Acessando o San Siro

Publicado em 10/jul/2009 por .
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estadio san siro milao1 Acessando o San Siro
Acreditem nas promoções, algumas delas são bem sérias. Afirmo isso porque uma colega de trabalho participou e venceu a promoção da ESPN, que teve como prêmio uma viagem de quatros dias, com acompanhante, para assistir Milan e Juventus no San Siro.  Incrível não?

Ainda em voga os incidentes do último Grêmio x Cruzeiro,  o Eduardo (marido da Debora que também trabalha comigo) me contou como foi a experiência para acessar o estádio italiano.

Para adentrar no San Siro são necessárias duas identificações, ambas realizadas rapidamente através da utilização de cartões magnéticos (ingressos ou credenciais).

A primeira é realizada junto aos portões que cercam o estádio e pode ser denominada como FILTRAGEM, onde somente pessoas autorizadas têm acesso ao pátio.  Lá, os torcedores que desejarem, podem usufruir dos serviços (bares, lojas, etc…) até minutos antes do início da partida.   A segunda etapa é junto às rampas de acesso  e tem por objetivo DIRECIONAR, encaminhando os torcedores para os respectivos setores dos seus ingressos.

Comentou que o estádio de 80 mil lugares tem inúmeros portões de acesso que dão vazão à demanda de circulação dos torcedores e que para promover mais a partida havia já no estádio (campo) alguns atrativos pré-jogo.

Onde quero chegar com tudo isso?
A FIFA já tem uma prática similar em período de Copa que ocorre nas cercanias do estádio.  O exemplo do San Siro pode ser uma idéia a ser adotada na Arena e talvez no Olímpico em situação de jogos com lotação máxima.  Viável ou não, o que não dá pra aceitar é a falta de planejamento (ou negligência como preferirem), mesmo sabendo das limitações estruturais do quase sexagenário Olímpico Monumental e dos novos hábitos dos torcedores.

Curiosidade: Quando o Milan é mandante o estádio é chamado de San Siro e quando o mando é da Internazionale o estádio é chamado de Giuseppe Meazza.

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Abre Aspas – ed.6

Publicado em 09/jul/2009 por .
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Reconhecer os erros é meio caminho para mudança. Que não fique apenas no discurso e que sirva de exemplo para o clube.  Todos erraram, alguns mais e outros menos, mas erraram. A frase abaixo é do comandante coronel Trindande da BM no programa Polêmica da Rádio Gaúcha.

– Foi uma associação de erros, de torcida, de direção, da Brigada Militar. O problema é que as pessoas não têm coragem de admitir que erraram. E nós temos que admitir para poder corrigir nos próximos eventos. Vamos nos reunir (com o Grêmio), e a essência da conversa vai ser essa. Cada um errou um pouco, temos de ter coragem de admitir, e corrigir. O resto é conversa.

Para quem não leu segue o link da nota oficial do Grêmio.
http://www.gremio.net/news/view.aspx?id=8383&language=0&news_type_id=16

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De torcedor para o presidente.

Publicado em 08/jul/2009 por .
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dudakroeff paulocezarsponchiado De torcedor para o presidente.

Poucas horas antes dos incidentes ocorridos na noite da última quinta-feira, que marcou negativamente uma parte dos associados gremistas como todos já sabem, o sócio proprietário Paulo Cezar Sponchiado – de Florianópolis – entregou em mãos ao presidente Duda Kroeff o projeto de sua autoria chamado DE TORCEDOR PARA PRESIDENTE.

O documento, que pode ser acessado por todos, contém 35 ações, todas relacionadas ao atendimento, captação de sócios e torcedores, fidelização de sócios e torcedores e melhorias na comunicação e relacionamento entre consulados, torcedores, sócios e direção.

Leitura recomendada para todos que frequentam esse blog.

O Grêmio Copero parabeniza ao Paulo por essa ação que visa tão somente o crescimento.  Boas cabeças geram boas ideias que, quando bem estruturadas, são insumos importantes para iluminar as mentes dos que comandam o clube.

Além disso, este trabalho é exemplo de que não podemos ficar passivamente de braços cruzados. Os movimentos de mudanças devem também ocorrer de fora para dentro.  É hora de fazer ecoar nossos pensamentos não só nas arquibancadas do Monumental.

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O que muda?

Publicado em 07/jul/2009 por .
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Passada toda a ressaca – como diz o Charles – da desclassificação na Copa e dos tumultos pré, durante e pós jogo que aconteceram na quinta, não mais que rapidamente volto novamente ao mundinho do brasileiro, já matutando o que será do Grêmio neste segundo semestre. Certo que a tal reformulação, pregada desde o final da partida, fosse acontecer. E só não ocorreu antes exatamente por estarmos em meio à Libertadores. Na verdade, não deveria ser cogitada se o planejamento lá do início do ano tivesse sido sério e focado. Assunto este já batido, mas que ainda muito se justifica.  O normal seria, a esta altura dos acontecimentos, estarmos comentando um ou dois reforços, aqueles “algo mais à equipe”. Quem sabe substitutos para este ou aquele jogador que, inevitavelmente, se fue na janela de transferência.

Sinceramente não acredito numa mudança muito drástica no que diz respeito ao time. Sabemos, nós torcedores, decór e salteado as peças que há tempos nos são incômodos nos sapatos. E, se no início da temporada não foram destinados os esforços necessários para que viessem atletas de qualidade para as laterais, por exemplo, duvido muito que se faça agora. 

E tem ainda a provável venda do Victor e do Réver, talvez os dois melhores jogadores do Tricolor no momento. Sei que o clube precisa demais fazer caixa. Não hay la plata e a saída é sim se desfazer daqueles que realmente vão render ($). Se tivesse certeza que  seriam repostos à altura, talvez não sentiria tanto. No gol até penso que o Marcelo Grohe dá conta do recado, agora se na zaga já estávamos carentes, sem o Réver nos tornamos praticamente indigentes. Não vindo outro Fábio Ferreira já saímos no lucro.

Precisamos qualificar o meio. O Souza eu ainda não sei se fica ou se vai. O Tcheco tá começando a acusar o golpe, mas ainda acredito que possa render mais. Se não troxerem ninguém melhor, ao que me parece Adilson e Tulio são os titulares do 442 do Autuori.  Os hermanos Maxi e Herrera só perdem o posto de dupla de ataque oficial se lhes faltar, por muito tempo, o detalhe que faz toda a diferença. Espero, ainda, que terminem muitas tardes/noites dançando tango. 

Mas sabemos que o Campeonato exige mais que onze jogadores. Temos o Thiego, Douglas Costa (que deve ficar mais algumas semanas entregue ao DM), o Maylson e o Mário Fernandes, que até foi bem diante do furacão.  A base, novamente, volta a ser uma opção pra hora do aperto. Mas as avaliações precisam ser sérias, sem precipitações e coerentes com as reais necessidades do time. Trabalho e tanto para o departamento de futebol e pro Paulo Autuori.

O que não podemos é perder os trilhos que nos levam novamente à Copa.  Retornar, imediatamente, passa ser, agora, nossa obsessão até o final do ano.

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Potência Máxima!

Publicado em 06/jul/2009 por .

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maxi3 Potência Máxima!

¿Querem classificar pra Copa novamente? Entonces, ¡dale Grêmio!

Um maxi-conselho, bem didático, pra diretoria: quando as críticas partem da torcida, elas são contra algumas decisões e algumas não-decisões de vocês, jamais contra o Grêmio, estamos combinados? Estaremos sempre apoiando o time, sempre.

Eller no Grêmio? Me agrada. Somando também um incontestável lateral direito, o Émerson e uma troca de volantes castellanos. Já que Orteman não joga, que tal Cubero, do Vélez? Ou la Bruja Verón? Mais a necessária incorporação da gurizada da base… sinto cheiro de protagonismo tricolor, mais uma vez, nesse brasileiro.

Domingo todos à cancha pra saudar o Mano Menezes, carimbar a faixa deles, somar mais três pontinhos e começar a pisar nos calcanhares do G4.

Foto: globoesporte.globo.com

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Um tempo depois.

Publicado em 04/jul/2009 por .

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A revolta da torcida ainda é muito grande e não diminuirá, saibam. Não, a menos que haja oxigenação nos discursos e, principalmente, nas decisões práticas. O Krieger saiu e, é coerente que saia, porque foi o cara que, junto com o Odone, e depois, junto com o Kroeff, bancou o Roth, claramente colocando-se em contra da torcida. Aqui cabe uma comparação histórica: quando o Dr. Koff bancou ao Felipão em 93, era o Koff campeão de tudo que bancava e era o ainda desconhecido e gremista Felipão o técnico bancado. São coisas muito diferentes.

Quando a massa se fez ouvir e quando os erros de planejamento fizeram com que o Grêmio caisse feio num gauchão em que nunca se soube claramente se disputaríamos a sério pra ganhar ou pra passar vergonha, tamanho o desencontro entre discurso e prática, resultando numa eliminação vexatória. Dos males o menor, ano de Copa e um período importante pra preparar o elenco com o novo treinador, correto? Errado. Optaram por um treinador não disponível, fizeram-se surdos – mais uma vez – pra torcida e dessa vez também pro Dr. Koff. Todos pediam, inclusive o próprio Portaluppi, pra que ele treinasse o Grêmio. Bancaram um competente interino enquanto Autuori não vinha. Ninguém pode contestar o curriculum do Autuori, mas sim se pode contestar a decisão de uma direção que permite o time jogar sem técnico uma Libertadores de América, sim se pode contestar a decisão de uma direção que não considera a tradição histórica de um Grêmio multi-campeão em mãos de técnicos gremistas, que não considera a necessidade orgânica do contato dia-a-dia entre comandante e comandados. Renato esteve ali o tempo todo, pronto pra trazer a massa pro lado da direção (ao lado do time sempre estivemos), pronto pra incendiar o time e encher de gremismo… o Grêmio. Enquanto isso, Autuori disputava mais outro jogo lá, bem longe dos ares de Porto Alegre. Ao fim e ao cabo, o competente Autuori chegou, com um tom educado que em muito o diferencia do nosso ex-treinador, mas que mudou muita coisa e ainda não teve tempo, sorte, capacidade ou material humano pra mudar nada. Pior pra nós, gremistas, que temos que tragar esse gosto amargo da eliminação, vendo o time cair por cometer os mesmos estúpidos erros, os mesmos atos falhos em bolas alçadas, as mesmas constrangedoras linhas de impedimento, os mesmos arremates que não resultam em gol, cair pros mesmos erros históricos de arbitragem e, novamente, prum time que não é melhor, apenas mais eficiente.

É duro tomar os três gols que tomamos no Mineirão. Evitáveis. É duro ver o Kléber girar encima de um profissional, mas que parecia um piá amador, e tocar prum jogador (que estava pronto pra jogar no Grêmio no início do ano) marcar seu terceiro, repito, terceiro gol contra o Grêmio em dois jogos numa semi-final de Copa. É duro. É duro saber que até o mais ausente dos gremistas sabe, que o Grêmio sempre teve e sempre precisará ter um patrão dentro ou na frente da área, de preferência nas duas posições, de preferência que um deles seja patrón. Alguém que incorpore a alma do clube e hable a língua da competição. É duro ter um cara como Émerson, gremistão como o Émerson, multi-campeão como o Émerson, vingador como o Émerson, experiente e respeitado como o Émerson oferencendo-se pro Grêmio sem ser contratado. É duro que teus amigos te liguem, antes de um jogo, sorridentes e confiantes pra dividir contigo a alegria de estar lá, presentes, e que meia-hora depois essa alegria e confiança se transforme numa ligação aos gritos, com choro, raiva, e sons de relinchos por culpa de uma direção e polícia despreparadas e desrespeitosas, manchando mais uma vez o que deveria ter sido outra página épica do clube, mas que não chegou a ser escrita. É duro que uma direção não tenha força para se impôr e permitir que entrem elementos básicos e inofensivos de uma torcida na NOSSA casa, proibidos pela mesma polícia despreparada que proíbe a entrada dos próprios sócios do clube nas nossas dependências? Acaso não entenderam eles, diretivos, ser essa uma punição contra o próprio clube?

De que adianta, Kroeff, simpaticamente discursar em español aporteñado pras câmeras da FoxSports antes do jogo, se ante a própria torcida um simples discurso na língua madre, na língua da torcida não consegue cair bem praticamente nunca? Acaso não entendem vocês, diretivos, que sem laterais não se chega? Que sem alçar dos flancos não se chega? Que sem patrão não se chega? Que sem fuzilar aos gritos a cara de mais um árbitro que nos rouba, não se chega? Que sem ter a massa do lado não se consegue ter paz? Que sem buscar harmonia, conciliação, nem se deve? Acaso não entendem vocês o que é o Grêmio, o que é o gremismo e, como somos nós, gremistas? Pra quê tanta confrontação, pra quê tanta resistência? Custava muito ter escutado a massa?

Sou contra pedir a cabeça do presidente. Eleito foi, no cargo deve estar. Peço é diálogo, sensibilidade, decisões fundamentadas na tradição do clube.

Força Grêmio! Um campeonato sim, mas antes dele, a vaga na Copa.

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Isso não é o Grêmio

Publicado em 03/jul/2009 por .
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gremio portoesfechados policiasdecavaloeespadanamao brigadamilitartruculenta1 Isso não é o Grêmio

(policiais a cavalo e espada na mão tratando gente como se fossem bandidos)

Tão dolorida quanto a desclassificação na Copa foi a maneira que nós, TORCEDORES QUE ESTÂO SEMPRE COM O GRÊMIO, fomos (des)tratados na noite desta quinta-feira, no Olímpico (para muitos, a segunda casa). Tiraram de mim e de tantos outros torcedores apaixonados o direito de apoiar o Tricolor. Além de toda a truculência desta instituição falida que é a Brigada, me senti abandonada e desrespeitada pelo clube que eu tanto amo, aquele pelo qual eu faço das tripas coração para estar ao lado. E justamente na noite em que o Grêmio precisou de mim, eu não estive junto dele.

Sim Leo, o Olímpico Monumental É NOSSO, mas em dias de jogos, incrivelmente, somos quem menos manda nele.
Absurda a atitude da BM de fechar os portões quando ainda havia espaço dentro do estádio e um mar azul do lado de fora querendo entrar. Que poder eles têm para tanto? Isso sem falar nos totais abusos de “autoridade” e violência.
Inadmissível a omissão da direção gremista em permitir que aquela mesma torcida que atendeu ao seu apelo, fosse humilhada desse jeito.

Inaceitável o jogo de empurra entre administração-direção e Brigada quanto à responsabilidade do que aconteceu.
Lamentável a declaração do senhor presidente Duda Kroeff dizendo que ainda não sabia certo o que havia acontecido, mas que acreditava e confiava na BM. Por supuesto, Duda, foram os integrantes desta que madrugaram nas filas pelo ingresso, assim como são eles os sócios que contribuem mensalmente com o clube.
O dinheiro que investi é o que menos importa. A única coisa que eu queria era estar lá, no portão 10, junto aos meus amigos, cantando para o meu Tricolor. Queria estar apoiando na hora dos gols sofridos e comemorando as redes que o Rever e o Souza balançaram a nosso favor. Ao invés daquela mãozinha ridícula que foi distribuída antes do jogo, gostaria que fosse dada a todos os torcedores que ficaram de fora, uma mão de verdade.

Chega de torcida apanhando de brigadiano, chega de despreparo e amadorismo da direção

Estaremos sempre com o Grêmio. Tá na hora do Grêmio também estar com sua torcida.

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