Tag: adílson
Ídolos eternizados.
Publicado em 02/nov/2010 por Charles Hansen.
Tags: adílson, cuca, de leon, portaluppi
Renato chegou e não gostou do que viu. Encontrou seu clube do coração rachado, de futebol apático e desconectado da tradição e princípios que norteiam o pavilhão tricolor. De longe não lembrava em nada o Grêmio que ele mesmo construiu. É Renato, o que estavam fazendo com o teu Grêmio? Aquela afirmação logo após a sua chegada deve ser pauta constante de reflexão.
Portaluppi na casamata foi por muito tempo considerado loucura para muitos. O ídolo máximo poderia se queimar, manchar sua história. Covardes. Aqui o conclamávamos desde sempre, desde que Roth partiu. Era o homem que nos levaria ao topo da América.
Cuca e Adilson na fase que antecedeu a queda. Hugo De Leon naquele recomeço em que não havia time e nem fardamento. Todos ídolos que marcaram época, levantaram taças e não tiveram êxito nas suas passagens como treinador. Estão queimados? Jamais! Aqui meus amigos é o GREMIO, um clube que sabe valorizar seus ídolos, sua gente e sua história.
Apreço e eterna gratidão a todos.
Reverências por tudo que fizeram por esse Grêmio.
Comentários (8)
Adilson na casamata
Publicado em 12/nov/2009 por Charles Hansen.
Tags: adílson, comando técnico, temporada 2010

Silas não, por favor. Se não tem como trazer Felipão, que fique entre Espinosa, Portaluppi e Adilson. Este último acredito ser hoje o mais talhado para assumir o comando técnico gremista. Identificado e multicampeão pelo clube, o capitão América está em ascensão na carreira e soma experiências em campanhas significativas (vice América, duas libertadores, títulos regionais).
Adilson já teve duas passagens pelo Grêmio, por coincidência nos tempos mais negros do tricolor – 2003 e 2004. Ter boas campanhas nesse período era praticamente impossível, a missão era apenas de salvação. Mesmo assim, quero destacar que Adilson conseguiu em 2003, numa campanha de recuperação, salvar o clube do descenso.
Ele assumiu o Grêmio na 28ª de 46 rodadas, período em que o clube tinha apenas seis vitórias na competição nacional e aproveitamento até então de 28%. Comandou o clube em 19 partidas com sete vitórias, seis empates e seis derrotas, aproveitamento de 47%. Demorou um pouco para reorganizar o time, com um início um tanto dificultoso. O impressionante foi que nas últimas 13 rodadas o Grêmio obteve sete vitórias, três empates e três derrotas, aproveitamento de 61%. Considerável se tratando do momento vivido pelo clube.
Por que não oportunizar ao Adilson iniciar a temporada do zero? Para julgarmos passagens devemos ser cientes das circunstâncias de cada uma delas. Acredito que ele pode resgatar o espírito aguerrido e bravo que por motivos diversos o Grêmio deixou de lado. Quero alguém realmente identificado com o Imortal Tricolor. Quero alguém que me represente à frente da casamata.






