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Zé Roberto: expirência pra meia cancha.

Publicado em 06/mai/2012 por .
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Captura de Tela 2012 05 06 às 21.53.29 Zé Roberto: expirência pra meia cancha.

Zé Roberto é, sem dúvida alguma, um baita reforço. E daí por seus 37 anos, joga muito mais que muitos meias que vestem ou já vestiram recentemente a camisa 10 tricolor. Experiente, de histórico vencedor e de presente atuante (Qatar) que justifica a sua chegada.

Estou muito feliz por poder voltar ao Brasil e jogar em grande clube. O Grêmio me apresentou um projeto audacioso. Formar uma equipe para ser campeã brasileira, classificar à Libertadores e ser campeã da América. Sonho com isso na Arena, a Bombonera brasileira, e uma avalanche em comemoração a um gol meu. 

Efeito Luxemburgo? Talvez (…)
E chegará mais gente? Tomara.

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Começo pelo 9

Publicado em 09/nov/2011 por .
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Captura de Tela 2011 11 09 às 22.45.42 Começo pelo 9

 

De grandiosa qualidade e personalidade. Kleber chega, o que tudo indica, dando inicio a montagem do GREMIO de 2012. Por onde passou foi artilheiro com muitos gols, ATACANTE com todas as letras. Me serve muito, me agrada. E o extracampo? Diretores (!!) e treinadores são pagos para também manter o foco e alta performance do elenco.

O Grêmio precisa de reformulação, de avaliação coerente e sem o pequenismo que assola os dirigentes. E em cima desta percepção afirmo: as mudanças não devem cessar. Nós, torcedores gremistas, calmamos por um time capaz de não somente disputar. O Grêmio do presente precisa voltar a ser do tamanho da sua torcida. Gigante!

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Clamor que ilumina a sombra.

Publicado em 22/jun/2011 por .
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Quais são os teus temores? Os meus vieram à tona pela voz do ídolo máximo, dono da casamata, que externou publicamente o pleito por reforços. Enquanto vemos o movimento dos demais clubes agregando qualidade (que até podem ser questionadas), do nosso lado o tempo passada e a efetividade em que os reforços chegam é passível questionamentos.

Contratar para corrigir, esse é a tônica gremista. Remendo a um planejamento que fez com que o ano passasse enquanto o clube ficava pelo caminho. Ta aí o desconforto expresso em palavras: a não resignação para o que o pouco que resta não escorra entre os dedos como se viu até aqui.

Compreendo Renato, sinto-me representado. A forma como feita pode ser questionada, publicamente, mas a reivindicação é legitima e verdadeira. Ele sabe da parcela de responsabilidade, de algumas formações equivocadas que colocou em campo, mas é difícil dar equilíbrio para um time que carece. A auto-suficiência de uma reta final de brasileiro, o investimento em contratações que não se confirmaram (R10, por exemplo, graças a Deus) e perdas de expoentes pela porta da frente contribuem para a situação delicada para o tamanho desta agremiação. Responsabilidade diretiva.

Do se será daqui pra frente, não faço idéia. Espero que clamor seja materializado em atletas dignos da tricolor. Ou será mais fácil trocar treinador para justificar o injustificável?

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LA11, nem tão longe assim.

Publicado em 26/dez/2010 por .
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Em meio ao período festivo onde avaliamos o ano que se encerra, nos demos conta que estamos, hoje, a um mês da estreia da COPA. Dia 26 de janeiro entramos em campo em Montevideo, terra do General Artigas, para começar a trajetória que culminará na Libertação da América. O Grêmio Copero estará lá.

Assim posto, é necessário reforçar o elenco nas posições carentes. Além de Ronaldinho, quase unanimidade entre os gremistas, penso que o tempo urge pela chegada de um zagueiro técnico da escola Galvão e Adilson, um lateral esquerdo e um volante. Isso sem falar na penca de contratos a serem renovados como o de Jonas, Lúcio, Gabriel e Rochemback.

Enfim, muito trabalho para o departamento de futebol. Sem desmerecer, o universo gremista não gira em torno de Ronaldinho, e portanto, clamamos por novidades positivas vindo do departamento de futebol.

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Por detrás da conquista

Publicado em 01/mar/2010 por .
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conquista taca fernando carvalho Por detrás da conquista

Que seja o ensaio para levantarmos Copa do Brasil 2010.

FERNANDO CARVALHO PEDALADO

Conforme referido pelo Leonardo no post anterior, o turno está pedalado e a vaga para final do regional está confirmada. Acresceria mais três bons fatos: a presença de público, a pulsação da Geral e o fato não termos tomado nenhum gol. De bom efetivamente é isso e ponto final.

O Grêmio foi mal coletivamente e o Silas tanto quanto nas modificações. O gol do Ferdinando é alento para um desempenho abaixo do esperado. Recaída total no futebol, e olha que estamos falando de um adversário bem meia boca. O Novo Hamburgo por muitos momentos dominou a partida e o Gilmar Iser deu, no meu entendimento, um nó tático no comandante da casamata. Tanto isso se confirma que o time estava inábil na criação, e na medida em que a partida transcorria, o Grêmio foi recuando e abdicando de atacar. Oremos, agora sem Leandro e Borges lesionados, quero ver o elenco forte que nossos dirigentes tanto pregam. Urge a necessidade do coletivo mais forte.

Independente disso parabéns gremistas. Turno conquistado e seguimos a campanha.

OSEIA?

Estão de sacanagem comigo? Vivem utilizando o termo “não tem perfil” para justificarem as não contratações de atletas. Vão me dizer, desculpe Oséia, que ele tem O PERFIL para vestir a camisa tricolor. Tanto tempo esperando a reposição de zagueiro para anunciar um jogador de 27 anos que no Brasil atuou pelo Coritiba, Gama e Avaí. Sinto-me enganado, mas espero queimar minha língua.

EL LOCO

Má língua foi a do Silas quando na coletiva disse que se o Mario Fernandes quiser ser zagueiro terá que entrar na fila brigando por posição. Fato que ninguém tem lugar cativo no time, mas o guri é o mais voluntarioso e promissor atleta gremista. Valorizar o grupo ou repreender o guri, afirmo com todas as letras que faltou cancha na frente dos microfones. Exemplo amargo semana passada e mesmo assim, cometeu o erro. Esta na hora de apresentar o termo ECONOMIA INTERNA e seu significado ao treinador.

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Todo o carnaval tem seu fim.

Publicado em 16/fev/2010 por .
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todo o carnaval tem seu fim Todo o carnaval tem seu fim.

Dizem que o ano começa após o carnaval. Pois bem, então sejamos bem vindos a 2010. Jargão brasileiro, que não me serve, para o “deixar pra depois”, protelando o improtelável. Fato é que agora não tem mais desculpas, as coisas precisam acontecer. Isso vale pro Grêmio.

Nada mais convidativo para o “primeiro dia” do calendário biológico brasileiro que um jogo valendo eliminação. Treino secreto, time não revelado e armado de acordo com o adversário. Seja lá como for, cai de maduro um Grêmio melhor postado e com entrosamento mais digno. Não tem desculpas, Silas.

Outra coisa que não tem mais desculpas é quase findar fevereiro sem o elenco totalmente fechado. Não consigo conceber um clube da grandeza do Grêmio sem ninguém indiscutível na lateral direita, carente desde início desta gestão. Nem as lacunas deixada pelas vendas na defesa, agora amplamente vazada e justificada nos microfones pela ausência de experiência. William, Borges e Jonas são poucos para um temporada de muitas competições, mesmo que o segundo nome esteja resolvendo a maior parte dos nossos problemas. Não tem desculpas, Meira.

Já para o torcedor não tem desculpas para não ir ao Olímpico. Esta na hora de voltarmos a freqüentar as quase sexagenárias arquibancadas do Monumental. Depois das chuvas que marcaram o carnaval, o termômetro já não serve mais de justificativa para o mau futebol e o estádio vazio.

Nos encontramos na cancha para saudarmos o regresso a normalidade, já que todo o carnaval tem seu fim.

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Acorda direção

Publicado em 06/fev/2010 por .
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No auge da minha ingenuidade, pensei que a brincadeira nada engraçada de testar a paciência do torcedor – muito praticada pela dupla Duda-Meira – estivesse se esgotado ainda em 2009. Apesar de uma que outra contratação de qualidade seguem pecando pela mesma acomodação, incompetência ou seja lá o que decretou o insucesso do Tricolor na temporada passada. Certo que este ano nosso time foi acometido por alguns imprevistos, motivos ainda maiores pra direção mostrar serviço contratando jogadores não somente para compor grupo, mas, para de fato, agregar qualidade suprindo as antigas carências do time titular.

Me dá nos nervos a repetição dos mesmos discursos, das mesmas desculpas, da mesma falta de brio, da inconformidade, da falta de vestiário, enfim. Cansa ver o Grêmio há anos sem um lateral direito e a direção, por um motivo ou outro, desistir de novamente dar um jeito em uma posição tão determinante no grupo simplesmente porque não deu.  Aproveitar aí a potencialidade do excelente zagueiro Mario Fernandes é a legítima aplicação do batido ditado: destapar um santo para tapar o outro. E com todo o respeito que o Rafael Marques e o Maurício merecem, hoje eles não possuem o “estofo” necessário para, juntos e ao mesmo tempo, assumirem a defesa tricolor. Assim como era sabido que a reposição do Rever não seria a altura nem de seus joelhos…ou alguém, levando em conta o histórico de contratações do Meira, acredita mesmo ter o Igor (quem?) o tal apregoado perfil?

A direção gremista precisa despertar. O tempo de “aprendizagem” acabou.

Como bem manifestou o Charles, o Grêmio já parece fervilhar, não em função dos mais de 40 graus que têm castigado a capital dos gaúchos nos últimos dias, mas pela total falta de capacidade na montagem de uma equipe combativa e que demonstre um futebol que realmente nos faça acreditar que este ano as coisas serão diferentes. Exagero ou não, a pressão pra cima do Silas começa a se tornar mais acintosa e, para seu próprio bem, que de uma vez por todas ele se “desvincule” do Avaí. E que tenha conhecimento que perder Grenal é MESMO muito ruim e pode ter repercussões e desdobramentos mais pontuais. Ele que não queira experimentar. E que ao invés da barbaridade de pedir cumplicidade à imprensa, faça como os grandes técnicos da história do Grêmio que deram a resposta através de títulos.

Neste domingo, partida para acompanhar a estreia do Douglas e pra quem sabe, ver a garotada da base que está à disposição tendo sua oportunidade.

Contra a Universidade, mais mudanças na equipe. Me preocupa esta ainda inexistência de um esquema e time se não definitivo, ao menos quase que encaminhado. Até quando irão os testes? Só lembrando que a Copa do Brasil nos bate à porta e por ora, não aceito nada menos que o penta.

Avante Grêmio!

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O Grêmio não é o Avaí

Publicado em 16/dez/2009 por .
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Além da letargia quanto a contratação efetiva de jogadores que realmente agreguem qualidade à equipe que deveria estar sendo formada para 2010, o que tem me chamado a atenção nesse campo das “especulações” acerca de quem vem para o Tricolor é uma possível transformação do time do Grêmio numa filial do Avaí.

Não pensem que é uma pré-disposição crítica ao Silas, até porque as contratações passam por avaliação e aprovação do departamento de futebol. A questão é que não vejo com bons olhos esse “bruxismo” – talvez nem seja esta a palavra mais adequada – ao qual apelam a maioria dos técnicos emergentes que, na primeira chance em um clube de expressão, acabam arrastando consigo atletas destaque (?) que estiveram sob seu comando. Nada mais normal e corriqueiro. Mas até que ponto isso é bom? Assim como os torcedores, o Silas, o Meira e Cia devem certamente estar cientes que o Grêmio não é o Avaí e, que o fato desses jogadores terem desempenhando um bom futebol na equipe anterior não é garantia que, no Tricolor, mesmo sob a batuta do técnico que já trabalharam, repitam tal desempenho. A exigência será bem maior que apenas jogar um futebol convincente.

Nada contra o Marquinhos, o Ferdinando, o Willian.  Sinceramente não acompanhei a desenvoltura desses jogadores para, com direito de causa, explanar algum comentário sobre a qualidade de seu futebol. Acredito até que tenham feito um bom campeonato brasileiro já que outros clubes mostram interesse nos mesmos. Mas fico temerosa, em confirmando tais contratações, quanto ao real aproveitamento deles.  Se corresponderem as expectativas, beleza. O que não quero é que cheguem com a banca de “homens de confiança” do treinador e, daqui alguns meses acabem inflando a folha salarial do Grêmio como meras peças de grupo. O Tricolor precisa de qualidade, não de quantidade.

Aliado à isso, me assustei ao ler hoje pela manhã que este mesmo Willian citado acima, atacante, surge como alternativa ao Maxi caso El Tanque não permaneça no Olímpico. O Grêmio trocaria a dúzia pelo seis, o certo pelo mais que duvidoso. Levamos um tempo considerável para que a camisa 16 fosse, de fato, suprida à altura. Não seria bom às pretenções do Tricolor iniciar mais uma temporada apostando novamente em um centroavante.

E que venha logo 2010.

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À procura de um volante

Publicado em 16/fev/2009 por .
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Se já considerava a contratação de um volantão com cara de Grêmio e de Libertadores como necessidade, agora, com a parada de W. Magrão por seis meses, ela se torna uma prioridade.

Para mim o guri já não vinha jogando a bola que o credenciou à titularidade. Talvez pela pura falta de cacoete, ou esquema de jogo. O fato é que seu futebol estava abaixo da expectativa. Da minha, ao menos.

Não consigo visualizar o Tricolor na disputa da Copa sem essa referência. Um cara de mal guardando a zaga gremista, punindo severamente aquele que ousar transpor esta barreira.

Penso que seja este o foco do momento. Maylson deve ser alternativa.

Sobre a especulação do zagueiro Fabiano Eller, creio não ser o nome que o Grêmio precisa. Prefiro então que seja dada chance ao Heverton.

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Pela mão

Publicado em 29/jan/2009 por .
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herrera1 Pela mão

Na figura do diretor de futebol Mauro Galvão, o Grêmio foi até Buenos Aires buscar pela mão o atacante Herrera que, depois de tantas idas e vindas, vai mesmo vestir o manto tricolor em 2009. Esta afirmação não é minha, mas do assessor Luis Onofre Meira, dirigente que vinha tocando o assunto junto ao Krieger.

Não que seja o atacante dos meus sonhos. Até porque os sonhos hoje, no futebol, estão custando os olhos da cara. Mas me agrada a sua volta. Tem prestígio junto à boa parte da torcida, conhece bem a capital dos pampas e creio que tem tudo para fazer uma excelente parceria com o Alex Mineiro.  Pelo menos, é um jogador que vem com total convicção por parte do Grêmio, caso contrário o Tricolor não teria investido todas suas fichas, paciência e jogo de nervos nesta contratação.

Mesmo assim tem muito gremista de cabelo em pé com a volta do argentino. Levam em conta o Herrera que passou por aqui em 2006, quando atuava num esquema em que era dele a responsabilidade da marcação do gol, naquelas formações de time cardíacas que o Mano montava, sempre com um atacante solitário lá na frente.

Importante considerar que, desta vez, o Germán vem para ser o garçonzito tão aguardado, aquele que, esperamos, deixe la pelota redondita pra Alex Mineiro balançar as redes.

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