Tags » campeonato brasileiro

Apenas vencer…

Pouco interessa nesta altura do campeonato a forma iremos vencer. O que importa é a concretização das vitórias. Todos nós sabemos que o desempenho técnico e tático esta abaixo para quem postula a conquista do campeonato e que precisamos urgente resgatar aquele time do primeiro turno.

Esta campanha é feita por 38 rodadas, onde se jogará alguns confrontos de forma exuberante como ocorreu primeiro turno, calamitoso como nesta primeira metade de segundo e pro gasto como espero da aqui pra frente.

Pro gasto se tratando de Grêmio é sinônimo de futebol de resultado. Defender como pequeno e atacar como grande. Pouco importa como vamos jogar daqui pra frente, o que interessa é a nossa vitória.
Ganhar na voluntariedade, no bumba-meu-boi, no gol de bico, de canela… Na bola pro mato porque o jogo é campeonato. Vencer e somente vencer.

Restam setes embates, todos eles épicos. Conquistando essa taça automaticamente a história, como só a gremista é capaz, contará fatos sobre um time fadado fracasso que conquistou o Brasil.

Força Grêmio!

Comentários Comentários (4)

E a cereja do bolo?

E o Souza, hein-ô Roth?  Por que não utilizá-lo nesta reta final de brasileiro? Por que nao promoves uma seqüencia?

Entendo que uma meia cancha composta com ele cessaria a prática falida da ligação direta entre a defesa e o ataque.   Acredito que com Tcheco e Souza a bola ficaria mais tempo no chão sendo trabalhada com melhor qualidade.     Mas parece que nosso treinador, após a descoberta do promissor Douglas Costa, acabou abrindo mão da qualidade do meio-campista.

Souza não é e nunca será a cereja do bolo.  Entendo como um erro de Krieger  tê-lo  rotulado desta forma, gerando expectativa altíssima  para torcida e clube.    Souza é ingrediente que dá a consistência ao bolo, um ótimo jogador.

Nesta reta final acredito que poderíamos oportunizar sua entrada no time.  Ele é experiente, campeão brasileiro e joga com a bola no chão.   Se não tem espaço no meio-campo, então que entre alguma das laterais.  Ele tem muito mais a contribuir do que os nomes que andam figurando nestas posições.  Ou tu também és solidário ao Roth na crença que Souza é performaria abaixo de Pico, Mattione, Paulo Sérgio e o Helder?   Aliás, esta mais que na hora de inscreverem esses nomes no curso teórico e prático: “Aprenda a apoiar e cruzar corretamente - ministrado por Arce”.

Te movimenta Roth enquanto há tempo!

Comentários Comentários (1)

Uma pausa pra reflexão

Me tirem os tubos, mas não posso crer que passamos onze dias treinando sendo que alguns deles de forma “secreta” para ficar dando balão contra  a Portuguesa!  É isso que estamos treinando?  Isso é serio… O Grêmio e as suas jornadas bizarras contra times fadados ao rebaixamento me tiram do sério.

Ainda somos líderes, mas até quando? O campeonato pode cobrar os pontos dos empates contra os times da rabeira.   Pra mim, essa derrota contra a Portuguesa tem o mesmo dissabor que no clássico, até porque os dois mencionados são inqualificáveis.

Por outro lado, com um pouco de pensamento mágico, o Grêmio precisa estar com a corda no pescoço para fazer algo decente, vide o passado árduo e sofrido.   A essa altura do campeonato decência é ganhar todos os jogos em casa (12 pontos) e mais quatro pontos fora (alguma coisa contra adversários diretos).  56+12+4=72 e taça no armário.  Se não for pra ser isso, então quero ficar 4º lugar!

Amém!

Comentários Comentários (9)

Ao estilo Grêmio

Minha primeira providência na manhã desta quinta-feira foi rever a necessidade de consultar um cardiologista. Se as nove rodadas restantes repetirem a de ontem, acredito que passar por um eletrocardiograma é um dever. Precisava o Tricolor marcar o gol do alívio aos 49 minutos do segundo tempo? Precisava eu ficar ouvindo a partida no rádio (como de costume) e por osmose, acompanhar também o desenrolar do jogo do Palmeiras? Sim, é o Grêmio e pelo Grêmio. Tensão em dobro, nervosismo à flor da pele.
Dentro das quatro linhas do Monumental foi um jogaço recheado por todos os ingredientes que caracterizam uma partida daquela importância. Falamos repetidas vezes que atuações exuberantes não são o mais necessário neste momento e que a vitória e os três pontos somados na tabela sim, valem muito. O Grêmio fez ontem o que deveria fazer: vencer. Jogo da afirmação para quem achava que a derrota do clássico abalaria as estruturas do time e do técnico Celso Roth.

Afirmação de que todo o trabalho do primeiro turno não foi circunstancial, e o mais importante, agora é feeling, o time quer muito este campeonato. Gostei da pegada, da vontade, da atitude, dos guris entrando e jogando como se aquela ali fosse a final deles, do Morales dando carrinho pra combater uma jogada adversária, do Rever chutando a bola pra longe no momento de aperto, de ver que o Grêmio vai sim lutar até o fim pra levantar esta taça pra gente. Erramos muitos passes, perdemos boas chances de gol, mas o Tricolor saiu vitorioso, reassumiu a liderança e isso basta.

Além de tudo, igualamos o número de vitórias do vice-líder. Afinal, é mais uma garantia. Foi um fim de jogo emocionante, ao melhor estilo Grêmio. E muitas emoções estão reservadas até o dia 7 de dezembro.

Ah, preciso marcar meu cardiologista.

Comentários Comentários (4)

Vitória.

Voltamos a vencer e no melhor estilo de Grêmio.   Superação, jogo peleado e virada de placar.  Não foi jogo exuberante, mas de resultado relevante.  A caminhada segue, e na projeção de 12 em 4, já foram 3.   Se sairmos campeões somente o tempo dirá, mas o sentimento que somos capazes de levar o sonho até o fim.

Juntamente com a vitória, devemos saudar o plantel.   Quem entrou deu conta do recado e de certa forma o time melhorou.  Devemos destacar o trabalho feito por Morales, Matione, Douglas e Soares. Atletas que esperaram a sua vez trabalhando e quando em campo estiveram, aproveitam a chance como se fosse a última.

Aliás, o Grêmio deve jogar assim. Esquecendo a matemática e encarando todo o jogo como uma final!

Comentários Comentários (9)

Superação em dose dupla

A mesma obrigação que o torcedor tem de comparecer ao Monumental amanhã e fazer sua parte nas arquibancadas, tem o time com a vitória, dentro de campo. Nenhum outro resultado é admissível. Já demos sorte demais ao azar, agora chega. A briga lá em cima ta embolando e temos que mostrar nossa força. Sabemos que o Tricolor é capaz de sucumbir às diversidades e dar a volta por cima. Esta é a hora.

O torcedor também terá que se superar neste sábado. Devido às ocorrências do clássico Grenal, a brigada resolveu acabar com as “mordomias” e proibiu a entrada dos materiais da torcida no estádio. Já vale pra amanhã. O que antes era aplicado como um “castigo” pelo mau comportamento - uma vez que havia um acordo de cavalheiros entre as partes -, agora parece que vai se tornar uma constante.

Mas não tem jeito, o Grêmio precisa muito do nosso grito, da nossa vibração. Vamos também passar por cima disso, afinal, a esta altura do campeonato, tudo que venha contra não será mais novidade.

O time ainda é uma incógnita, sabe-se lá o que passa na cabeça do Roth numa hora dessas. Só não quero invencionices. Quero a equipe peleando, chegando junto, buscando a vitória a qualquer custo. Se deu certo até pouco tempo, porque não daria agora?
Quero terminar o jogo sem voz e com os três pontos.

Comentários Comentários (3)

Grêmio vencedor.

O Grêmio  perdeu.  Não estou falando dos resultados, estou tratando do estilo.  Da essência.  Chega desse discurso de líder do campeonato, deste papinho de flamenguista, de que o trabalho continua.     O time trabalhou uma semana inteira para jogar aquela bolinha pífia?   Que papo é esse que o “torcedor está machucado”?    Chega de discurso de efeito, de explicação, de coitadinho.

Esse é o carrinho de Gremio! Carrinho de time pegador.Eu quero crer que há no Grêmio alguém capaz de entrar no vestiário aos berros, batendo na mesa,  botando dedo na cara dos jogadores e do treinador.   Alguém que cobre atitude digna de Grêmio.   Mas uma cobrança de macho capaz de fazer esses jogadores voltarem a comerem grama, colocarem a cara na dividida, peitarem  o arbitro, juiz ou qualquer jogadorzinho de quarta que ouse contra este clube.

Quero alguém que faça esses atletas terem sangue nos olhos novamente, jogarem um futebol peleado  no melhor estilo tricolor.   Rogo  pelo fim do pensamento mágico.  Eles tem que ver o que nós aqui de fora estamos vendo.  Chega convicções falidas, invencionismos e dinheiro em dia.

Tomem as medidas que tem que ser tomadas.
Muito mais do que saber por que perdeu ou venceu, é saber que mudar é questão atitude.

Comentários Comentários (7)