Tag: carlos simon
Percepções e opiniões
Publicado em 19/jan/2010 por Charles Hansen.
Tags: carlos simon, cerveja, geral do gremio, joilson, jonas, olimpico monumental, perea, silas
Curto, direto e sem floreios.
- Sábias palavras do Silas, abre aspas. “Se eu tirar a pegada do Grêmio, no dia seguinte me mandam embora”;
- Rescisão de contrato do Perea se concretiza. Inúmeras lesões no ano passado comprometeram a temporada;
- Pagar salário para passar maior parte do tempo no DM é rasgar dinheiro. Já que não conseguimos inseri-lo em nenhum negócio, ficou bem assim;
- Depois do diz que me disse e da atuação de domingo, tudo se encaminha para que Jonas fique no Olímpico. Mesmo que não seja o atacante dos sonhos, melhor com ele do que sem ele. Assina logo rapaz;
- A minissérie Douglas continua. Capaz que não teríamos mais uma árdua negociação. Com a chegada dele, caso os árabes aceitem liberá-lo e o leilão acabar bem, teremos uma meia cancha bem consistente e com boas opções de variação;
- Reintegração do Joilson é uma saída já que não há perspectivas tão cedo para chegada de um lateral direito. Sou contra improvisações de atletas por diversos motivos. Já que estão pagando salário e estamos sem ninguém na posição, que possibilitem o cara a se reabilitar. Pensamento mágico e um pouco de fé;
- Não entendo porque o Grêmio buscou o Simon para dar palestra pros atletas. Poderia tecer alguns adjetivos sobre as suas peripécias nos últimos anos, mas prefiro não ser agraciado pelo mesmo apreço que o arbitro mantém pelo Eduardo “Peninha” Bueno.
- Depois ver o modelo da Puma que será utilizado pelo Uruguai, acredito que teremos uma camisa mais clássica e sem frescuras. Aguardo novidades vindas do marketing gremista. Não agüento mais ver o modelo de 2009.
- Teremos cerveja no Olímpico? No final do ano passado escutei nas arquibancadas uma promessa-esperança de que 2010 haveria a liberação. Aguardo quinta para conferir já meio resignado.
- Muito mais desejo do que crença. As arquibancadas do Monumental poderiam voltar a pulsar com mais força que no último ano. Por menos polêmicas e mais alento da Geral do Grêmio.
Nos vemos na cancha, lá atrás do gol.
Quinta de matar saudades do imortal.
Comentários (16)
Com a palavra, Peninha
Publicado em 13/abr/2009 por Aline Cardias.
Tags: carlos simon, eduardo bueno, livro, wianey carlet
Jamais o gremiocopero registrou tantos acessos de torcedores da cor vermelha como neste último final de semana. Acreditamos que, muitos destes, são fruto da referência a este blog feita pelo colunista Wianey Carlet no ultimo sábado, em seu espaço na Zero Hora, quando EDUARDO BUENO foi o tema.
O texto sobre o “parabéns ao co-irmão”, publicado aqui, repercutiu assim como o foco central da coluna Condenação, que abordou a decisão de uma indenização a ser paga por Peninha ao árbitro Carlos Simon por danos morais, e como provavelmente repercutirá sua réplica, igualmente destacada abaixo.
Importante salientar que a resposta foi devidamente enviada por Eduardo Bueno ao Wianey, mas publicada nesta segunda-feira no blog do jornalista David Coimbra com o título Peninha em Ação.
Segue
Meu caro Wianey:
É ainda sob forte impacto emocional e talvez até “distorcido pela paixão” que passo a responder tua comovedora coluna de sábado último, na qual me fizeste elogios tão generosos quanto desproporcionais, e que me levaram às lágrimas pois evocaste os belos momentos que compartilhamos em exíguos quartos de hotel de todo esse planeta-bola – atrás da qual tanto corremos. Mas, mesmo sob forte emoção, não posso deixar de fazer pequenas ressalvas ao que escreveste. Vamos a elas:
1) Não chamei Carlos Simon de “ladrão”. Escrevi, isso sim, que ele fazia parte da “infame extirpe dos juizes que surrupiaram o Grêmio” (Ih será que não podia repetir isso? Bom, foi só a título de exemplo). De qualquer sorte, independentemente da decisão da juíza, posso assegurar que essa é a opinião de 99,9% da torcida do Grêmio e que processo algum irá modificá-la. Pode abrir votação,
2) Não disse que “a paixão envolvida permite visões distorcidamente parciais”. Foram meus advogados que disseram. Os mesmos que solicitaram que eu não me manifestasse sobre o caso até seu desfecho. Tomada a decisão da juíza, embora ainda caiba recurso, julgo ter chegado a hora de falar e o faço através da tua coluna,
3) Não sou em quem terei que “desembolsar quase 15 mil”. Tal quantia será dividida entre mim e a Ediouro, que publicou a obra. A um pedido meu, creio que a editora arcaria sozinha com esse elevadíssimo custo. Mas não pretende fazê-lo. Faço questão de “desembolsar” o dinheiro já que, para mim, o próprio título de tua coluna, “Condenação”, soa quase como “Condecoração”, pois considero um galhardão, um prêmio, um presente ser processado por alguém da estatura de Carlos Simon.
Por vários motivos:
1) Porque tenho a esperança de que o referido profissional use o dinheiro para fazer cursinhos de atualização em arbitragem, de forma que passe a errar menos, em especial contra o Grêmio,
2) Porque me inspirou para escrever o livro “Os erros de Carlos Simon”, que será lançado em breve com a disposição altruísta de que a rememoração do extenso rol de suas falhas o leve aprimorar-se em sua profissão,
3) Porque descobri que Ricardo Teixeira e a Comissão de Arbitragem da CBF– que eu desconhecia serem letrados – leram meu livro Grêmio: Nada pode ser maior. Como costumo tratar bem meus leitores, vou enviar-lhes um exemplar da nova obra . Enviarei um também para a Confederação de Futebol de Gana,
4) Porque o caso me inspirou a criar um site, errosdesimon.com. aberto à atualizações do público em geral, já que o livro não conseguirá acompanhar a rapidez com que o panorama se modifica,
5) Porque vou reescrever o livro Grêmio: Nada pode ser maior, extraindo a frase capada pela justiça e, no lugar dela, acrescentar um apêndice com todos os erros do supracitado árbitro contra o Grêmio – sempre na tentativa de que ele se aprimore. O livro já vendeu 23 mil exemplares, mas sei que a torcida do Grêmio comprará muito mais da nova edição,
6) Porque disposto a ajudá-lo a se aprimorar também na profissão de jornalista – que diz exercer, embora eu nunca tenha lido nem mesmo a frase “Ivo viu a uva” escrita por ele -, venho lançar de público, através de tua prestigiosa coluna, um desafio: ele escreve um livro e eu apito um Grenal e veremos quem erra menos. (Desde criança, meu sonho sempre foi apitar um Grenal…). Se o desafio for considerado despropositado, sugiro então um debate público sobre o tema: “O que leva uma criança a decidir ser juiz de futebol?”
7) Por fim, porque tal processo com certeza unirá nossas trajetórias profissionais por um bom tempo e haverá de servir de estímulo para que nos aprimorarmos no exercício de nossas atividades – levando mais longe o nome do Rio Grande. E, se, por ventura, as obras que pretendo escrever sobre o referido árbitro – sempre, repito, no intuito de aprimorá-lo no exercício de sua dura faina – vierem, por algum motivo, a ser censuradas, os processos daí decorrentes certamente irão deflagrar estimulante debate sobre os limites da liberdade de expressão. Tenho certeza de que tu, caro Wianey, e a prestigiosa Zero Hora, na qual tanto labutei, não vão querer ficar fora dessa.
Atenciosamente,
EDUARDO BUENO
EDITADO: Recalque colorado. Peninha provoca ótimos sentimentos: http://www.finalsports.com.br/colunas_dupla/inter.php







