Tag: gauchão
Até que enfim a bola rolou.
Publicado em 20/jan/2013 por Charles Hansen.
Tags: 2013, Banguzinho, gauchão, vitoria
Baita foto do Francis Targanski. Comemoração do primeiro do Lucas Coelho.
21h04 de Domingo. Domingo completo porque a bola volta a rolar de forma oficial para o Grêmio. Domingo de saborear vitória, domingo de olhar pra frente e curar a ressaca desse começo de ano.
Nunca, desde a existência de desse blog, houve um começo de ano tão polêmico e tensionado. Polêmico por crises criadas pelos jornaleiros que, em tempos sem futebol, precisam preencher as lacunas dos seus veículos. Precisam audiência, precisam faturar. Tensionado porque o torcedor, aquele da opinião bom/ruim/acho influenciados pelos jornaleiros, cobra sem critérios 12 anos em mês.
Optei por calar, observar e esperar o dia de hoje.
A bola rolou. O Grêmio venceu e esperança, que devia estar latente no torcedor desde sempre, é renovada. O Esportivo é ruim pra caramba, mas na estréia do Bangunzinho passamos o rodo. Dois gols, bons presságios. Ainda é cedo para afimar qualque coisa, mas desses time que jogou fatalmente 2 ou 3 nomes se afirmarão e, se tudo der certo, confirmam uma boa base e ascenderão ao profissional.
Que a vitória de hoje continha o sofrer de muitos.
Que a vitória de hoje seja estopim para um grande resultado em Quito.
PS: Reverencias ao Gremio de Rui Costa. Vargas veste azul-preto-branco.
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Bonecas chiliquentas vs torcida de verdade.
Publicado em 13/mai/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: gauchão, humildade, orgulho, seriedade
O Olímpico Monumental lotará sem a necessidade de esforço extra. Casa cheia para empurrar o time a mais um título de Gauchão, o primeiro de Renato Portaluppi em sua volta ao lar.
Respeitar sempre o adversário mantendo os pés no chão, demonstrar a seriedade, o orgulho ferido e a humildade que demonstramos na última partida – dentro de campo – é o que o Grêmio, nós, precisamos fazer. E isso sim requer um monumental esforço. O Grêmio sabe que, somando todos os elementos citados à enorme vantagem CONQUISTADA na partida anterior terá garantido, também, a permanência do título em casa.
Do outro lado estarão os amargos. E eles podem bradar nas TVs, jornais e rádios os impropérios mais vis, mais desmedidos do menor dos seus torcedores, dessa vez também dirigente, que conseguirem bradar. Podem bradar até através de seus avatares jornalistas. Eles podem tentar condicionar, interferir, manipular a SEMPRE suscetível imprensa e a SEMPRE parcial arbitragem gaúcha. Eles sempre tentam. Eles até contarão em campo com o assistente que tripudiou a grave lesão de um dos nossos atletas. Agumas coisas fazem parte do jogo. Mas o que não faz parte dele precisa acabar. Essa cultura da bobagem a soldo que essa gente alimenta e que a essa gente interessa manter precisa acabar. Que se virem com seu remendão de aluguel, com seus curto-circuito e bate cabeças, com suas disputas de vaidade, com suas práticas rasteiras de exercer a rivalidade, com suas bonecas chiliquentas dentro e fora do campo. Que a imprensa, então, ocupe-se disso. Que seja, afinal de contas, imprensa.
Precisa acabar e é com o que eles não têm, nem jamais terão, que começaremos a sepultar com pás de cal e terra. Alma, força de empurre que nasce dentro de cada um, corre elétrica pelo corpo e descarrega em grito pela garganta nas arquibancadas sem a necessidade de saber se no vizinho fizeram também. Do lado de cá não há espelhismos, não há mamonas, não há necessidade de se inventar uma torcida pra rivalizar, fabricar pra só depois responder. O que nos diferencia é o peso histórico de existir pela camiseta, brote espontâneo legitimado pelo ineditismo e confirmado pela imitação que se seguiu. “Olha a festa…”.
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Força da Base
Publicado em 04/abr/2011 por Aline Cardias.
Tags: classificacao, gauchão, vitoria
* O texto é uma baita colaboração do nosso amigo e leitor Cristiano Berwanger, vulgo COB, que divide conosco sua opinião e dá seus pitacos sobre o jogo de ontem. Gracias!
Comemoração do Leandro registrada pela lente do Ducker
Jogo de Gauchão, pegado, truncado, recheado de faltas. Podemos entender assim parte do jogo da tarde ensolarada no Monumental. Grêmio teve dificuldades para bater por 2 a 1 o Veranópolis, mas justiça foi feita e Leandro e Borges garantiram a vitória para quem quis vencer a partida.
Primeiro tempo pouca coisa aconteceu, a não ser o abuso de faltas cometidas pelo VEC. Forte marcação que levava de encontro a proposta do time da serra de, no mínimo, empatar o jogo. Por vezes via-se os onze jogadores deles praticamente dentro da sua própria área.
No segundo tempo começou a aparecer o brilho de Leandro que sofreu falta na frente da área e, na cobrança rebatida, com a sobra de bola na grande área, no lugar certo abriu o placar. Antes do segundo gol, Leandro ainda “proporcionaria” a expulsão do goleiro do VEC que tentou agredir o guri após divida.
Grêmio ganhou em criatividade com a entrada de Pessalli, no meio, sofrendo o pênalti aos 40 minutos, convertido por Borges depois do goleiro defender a cobrança e, no rebote, sobrar para o próprio estufar as redes. Fatalidade explicaria o gol do VEC, passando sem desconfiança não fosse a corneta da imprensa.
Três pontos, primeiro lugar na classificação geral garantida, segunda partida da final (se necessário) no Olímpico, vitória importante que passou pelos pés da gurizada. Bom trabalho da base tricolor. Agora tudo é Libertadores.
Em tempo:
- Chega de camisas diversas de outros clubes dentro do Olímpico;
- Talvez a carência de títulos de grande magnitude explicaria a impaciência da torcida por parte de alguns jogadores. Corneta demasiada vinda das arquibancadas que não agrega nada;
- Rochemback vem gastando a bola a tempo. Nosso 10 é o 5.
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Bloodbuzz Olímpico Monumental.
Publicado em 25/mar/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: bloodbuzz, coca-cola, conselho, deliberativo, gauchão, monumental

Foto: Richard Ducker.
Enquanto no Catar anunciava-se um guarda-chuva voador, no sul do mundo azul o logo da Coca-Cola emporcalhava de vermelho o gramado sagrado do Monumental em dia de tempestade de gols que inútil não apagará o fogo que consome o Conselho Deliberativo. Um pouco mais ao sul, do mesmo mundo azul, pergunto, haverá algum dia dissenso respeitoso novamente?
O melhor do Gauchão é a estética. Lamento muito a grama do Olímpico ser tão boa – saudade sincera do potrero pré-95 – aquilo sim era campo. Aos apreciadores do referido campeonato sugiro que iniciem uma campanha contra os responsáveis!
Aproveito o texto para outra pergunta, desta vez seminal, não se fabricam mais camisetas do Grêmio manga-longa não?
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O fato ou a interpretação dele?
Publicado em 18/fev/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: carlos alberto, Copa do Brasil, gauchão, libertadores
Em 1995 o Grêmio ganhou o Gauchão com o banguzinho, a Libertadores com os titulares e chegou a final da Copa do Brasil, perdendo o título em casa com a própria torcida cantando o hino do clube ao final da partida, em mais uma demostração de grandeza, agradecendo a entrega e o desempenho tidos até então. Pra quem não lembra, as três competições eram disputadas como ainda são hoje, no primeiro semestre. Aonde quero chegar? Bom, não acho que os clubes que disputem a Libertadores devam ser punidos com a proibição de disputar a Copa do Brasil e, entre o Gauchão e ela, Gauchão serve pra quê, mesmo? Também não acho justo com os jogadores expô-los a semelhante massacre físico. Que joguem os clubes do interior, campeão e vice entram na Copa junto a dupla Gre-nal ou ainda, que os primeiros 4 colocados disputem posteriormente, em duas chaves encabeçadas pela dupla, um triangular cujos campeões fazem a final em ida e volta. Resolvemos o Gauchão pra dupla em um mês e não se fala mais nisso.
A própria Copa do Brasil já é digna de questionamentos, essa matéria aqui levanta algumas bolas pra área, não dependerá do talento de goleadora da avó do amigo leitor pra empurrar alguma delas pra rede.
Sobre a estréia ontem, além de tudo que já foi dito e escrito por aí, se alguém duvidou do acerto na vinda do Carlos Alberto e, consequantemente do critério do Portaluppi ao trazê-lo, duvidou até ontem. Não que eu entraria em campo sem dois volantes de ofício, mas essa é outra história. Da gosto de ver sair e entrar do time jogadores de hierarquia, temos plantel pro título, torcida pro título, treinador pro título e fome obsessiva de glória. E um elogio que devo há algum tempo, apesar de o ter defendido quando queriam a sua saída, tá jogando muita bola o capitão Rochemback. Em tempo, até a braçadeira de capitão da Topper é mais decente que a da Puma, até a braçadeira!
Não, não foi penalty, mas há alguma dúvida de que não nos importa no mais mínimo como venha a vitória, desde que não paguemos ninguém por ela? Tá, eu sei que essa é uma questão moral, mas já que é impossível evitar o erro humano, já passou da hora de errarem também pro nosso lado, não é mesmo? De forma torta haveria um equilíbrio, oras, é isso ou a ajuda eletrônica, o fato ou a interpretação dele, o que será?
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Arruma aqui, ajeita ali…chegaremos
Publicado em 06/fev/2011 por Aline Cardias.
Tags: gauchão, temporada 2011, vitoria
Ao contrário daqueles que fazem terra arrasada pelo time ainda não estar na ponta dos cascos após oito jogos na temporada, vejo como satisfatória esta campanha do Grêmio no entrevero até aqui. Longe das goleadas que, muitas vezes maquiam problemas bem maiores, os resultados estão condizentes com as atuações, evidenciam com uma boa dose de realidade nossas deficiências, mas também nos permitem, dentro de um contexto que se mostra favorável, prospectar melhoras conforme o caminho for sendo percorrido.
Especificamente sobre o jogo do sábado – disputado pelos jogadores e observado pelos quase 10 mil torcedores em condições quase insalubres – contra a equipe Grená, uma das então “sensações” do Cocacolão, não fugimos muito à regra dos outros já disputados na competição. Além dos placares que nos dão uma condição muito boa na classificação, Renato tem aproveitado também para praticar suas observações, não pensando somente no time titularíssimo, assim como naqueles substitutos que devem estar no mesmo nível. Bem ou mal, o gauchão tem servido pra isso. Como bem sabemos, a Libertadores exigirá um grupo forte.
O ataque passou em branco. O André Lima esteve bem, mas o Viçosa terá que jogar bem mais se quiser ter seu lugar ao sol no time. Somente vestir a mítica 7 não adianta. Mas é a zaga que tem me causado preocupação. Confesso que não consigo digerir muito bem esta sina de levar gol em praticamente todas as partidas. As vitórias, por hora, têm sustentando, mas nem sempre será assim. Rodolfo chega credenciado para brigar pela titularidade, mas mais que a troca de jogadores, posicionamento e desatenção precisam ser corrigidos. Na meia cancha, ainda que o alemão Adílson tenha dado conta do recado ano passado, e goste do seu futebol, carecemos de um volantão para atuar ao lado do Rochemback. Não vejo, ainda, nem o Magrão com esta característica. Lúcio tem contribuindo muito no meio, mas se o Collaço não repetir as boas atuações, clamo por seu retorno à lateral esquerda. Lamentavelmente o Gilson é limitado.
Carlos Alberto e Escudero já estão aí. À disposição, bem preparados fisicamentes, um trabalho e tanto para Portaluppi: formar e fazer jogar uma equipe que resgate nosso espírito, faça valer nossos maiores valores e que, acima de tudo, nos traga o TRI.
Dale! Avante, Grêmio!
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Te alentaremos para sair campeão
Publicado em 08/abr/2010 por Aline Cardias.
Tags: dale grêmio, gauchão, quartas-de-final
Ainda que todos os fatores conspirem a favor do Grêmio pra partida desta noite, o embate com o Pelotas está longe de ser jogo jogado. Os 51 jogos de invencibilidade em casa, as 15 vitórias consecutivas, a melhor campanha no entrevero…amanhã serão apenas números se o objetivo dentro de campo, hoje, não for alcançado.
Vitória é sempre o esperado. Nos acostumamos, há muito tempo, a nos encaminharmos pro Olímpico com esse sentimento. E pra que esta rotina vitoriosa seja mantida, tem que ser mantido também o foco no jogo, na conquista da vaga à semifinal com seriedade e, consequentemente, no título (obrigatório) do Gauchão.
Não esperemos uma partida moleza. O Pelotas não foi adversário fácil no primeiro turno. Jogará pra repetir o Ypiranga e, quase o Noia. Com a força da torcida no Monumental – também pra manter nossa casa invencível - o Grêmio esta noite precisa repetir o Grêmio…vencendo.
Queremos, pela 16ª vez, a vitória. Custe o que custar.
Aí é so correr pro abraço.
Foto: ducker.com
Dale!
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Caminhando o caminho
Publicado em 29/mar/2010 por Aline Cardias.
Tags: gauchão, invencibilidade, liderança, vitorias
A campanha invicta no returno do entrevero, assim como a evolução gradual apresentada nas últimas partidas, possibilitou ao Tricolor, ante o Esportivo na tarde outonal do domingo, conquistar a 50º partida de invencibilidade no Monumental quase que em ritmo de treino. Construímos o resultado – que garantiu o primeiro lugar da chave – num jogo sem muitas exigências e, mesmo com as alterações técnicas, a equipe não se perdeu quanto a forma de jogar.
As ausências de Mário Fernandes, Adílson e Douglas – pra mim a mais sentida – não permitiram ao Silas a repetição da equipe dita no momento como titular, mas surgiu como boa oportunidade de observar e até confirmar (ou não) alternativas imediatas de algumas posições. Magrão retornou bem, aguçando minha curiosidade em vê-lo atuando, com sequência, ao lado do Adílson, formando, assim, nossa dupla de volantes. Mas por ora penso ser dificil já que o Ferdinando é a opção preferida e, até então imexível do treinador. Maylson só sai do time se seu rendimento cair muito e se o Leandro voltar com tudo. A cada partida o guri garante sua merecida titularidade. O Mithyuê não foi o mesmo de outros jogos, mas é claro que desconto o fato dele não ser armador e, de ontem, ter tido esta responsabilidade. Aliás, esta é uma preocupação que ficou evidenciada: o Douglas hoje não tem substituto. E o Rochemback…tá fora de forma, de ritmo e do time, perigando, daqui uns dias, nem concentrar mais.
O ataque deveu. Jonas novamente com a faísca atrasada e o Willian, por vezes, pensei que nem fardara. Cada atuação do jogador reforça nosso desejo de retorno imediato do Borges. Setor que também carece de reposição, a não ser que o Bergson, como os outros guris, desponte e se torne uma boa alternativa. Por enquanto, ainda não teve chance de mostrar seu futebol.
Despasito nos encaminhamos pro que almejamos com relação ao time e, esperamos, conquistas. Acho certo o Grêmio querer liquidar a fatura já na Fábio Koff, garantindo o título sem a tensão de duas finais, quem sabe, em meio a uma fase mais pegada da Copa do Brasil que, a propósito, é nosso compromisso quase que sagrado da quinta-feira santa.
Avante Grêmio!
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Juízo e futebol
Publicado em 22/mar/2010 por Aline Cardias.
Tags: gauchão, invencibilidade, liderança, vitorias
Foto Clicrbs – Edson Castro
Com a conquista do primeiro turno do Gauchão, por vezes questionei-me se o Tricolor puxaria o freio de mão nesta segunda fase do entrevero. O resultado e mais que isso, a reação gremista na partida deste domingo pôs fim a esta dúvida e, considerando a campanha no returno, penso que o Grêmio quer sim liquidar essa fatura na Taça Fábio Koff.
Já não era sem tempo, o time gremista vai ganhando forma. Dadas as circunstâncias do que temos em mãos no momento, faz bem o Silas em não mexer no time que vem ganhando. Manter a dupla de zagueiros Rodrigo/Mario Fernandes assim como Adílson na volância com Ferdinando (este parece mesmo que não sai do time) vai possibilitando o ajuste das engrenagens que tanto esperamos. Abre parêntese: posts atrás comentei que o Rochemback estaria, cada vez mais, perdendo seu lugar na equipe. Ontem, esta percepção ganhou força. Fecha parêntese.
O gol adversário deu aquela sacudida no time mesmo que a disposição do Grêmio em campo não indicava o fim da invencibilidade de então 10 partidas. O empate, pelo que vinha apresentando, era questão de tempo. A entrada de Mithyue foi sintomática pra virada. Substituindo o atacante Willian, que novamente acusou o golpe e não fez uma boa partida, o guri deu um gás novo ao ataque, liberando mais o Jonas pra fazer o que de melhor tem feito: gols. Aliás, golaço aquele de falta!
Fábio Santos foi o destaque positivo das laterais, e Douglas, com qualidade, vai assumindo o posto de articulador da equipe. Maylson ganha confiança a cada partida e, se manter a média, brigará de igual pela quarta vaga do meio campo com Leandro.
Ainda que tenhamos no que melhorar, gostei da postura do Tricolor. Estamos cumprindo com nossa obrigação de vitórias no gauchão e, de tabelhinha, azeitando a equipe pro que vem pela frente. Invencibilidade e liderança são consequência dos números da campanha gremista nesta temporada. Independente da qualidade dos adversários, estamos fazendo nossa parte.
Mais do que boas atuações, precisamos manter o espírito vencedor. Buscar a vitória sempre é um longo passo dado no caminho dos títulos.
Avante Grêmio!
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Mantendo a regra: vitória
Publicado em 15/mar/2010 por Aline Cardias.
Tags: atuação, gauchão, taça fábio koff, vitoria
![maylson-gol-[maurovieria] maylson gol maurovieria Mantendo a regra: vitória](http://www.gremiocopero.com/wp-content/uploads/2010/03/maylson-gol-maurovieria.jpg)
Maylson comemorando gol – Baita foto de Mauro Vieira do ClicRBS
Antes do jogo de ontem estava comentando com o Charles que o Grêmio não tem nos apresentado nada de novo, especialmente no que tange as quatro linhas. Mesmo com vitórias, as atuações seguem sendo repetidas com uma que outra exceção.
O resultado ante o Inter-SM não fugiu muito disso. Tricolor superior em praticamente toda a partida, se impondo como deve ser, mas demorando pra se achar em campo. Ainda assim exibição mais consistente, goleada bem-vinda e resultado importantíssimo às pretenções gremistas na Taça Fábio Koff. Vitórias no entrevero são obrigação e o Grêmio tem cumprindo com seu dever.
Minha preocupação quanto ao que o Grêmio vem apresentando em campo tem muito mais a ver com o que nos aguarda logo ali adiante, nas fases a valer da Copa do Brasil e estreia no Brasileirão. O time precisa estar azeitado pra quando os adversários exigirem do tricolor mais do que está sendo exigido. Por enquanto, está dando pro gasto.
Coincidência ou não, novamente o “acaso” deu um jeitinho de tirar o Rochemback do time pra ver como a equipe reagiria sem ele já que, junto ao Ferdinando, vinha sendo o “homem de confiança” do técnico Silas no meio campo gremista. Já senti o próprio Silas mais convicto quanto a titularidade do volante. Não sei se é apenas impressão minha, mas parace que Adílson ganha alguma vantagem na disputa pela posição.
Os laterais foram abaixo do que eu esperava. Apoiaram pouco não aproveitando toda a fragilidade dos jogadores do coloradinho pelo setor. Douglas, ainda que não tenha jogado tudo aquilo, dá um ritmo diferente ao time. Maylson desponta como uma boa alternativa pra substituir Leandro, ficando inclusive à frente de Hugo na disputa. Ao ataque, além dos gols, faltou aquele passe final calibrado resultando em muitas chances perdidas.
De ruim mesmo no domingo o público, reflexo do horário esdrúxulo da partida. Sei que é inútil o desabafo, afinal, visando a verba da TV, o clube acata tais absurdos. Lamentavel que, mais uma vez, o torcedor seja jogado para escanteio.
No mais, esperando que as dificuldades esperadas pelo Votoraty, segundo o Meira, sejam apenas com relação ao estado do gramado, horário e que não passe daquele batido discurso de “respeito” ao adversário. Pra um clube que tem sequer um estádio com iluminação decente pra receber uma partida de futebol à noite, não posso esperar do Tricolor nada menos que CLASSIFICAÇÃO na quarta-feira.
Avante Grêmio!



![Gremio x Veranopolis - Ducker (1)[1] Gremio x Veranopolis Ducker 11 e1301916117345 Força da Base](http://www.gremiocopero.com/wp-content/uploads/2011/04/Gremio-x-Veranopolis-Ducker-11-e1301916117345.jpg)








