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Avalanche na Arena

Publicado em 01/fev/2013 por .
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gremio queda2 afp.jpg 95 Avalanche na Arena

 

Avalanche é parte da cultura gremista. Pouco importa, nesse momento, se ela foi incorporada na última década. Aliás, o que de proveitoso temos desta última década senão a mobilização do torcedor na arquibancada que chamou a atenção do país e potencializou ($$$) nossas campanhas de sócios? Entre o caneco de 2001 da Copa do Brasil e a inauguração da Arena (que renova as esperanças) em 2012, o Grêmio foi grande somente nas arquibancadas.

Sejamos pragmáticos, frios e desprovidos da comoção midiática.

  • Os problemas internos da Geral e das demais torcidas organizadas não tem haver com a avalanche. São dois fóruns distintos, dois problemas as serem sanados. E o primeiro, confesso, é o mais relevante.
  • O problema não é a avalanche, o problema é o setor destinado a ela que não estava preparado para suportá-la. Ninguém me convence que aquela contenção suportaria uma avalanche. Está mais pra engenhoca do que engenharia. Avaliar e corrigir os problemas estruturais sanará o problema e pode devolver, sem novos sobressaltos, a comemoração do gol.
  • Colocar cadeiras? Discordo. Precisamos de ingressos a preços acessíveis. Geral foi o único setor que lotou quarta, e continuará lotando na história deste novo estádio. Fecho, nesse aspecto com a direção:

“Não há problema de segurança na Arena. Existe este problema na avalanche. Queremos manter o espaço popular. O público do futebol não é o mesmo de um espetáculo de balé. Há a necessidade de ter um espaço para quem fica de pé, quem grita, quem pula. Se tiver de impedi-la, faremos”. Fabio Koff.

  • Penso, quando concluída, que o Grêmio deva executar um laudo final da obra. Ponta-a-ponta. O que foi contratado foi entregue? E como foi entregue? Não custa avaliar todos os setores da nova cancha.

Com a opinião expressada quero fechar com o depoimento de quem viveu aquilo lá.

Samanta Cappeletto, 25 anos, analista de produtos (minha colega de trabalho):

Desvio do problema!
Uma nova inauguração, começando o ano de 2013 com tudo, torcer e gritar pelo imortal tricolor e ajuda-lo a vencer, entrar definitivamente na Libertadores 2013, assim foi a minha quarta-feira.

 
Eu estava lá, na geral, no coração da Arena onde todos cantam o mesmo canto. Estávamos sem faixas, sem instrumentos, mas estávamos lá torcendo TODOS POR TODOS, unidos numa noite decisiva. Uma noite triste, o luto pela tragédia em Santa Maria marcou o minuto de silêncio, todos calados prestando uma singela homenagem aos familiares que estão sofrendo neste momento.

 
Depois do silêncio, voltou o canto e o apito iniciou a partida. Um jogo tenso, precisávamos ganhar! A tensão permaneceu todo o primeiro tempo e nenhum gol marcamos. Quando começou o segundo tempo a torcida estava mais forte, precisávamos levar o time e apoia-lo para conseguirmos a vitória, então, foi aos 17 minutos do segundo tempo que Elano marcou o primeiro gol. Emoção, uma luz no final do túnel começou a surgir, quando pensei em gritar e comemorar eu já estava caindo no gramado, toda avalanche esmagando os primeiros que estavam no pequeno muro com cabos de aço, eu estava lá, por sorte estava na porta de ferro que dá acesso ao gramado. A porta abriu, caí no degrau de joelhos e depois na grama sintética ao redor do campo. Nossa! Tudo muito rápido, seguranças e policiais ajudando, quando levantei e voltei a ficar em pé percebi que tudo estava destruído, toda estrutura de “ferro” estava retorcida. Um ferro que parecia papel, cabos de aço que estavam amassados, pequenos parafusos segurando o frágil concreto que mais parecia areia.

A culpa é de quem? Da Avalanche? Será proibida a avalanche?
Não! A culpa é da construção! O grande Monumental sempre aguentou muito bem cada avalanche, cada comemoração. No Olímpico Monumental tínhamos a estrutura de um muro, um muro alto e depois com barras de ferro para suportar a grande torcida que sempre apoiou o time na boa e na ruim, diferente da Arena que existe uma pequena mureta com cabos de aço.

Economia na construção? Erro no Engenharia?
É muito fácil desviar o problema e colocar a culpa na Avalanche, é muito fácil prejudicar uma torcida que está sempre presente, até mesmo em treinos, marcando presença com mais de 10 mil torcedores no último treino no Olímpico em dezembro de 2012.

A mídia ajuda a prejudicar as torcidas organizadas, só o que sabem falar agora é na avalanche…o problema é a avalanche. Isso é um absurdo! Vão fiscalizar melhor o material daquele concreto, o tamanho ridículo do parafuso, os cabos de aço que deveriam ser barras de ferro. Não adianta construir uma linda Arena se não temos segurança para fazer uma avalanche que já fazíamos no Olímpico e todos se orgulham da grande festa. A justiça deve ser feita com a construção e não com a torcida que ama o seu time. Estamos com sede de avalanche, queremos um título, uma grande vitória e não destruir uma torcida como a geral.

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Que venha 2013!

Publicado em 31/dez/2012 por .
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Cá estamos, às portas da final de mais um ano. Tempo propício para fazer o balanço dos 365 dias que vão ficando para trás. Pessoalmente, encerramos o período com saúde, motivo de sobra para comemorar. No que tange ao Grêmio, nosso clube querido, 2012 foi de poucos bons momentos. Alguns de emoção, é verdade, mas as lágrimas que uma torcida espera lembrar e celebrar ao final de uma jornada, estas não vieram.

O que nos reserva 2013?

Arena, Libertadores, Fábio Koff. As perspectivas são boas; as exigências, maiores ainda. Batizar nossa nova casa com o Tri da América provavelmente seja o maior desejo de todos nós, gremistas. Mas que a retomada dos títulos seja a consequência da retomada também do Grêmio de outrora, dentro e fora de campo.

Chega do quase, da vaga. Queremos o topo!

Que nosso novo presidente devolva ao Grêmio o que é de Grêmio.

Que 2013 seja de cancha cheia, de ceva gelada e muitos encontros entre amigos antes – e depois – dos embates. Que seja de paz na arquibancada, de avalanches, de gritos de “Campeão”.

É com este sentimento que nós, do Grêmio Copero, desejamos a todos amigos um baita ano, de conquistas pessoais, e em azul-preto-branco.

Dale!

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Koff e a Arena

Publicado em 17/dez/2012 por .
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Confesso que fiquei surpreso com a declaração do Dr. Fabio Koff. Não precisávamos desta polêmica neste final de ano, ainda mais se queremos uma unidade para jogar a Libertadores.  Ao mesmo tempo, confio no homem que comandou o clube de forma muito exitosa em duas décadas distintas.

Pensei em escrever a respeito, mas nada mais justo que endossar as palavras do Giuliano Vieceli. Ele participou ativamente de todo o processo e tem conhecimento mais aprofundado sobre o negócio Arena. Segue:

http://arenadogremio.blogspot.com.br/2012/12/o-lado-ruim-da-entrevista-do-presidente.html

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Arena do Grêmio: além do que se vê.

Publicado em 07/dez/2012 por .
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arena dez 2012 paulo hoeper Arena do Grêmio: além do que se vê.

 

Tu és privilegiado meu amigo, independente em qual canto do Mundo tu estás, de viver e testemunhar mais um marco da grandiosa história deste clube. Se tu pensas que estou falando do novo estádio, em formato de Arena, o mais moderno da América do Sul, em parte estás certo.

A Arena que se inaugura amanhã, sete dias após o adeus Monumental ao Olímpico de todas as glórias, vem carregada de simbolismos para o Grêmio e sua gente. O maior deles, que nós do magistério do Grêmio Copero – um blog que nasceu pro Grêmio, pra sua história e pra sua gente – acreditamos ser a ruptura definitiva da áurea conformista que se instaurou na agremiação.

Somos a nossa história, fato. E que história!

Porém, na contramão do curso normal, o Grêmio dos últimos tempos surrou a sua história, abusou dela para afagar os insucessos do presente. Grêmio minguou, perdeu a ambição e aceitou esta condição. Como quem caminha de costas, saudoso do passado que se distância cada vez mais, andou e tropeçou, andou e tropeçou, …

Mirar o futuro.
Que o advento da Arena, essa magistral cancha que estamos por inaugurar, seja a ruptura destas mazelas que nos assolam e seja o ESTOPIM da retomada. É isso que o Grêmio precisa, é isso que a sua gente quer.

Nunca a expressão o GREMIO PRECISA SER MAIS GREMIO se fez tão verdadeira.
Amanhã, quando o manto das três cores desfilar pela primeira vez na nova cancha, muito mais que um evento inaugural, acredite num novo começo. Que nosso Grêmio mire com gana um futuro vitorioso e faça por onde. Quem constrói uma cancha desta, constrói o futuro que quiser.

Bem vinda ARENA. Bem vindo MOEDOR DE CARNE.

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Às vésperas de mudar a história.

Publicado em 08/nov/2012 por .
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arena vista aviao Às vésperas de mudar a história.

A partir de hoje, um mês. Nada mais será como antes. Muda o Grêmio, muda a sua gente, muda-se a rotina de uma cidade inteira. Seremos imponentes na nova cancha, voltaremos às glórias e atingiremos novos patamares.

Coube ao Tricolor, meus amigos, mudar a história de Porto Alegre mais uma vez. Do Fortín da Baixada no Moinhos de Ventos, do Olímpico Monumental na Azenha. Chegou a vez da Zona Norte tomar novos formatos, novos rumos e história. O clube se muda para uma Arena digna da grandeza e necessária para os novos tempos do futebol. Grêmio se muda para estar mais perto dos gremistas do Vale dos Sinos, do Litoral, da Fronteira e Serra. Mais próximos da sua gente.

Ansioso. Exatos um mês uma nova história estará sendo escrita.
Do sonho que parecia distante ao O MOEDOR DE CARNE concretizado.

 

Imagens exclusivas da Arena do Grêmio

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Conforme o bolso do freguês.

Publicado em 06/mai/2012 por .
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arena abril 2012 fish Kracker Conforme o bolso do freguês.

 

E o Moedor de Carne segue tomando forma numa velocidade impressionante. A cada semana somos brindados com lindas fotos que revelam que estamos a cada dia mais próximo do ADEUS e do BEM VINDO.

A Arena é realidade e impressiona!

Nesta semana foram reveladas informações sobre a ocupação da Arena. Essa foi pauta interminável que acompanhou o projeto desde a concepção entre questionamento, dúvidas e polêmicas. As regras estão decididas, os custos estão expostos e processo de migração está por começar.

Captura de Tela 2012 05 06 às 21.40.25 Conforme o bolso do freguês.

Minhas primeiras impressões são de que os valores são dignos da grandeza do projeto e um tanto destoantes para o bolso brasileiro. Nessa linha, penso que o perfil dos sócios irão mudar. É um processo natural que cedo ou tarde se tornaria realidade também aqui no Brasil.

Sob os locais, aposto que os setores de R$ 120, R$ 169 e da Geral serão os mais procurados ao longo do processo de migratório.

E tu? Já decidiu o local onde vai ocupar?

Eu vou de Cadeira Alta Lateral – R$ 120,00.

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Já passou da hora de responder dentro de campo, já que fora de campo o concreto avança.

Publicado em 03/fev/2012 por .
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Véspera de Gre-nal.

Twice Caldas classificou-se sobre o Once Caldas à Libertadores. Nenhuma menção aos dois gols ilegais validados porque não pretendo irritar com más lembranças meus amigos do Nacional de Montevideo. Entenderam? Nenhuma menção porque passou quem passaria de qualquer forma.

Véspera de Gre-nal.

Grêmio vendeu seu melhor volante e seu melhor meio campista. Não entrarei no mérito, nos pormenores. Caio Jr. disse que o time inicia pelo ataque. De fato, temos um baita ataque. Resta saber se o resto do time, algum dia ainda em 2012, acompanhará. Caio Jr que se vire.

O fato da semana pertence ao deputado estadual colorado e petista Raul Pont, petistando a favor da sua coloradagem.

Escreveu o homem e publicou o garoto de recados Hiltor Mombach:

“Caro Hiltor, saúde! Li publicação na tua coluna sobre o entorno da Arena do Grêmio e a falta de recursos para melhoria de acessos e obras complementares. A cobrança vai ao “poder público”. Concordo que cabe a cobrança ao poder público, mas essa. O governo estadual entregou aquela área de graça, avaliada em R$ 38 milhões, e recebeu em troca área gravada na Estrada Costa Gama no valor de R$ 3 milhões.
O Estado, apesar da lei aprovada condicionar compensações, abriu mão de qualquer compensação avaliando que os ganhos futuros serão bons para o erário. Portanto, um grande negócio para a OAS. Ao governo municipal cabia exigir diante do tamanho do investimento todas essas providências e, tudo indica, não o fez. Para benefício, de novo, da OAS. Agora, se quer que o poder público pague a conta?
Nenhuma obra desse porte, nenhum loteamento, pode ser aprovado sem que o investidor assuma os custos das consequências do investimento para o entorno. Por exemplo: o Shopping Praia de Belas (duplicação da Avenida Praia de Belas), o Carrefour Passo da Areia (Avenida Grécia e obras pluviais), o Barra Shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, moradias populares e outras obras), entre tantos outros.
Portanto, de poder público, o que falta, nesse caso, é o poder de regulação, de controle, de exigências de urbanização e obras complementares em empreendimentos deste tipo.
Saudações, Raul Pont.”

Pois bem, pra sorte do Grêmio, fora de campo e longe do futebol, temos gente competente e intelectualmente honesta a se dispor.

Nosso conselheiro Giuliano Vieceli replicou:

A Gota D’Água

Chega!

À medida que meus olhos percorriam as palavras ditas pelo ex-prefeito, ia me dando conta de que a Copa do Mundo em Porto Alegre não é um jogo de gato e rato.

Informações falsas (o terreno foi COMPRADO pela OAS, num valor próximo a R$ 40 milhões, além da construtora se responsabilizar em construir uma universidade na Restinga – Estrada Costa Gama, um novo posto policial, se responsabilizar por reposicionar a rede de transmissão que passava pelo terreno da Arena, sem contar na construção de uma nova escola para a região – já construída, diga-se de passagem – pois a existente ficava dentro do terreno), falso desconhecimento do assunto e o uso de exemplos que nem de longe se encaixam no cenário Rodovia do Parque x Complexo Arena.

Nem gatos, nem ratos. Estamos lidando com porcos e patos.

De um lado, pessoas com espírito de porco que, no alto de seus poderes e influências políticas, não buscam o melhor para a cidade. Querem colocar obstáculos no projeto adversário, buscando assim proteger o seu. Do outro lado os patos, aqueles que buscam aproveitar o fator Copa do Mundo como a tábua de salvação na busca de recursos primordiais para a cidade, a fim de torná-la mais moderna, mais segura, mais confortável, independente das cores que carrega no peito.

Em que grupo o ex-prefeito se encaixa? Bem, vejamos:

- Ele tentou aprovar uma emenda que forçaria as obras da Arena a terem 50% da mão-de-obra gaúcha, sendo que todos nós sabemos que no Brasil a grande maioria da força de trabalho nesta área é composta de pessoas do Norte/Nordeste. (será que fará o mesmo em relação às obras do Beira-Rio?)

- Votou contra a aprovação dos índices para o terreno do Olímpico (adivinhem o voto dele em relação aos índices da área do Beira-Rio?)

- Votou contra a liberação do terreno onde hoje está sendo construída a Arena

A carta reproduzida acima foi apenas a “cereja do bolo”. Mas para nós, porto-alegrenses, tem que servir como a gota d’água.

O deputado Raul Pont sabe que se as verbas necessárias para as obras viárias no entorno da Arena não chegarem até março, elas não ficarão prontas no momento da inauguração do estádio tricolor. Sabedor disso, se posiciona de maneira patética, colocando como responsabilidade da OAS algo que é de responsabilidade do Governo Federal.

Vou provar que o argumento do deputado é inválido (para não dizer idiota):

Se não houvesse estádio ali naquele terreno, haveria ainda sim a Rodovia do Parque, correto?

Logo, a rodovia não existe por causa do Projeto Arena. Ela foi concebida pela necessidade de se criar uma alternativa capaz de aliviar o tráfego na BR-116. Mesmo se o Projeto Arena não existisse, haveria ainda a necessidade de se melhorar a malha viária na região onde a Rodovia do Parque desemboca (dentro do Bairro Humaitá), para escoar o tráfego gerado por ela.

Neste cenário, se ainda estivesse na condição de prefeito, o que o excelentíssimo Raul Pont faria? Diria para os porto-alegrenses que o problema era da construtora ou buscaria recursos junto a União, pelo fato de se tratar de uma Rodovia Federal?

A resposta é lógica.

Ora nobre deputado, algumas pessoas raciocinam, sabia?

Shopping Praia de Belas, Carrefour Passo da Areia, Barra Shopping Sul… É óbvio que as melhorias no entorno destes empreendimentos é obrigação do investidor. Por um simples motivo: o aumento no tráfego daquela região foi causado pelo EMPREENDIMENTO construído, seja ele shopping, seja ele supermercado.

Já o aumento do movimento no Bairro Humaitá não se dará pela construção de um estádio que funcionará uma vez a cada 10 dias. Se dará por conta de uma Rodovia Federal que terá cerca de 33% do tráfego hoje existente na BR-116 (e todos nós, gaúchos, sabemos o inferno que esta rodovia representa no dia-a-dia).

Portanto, PROTESTEM contra este cidadão. Mandem e-mails (imprensa@raulpont.com.br), cobrem no twitter (@raulpontPT), façam barulho.

Chega dessa palhaçada, deste jogo ridículo onde todos saem perdendo: gremistas, colorados e, principalmente, a cidade de Porto Alegre.

Saudações tricolores,

Giuliano Vieceli
Conselheiro do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense

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Perspectivas do Moedor de Carne

Publicado em 22/nov/2011 por .
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Enquanto o aterro está envolto a mato e abandono, o Moedor de Carne vai tomando corpo.

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Moedor de Carne, vulgo Arena

Publicado em 03/nov/2011 por .
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Uma perspectiva do que vai ser jogar na Arena.
Pobres amargos, pobres adversários!

Arena 02 de novembro 2011 4 Moedor de Carne, vulgo Arena

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Com a máxima franqueza.

Publicado em 07/jul/2011 por .
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Sejamos francos e desprovidos de demagogias. Ninguém em sã consciência poderia esperar progressos drásticos da equipe logo na estréia do novo treinador. Mesmo se tratando de futebol, esporte onde o imponderável tem vez, ou do gremismo mais intenso que muitas vezes nos cega, aqueles que entram em campo estão longe de formar uma equipe de verdade. Quando a qualidade é aquém da esperada (e até requerida) nos abraçamos no coletivo para transpor dificuldades. Quem não tem coletivo, como nosso caso, está fadado aos revezes. Cabe ao Julio Camargo dar aquilo que até agora não temos: cara de time.

O Grêmio paga caro pelos enganos e armadilhas que o primeiro semestre reservou. Apesar de algumas putas velhas, como Odone, o Grêmio acorda tardiamente para a realidade, que dura, compromete mais uma temporada. Enquanto tentam corrigir os enganos para que 2012 seja mais digno da grandeza deste clube, resta a nos torcedores cumprir com o papel de gremistas na boa e na ruim.

Desabafo. Desta gestão espero ao menos que ergam a Arena com a devida qualidade. Apressar a obra para entrar pra história pode ser um erro irreparável. Caro Odone e Antonini, se na cancha o Grêmio não o entrega o que merecemos, que façam isso em forma de patrimônio. Obrigado.

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