Tag: Campeonato Gaucho
Depois do Pedalado, rumo ao Maior de Todos
Publicado em 02/mar/2010 por Charles Hansen.
Tags: Campeonato Gaucho

A conquista de domingo já faz parte do passado. O foco está direcionado para o turno que leva o nome do maior dirigente do futebol brasileiro. Fábio Koff conduziu o Grêmio duas vezes à conquista da América, um título Mundial e colocou de pé o Clube dos 13, que se tornou a maior fonte de renda dos clubes brasileiros. DNA gremista, DNA vencedor. Assim queremos te ver Grêmio.
Largamos o turno enfrentando o pior time da competição – Avenida. Vencer, mesmo com inúmeros desfalques, é obrigação. Devemos jogar para ser campeão novamente e findar logo a competição. No pior dos piores, ter o maior número de pontos somados para jogar a decisão no Monumental. Vai a campo um time descaracterizado por lesões e suspensões, a Copa do Mundo no elenco gremista. Oportunidade ímpar para jogadores que postulam a titularidade.
Especularam recentemente na imprensa o quanto a preparação física estaria influenciando nas lesões. Leandro e Borges com problemas musculares são ausências mais significativas. Apesar de não ser especialista no assunto, considero impecável o trabalho do departamento. A família Paixão está colocando o Grêmio pra correr. Prefiro conviver com algumas lesões, elenco forte é responsabilidade da direção, do que trotear em campo sem poder de reação. O Grêmio vencedor sempre esbanjou disposição e força.
De compromisso com a vitória, sem compromisso com a coletividade, espero o Grêmio largando vencedor nesta noite de quarta-feira. Vitória para homenagem o grandioso Salim Nigri, que lá do céu canta conosco.
PS: Agora de contrato renovado, cai de maduro o Jonas estufar as redes novamente.
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Por detrás da conquista
Publicado em 01/mar/2010 por Charles Hansen.
Tags: Campeonato Gaucho, contratações, contratações descentes, mario fernandes, silas
Que seja o ensaio para levantarmos Copa do Brasil 2010.
FERNANDO CARVALHO PEDALADO
Conforme referido pelo Leonardo no post anterior, o turno está pedalado e a vaga para final do regional está confirmada. Acresceria mais três bons fatos: a presença de público, a pulsação da Geral e o fato não termos tomado nenhum gol. De bom efetivamente é isso e ponto final.
O Grêmio foi mal coletivamente e o Silas tanto quanto nas modificações. O gol do Ferdinando é alento para um desempenho abaixo do esperado. Recaída total no futebol, e olha que estamos falando de um adversário bem meia boca. O Novo Hamburgo por muitos momentos dominou a partida e o Gilmar Iser deu, no meu entendimento, um nó tático no comandante da casamata. Tanto isso se confirma que o time estava inábil na criação, e na medida em que a partida transcorria, o Grêmio foi recuando e abdicando de atacar. Oremos, agora sem Leandro e Borges lesionados, quero ver o elenco forte que nossos dirigentes tanto pregam. Urge a necessidade do coletivo mais forte.
Independente disso parabéns gremistas. Turno conquistado e seguimos a campanha.
OSEIA?
Estão de sacanagem comigo? Vivem utilizando o termo “não tem perfil” para justificarem as não contratações de atletas. Vão me dizer, desculpe Oséia, que ele tem O PERFIL para vestir a camisa tricolor. Tanto tempo esperando a reposição de zagueiro para anunciar um jogador de 27 anos que no Brasil atuou pelo Coritiba, Gama e Avaí. Sinto-me enganado, mas espero queimar minha língua.
EL LOCO
Má língua foi a do Silas quando na coletiva disse que se o Mario Fernandes quiser ser zagueiro terá que entrar na fila brigando por posição. Fato que ninguém tem lugar cativo no time, mas o guri é o mais voluntarioso e promissor atleta gremista. Valorizar o grupo ou repreender o guri, afirmo com todas as letras que faltou cancha na frente dos microfones. Exemplo amargo semana passada e mesmo assim, cometeu o erro. Esta na hora de apresentar o termo ECONOMIA INTERNA e seu significado ao treinador.
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Pensando no trabalho
Publicado em 21/fev/2010 por Charles Hansen.
Tags: Campeonato Gaucho, Novo Hamburgo, taça fernando pedalado carvalho
Silas deve ter respirado aliviado quando viu o patasso do Chicão invadir o gol. A desclassificação dos amargos ante ao Novo Hamburgo prorroga um novo enfrentamento em clássico. No momento em que o time busca sanar imperfeições e potencializar o coletivo, acaba sendo conveniente para o trabalho do treinador a final no Olímpico contra o time do Vale dos Sinos. Celso Roth quem diga.
Apesar de querer e acreditar que vitória no Grenal arrumaria de vez casa e cessaria a pressão, paciência. Domingo que vem é jogo para carimbar a vaga na final do Gauchão, conquistar o turno ao som de “Fernando Carvalho foi pedalado” e, se possível, jogá-la no fosso do Monumental.
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Vitória nas individualidades
Publicado em 18/fev/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2010, Campeonato Gaucho, em defesa do gremio

Foto Mauro Vieira -- ClicRBS
Quem deve formar a dupla de zaga do Grêmio? Desta forma fui abordado pela rádio Guaíba minutos antes da partida contra do VEC. Prontamente respondi que Mario e mais um, apesar de acreditar que os problemas defensivos do time estão mais ligados ao coletivo e a mecânica de jogo do que por deficiência técnica. Reforcei, lembrando dos comentários de vocês, da lacuna na lateral direita. Externei desta forma publicamente os desconfortos.
Acredito que ontem demos sinais de progresso e um possível esboço de time. Leandro e Douglas fazem uma dupla interessante na meia cancha, sendo o primeiro mais de força e o outro mais cadenciador e técnico. De comum entendimento, ambos os jogadores com uma leitura inteligente da partida. Isso me agrada. Borges está sobrando no time e que continue assim. Jonas -- a nova minissérie renovação – oscila entre altos e baixos, mas dentro do que temos, vamos com ele.
E lá atrás? EL LOCO, como apelidamos aqui no Grêmio Copero, é um baita jogador. Não há gremista que ouse questionar a sua entrega, técnica e vibração. O primeiro gol como profissional coroa o trabalho do guri e, devemos admitir, o acerto da direção que bancou o jogador. Méritos, página virada e seguimos a vida.
Já aos camisas 3, 4, 8, 5 e 6 que em campo estiveram, urge dentro das suas posições crescimento imediato, senão tem gente no banco babando por suas camisetas. Está feito o alerta.
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Dicotomia tricolor: vencer sem convencer
Publicado em 13/fev/2010 por Charles Hansen.
Tags: Campeonato Gaucho
Em virtude do feriado brasiliano e viagens dos blogueiros, analise do jogo Gremio de hoje é realizada pela leitora-gremista-fiel Fiorella. Gracias.
…….
Desde que a temporada 2010 começou, temos saído do estádio ou desligado a TV após o jogo com uma sensação estranha. Temos comemorado a vitória sentindo, na hora do brinde, um desagradável gosto de “até quando?”.
“Só por hoje viramos de novo, só por hoje salvamos a invencibilidade em casa, só por hoje vencemos” - Essa linha de pensamento seria até coerente, já que um campeonato é feito de um jogo de cada vez e cada vitória deve ser vista como uma grande conquista isolada. Mas sabemos que não é só isso. Essa sensação ruim é reflexo de ainda não termos total confiança em que, ganhando ou perdendo, todo o possível realmente será feito. Somos tremendamente apaixonados, aprendemos a apoiar o Grêmio na boa e na ruim e fazemos isso com categoria, mas nos angustiamos quando não conseguimos acreditar incondicionalmente (= ter fé) no grupo ou no comando do time. E fato é que nenhum jogo até agora conseguiu nos trazer essa fé.
O jogo de hoje mostrou um primeiro tempo sofrível, ainda que o goleiro do São José tenha trabalhado bem e bastante pra defender chutes de Rochemback, Douglas e Jonas, por exemplo. Nossa marcação falha (mais uma vez) culminou com o time adversário inaugurando o placar (mais uma vez) e por volta dos 30 minutos Lúcio se despediu do jogo devido a uma lesão ligamentar no joelho, devendo ficar uns bons meses afastado. Vendo de onde eu estava tive uma primeira impressão de pênalti, mas de acordo com quem viu e reviu pela TV, parece que não foi mesmo. No início do segundo tempo Mithyuê ganhou do goleiro Rafael num belo chute de fora da área e nos devolveu a invencibilidade em casa e, depois, Borges (sempre ele) chutou fazendo o goleiro rebater e Fábio Santos marcar o segundo gol. Depois disso foi só administração de resultado.
Quanto ao calor, estava forte sim, tanto que Fernando e Maurício sofreram com ele (e aí vimos William Magrão entrando no fim do jogo), mas nem se comparava à famigerada quarta-feira 02, até porque metade do jogo foi sem sol. Ou seja, não credito ao calor a principal dificuldade desse jogo de hoje.
Não vou entrar no mérito “Jonas” da questão porque sou visitante aqui e conheço a simpatia do blog por ele, mas se o que a Gaúcha transmitiu for verdade, desculpem, não concordo com os “320 mil” exigidos pra que ele permaneça no Grêmio. Menos, Jonas, beeeem menos. Esperei a entrada do Leandro, que não aconteceu. Podem me cobrar depois, mas acredito nele como peça (muito) importante no time.
Fundamental mesmo é uma zaga de qualidade, um sistema de marcação eficiente, um xerifão…coisas estas que toda a torcida tricolor já cansou de repetir e suplicar e exigir da diretoria e que, quase terminando a primeira etapa do gaúchão e já tendo iniciado a Copa do Brasil, efetivamente ainda não conseguimos.
Sem mais para o momento, é hora de esperar pela quarta-feira de cinzas. Que volte a nós o Veranópolis e que consigamos mais do que um empate dessa vez.
Segundo o calendário extra-oficial do Brasil o ano só começa mesmo depois do carnaval, então que depois desse carnaval a nossa confiança encontre uma segunda chance de despontar em 2010.
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Nada além do esperado
Publicado em 07/fev/2010 por Charles Hansen.
Tags: ataque, Borges, Campeonato Gaucho, goleada

Nada extraordinário ou extra classe. O Grêmio venceu, escore elástico e com domínio inteiro da partida. Devemos considerar a fragilidade do adversário de futebol medíocre. Mesmo assim, vitória importante para retomada do caminho, ainda mais depois das últimas duas partidas. Grêmio fez a obrigado e ponto final.
Dá gosto de ver o Borges jogar, marcar e não se conformar com os gols perdidos. Precisamos de jogadores com o poder de indignação e auto-cobrança como a dele. Douglas deu um toque interessante na meia cancha, há tempos faltava um homem habilidoso dotado da perna esquerda. Ainda é cedo, mas a amostragem é promissora. Outro aspecto a ser saudado, é a inserção e retomada do ritmo de jogo do Rochemback. Quero o time com um volante bandido – ainda não temos esse nome – e outro com habilidade e saída de bola. Este último, no meu entendimento pode ser ele. Demos tempo ao tempo.
E a defesa? Esse é um capítulo a parte que só se resolverá com contratações e entrosamento. Tínhamos uma defesa bem encaixada que infelizmente acabou sendo desmanchada. O Grêmio diferente dos últimos anos monta o seu time da frente pra trás. Cai de maduro as contratações para o setor. Precisamos findar partidas sem sermos vazados.
A partir desta semana o Gaúchão fica em segundo plano.
Olhos voltados para o que mais nos interessa: PENTA DA COPA DO BRASIL
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Olímpico em ebulição
Publicado em 04/fev/2010 por Charles Hansen.
Tags: Campeonato Gaucho, coletivo, direcao, silas

Comparecer ao Olímpico na tarde de hoje foi um ato de coragem. Segundo o borderô, pouco mais de quatro mil gremistas encararam duas horas sob uma atmosfera de 40 graus. Sensação só não foi pior que atuação do Grêmio. Mesmo descontando aspectos atmosféricos, o sol castigou para os dois lados, considero insatisfatório o desempenho da equipe. Soma-se o mormaço, a derrota no clássico e o futebol apresentado; ingredientes para um clima tenso de cobranças em cima da direção e do treinador.
Tecnicamente está difícil evidenciar evoluções, conforme afirma Silas e os dirigentes. É notório que o treinador está experimentando diversos jogadores e esquemas táticos ao longo das partidas, a medida em que as dificuldades são vivenciadas. É a busca por soluções com a bola rolando. Sem esquema de jogo definido fica difícil progredir. Penso que Silas deve terminar de vez com essa proposição de 3x5x2 e definir o 4x4x2 como esquema, botar a equipe para cumprí-lo em treinos e partidas de forma a assimilar um padrão de jogo. São os adversários que devem se adaptar a nós, e não o contrário. Estamos a uma semana do pontapé inicial na Copa do Brasil e preocupa contexto.
Sobre individualidades, Mario está demais. Se todos jogassem com a disposição do guri certamente o time renderia muito mais. Borges está afirmado no ataque gremista, baita contratação. Victor dispensa palavras. Lucio pede passagem e deve ser firmado como titular. Por mais que muitos torçam o nariz, Rochemback deu acréscimo ofensivo na meia cancha. Armou jogadas e foi o único que ousou algo diferente para quebrar a retranca do São Luiz. É uma questão de colocar o cara para jogar, visto que o Ferdinando está deixando a desejar. E ao Jonas, está na hora dele pensar menos no contrato e jogar mais para o time.
Silas pediu a cumplicidade da imprensa. Achei um pouco demais. Poderia ter usado a palavra compreensão. Concordo com ele que estamos no início de trabalho e que o time irá evoluir naturalmente. Por outro lado, esperava algo mais rápido ou pelo menos evidenciar uma curva crescente. Agora, pedir a saída do treinador é muita inconseqüência do torcedor. Sou contra. Quem tem que ser cobrado nesse momento é o presidente Duda Kroeff e vice de futebol Luiz Onofre Meira. Aliás, questiono esse último se tem domínio do vestiário gremista. Todos os times vencedores do Grêmio tiveram um homem forte do futebol. Pensem nisso.
PS1: Cadê as contratações? Contratarão DE VERDADE, ficarão no discurso do elenco qualificado ou desembarcarão atletas meia boca? O futuro do gremista na temporada passa pelos gabinetes do Olímpico.
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Imperfeições
Publicado em 25/jan/2010 por Charles Hansen.
Tags: arbitragem, Campeonato Gaucho, geral do gremio

Foto: Daniel Meneco/Zero Hora
Seria inadmissível perder a longa invencibilidade no Olímpico para o Veranópolis. Ao mesmo tempo é necessário dizer que o Grêmio esteve mais perto da derrota do que da vitória. Esse um a um não estava previsto na contabilidade gremista. Tem que somar o maior número de pontos pra levar as finais para dentro de casa.
Enquanto se esperava sinais de crescimento em relação aos dois primeiros jogos, o que se viu foi uma involução. Faltou bola, faltou qualidade e organização. Salvo a posição de goleiro, que salvou o time da derrota, sucumbimos nos demais setores da equipe. Penamos contra o primeiro time fechado e marcador que enfrentamos. Despendemos um esforço colossal para empatar a partida. Empate este, que de certa forma cai bem nesse período de formação, e deve ser tratado como alerta em semana grenal.
A partir de hoje se desfez o pensamento mágico de que revertemos escores adversos ao natural, e se escancaram algumas situações que não podem ser negligenciadas. De tudo o que pode ser visto, elenco a defesa e o modelo de jogo (esquema) como os primeiros pontos a serem autuados. Que o susto de hoje não seja a lamentação logo ali adiante. Silas tem muito trabalho pela frente.
PS1: E o pênalti de concurso que o péssimo árbitro não deu? A arbitragem do Marcio Coruja foi pornográfica.
PS2: Ao que tudo indica há uma migração de retorno do pessoal do P18 para a Geral. Vi inúmeras pessoas de volta às origens. Ganha o Grêmio num coro único.
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Eu vou te apoiar como em todos os anos.
Publicado em 17/jan/2010 por Charles Hansen.
Tags: Campeonato Gaucho

Seria uma estupidez analisar qualquer coisa além da atitude desta equipe. Técnica e tática para a primeira partida do ano devem ficar a mercê de qualquer ponderação. Pernas estão pesadas pela exigência da preparação física e o entrosamento está comprometido pelo começo de temporada. Saúdo a capacidade de reação do Grêmio, que ao longo do ano será colocada à prova. É sabido que não teremos melhor elenco, mas por ora deveremos ter um time mais comprometido com a vitória. Saúdo também o gol de CENTROAVANTE – com letras maiúsculas – do Borges, e a eficácia do Jonas. Vencer em Pelotas de virada e com acertos do treinador – mexidas pontuais e corretas– é de ser elogiado. O Grêmio está longe de seu melhor, mas meu amigo, isso é só começo. Acredito em muito na potencialidade deste elenco. Acredito, dada da larga do certamente, que um Grêmio com sangue nos olhos está se formando. Desta forma quero pensar. Oremos.
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O devido valor do Gauchão
Publicado em 15/jan/2010 por Charles Hansen.
Tags: 2010, Campeonato Gaucho

São exatos 32 minutos da madrugada de sábado. Acabo de chegar parcialmente borracho, não totalmente porque estou conseguindo redigir este post. Meu pai – filho de uruguaio – abrindo a porta da casa, comenta: “- Che, desististes de passar a noite no bolicho? ”. Bolicho é tipicamente gaúcho. Imediatamente lembro que hoje (sábado) inicia o entrevero pampeano. Por pior que seja é bom um Gauchão.
Tem quem abomine os regionais. Eu sou um deles: carioca, paulista, mineiro, (…). Eles realmente não significam nada. Agora o GAUCHÃO tem sem valor. Dentre todas as competições de fato é a com menor prestígio, mas deixá-la de ganhar é muito pior. Gauchão é obrigação.
Essa minha simpatia se deve por muitos aspectos. Conheci o Grêmio vendo jogos contra o Novo Hamburgo, Aimoré e Lajeadense. A história de abonância teve como marco principal o gol de André Catimba em 1977. Graças ao Gauchão viajei o RS inteiro conhecendo cidades por meio de estádios. Talvez nunca tivesse ido para Rio Grande, Santa Maria e Veranopolis. Recordo-me também daquele super time pós Mundial que enfileirou o hexa – 1985 a 1990 - e, que por consequência ganhou a primeira Copa do Brasil. O campeonato gaúcho integra o Estado, possibilita que os torcedores prestigiem o clube. Pra nós da capital e região metropolitana que podemos estar no Monumental quando quisermos, acabamos negligenciando este fato.
Enumeraria diversos pontos positivos e negativos. Mas o aspecto mais importante é que ninguém aspira algo maior sem mandar na sua província. Que o novo Grêmio entre para conquistar o RS novamente, qualificando-o para título da Copa do Brasil. Que o vento Minuano traga bons ares para o Olímpico. A campanha 2010 começa oficialmente neste final de semana.
Vais desdenhar o certamente regional?
Por fim, faço questão de um brinde aos estádios com menos de 5 mil lugares. Viva a copa com cerveja de verdade.
PS1: Provável time para a estreia: Victor; Mário Fernandes, Rafael Marques, Réver e Fábio Santos; Adílson, Ferdinando, Souza e Hugo; Leandro e Borges.










