Tag: Copa do Brasil
Loucos pelo Penta
Publicado em 07/mar/2012 por Aline Cardias.
Tags: Copa do Brasil, pelo penta, vamos grêmio
Mais uma Copa do Brasil em nossas vidas.
Sinto falta das disputas de antigamente, quando não tinha esta frescura de time que participa de Libertadores ficar de fora. Me arrepia lembrar do saudoso ano de 95, do Grêmio na final de ambos torneios, peleando até a última gota de suor a conquista dos dois. Uma pena que a competição tenha perdido um pouco de seu “brilho”.
Sabemos que pro Grêmio o quinto título da Copa do Brasil significará muito mais que a garantia na próxima Libertadores. É a chance de uma retomada mais que esperada e necessária. Oportunidade de tornar real um Grêmio que idealizamos a cada início de temporada.
Que o nosso primeiro passo na trajetória até o penta seja firme, vitorioso. Que o Luxa e seus comandados estejam igualmente imbuídos desse espírito. Que façam por merecer vestir a Tricolor.
Copa do Brasil há 10 anos sem o Grêmio levantando caneco, convenhamos, é muito sem graça.
Triunfaremos!
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O fato ou a interpretação dele?
Publicado em 18/fev/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: carlos alberto, Copa do Brasil, gauchão, libertadores
Em 1995 o Grêmio ganhou o Gauchão com o banguzinho, a Libertadores com os titulares e chegou a final da Copa do Brasil, perdendo o título em casa com a própria torcida cantando o hino do clube ao final da partida, em mais uma demostração de grandeza, agradecendo a entrega e o desempenho tidos até então. Pra quem não lembra, as três competições eram disputadas como ainda são hoje, no primeiro semestre. Aonde quero chegar? Bom, não acho que os clubes que disputem a Libertadores devam ser punidos com a proibição de disputar a Copa do Brasil e, entre o Gauchão e ela, Gauchão serve pra quê, mesmo? Também não acho justo com os jogadores expô-los a semelhante massacre físico. Que joguem os clubes do interior, campeão e vice entram na Copa junto a dupla Gre-nal ou ainda, que os primeiros 4 colocados disputem posteriormente, em duas chaves encabeçadas pela dupla, um triangular cujos campeões fazem a final em ida e volta. Resolvemos o Gauchão pra dupla em um mês e não se fala mais nisso.
A própria Copa do Brasil já é digna de questionamentos, essa matéria aqui levanta algumas bolas pra área, não dependerá do talento de goleadora da avó do amigo leitor pra empurrar alguma delas pra rede.
Sobre a estréia ontem, além de tudo que já foi dito e escrito por aí, se alguém duvidou do acerto na vinda do Carlos Alberto e, consequantemente do critério do Portaluppi ao trazê-lo, duvidou até ontem. Não que eu entraria em campo sem dois volantes de ofício, mas essa é outra história. Da gosto de ver sair e entrar do time jogadores de hierarquia, temos plantel pro título, torcida pro título, treinador pro título e fome obsessiva de glória. E um elogio que devo há algum tempo, apesar de o ter defendido quando queriam a sua saída, tá jogando muita bola o capitão Rochemback. Em tempo, até a braçadeira de capitão da Topper é mais decente que a da Puma, até a braçadeira!
Não, não foi penalty, mas há alguma dúvida de que não nos importa no mais mínimo como venha a vitória, desde que não paguemos ninguém por ela? Tá, eu sei que essa é uma questão moral, mas já que é impossível evitar o erro humano, já passou da hora de errarem também pro nosso lado, não é mesmo? De forma torta haveria um equilíbrio, oras, é isso ou a ajuda eletrônica, o fato ou a interpretação dele, o que será?
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No que quero crer.
Publicado em 20/mai/2010 por Charles Hansen.
Tags: 1977, 2010, Copa do Brasil, Decada 70, historia

Misto de sentimentos: decepção e inconformismo. O melhor Grêmio dos últimos anos perdeu na bola. Na contagem dos jogos perfeitos para a glória, o de ontem foi a exceção. Mas a classificação mesmo perdemos justamente numa vitória, a de POA, naquela emblemática que vazamos defensivamente. Ontem, de certa forma, o time fez o que se propôs a fazer. Em um confronto de grande times dificilmente se mantém a constância dos noventa minutos. Quando fomos melhores não transformamos em resultados. Sem pragmatismo, sucumbimos.
Seria uma estupidez personalizar neste ou naquele, isso ou aquilo. Comentar em cima do resultado é questionável, mas incoerente mesmo é viver de “SE”. Imponderável e condicional.
De tudo que posso dizer e a cabeça me permite pensar, não muito nesta penosa quinta-feira, é que o Grêmio desde o regresso do calvário tem chego e não levado. Libertadores 2007, Brasileiro 2008, Libertadores 2009, Copa do Brasil 2010. Ao menos pra mim já não basta. É necessário quebrar a SINA e voltar a triunfar. Urgente.
O Grêmio dos últimos anos me remete ao Grêmio da década de 70, aquele chegava e não levava. Se olhar para fatos do passado ajuda a entender o presente, e que na história os ciclos tendem a se repetir, quero crer com todo meu gremismo que logo aqui na frente nos encontraremos com as glórias que tanto perseguimos. Enquanto isso, sigo fomentando o sentimento azul, branco e preto. Te convoco pra fazer o mesmo.
Eu sou tricolor, sempre tricolor.
Te amo na boa e na ruim.
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Um só Grêmio
Publicado em 19/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: Copa do Brasil, Gremio Copero, imortalidade, semifinal, vamos grêmio
Enganadora boa noite de sono. Bastou o despertar de sonhos tranquilos pra apreensão e o nervosismo tomarem conta do meu corpo. O jogo da noite não sai da cabeça. Não tem trabalho, música, leitura que me faça desvincular da decisão de logo mais. Sou um misto de sentimentos, sensações…uma gangorra que tramita entre a crença e o sofimento antecipado. Desisti de contar as vezes que peguei meu coração quase saindo pela boca.
Não é a primeira vez e certamente não será a última que o Grêmio nos proporciona momentos de tensão como este e que, por incontáveis vezes, antecederam momentos de glória.
Ainda a nosso favor uma vantagem, que foi construída da maneira mais gremista que pode haver. Mas hoje o jogo é outro, os ânimos são outros, os jogadores são outros. O que não pode ser diferente é a entrega, a vontade, a mística do Tricolor de Porto Alegre.
Deixo de lado a escalação dos onze. Quem veste pela primeira vez o manto sabe da responsabilidade que carregará até seu último dia de Grêmio. Que representantes da imortalidade, se assim precisar, tornem-se todos. O Tricolor desta noite precisa ser um só: copero, destemido, bravo.
Estou contigo, Grêmio, até o fim!
Vamos Tricolor!
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Entre a arte e a força, somos Grêmio
Publicado em 06/mai/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2010, 4 perfeitas partidas, Copa do Brasil, vitoria

foto de Jefferson Botega – clicRBS
Sem falsas modéstias, o Grêmio de ontem foi amplamente dono da partida, consistente e se credencia para o confronto das semi-finais. Certo que há alguns pontos que não estão bem, mas num contexto geral estamos fortes para enfrentamento contra o faceiro Santos. Futebol arte contra o futebol força. Confio no futebol pragmático, sem firulas e competitivo do tricolor. Quando adentrarmos em campo fardados com a tricolor pesará a vocação nos confrontos de mata-mata. Coparemos.
Quanto a partida, tivemos dois tempos distintos. Aliás, está sendo uma característica do time. Um primeiro tempo mais burocrático, com muitos toques e pouca objetividade. Ao contrário do segundo onde jogamos verticalmente, sem perder o controle das ações. Silas acerta novamente com a manutenção de Hugo – contestado outrora – e com as entradas de Leandro e Joilson – acreditem, jogou um partidaço. A partida ganhou uma dinâmica nova com o ingressos dos atletas citados. Cai de maduro um gol do Leandro para dar confiança ao atleta, da mesma forma como ocorreu com o Douglas. Ele rende muito mais na frente que na meia cancha, pelo menos é a minha leitura. E o Neuton? Muito bem na defesa e apoiando com muita qualidade. É a base do Grêmio na ciranda das revelações.
E o ataque? A cada partida os homens da frente guardam ao menos um. Já havia escrito aqui, os Grêmios vencedores sempre tiveram ataques efetivos. Jonas e Borges, estão sendo isso, sim senhor.
Não sei é só minha, mas saio do Olímpico com a confiança renovada. Era necessário vencer em casa para retomar a estigma do imbatível Monumental. Somos sabedores que o Fluminense é um timeco, mas não deixou de ser um bom enfretamento de quartas.
Pés no chão, foco e sangue nos olhos. 4 perfeitos jogos e nada mais.
Que venha o Santos, sou muito mais Grêmio.
Pergunta: Qual a opinião dos amigos? Confiantes para o confronto das semi?
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E lá vamos nós, novamente
Publicado em 05/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: Copa do Brasil, quartas-de-final, vamos grêmio
Diretamente, o jogo desta noite (ainda) não vale título. Mas é decisão e nossos espíritos e corações devem estar devidamente preparados e em dia pras emoções que podem nos aguardar esta partida de quartas-de-final.
Não espero um Grêmio eufórico pela conquista do Gauchão, achando que pode tudo contra o Fluminense. Porém, quero o time indo pra cima, buscando liquidar a fatura o quanto antes, sem riscos e surpresas.
Certamente, o fator “regulamento embaixo do braço” não será esquecido, afinal, vale tudo numa competição de tiros curtíssimos como é a Copa do Brasil. Mas espero que, desta vez, mesmo sabendo da pré-disposição (e especialidade) gremista por este expediente, ele não precise ser utilizado.
Equipe desfalcada no aspecto técnico. Também por isso a destacar a importância da boa vantagem construída no primeiro jogo.
Sai uma referência na zaga, retorna outra. Num jogo com características como o de hoje, importante o setor defensivo não estar completamente “a Deus dará”, já que Edílson, o titular da direita, também não joga.
E o Rochemback, que até bem pouco andava preterido mesmo entre os reservas, vem aí. Sem entrar no mérito da sua qualidade, que meta mais uma bucha daquelas contra o Avaí e estamos conversados.
Com todas as ausências em função de lesões e cartões, e contando também com uma pontinha se sorte, Silas tem conseguido utilizar os atletas do grupo de forma a não prejudicar o estilo de jogo. Jogadores têm entrado e dão conta do recado sem comprometer. Grupo fechado e disposto pelo objetivo. Me serve.
E se o time do primeiro jogo muda, espero que o ímpeto, a entrega e bravura daquela mesma partida sejam proporcionalmente redobrados. Não sei se teremos noite de Monumental lotado, mas pulsante e sequioso pela classificação, disso ninguém duvida.
Com o Grêmio, sempre.
Vamos Tricolor, queremos a Copa!
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Na hora certa
Publicado em 30/abr/2010 por Aline Cardias.
Tags: Copa do Brasil, gremismo, mística tricolor, vamos grêmio

Despertar inquieto, ansioso por notícias e acalmado ao saber do baita resultado ante o Fluminense.
A imponência do Maracanã novamente superada pela mística do Tricolor de Porto Alegre. Retomada da essência gremista confirmada na virada peleada, aguerrida, de um Grêmio bravo que busca a vitória custe o que custe.
Vestiário que, não tardiamente, começa a respirar um gremismo latente. Grupo que se fortalece com o sentimento emanado das arquibancadas do Monumental e é carregado para onde quer que vá o Tricolor.
O Silas ainda tem um longo caminho a percorrer, mas há de saudar sua convicção na definição e manutenção de esquema, sem frescurites e invencionices.
Nos encaminhamos a passos firmes focados no objetivo. Pés no chão devem ser mantidos até a faixa cruzar o peito e a Taça (mais uma), reluzir no Memorial.
Ainda não ganhamos nada, mas todos já sabem a que viemos.
Isso sim é o Grêmio.
Dale!
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Sete perfeitos e nada mais.
Publicado em 29/abr/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2010, contagem, Copa do Brasil

Primeiro deles, encardido mas vencível. É desta forma que defino a partida da noite. Encontraremos um Maracanã castigado pela chuva e pela partida da Libertadores, com cara de potreiro de campeonato gaúcho. Salvo as dimensões gigantes e a torcida contra, nada diferente do que já estamos acostumados. Arrisco que se entrarmos com determinação da última partida, sairemos das terras cariocas vivos para resolver a vida em nossa casa. Salvo a defesa desmontada, Mario não joga, ademais é o time que enfretou os amargos. Isso nos traz confiança. Considerando que nosso ataque estufa as redes recorrentemente, tendemos a sair de lá com gols marcados. A Copa do Brasil é obsessão de 2010 e um bom resultado embala o time na competição. Restam sete perfeitos jogos para cumprimos os objetivos do ano: 6 pela Copa do Brasil e a final de domingo. Depois disso, não exijo mais nada.
Vamos tricolor. Queremos a Copa.
A banda está louca e eu, quero te ver campeão.
Eu vou te apoiar como em todos os anos
Força e raça meu Grêmio, temos que ganhar!
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Bom, o resultado
Publicado em 15/abr/2010 por Aline Cardias.
Tags: classificação encaminhada, Copa do Brasil, rumo ao penta
Foto: Jefferson Botega – Clicrbs
Placar satisfatório. Vantagem bem considerável eu diria, ainda que não tenha visto com bons olhos aquele gol sofrido. Mas os três a favor nos prossibilitam até um escore que não desejamos lá na Ressacada. Obter a condição de poder também jogar por resultado negativo soa bem estranho, quase que desconsiderável, mas os quatro títulos da Copa do Brasil nos permitem saber, de cor e salteado, que nesta competição, levando em conta o contexto dos confrontos, “jogar com o regulamento embaixo do braço” por vezes acaba sendo decisivo.
Um jogo ontem de dois Grêmios: aquele que num primeiro momento se impôs querendo mesmo fazer um escore de garantia, e aquele que, após o terceiro gol, relaxou e quase-quase complicou as coisas pra segunda partida. Foi uma segunda etapa de queda visível de rendimento – talvez este o único motivo plausível que “justifique” as vaias de parte da torcida ao final do jogo.
Fiquei aliviada com o retorno do Borges e dos gols. Não esqueceu o caminho das redes.
Leandro sentiu a normal falta de ritmo e o Douglas não repetiu a boa atuação de outros jogos. Talvez por isso tenha sentido o meio campo tão amarrado, já que fica com ele a responsabilidade da armação.
O Alício Pena Jr. que se entenda com o Avaí. Debita este “equívoco” à nosso favor daqueles outros tantos contra que engordam nossa lista de erros arbitrais.
Classificação bem encaminhada, mas nada de jogo jogado na próxima quarta.
Jogaremos pela vitória. Jogaremos pelo Penta!
PS: Deixo meu especial agradecimento aos “mandantes” da competição por marcarem o jogo às 21h50, com transmissão em TV aberta. Pra mim, os grandes responsáveis pelo rídículo público do Olímpico em uma oitavas-de-final de Copa do Brasil. Ainda que pelo Grêmio o esforço seja válido, pro torcedor que mora na Região Metropolitana e Vale dos Sinos, que depende de transporte público pra retornar e que tem mais um dia útil pela frente fica mesmo muito complicado.
E parabéns aos que lá estiveram e alentaram sem parar!
Dale!
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Nada mais importa
Publicado em 14/abr/2010 por Aline Cardias.
Tags: convocação, Copa do Brasil

fotografia de Richard Ducker
Não cansamos de ressaltar o quão importante são nossos leitores…temos aqueles que comentam com frequência, os que aparecem de vez em quando pra deixar seu recado e até os que passam só pra dar uma olhada, mas sabemos que estão ali. Todos, indiretamente, fazem o blog conosco.
É muito bom, a cada post, dividir o que sentimos pelo Grêmio. Assim como foi muito bacana um assíduo leitor dividir também seu sentimento. Da mesma maneira que nossos leitores nos prestigiam, esperamos retribuir à altura.
Convocação à torcida gremista enviada pelo Anderson Kegler.
Porque quando onze homens vestindo nossas cores entram em campo, quando elevamos nossas vozes aos céus chamando pela vitória, quando o som dos bumbos e murgas da GERAL invade o ar, quando nosso alento corta o silêncio da noite, quando sinto o concreto das arquibancadas e
vejo que estou em casa, entre os meus, quando respiro a fumaça dos sinalizadores percebo que nada mais importa.Sou GREMISTA, sou GREMISTA!!!.
Assim mesmo em maiúsculas, sempre em maiúsculas. Tudo em nós é superlativo. Amamos, odiamos, pelajamos, alentamos o nosso TRICOLOR, não como se fosse a última vez, mas como se fosse a única oportunidade de uma vida. Vivemos na intensidade máxima essa paixão sem igual.
Que importam neste momento todas as discordâncias? Que diferença faz se este ou aquele se opõe ou apóia a direção, o técnico ou o time?
Nenhuma! Nada mais faz diferença nesta hora.Caminhar nas cercanias da Azenha, a ansiedade torturante que antecipa nossa entrada no Estádio, ver os bares lotados, a multidão se aglomerando, os cantos sendo entoados em uníssono… GRÊMIO!! Nosso único amor. Impossível duvidar dessa força! Só mesmo os infiéis de coração amargo, os pequenos, os vermes, os sem alma.
Nesta quarta-feira, dia 14 de abril de 2010, mostraremos mais uma vez ao Brasil e ao mundo que não precisamos de nada além de nós mesmos,
nada além da nossa força, da nossa fé. Faremos retumbar por todas as terras nossos brados e imporemos a todos a grandeza de nosso nome.Gremistas! Com o GRÊMIO onde o GRÊMIO estiver.
FORÇA E HONRA!
Anderson Kegler.







