que foi uma festa e tanto…
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De jogo em jogo…
Publicado em 13/jul/2009 por Aline Cardias.
Tags: ganhar fora, grenal, próximo jogo, tabela
Fecho com cada linha escrita pelo Charles aqui embaixo. Fizemos nosso dever de casa muito bem feito, caprichado pra dizer a verdade. Acredito que nem o mais otimista torcedor esperasse, além de uma vitória imponente, uma atuação de gala. O Grêmio foi perfeito. O clima que antecedeu ao jogo também contribuiu para uma grande jornada: linda tarde de sol, um grande adversário, a Geral podendo novamente entrar com seus materiais engrandecendo o espetáculo…até os acontecimentos extra-campo da semana (LDU e Andreia) colaboraram para uma atmosfera mais que positiva. A torcida compareceu e, dentro de campo, o time retribuiu, com juros e correção.
Foi uma vitória de encher os olhos. Daquelas de sair do estádio com o peito estufado de tanto orgulho. Aposto que esta chegada do Tricolor, ali, ali com os integrantes do G4, já tem feito muito time por aí começar a perder o sono.
Também já estou com a cabeça lá no domingo. Afinal, a semana do clássico quer queiram, quer não, começa hoje e não tem como não projetar a próxima rodada sem pensar no Grenal. Mas olhando a tabela, me preocupa um pouco o fato de ainda não termos ganho uma partidinha sequer no BR longe do Monumental. Claro que considero que todos estes jogos aconteceram em meio a disputa da Libertadores. Mas também penso que, se uma hora teremos que começar a ganhar além do Mapituba, esta hora é quarta, ante o Coritiba. Lembro que nossa excelente campanha fora de casa no brasileirão passado foi um diferencial que nos manteve por muito na liderança e que nos fez brigar, até o último jogo, pelo título. Pode ser difícil, praticamente impossível desvincular esta partida ao Grenal, mas se conseguirmos manter o foco e, principalmente, o rendimento das duas últimas partidas, certamente voltaremos com os pontos necessários às nossas pretenções na tabela, além de um ânimo renovado.
Ao que cabe aos clubes, enquanto os técnicos rechaçam a ideia de projetar o clássico antes da 11ª rodada, os presidentes já entraram naquele joguinho que a imprensa adora: eu falo daqui tu responde aí e vice-versa. E, ao contrário de outros momentos, quando fugiam do rótulo de favoritos, agora, pelo que parece, os presidetentes estão disputando-o. Só torço para que o Duda não saia com nenhuma daquelas pérolas que, dependendo do resultado do clássico, acabam com a segunda-feira de qualquer torcedor.
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Mais do mesmo
Publicado em 09/fev/2009 por Aline Cardias.
Tags: abaixo o 3-6-1, gauchão, grenal
Não digeri bem mais uma derrota em clássico.
Tivemos mais volume de jogo, fomos superiores no primeiro tempo. Certo. Mas infelizmente a bola do jogo não entrou. Ou entrou e esqueceram de marcar???
Faltou efetividade, acerto na conclusão e blá, blá, blá. Alguma novidade?
Quinta temos o Juventude. E se quando a vitória passa a ser exigência já na primeira fase de gauchão, treino, laboratório ou o que quer que seja, é porquê o negócio está encrespado.
Simplesmente largar de mão o regional não significa sucesso na Libertadores.
Apesar da esmagadora goleada contra o Nóia não havia gostado do 3-6-1 repetido quando a gurizada sucumbiu ao VEC e aplicado no grenal. Será que só eu percebo que, enquanto um atacante/centroavante permanecer SOZINHO lá na frente, o ataque não vai a lugar algum?
Por que o Juarez reluta tanto em colocar um companheiro ao lado do Alex Mineiro, ou de outro atacante, desde o início da partida?
Dar liberdade de avançar ao Souza e Tcheco não é a mesma coisa.
Não pretendo ser advogada de jogador, mas nosso “professor” insiste em colocar Jonas sempre na fogueira. E pior pra ele que o atacante tem entrado e marcado.
Ruim foi ouvir o técnico dizer na coletiva que estava tudo bem, destacando aquela alfinetadinha básica nos amargos sobre a disputa da Libertadores. Perfeito no discurso, mas eu preferia estrear na Copa com uma vitória no grenal, já que esta era possível.
Independente das circunstâncias não me acostumei a perder o clássico. E o dia em que isto acontecer, manda prender.
O que eu quero e espero que o Roth também queira é ter a garantia de que vamos entrar na Libertadores PARA SERMOS CAMPEÕES. Nada menos me serve. Boa campanha, chegada, raça, luta, entrega só terão valor estimado se a TAÇA DO TRI ficar no Monumental.
Sobre a arbitragem, minha segunda já está pesada demais.
Fiquem à vontade….
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Meu Grenal inesquecível
Publicado em 07/fev/2009 por Aline Cardias.
Tags: dale grêmio, grenal, vitoria

Lembro com certo saudosismo daquela tarde de sábado, 26 de outubro de 2002. Naquele dia, pela primeira vez, ao vivo e a cores, acompanhei um Grenal. Foi uma experiência tão louca quanto especial. Não é por acaso que dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. Mesmo que já tivesse decidido, no dia anterior, que seria apenas mais um clássico do radinho, minha vontade de assistir a um Grenal foi infinitamente maior a tudo que conspirava contra. Sem avisar a família que iria sozinha, saí de casa ainda não acreditando na decisão que tomara. Detalhe um: o jogo era naquele estádio ali da beira do lago. O deslocamento até o aterro foi um misto de alegria e apreensão. Minha barriga doía e o coração, por vezes, quase saltou pela boca. No centro, um princípio de tumulto quase me fez desistir do sonho. Resisti bravamente. Já agia mais com o coração que com a razão. A paixão pelo tricolor era minha maior motivação. Totalmente sem identificação, ainda assim, durante todo o trajeto, fui alvo de piadinhas. Será que minha cara estampava algo além que pavor? Chegando ao local do jogo e passado aquele medo inicial, percebi a ficha caindo lentamente. Nada mais me faria voltar atrás. Não fosse um pequeno mas importantíssimo detalhe: o ingresso. Faltando em torno de duas horas para o início do jogo, ingresso para gremista era artigo de luxo e só na mão de cambistas a valores exorbitantes. Relutei. Quando finalmente decido que o investimento era necessário, nem cambista mais tinha a entrada. Entrei em desespero. Não acreditava que ficaria de fora. [continue lendo...]
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Anfitrião?
Publicado em 29/set/2008 por Charles Hansen.
Tags: campeonato brasileiro, grenal
A mídia noticiou que a torcida do gremista não se portou corretamente durante o Grenal. Eu sou totalmente contra vandalismo, violência e etc… Penso que o individuo que promove esse tipo de atitude devem ser responsabilizado por seus atos.
Isso vale também para quem negligência estes atos e não toma medidas para minimizá-los. Aponto a direção colorada como conivente, insana e inconseqüente. Quero que o clube colorado seja punido por sua irresponsabilidade.
Justifico primeiramente informando que comprei ingresso para nada. Ninguém em momento algum me pediu ingressos. Entrou quem quis, dando margem para entrar quem quisesse no estádio. Sem fiscalização adequada o espaço destinado para os gremistas superlotou. Quarenta reais posto totalmente no lixo, como se dinheiro estivesse sobrando!
Já no estádio, ao invés de destinar um espaço que contemplasse arquibancada inferior e superior, não! A direção colorada colocou o torcedor gremista logo abaixo da torcida colorada. Meia dúzia de brigadianos para monitorar um espaço de 30 metros de largura.
Querem saber o que aconteceu? Final do primeiro partiu da torcida colorada arremessos de objetivos (rádio, pedaços de concreto, etc.) da arquibancada superior em direção a inferior. Resultado: insegurança. Qual a conseqüência se um destes objetos, arremessados de uma altura como aquela, atinge uma pessoa? Nem é bom pensar.
A torcida do Gremio não é santa e nunca foi. Tem um péssimo histórico. Mas chega também de fechar os olhos para os atos de alguns dirigentes. Há responsabilidade SIM de quem tenta organizar o evento. Ao contrário do que se viu no Olímpico, a direção colorada colaborou na maximização dos incidentes. E ninguém fala nisso!
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Vamos passar a máquina neles
Publicado em 23/set/2008 por Charles Hansen.
Tags: campeonato brasilieiro, grenal
Fernando Carvalho amarelou. Vem na imprensa dizer o que pensa e depois “tira o carro” quando recebe resposta a altura. Sinceramente, gostei da postura do Odone em responder à altura as insinuações do cartola. Quem quer ser campeão brasileiro tem que ter discurso vencedor. Independente das palavras usadas, o recado está dado: vitória.
E para os cautelosos que acreditam que as declarações podem ser usadas de forma motivacional contra nós, respondo que o simples fato de ser clássico é suficiente para justificar esforço.
Quem tem motivação maior para entrar em campo? O time que disputa o título ou o time que não disputa nada.
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Grenal – Vitória Incontestável
Publicado em 17/set/2007 por Charles Hansen.
Tags: grenal, vitoria
Desculpem, mas não poderia ter sido diferente. A vitória do imortal no clássico foi legítima. Uma vitória a la Grêmio.
Prepotência demais daquele clube vermelho de futebol brasileiro e de seus seguidores adentrarem no Olímpico Monumental querendo nos derrotar na semana mais importante deste Estado: aniversário do Grêmio e revolução farroupilha.
Eles não aprendem conosco. Somos soberbos e não prepotentes. Somos o GRÊMIO FOOTBALL PORTO ALEGRENSE, um clube que nasceu da bola, que nasceu para o futebol, que carrega o rio-grande associado no nome. Um clube que nos remete ao sentimento de orgulho. Não somos feitos somente de vitórias, somos construídos por uma história de luta, superação e glória.
Penso que por aí começa a vitória deste último grenal. Como na metáfora “treino é jogo e jogo é guerra” o Grêmio é feito por seus homens, seus heróis, seu exército. [continue lendo...]
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Imortal e centenário – cães famintos diante de carne vermelha!
Publicado em 15/set/2007 por Leonardo Fleck.
Tags: centenario, grenal, vitoria
Hoje é dia de festa, dia em que o Imortal e centenário tricolor completa 104 anos de glórias. Aproveitamos o fandango pra lançar nesse mesmo dia o nosso Gremiocopero.com. Um gritado BEM VINDOS SEJAM TODOS A ESSE ESPAÇO é o que desejamos a todos vocês que não são amargos, nem vermelhos! Opiniões linha dura (nem sempre), provocações elegantes (evidente que sim, somos azuis), agressividade relevante e bem medida (???), sempre com senso de humor gremista.
Amanhã quando o nosso Grêmio entrar em campo para o clássico de maior rivalidade da terra, assim como em qualquer outro jogo do Grêmio, será o Grêmio e seu caldeirão, o Grêmio e sua torcida (a melhor da sul-américa), o Grêmio e sua tradição, o Grêmio e sua história de conquistas épicas, o Grêmio e suas três cores sagradas, o Grêmio e sua camiseta imponente a entrar em campo. Entraremos todos nós. Empurremos sem descanso a nossa camiseta, as nossas cores, o nosso clube à vitória, não há espaço pra nada além do apoio. Os onze em campo, somados ao MAGO Menezes a beira dele, são os que nos representam ali dentro, sejam eles quem forem não há espaço, repito, para mais nada além de apoio.
Peço a esses onze o mesmo que pediu o grande Sandro “portero de boliche”* Goiano – espírito de libertadores, peço que sejam como cães famintos diante de carne vermelha! Espírito de Grêmio.
Vamos Grêmio copêro!
*segurança de boate – apelido dado a Sandro Goiano por narradores argentinos durante a última Libertadores da América.










