Tag: Brasileirão 2010

O que nos compete

Publicado em 29/nov/2010 por .
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Desde que Renato assumiu a casamata e começou a botar ordem na casa, tivemos pela frente sucessivas decisões. Cada partida foi pensada e considerada única. No Olímpico ou além Mampituba, os jogos ganharam, individualmente, sua importância. Foi assim, religiosamente, nas últimas vinte e quatro rodadas.

Lembro do primeiro embate de Portaluppi neste Brasileiro, ante um Goiás que dias atrás nos tirara – precocemente – a possibilidade mais palpável, naquele momento, de retorno à Libertadores. O time daquela primeira vitória da Era Renato ainda carecia de futebol, mas dava os primeiros indícios que apenas escapar das incômodas últimas colocações do campeonato não seria o bastante.

A “essência gremista” passou a ser incorporada na rotina como suplemento indispensável de um futebol sério e combativo, característica intrínseca de todo o grupo de jogadores que carrega consigo a responsabilidade de defender o Grêmio.  Assim foi o Tricolor nesta trajetória avalizada pelo Renato. O time entendeu o recado, aceitou de coração aberto as orientações. Não chegamos onde chegamos por acaso.

Mas ainda temos o último e derradeiro embate. A parte que nos compete, temos que cumprí-la. Olímpico lotado para, acima de tudo, agradecer a volta do Grêmio mais Grêmio dos últimos anos. Acredito no quatro lugar assim como espero, INDEPENDIENTE  de tudo, que o Goiás nos “devolva”, quatro meses depois, o que nos pertence de fato.

Endosso o pedido do Charles,

Queremos (e merecemos) a COPA!

PS: Fantástica torcida gremista que compereceu ao Brinco de Ouro e o transformou em Monumental. Dale!

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A nossa vez

Publicado em 15/out/2010 por .
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Exatamente hoje completam-se dois meses (ou 61 dias) do último jogo do Grêmio em casa num domingo. O torcedor gremista, que ano passado deleitou-se com finais de semana regados a muito futebol no Olímpico, neste Brasileirão precisou, além de contentar-se com uma tabela estapafúrdia de dias e horários, driblar dos mais diversos obstáculos pra acompanhar o Tricolor no Monumental.

Não foi somente o momento vivido pelo time durante muitas rodadas ou o valor do ingresso que puxou a média de público pra baixo, tirou o torcedor do estádio. Jogo às 19h30, meio da semana, pra quem reside e trabalha na região metropolitana (sem falar no interior) e não tem um chefe bacana e compreensivo que dá aquela força e libera o cidadão mais cedo, é impraticável, entende-se.

Felizmente, a partir deste domingo, o Tricolor engata uma sequência de cinco jogos no Monumental.  Partidas tão decisivas, importantes e fundamentais quanto a nossa presença no estádio, nossa pressão no cangote do adversário, nosso apoio pro time do Portaluppi que, afinal, vem correspondendo e bem. Deste jogo do Cruzeiro em diante, o dia, o  horário, o trabalho, a BR não servem mais como justificativas pra tua ausência. Tá na hora de comparecer em peso, retribuir o empenho da equipe e levar o Tricolor à mais uma vitória.

Domingo, todos ao Monumental. Com nosso incentivo e vibração o Grêmio é muito mais forte.

Dale!

Fim de semana com jogo do Tricolor lugar de gremista é no Olímpico.

17/10 – Grêmio x Cruzeiro
24/10 – Grêmio x Amargos
07/11 – Grêmio x Ceará (fica pra próxima, Paul))
21/11 – Grêmio x Atlético-PR
05/12 – Grêmio x Botafogo

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Onde podemos chegar?

Publicado em 04/out/2010 por .
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Que Renato faria das tripas coração pra tirar o Tricolor da situação periclitante quando da sua chegada, disso nenhum gremista tinha dúvidas. O que ainda causava alguma incerteza era justamente a capacidade deste em assumir o comando técnico de um grupo que estava fadado ao insucesso e fazê-lo jogar.  A partida deste sábado e a vitória da maneira que fora construída pode ter sido sintomática pra dissipar a nuvem de desconfiança que pairava sobre Portaluppi como treinador gremista.

Mesmo descompensado pelas ausências de peças importantes, o time tem sido cumpridor do dever.  O Grêmio no Barradão teve atuação compatível com as dificuldades que já começaram pela montagem da equipe. Gurizada da base que, apesar da visível falta de entrosamento, dentro das possibilidades deu conta do recado e sua baita parcela de contribuição pra quarta vitória consecutiva além Mampituba – quem diria. Foi um jogo encrespado, feio em muitos momentos, Tricolor errando muitos passes e com pouca efetividade ofensiva – até os minutos finais, pelo menos -, mas que na figura de Gabriel em tarde inspiradíssima contou com uma defesa bem postada e segura.  Sinceramente, diante de tudo que passamos já entregues à incompetência de aprendizes de vestiário, atuações de excelência é o que menos importa no momento. Prefiro o pragmatismo do resultado às apresentações espetaculosas mas nada eficazes. Futebol arte deixemos às “bailarinas”. O crescimento do Grêmio com Renato no comando é prático, atestado na tabela de classificação do Brasileirão.

Longe de achar que temos um baita time e que assim, por milagres de Saint Portaluppi, os problemas da falta de qualidade em alguns setores foram sanados da noite pro dia.  Os prodígios do santo acontecem sim, mas na forma como este administra o grupo, mostra-se conhecedor da capacidade de render de cada jogador e trabalha sua carência. Fundamental reciprocidade de confiança entre o comandante e seus comandados.  Situação que vem garantido o sucesso do coletivo, de um Grêmio com objetivo único, que não se deixa abater e, que ao contrário de tempos bem recentes, cresce na adversidade. Trajetória iluminada pela estrela mítica de um gremista que, assim como nós, quer o Grêmio sempre Grêmio.

Baita vitória. Orgulhosos estamos de ti, Portaluppi.

PS: falando em mítica, que tal o recente desempenho da 16? Clementino que o diga…

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Ainda é pouco

Publicado em 30/ago/2010 por .
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Como não vi o jogo, prefiro não analisar o que ouvi através dos olhos dos outros. Mas confesso que não estou convencida que o empate tenha sido, de fato, um bom resultado. Quem sabe o foi considerando o tabu da Arena, as dificuldades de vencer fora de casa -  situação que se arrasta desde o ano passado quando conseguimos a façanha de vencer APENAS uma partida longe do Olímpico no BR -, o momento técnico gremista, etc, etc, etc.  Sei e sinto o quanto está dificil o caminho e que, dentro do contexto, este UM pontinho é bem-vindo. Mas não dá pra ficar protelando a reversão do quadro.  Como disse anteriormente, o Grêmio patina e não sai do lugar. Isso me preocupa. Dói. A evolução destacada precisa sair da teoria passando à prática: bons resultados em sequência e o distanciamento da zona deplorável do descenso.   E como o Tricolor, me torno repetitiva: ganhar, no momento, da forma que for, é o mais importante.

Não estou desmerecendo o trabalho que o Portaluppi vem fazendo. Ao contrário, acredito demais nele. Tem corrido contra o tempo pra arrumar a esculhambação deixada pelo Silas e, aos poucos, vai tentando fazer o time jogar. A propósito, inadmissível que em setembro ainda estejamos discutindo time ideal, forma de jogo…herança maldita que espero não leve tempo demasiado para ser desfeita.

Tempo este que o torcedor gremista tem para se redimir. Lamento que  o clube tenha novamente que apelar pela presença da torcida no Olímpico. Tão ridícula quanto a colocação do time no Brasileiro é a presença de público no Monumental. Não dá pra simplesmente usar a fase como justificativa. Omissão nunca combinou com o gremista.  Não deixemos que a condição de respeitado e temido fator local, alçada nos últimos anos, se perca no tempo. A tabelinha time e torcida precisa voltar a acontecer.

Quarta-feira, assim como o Grêmio, tens a chance de reverter a situação.

Te espero lá!

Dale!

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Te vejo no Monumental?

Publicado em 14/jul/2010 por .
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Tá frio, muito frio, eu sei.

Fossemos considerar a condição nada favorável do tempo, a posição na tabela e a má impressão dos amistosos, certamente trocaríamos o cimento gelado do Olímpico pelo aconchegante e quentinho lar-doce-lar.

Mas é o Grêmio em campo,  voltando de uma parada longa que, para nós torcedores acostumados a bater ponto ao menos uma vez por semana no Olímpico,  foi tempo demais.

É o Grêmio que vai, a partir desta noite gélida de quarta-feira, tentar transformar nossa desconfiança em confirmação de que dias melhores estão por vir.

Chance pra começar uma mudança de postura, de discurso, de futebol…

Sigamos fazendo nossa parte. Te vejo, então, no Monumental?

Dale!

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