Tag: gremio
Que assim seja!
Publicado em 02/set/2010 por Aline Cardias.
Tags: BR10, gremio, olimpico, vitoria

foto de Neco Varella
Vitória. Imprescindível pro momento, pra continuidade, pro ânimo do Renato, do time, do torcedor, do Grêmio como um todo. Saúdo imensamente a conquista destes três pontos. Independente de atuação, de rendimento, do que quer lá que seja. Vencer era mais que necessário. O único resultado aceitável.
Jogo com cara de decisão. Como toda disputa será daqui pra frente. Torcida que atendeu o pedido da direção, congestinou ainda mais o trânsito porto-alegrense, chegou em massa ao Olímpico até mesmo quando já rolava a bola no impecável gramado do Monumental, e jogou junto, como deve ser sempre. O clube JAMAIS deve preterir de sua torcida. JAMAIS.
Voltar a respirar o pulsar de 30 mil gremistas parece ter feito bem aos jogadores. Bom primeiro tempo, Grêmio alinhado, coletivo funcionando, rede balançando. No “aparente” rodízio do ataque, Jonas acertou a bola da vez. O gol perdido pelo Borges não comprometeu, mas a dobradinha precisa voltar a ser mais efetiva. Segundo tempo de um Grêmio que preferiu valorizar o gol e o resultado a tentar definir a partida que, desta vez, não nos pregou surpresa no final.
O agora capitão Rochemback volta a ascender nessa passagem de altos e baixos pelo Tricolor. Longe de ser o volante dos sonhos, mas ao lado do alemão Adílson conseguiu dar algum resguardo à zaga e sustentação no meio campo inconsistente já que a dupla Souza/Douglas ainda tenta se acertar. Com o setor defensivo mais equilibrado, daria nova chance ao Neuton na lateral esquerda.
Sábado novamente decisão. Sem os pulsar dos 30 mil gremistas, mas com a esperança de que, assim como as vitórias, a Mística Tricolor também volte a despertar.
Que assim seja.
Pra frente Grêmio.
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Ainda é pouco
Publicado em 30/ago/2010 por Aline Cardias.
Tags: Brasileirão 2010, gremio, portaluppi, vamos sair dessa
Como não vi o jogo, prefiro não analisar o que ouvi através dos olhos dos outros. Mas confesso que não estou convencida que o empate tenha sido, de fato, um bom resultado. Quem sabe o foi considerando o tabu da Arena, as dificuldades de vencer fora de casa - situação que se arrasta desde o ano passado quando conseguimos a façanha de vencer APENAS uma partida longe do Olímpico no BR -, o momento técnico gremista, etc, etc, etc. Sei e sinto o quanto está dificil o caminho e que, dentro do contexto, este UM pontinho é bem-vindo. Mas não dá pra ficar protelando a reversão do quadro. Como disse anteriormente, o Grêmio patina e não sai do lugar. Isso me preocupa. Dói. A evolução destacada precisa sair da teoria passando à prática: bons resultados em sequência e o distanciamento da zona deplorável do descenso. E como o Tricolor, me torno repetitiva: ganhar, no momento, da forma que for, é o mais importante.
Não estou desmerecendo o trabalho que o Portaluppi vem fazendo. Ao contrário, acredito demais nele. Tem corrido contra o tempo pra arrumar a esculhambação deixada pelo Silas e, aos poucos, vai tentando fazer o time jogar. A propósito, inadmissível que em setembro ainda estejamos discutindo time ideal, forma de jogo…herança maldita que espero não leve tempo demasiado para ser desfeita.
Tempo este que o torcedor gremista tem para se redimir. Lamento que o clube tenha novamente que apelar pela presença da torcida no Olímpico. Tão ridícula quanto a colocação do time no Brasileiro é a presença de público no Monumental. Não dá pra simplesmente usar a fase como justificativa. Omissão nunca combinou com o gremista. Não deixemos que a condição de respeitado e temido fator local, alçada nos últimos anos, se perca no tempo. A tabelinha time e torcida precisa voltar a acontecer.
Quarta-feira, assim como o Grêmio, tens a chance de reverter a situação.
Te espero lá!
Dale!
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História Universal da Infâmia*
Publicado em 07/jun/2010 por Leonardo Fleck.
Tags: Borges, gremio, infamia
*título de livro do enorme Jorge Luis Borges.
O Ceará disputa o mesmo campeonato que o Grêmio, só que o primeiro joga a lo Grêmio e lidera em pontos a competição, e o segundo joga a lo Silas e é uma vergonha para a centenária instituição. O Ceará teve a vantagem de jogar em casa 4 das 7 partidas que disputou até aqui, vá lá. Uma a mais que o time de Silas, porém venceu fora de casa sem descuidar um ponto sequer como mandante, tremenda a diferença com o time de Silas, repare. Apenas 7 jogos em um longo campeonato podem não significar nada, dirá o diretor preocupado em manter as esperanças acesas numa torcida que SEMPRE acredita, mas significam SIM, senhores diretores. O elástico 2×0 aplicado pelo Ceará no inexistente Avai foi o máximo de gols marcados em uma só partida. Honrosas vitorias de 1×0. Somente 1 (UM) gol sofrido, repito, somente 1 (UM) gol sofrido e somente 7 gols marcados bastaram para posicionar o Ceará no lugar em que deveria estar ocupado pelo Grêmio, caso jogasse como Grêmio. “Ah!!!! Mas o Grêmio está com mais de um time lesionado” – dirá o apressado compreensivo ou a mansa ovelha do pastar incondicional. Ok, mas os jogadores do Ceará são melhores do que os reservas do Grêmio? Os salários são mais altos? A infra-estrutura é melhor? A torcida apóia mais? Não! Felipão fez jogar até as pedras e delas montou mais de um time vitorioso. Time faceirinho, jogando pro ataque e descuidando da defesa. Ótimo jogar pro ataque, mas e a defesa desse jeito serve? Presta pra gremista ver esse tipo de situação? Não, não presta, não serve pra nada! Ora bolas, até quando? Pôr a culpa dos reiterados fracassos nas debilidades do elenco é comprar e abençoar um discurso vazio e pobrinho pobrinho de gremismo. E o Felipão, quando será anunciado? Ah, não será? Será pelo Palmeiras? Sei, entendo. Entre bocejos espero a copa não passar. Que seja eterna. Nada mudará na volta meus caros. Falta técnico! Falta vestiário! Falta Grêmio.
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Impressões de um domingo no cerrado
Publicado em 28/set/2009 por Charles Hansen.
Tags: derrota, goias, gremio
O Grêmio esteve tão perto da vitória quanto da derrota no confronto de ontem. Infelizmente, para nosso dissabor, ocorreu o indesejado. Para um jogo de seis pontos – assim o tratamos no discurso a semana inteira – faltou jogar como decisivo. Faltou pegada.
Jogamos nem mal e nem bem, apenas jogamos. Como numa pelada de final de semana com os amigos onde a diversão é jogar e o resultado é apenas consequência. O Grêmio jogou e deixou jogar, aceitou o jogo, construiu a sua derrota. Os gols tomados foram fruto da desatenção; faltou uma boa dose de ritalina na dieta tricolor.
E agora, tchê? Lamber as feridas e seguir acreditando. A tabela encrespa um pouco com dois jogos fora na sequência após o enfretamento com o Sport. Obsessão é o G4, há tempos acredito nisso. Não existe mais a opção ”deixar para depois”, o campeonato está afunilando. Ou se pontua de 3 em 3, ou LA só em 2011.
…..
PONTO POSITIVO – Meio campo gremista presente. A bola deixou de ser ligada diretamente entre a defesa e o ataque pelo menos em boa parte das jogadas.
PONTO NEGATIVO – Marcação é contato físico, chegar junto. Marcar por aproximação esperando o adversário errar nem sempre dá resultado.
PERGUNTA – O que o Thiego fez para merecer renovação de contrato até 2014?
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Das obviedades
Publicado em 01/set/2009 por Aline Cardias.
Tags: confio em ti, gremio, não dá mais pra perder tempo, rumo à LA10?
Sinceramente não sei mesmo mais o que dizer sobre este momento do Grêmio. É tudo muito óbvio e, ao mesmo tempo, muito estranho.
Este discurso que ouvi muito domingo de que “pelo menos não perdemos” não me serve nem um pouco. É uma acomodação derrotista que não faz parte do meu histórico como gremista.
Conseguimos reagir por três vezes e fomos além. Ficamos à frente no placar, feito alcançado somente uma única vez nestas indiadas fora de casa (contra o Coxa). E o Botafogo chora de ruim. Tomamos um gol de uma naba que atende pelo nome de Leandro Guerreiro e tenho que me conformar simplesmente porque não perdemos?
Droga de tempo que se arrastou, droga de time que não acreditou, droga de Autuori que deu uma de Juarez…
Diante dos muitos pontos que já perdemos fora – e que farão falta mais adiante – nem mais os empates são celebrados como bons resultados. Ainda mais quando a possibilidade da primeira vitória além Monumental se tornou bem real…só não foi tão real quanto a própria realidade gremista de não vencer fora de casa.
Após o jogo contra o Galo meu irmão utilizou uma frase que, acredito, sintetiza um pouco esta dicotomia de campanha que faz o Grêmio no BR09: Me engana que eu gosto, Tricolor…
Expressão que, de certa forma, não deixa de ter um quê de razão.
No sábado voltamos a atuar em casa e, na mesma proporção que passamos a“desconfiar” de vitórias fora, acreditamos piamente que no Olímpico não tem prá ninguém. O Grêmio vence, joga razoavelmente bem e ficamos com aquela “falsa impressão” de que agora vai, quando, na verdade, nada muda.
Ainda bem que eles acontecem, mas, infelizmente só os resultados caseiros não nos elevam à condição que buscamos na competição. Não tem outra saída: se o Grêmio almeja mesmo algo mais que a sul-americana, MULTIPLICAR vitórias fora, a partir de agora, passa a ser imprescindível…e bem dramaticamente, quase uma questão de vida ou morte. Ainda há tempo.
Eu sei que tu podes, Tricolor!
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Por um Duda mais presidente
Publicado em 15/abr/2009 por Aline Cardias.
Tags: cadê o presidente, duda kroeff, gremio
Passei dois anos vivendo e respirando o Grêmio nas suas entrelinhas. Paulo Odone teve seu desgaste natural e seu “tempo” enquanto presidente se encaminhava para o fim. Estava, sim, na hora de mudança de ares. Eleição presidencial e a perspectiva de uma renovação me agradavam. Muitas costuras políticas e alguns rachas revelaram os nomes de Antônio Vicente Martins e Duda Kroeff como postulantes a comandarem o Tricolor.
Nunca tive preferência escancarada por este ou aquele. Ainda que nenhum fosse dotado de uma larga experiência na gerência do futebol, considerei que o Grêmio estaria bem servido qual fosse o escolhido. No dia 18 de outubro mais de 2.500 sócios optaram pelo filho do patrono. Ainda que sua última atuação diretiva tenha sido em uma época nada feliz, a chance de fazer “algo mais” pelo Grêmio, agora, tornara-se uma obrigação.
Apostei nele, mas quase quatro meses após sua posse ainda não consegui ver confirmado na prática o Duda Kroeff presidente, aquele do discurso “sangue fervendo pelo Grêmio”. Não que seja uma gestão fundamentada totalmente em erros, mas é que os acertos demoram demais para acontecer, quando acontecem.
Sinto falta de pulso de presidente, daquele que assume a bronca e mata no peito na hora da decisão.
É inadmissível que em meio a uma Libertadores ainda estejamos discutindo e pedindo por um departamento de marketing decente, mais atuante, ou então assistindo de camarote os “homens fortes” do futebol gremista quase implorando, de joelhos, pela vinda de um técnico que não demonstra a mesma reciprocidade. É demais pra nossa grandeza.
Não tenho saudade do Odone.
Tenho saudade do Grêmio batalhando de verdade para ser campeão, seja do que for. Sei que não se trabalha com o futebol como se trabalha com lógica. Mas têm coisas que estão tão em evidência que não precisa ser nenhum supra-sumo da inteligência pra identificar.
Está na hora do Duda sair de trás da mesa da sala presidencial e começar a acreditar mais nele como presidente. Certo que Krieger e Meira são os dirigentes de sua confiança, mas não pode ficar delegado a eles todo o poder.
Em tempo: encrespado o jogo desta noite. Voltar do Chile com ponto(s) na bagagem é uma necessidade ainda mais que pode embolar tudo dependendo do resultado do outro jogo do grupo.
Acredito que o time ainda terá reflexos do antigo técnico. A não ser que o Rospide seja um gênio e consiga mudar radicalmente o que ele próprio trabalhava a meses. Não vai se meter de pato a ganso numa hora dessas.
Seriedade à zaga e tranquilidade ao nosso ataque. Acabou a temporada de chances de gol perdidas.
Vamos Grêmio, queremos a Copa!
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Moedor de carne.
Publicado em 30/dez/2008 por Leonardo Fleck.
Tags: arena, gremio, moedor de carne
O assunto ainda vai render muito, mas não dá pra não tocar nele outra e outra vez. Arena.
Entendo e respeito a apreensão de parte da torcida gremista receosa de perder benef’icios adquiridos e afins. Ojalá sejamos todos respeitados como corresponde ao senso comum e ao que consideramos correto e de direito.
Entendo e respeito, mas não há como não desejá-la, não entendê-la e não aceitá-la como parte de um futuro que precisa ser desejado, entendido e aceito. O Grêmio deve adequar-se ao lucro e ter um estádio que será uma rentável máquina moedora de rivais (no melhor estilo Grêmio) é adaptar-se perfeitamente ao lucro e essa é a opinião de quem escreve. Futebol é paixão e é negócio, não há muito a ser discutido sobre isso. Honestamente, prefiro uma Arena rentável do que vender obrigatoriamente ano a ano jovens promessas a cambio de manter a saúde das finanças.
Entendo e respeito o sentimento de perda irreparável que todos sentiremos ao ver o Monumental pela última vez, porém ruína por ruína prefiro a que posso escolher, tirando a bajo. Que se faça o sacrifício, o Grêmio é muito maior que o Olímpico, muito maior que o Fortím da Baixada.
Desejo com fervor religioso pelo primeiro jogo no moedor de carne (que seja em uma Libertadores), para que qualquer dúvida que haja existido, silencie para sempre.
Vamos Grêmio!
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Souza, porque no te callas?
Publicado em 06/nov/2008 por Aline Cardias.
Tags: gremio, jogadores, torcida
Não sei o que está acontecendo. Depois de ter que engolir a seco as críticas arrogantes de Celso Roth aos torcedores que foram cobrar por uma postura “mais de Grêmio”, agora quase me engasgo com as declarações do Souza, cobrando paciência e pedindo que tomássemos como parâmetro os torcedores amargos.
- A gente tem o exemplo aqui do lado e você não vê isso. Qual o melhor elenco do Brasil? Qual o time que deveria estar brigando pelo título? O Inter está fora até da luta pela Libertadores e isso não acontece lá.
Parem as rotatórias.
Essa pobre e infeliz manifestação confirma que o jogador não conhece MESMO a representatividade que tem o torcedor para o Grêmio e vice-versa. E se até agora ele não conseguiu perceber isso, é porque não merece fazer parte desta história.
Mas continuaremos seguindo e apoiando o Tricolor, independente do que digam jogadores, dirigentes. Todos eles passam.
“O Grêmio é da torcida, é da sua gente…”
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Celeste!
Publicado em 28/ago/2008 por Leonardo Fleck.
Tags: gremio, rumo ao tri
Não sou hipócrita, lógico que eu gostaria de haver classificado, mas tampouco sou idiota de não reconhecer que o tri nacional vale muito mais que essa copinha jeca. Que baita orgulho empatar esse joguinho em dez minutos, saindo de dois a zero contra e jogando com reservas contra os diamantes-galáticos-barris de carvalho-pífios-moranguinhos do aterro que recuaram até o limite do riso, cagagadinhos. Como quem diz, te liga amargo, se EU quisesse, EU passava. Banguzinho vive!
Avanti Grêmio rumo ao Tri!
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Mais um degrau
Publicado em 01/ago/2008 por Aline Cardias.
Tags: gremio, torcida
A vitória diante do Coritiba, mais que a confirmação da liderança pela terceira rodada consecutiva, destaca o equilíbrio do time neste brasileirão, fator decisivo para quem almeja não ser mero participante da competição, e que fez a diferença no campeonato passado. É a campanha fora de casa – quatro vitórias e dois empates dos oito jogos disputados – que dá esta condição de regularidade ao time de Roth. O técnico, apesar das contestações, tem conseguido montar uma equipe também competitiva fora dos domínios do Olímpico. Dos 32 pontos conquistados, 14 vieram na bagagem, quebrando tabus e comprovando que, pra quem quer alcançar o topo, pontuar fora é essencial. A equipe parece que está se arrumando. Tcheco, além de ter agregado qualidade ao meio campo Tricolor, tem se destacado pelos cruzamentos, quase sempre perfeitos e quem vêm surgindo como excelente alternativa de bola parada. A zaga segue dando conta do recado. Pereira tem vivido seu melhor momento no Grêmio. E o ataque, ainda que Perea seja um jogador irregular, tem conseguindo colocar a bola no fundo das redes, com Marcel voltando a marcar. Mas ainda aguardamos por um jogador para o setor, afinal, grupo é tudo em um campeonato desta envergadura. Com a entrada dos novos contratados, o time deve passar por modificações nas próximas rodadas. Mas a postura e vontade de vencer, esta deve ser mantida, dentro e fora de casa.
Parabéns à torcida gremista, que tem estado com o Grêmio, onde o Grêmio estiver.
Dale!









