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Por mais uma Copa

Publicado em 23/jan/2013 por .
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libertadores l Por mais uma Copa

foto: gremio.net

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não existe outra forma de começar o dia senão com esta sensação de frio na barriga e ansiedade. O corpo despertou para mais uma jornada das atividades rotineiras, mas o passar das horas não é normal. A cabeça já está na noite, antecipando aquele nervoso típico de qualquer decisão.

Começamos mais uma busca pelo TRI com a exigência de matar ou matar. Dentro das expectativas é, no mínimo, o prenúncio de uma caminhada exitosa, de muitas decisões.

O time ainda é um rascunho, mas com condições de voltar de Quito com um resultado satisfatório. Grêmio cuidou de todos os detalhes. Sabe que disputar uma Libertadores, seja qual a fase, exige muito mais que time pronto. Sabe que jogo de Copa é jogo de Copa, e que desdenhar de qualquer que seja o adversário pode ser um tiro no pé sem recuperação. Sabe que todo o planejamento de gestão e, consequentemente, de conquistas, começa a valer hoje.

Dia de esquecer os percalços que nos acompanharam até aqui. Dia de focar única e exclusivamente na partida e em tudo que ela representa neste começo de 2013. Dia daqueles que nos representarão, começarem a mostrar porque merecem seguir vestindo a camisa do Grêmio.

De agora em diante, é contagem regressiva.

Queremos a Copa, custe o custe!

“América latina, latino América

amada América

de sangue Tricolor”

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Grêmio do Monumental

Publicado em 12/nov/2012 por .
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GrexSP gol2 e1352734182834 Grêmio do Monumental

Vai lá, Entregão, buscar a bola no gol. Cada vez mais entendo quando te consideras amarguinho desde pequeno. Baita foto do Charles.

É difícil traduzir em palavras o sentimento que tem tomado conta de mim nesta reta final de Brasileirão, de ano e de Monumental. Cada jogo ganha contornos emocionais tão distintos impossíveis de mensurar. Não é disputa de título, não é faixa no peito e taça no armário. Mas é um negócio tão maluco e tão impensável que não sei como explicar. Para alguns até pode soar como um exagero tanta comoção, um afronte diante das incontáveis glórias que o Monumental já foi palco. Também acho que uma despedida completa se daria com mais uma Volta Olímpica. Mas particularmente, não consigo ficar indiferente a este momento único.

O baita segundo tempo ante o São Paulo parece um daqueles que os deuses do futebol guardam para marcarem determinados momentos. Ao Tricolor de Porto Alegre, no penúltimo rolar de bola do gramado Monumental em Campeonatos Nacionais, a necessidade da vitória para encerrar o BR na vice-liderança e afastar o adversário da tarde do seu encalço. (Aí lamento a falta de ambição e de qualificação do grupo para conquistar um pouco mais. Enfim, mais uma das tantas lições). Ao Tricolor Paulista uma rotina indigesta esta de chegar todo serelepe se achando, tentar estragar a festa e ir embora novamente com o rabinho no meio das pernas (ui).

A significante vitória ante um freguês forte, mas freguês, parece que estava escrita. Batemos um oponente até então superior, mas que não contava – e provavelmente nunca contará – com a força de um Olímpico Monumental embriagado de saudosismo.  Suplantamos juntos – o time, a arquibancada, as cadeiras, a social, a casamata – um primeiro tempo que de bonito não teve nada. Mesmo com toda a atmosfera “positiva” de 45 mil gremistas, o Grêmio parecia desmotivado, embaralhado, sem força. Veio o pênalti, a conversão, os erros de passe, a inoperância ofensiva, o nervosismo, a impaciência do torcedor. Veio o intervalo para acalmar os ânimos, para revigorar um time que podia render mais, veio a magia de um vestiário que já tinha presenciado – e resolvido – outros tantos centenas de momentos como aquele. O Grêmio precisava voltar diferente. E voltou. E o torcedor sentiu que aquela tarde seria mesmo azul, preta e branca. E o time sentiu que poderia. Precisávamos de mais força na frente. Moreno sozinho, assim como a andorinha, não fez verão. Ah, os deuses… André Lima ganha novamente sua chance, se junta a Moreno no ataque, ganha uma bola espetacular do incansável Zé Roberto, e não decepciona. Com o gol de empate o Grêmio cresce, se agiganta. E o Grêmio vai pra cima, se supera e vira. Agora com a andorinha Moreno que não estava mais sozinha. E o Monumental infla, explode, como muitas vezes já acontecera, mas tão diferente de tantas outras.

Foi a penúltima crônica (ou não) que o nosso Velho Casarão contou.

GrexSP torcida e1352735418420 Grêmio do Monumental

Torcedor celebrando a vitória e o Velho Casarão

E assim como no gol que garantiu a vitória, eu agora preciso dar um jeito de conter as lágrimas ao pensar que o cheiro daquele cimento não mais fará parte das minhas tardes de domingo. A Arena está lá, linda, esperando para começarmos a contar uma nova história. Mas até que seus braços se abram exuberantes, sou 100% Monumental.

O dia dois de dezembro nos reserva uma tarde que jamais sairá de nossas mentes e corações.
Preparem-se gremistas!

Dale!

ps: nestes últimos jogos não esperem de mim manifestações muito racionais. emoção à flor da pele

ps1: e o São Paulo achando que já se “livrou” do Monumental…

“Venho do bairro da Azenha. Bairro, do Monumental. Grêmio é puro sentimento…”

 

 

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Chegando, despacito

Publicado em 06/out/2011 por .
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A cada boa vitória como esta sobre o Santos involuntariamente me torno repetitiva. Não dá pra deixar de saudar a conquista de mais três pontos, da recuperação, da entrega, de um Grêmio que colocou em campo acima de tudo a vontade de vencer. Mas também estou longe de integrar o grupo dos eufóricos de carteirinha. O que importa além da vitória? Estamos chegando, olha no retrovisor, tu aí

Momento de afirmação da equipe? Quem sabe. Abre parêntese: estranho falar nisso faltando dois meses para terminar o ano. Fecha parêntese. O “muro” justifica-se no próprio Grêmio de bem pouquíssimo tempo, engatando boas sequências de resultados, mas sucumbindo na hora de transformar a afirmação em confirmação. É o Tricolor de mais um paradoxo, como falou o Charles no texto anterior.

A “goleada” evidenciou que fazer o simples dá certo, sim. O Grêmio não foi brilhante, mas foi eficiente no seu propósito. Me serve. Eficiência que faltou na hora de balançar a rede. O um a zero foi suficiente, ontem…pra mim Brandão não é mais jogador que André Lima (que sejamos justos, penou bom tempo com a escassez de bola no ataque), até se equiparam (e não morro de amores por ambos), mas se para o Juarez o momento mostra-se favorável ao camisa 9, que este justifique a escolha fazendo gols. Meio campo cumpridor de seu dever. Rochemback e Fernando surgindo como incontestáveis na volância e a engrenagem Marquinhos-Douglas-Escudero segue dando resultado. Mas o que mais tem me agrado neste “time do Roth” é o bom aproveitamento das laterais, muito facilitado pela qualidade do Julio Cesar e do El Loco. Segundo jogo consecutivo sem levar gol, mesmo com o rodízio pelo qual vem passando a zaga. Oxalá!

Não quero ficar projetando daqui pra frente. Quero ver o Grêmio repetindo jogo a jogo a pegada que tem dado resultado, em casa especialmente. E…quem sabe, em onze rodadas muita coisa possa acontecer…

PS1 – Torcida voltando a fazer o que sabe de melhor…bonito quando o Olímpico entoa um coro único.

PS2 – Cada vez mais lamentável a postura do sr. presidente Paulo Odone frente aos microfones. Não ouví-lo torna-se cada vez mais um dever.

……….

Ao mesmo tempo em que saio do Monumental saltitante de alegria com a vitória, fico p. da vida pensando que o momento poderia/deveria estar bem melhor se as direções pautassem seus “planejamentos” na mesma proporção que a grandeza do Grêmio exige. Porque diabos temos que, ano após ano, suportar temporadas fragmentadas? Até quando o ano do Grêmio vai começar em setembro?

 

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Na mesma

Publicado em 21/jul/2011 por .
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Buenas,
Obviamente não usarei este espaço para desancar o pau na atuação do Grêmio nesta quarta. Corneta nunca foi nem será o propósito pelo qual viemos aqui dar nossos pitacos. Mas também não esperem de mim omissão com relação ao que me desagrada, como foi a partida ante o Figuera.

Não assisti todos os jogos do Tricolor no Brasileirão, mas confesso que daqueles que pude ver, não senti, ainda – mesmo com as mudanças de comando e de acréscimo dos reforços – uma melhora que me tranquilize. Na onda do Grêmio-Uruguaio apregoado pelo Charles no post abaixo, me deu um desânimo ver que ainda estamos longe de chegarmos – ou retornarmos – a um status que por muito tempo foi nossa característica.
Uma coisa é jogar fechadinho e saindo no conta-golpe. Outra é, contra o Figueirense, ficar “inzoneando” sem saber o que fazer com a bola. Muitas vezes vi o Grêmio assim ontem. Lentidão na saída, recorrência no excesso de passos errados, a quase inexistência de chutes a gol…jogadas de linha de fundo, cruzamentos, nem pensar.

Ainda com o “um ponto ganho” e nenhum gol levado, não gostei do resultado. A justificativa do Figueirense se destacar quando joga em casa não me serve. Achei este um time limitado do qual poderíamos sim ter vencido. Perdemos boa oportunidade de começar a virar o jogo no campeonato. Nossa equipe é boa -com jogadores que podem e devem fazer a diferença -, mas que precisa se achar e voltar a querer jogar pra valer. Trabalho a mais para Julinho.

A saudar novamente mais uma atuação do Grohe que o credencia a ser goleiro do Grêmio. Por muito tempo desacreditei do potencial do guri.  Mas ele tem aproveitado muito bem a oportunidade. Mostra maturidade e notório crescimento técnico. Destaque pra qualidade dos nossos goleiros, mas também pro excelente trabalho do preparador Chiquinho.

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Gremio-uruguaio me basta.

Publicado em 17/jul/2011 por .
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uruguai reu62 Gremio uruguaio me basta.

Brasil do futebol arte sucumbiu. Uruguai do futebol força, do coletivo, da bravura do homem a menos, da simplicidade, eliminou o anfitrião em partida memorável. A Argetina, de admirável escola futebolística, pagou o preço da crise de identidade e do desprendimento às origens. Derrota na frente da sua gente.

Antes que o extremista venha dizer-me que Uruguai é fraco, fraco mesmo é o Paraguai. Combinado?

O futebol GREMISTA é da escola uruguaia, que no seu auge já lembrou a portenha e quando tentou ser brasileiro não foi nada. Não adianta lutar contra as origens. 442. Um ótimo goleiro. Uma zaga compacta comandada por um xerife – Lugano. Volantes que não dão espaço para os expoentes rivais. Bafo na nuca e muito brio. Uma meia cancha habilidosa e pragmática. Um baita jogador – Forlan – e atacantes efetivos (como Suárez).

O Uruguai de ontem me lembrou o Grêmio de 1995. Solidez defensiva. Futebol sem frescura e orientado ao gol. Bola suspensa no miolo da zaga em todas as faltas ofensivas, como bem observou o Fleck.  Sem badalação, focado e com objetivo claro.  Força.  Feio e sujo pra alguns, poético e plástico pra nós. Longe dessa putaria de futebol moderno ou estilo brasiliano.

É isso e ponto final. Pra que mais? Me digam…
O Grêmio precisa voltar a SER GREMIO e desistir de vez querer ser o que os outros são.
O Grêmio precisa fazer o que o Uruguai faz, olhar para dentro de si e resgatar os seus valores e suas origens.

Um Grêmio-uruguaio me bastava.

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Obrigado, Seu Petry!

Publicado em 30/mar/2011 por .
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seupetry Obrigado, Seu Petry!

Poucas figuras destes 107 anos do Grêmio são detentoras de tamanho – e merecido – prestígio como o já saudoso Rudi Armin Petry. De uma safra de dirigentes que, como costumamos dizer, não se produz mais, deixa um legado invejável de “serviços prestados”, mas acima de tudo, de muita dedicação e amor ao Tricolor.

Como presidente e homem do futebol, um gremista mais que vitorioso. Sorte daqueles que tiveram a honra de beber direto da fonte de sabedoria e gremismo que foi o Seu Petry. Sorte nossa termos sido representados, por tantas décadas, por este ilustre gremista.

Lamentamos a morte que nos tira a presença, mas orgulhosos lembramos seus incontáveis ensinamentos que estarão para todo o sempre imortalizados na nossa gloriosa história.

O Grêmio perde um dos seus grandes nomes. Nós, torcedores, perdemos um baita exemplo.

O Grêmio Copero agradece  por tudo, Seu Petry!

 

 

 

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Vencer é bom e eu gosto

Publicado em 04/mar/2011 por .
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Gremio x Leon LA11 05322 e1299250422643 Vencer é bom e eu gosto

No primeiro tempo o cara aí, pedindo a bola, balançou a rede. André Lima, o nome dele. Foto do Ducker.

Principal objetivo da noite alcançado: vitória. Logicamente o pós-jogo deixa aquela sensação incômoda de uma não grande partida. Mas o resultado é mais do que válido numa competição que exige, ao menos nesta primeira fase, mais que atuações destacadas, efetividade na tabela. Classificar, por hora, é o que vale. Nós sabemos, Renato sabe e administra muito bem isso. Vencer em casa e fazer valer e impôr a superioridade é sempre importante, essencial.

Contra o León, de novidade, mesmo, só uma atuação abaixo da que costumamos ver do alemão Adílson. Talvez descontado por uma lesão no começo da partida, não foi bem nos primeiros 45 minutos. Em tempo, recuperou-se na etapa final.
Das dificuldades, demoramos demais pra colocar a bola no chão e sair jogando e, antes da metade do jogo o Charles acusava o golpe das tentativas ineficazes de jogadas pelo meio. Insistir no gol por aquele caminho certamente não nos levaria a lugar algum. Situação que escancara a importância do estilo de jogo que o Lucio vinha impondo pela esquerda, setor que segue sendo o nosso tendão de Aquiles. O Gilson é voluntarioso, esforçado, mas não sei até quando somente isso o manterá no time.

O Carlos Alberto, ontem, me tirou um pouco do sério, confesso, com aquela história de parar a cada falta recebida e, na sua maioria, não marcada pelo juiz de atuação bem mequetrefe. Falta alguma coisa pra este jogador desempenhar o seu melhor. Posicionamento, vontade, quem sabe? O fato é que, no momento, não tem conseguido demonstrar um futebol que justifique sua titularidade.

Ainda com as dificuldades recorrentes, não senti o Grêmio ameaçado – salvo duas baita defesas do melhor goleiro do Brasil – a ponto de perder o controle do jogo e do resultado.  A destacar, novamente, a manutenção da eficiência técnica do capitão Rochemback e dos gols marcados pelo ataque. Me questiono quanto ao aproveitamento de André Lima e Borges juntos, mas, mesmo não rendendo o ideal (no que se  refere à movimentação), a dupla está balançando a rede adversária.

O que me deixa muito tranquila nisso tudo é saber que temos na casamata o Renato. Ele conhece os caminhos, as artimanhas, o grupo e, certamente, já incutiu na cabeça de cada jogador o significado de uma Copa pra gente. Acredito num progresso ao longo do afunilamento da Libertadores. Estamos no caminho.

PS1: Público razoável para um jogo de LA. Torcedor precisa entender que estádio rugindo no cangote adversário também faz parte das conquitas. Torcida apenas de final não combina com o Grêmio.

PS2: Retificando: sondagens na busca do zagueiro Leo, do Cruzero de Porto Alegre – e não do Cruzeiro de BH – para reposição do setor. O que acham?

Rumo ao Tri, seguimos. Dale!

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Bem-vinda, Topper!

Publicado em 16/fev/2011 por .
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Através da simplicidade, nossa nova fornecedora de material esportivo chegou e, no seu primeiro trabalho, conquistou o torcedor gremista. Ao contrário dos últimos uniformes que nos apresentaram desagradáveis surpresas (excetuando, claro, aquele da LA de 2009), já na sua primeira oportunidade a Topper não desdenhou da nossa história e respeitou a vontade da nação Tricolor de que o Manto Sagrado não fugisse à sua tradição.

Preocupada em atender unicamente aos padrões de Grêmio (e sua torcida) e não da moda, nos encheu os olhos com camisas dignas de nos levar ao topo. Sem frescurites, a Tricolor, nossa menina dos olhos, finalmente voltou a ter suas características preservadas tanto nas listras como no tom do azul. Gostei da gola e achei muito boa a disposição dos números (soltos) bem como a distribuição dos patrocínios.
Lindo também o segundo uniforme, que se não é celeste na sua totalidade, como esperavam muitos, faz uma bela homenagem a um dos nossos símbolos: nossa Bandeira, exibida orgulhosamente nos quatro cantos do mundo. Confesso que a que menos me agradou foi a branca, mas longe de ser considerada feia. Foi a mais “diferente” das apresentadas, mas que caiu no gosto de muita gente.
Como disse o Charles, o menos é mais. E nessa linha também seguiram outros artigos como camisas de treino, de passeio, de viagem e a linha feminina que, desta vez, ficou bem a contento.

Saudações aos marketings de Grêmio (especialmente) e Topper que nos proporcionaram uma baita festa, como há tempos não víamos. Deram show de organização. Achei muito bacana também a participação da torcida que acompanhava da social do Olímpico. Na verdade, foi esse torcedor que deu o tom da festa, animado e vibrante, que interagiu o tempo todo e foi um show à parte.

E muito mais que as atrações e o desfiles das “celebridades”, que mandaram muito bem, diga-se de passagem, pra mim o ponto alto e arrepiante da festa foi a aparição de quase todo o plantel de jogadores, comandados, certamente, pelo Santo, vestindo o Manto que eles, daqui em diante, terão a responsabilidade de honrar em campo. Bem ali, à minha frente, Renato, emocionado,  com a 7 que o consagrou e nos abriu as portas do mundo. Não deu pra segurar a emoção. Um a um ingressando na passarela tal qual estivessem adentrando em campo para mais uma batalha, mostrando também ali o comprometimento de um grupo que sabe onde quer chegar.

Na “teoria”,  foi tudo muito lindo, perfeito. Amanhã, acontece o lançamento na prática, diante do Oriente Petrolero, reiniciando nossa caminhada Rumo ao TRI.  Que, de fato, a camisa siga a tradição de vitórias e nos leve às glórias. Que a festa seja completa.

Nesta quinta, teu lugar é no Monumental. Com a mítica do Manto Sagrado em campo e teu grito na arquibancada, fica bem mais fácil.

Dale!

Homenagem pro Grêmio Copero

Lançamento Uniformes Grêmio 2011 (2)

Vou torcer pro Grêmio bebendo vinho

Lançamento Uniformes Grêmio 2011

Tricolor, Tricolor, Tricolor…

Lançamento Uniformes Grêmio 2011 (3)

Lançamento Uniformes Grêmio 2011 (4)

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E se fosses o Portaluppi?

Publicado em 08/fev/2011 por .
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No início de janeiro, quando oficialmente o Grêmio abria os trabalhos no Olímpico, o Charles lançou uma questão acerca do time que cada um gostaria de ver atuando, com os nomes que se apresentavam no momento.
Passado pouco mais de um mês, de lá pra cá muita coisa mudou no que se refere a jogadores. Alguns dados como certos sequer chegaram. Saídas aguardadas e outras, inesperadas, contribuíram para uma mudança significativa no grupo. E mesmo sem contar com uma equipe considerada a “ideal” nesta largada, começamos bem no entrevero e garantimos nossa 13ª presença na COPA.

Com a exigência do TRI pela frente, felizmente a direção não cruzou os braços. Além do Lins – que chegara no final do ano passado e já deixou sua boa impressão marcando no GREnal -, do Vinícius Pacheco que já mostrou trabalho ao comandante Renato, os recém chegados Rodolfo, Escudero e Carlos Alberto surgem com muito boas possibilidades de titularidade. Tem ainda o Collaço, o W. Magrão, o Borges (que volta de lesão). Nomes que vão surgindo e, se não estiverem entre os 11, se tornam alternativas num grupo que precisa ser forte.

O setor defensivo muda? Lúcio permanece no meio, volta pra lateral esquerda? Adílson segue ao lado de Rochemback na volância? Quem formará dupla com o André Lima? Douglas, Escudero e C. Alberto atuarão juntos? Contando com nossa confiança, Portaluppi tem a missão de montar um time nos moldes daqueles que sonhamos para disputar a Libertadores, capaz de honrar com a história que ele próprio ajudou a construir e que, daqui quatro meses, seja coroado com a conquista da América.

Diante deste novo, mas agora real cenário:

No lugar do Portaluppi, qual seria o teu Grêmio ideal?

EM TEMPO

Tínhamos prometido sortear duas camisetas do Grêmio Copero entre os participantes que comentaram no post PROMOÇÃO: MEU TIME PARA 2011. E como promessa é dívida, divulgamos agora os sorteados:
COMEDORES DE CARNE VERMELHA – Érico Scherer
LIBERTADORES: RUMO AO TRI – André Schmidt

Parabéns!

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Jamais temer!

Publicado em 24/jan/2011 por .
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Estou no Brasil para breves férias. Meu pai, o maior gremista vivo, mostrou-me o celular com um aviso da saída do Jonas.

“Adeus Libertadores, acabou tudo” – pensei.

No meu peito, estampado na camiseta, “Slint”. Não sei por qual razão lembrei dessa gente do Kentucky, lembrei de “Washer”, lembrei de vê-los ao vivo, em shock, nas terras de Thatcher. Pus “Washer” enquanto escrevo isso. De alguma forma tudo está relacionado e, além disso, faz sentido.

Pro inferno com a gestão sem títulos e desse contrato de aborto com o Jonas legado pela era D.K. Que se expliquem se explicação houver.

“…I know it’s dark outside
Don’t be afraid…”

Nós somos o Grêmio, sempre Grêmio!

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