Certa vez, o Friedrich Nietzsche da nação tricolor, Luis Felipe Scolari, afirmou: ganha quem fizer mais falta. Bem, eu não sei se essa é mais uma das tantas lendas gremistas, mas o que eu sei é que o meu Grêmio, o do meu pai, o do meu avô e, seguramente, o do pai do pai dele, é um Grêmio que bate e bate muito. A falta é um recurso válido, apreciável, estratégico e que faz parte do futebol. Quem não concorda com isso que vá jogar vôlei e se machuque sozinho na queda, se acaso esse for o problema. O objetivo não é machucar porque sim, é fazer-se uso de um recurso, simples.
Já se jogavam 55 minutos da partida quando Adilson, que todos os volantes te abençoem rapaz, cometeu a PRIMEIRA faltinha do GRÊMIO FOOTBALL PORTO ALEGRENSE em toda a partida. Já estávamos perdendo por dois a zero, calculem quantas gerações se revolviam nas tumbas.
Essa deve ser a pior campanha de visitante do Grêmio na história do clube em todas as competições onde já entramos em campo. Caso não seja a pior campanha, não muda em nada o tamanho da encrenca.
Por apego e por amor à nossa história, contratem um Demônio Ceifador prá zelar pelas nossas mais rústicas tradições, por favor, lhes rogo. Aquele cuja existência justifica-se pelo terror nos olhos do adversário, pelos gritos de dor e suturas apressadas nas frágeis canelas abertas, aquele que impõe limite à ambição alheia, aquele que determina e marca a cancha pro adversário, aquele que gospe no chão olhando no olho e sorri resmungando entre os dentes, “na próxima tu sangrará”. Aquele que sairá jogando limpo se assim as coisas, por acaso, sucederem. Aquele para quem não há terceira opção, fica a bola ou uma perna. Aquele que toca fogo na torcida, no jogo e nos demais companheiros pela comevedora entrega e destemor.
Malditos 55 minutos sem sequer cometer UMA só falta. Parabéns. A Pifa fair-play e o São Paulo agradecem.
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Recebi do Irineu Staub esse material por e-mail. Não resiti, tive que publicá-lo. Hugo de Léon levantando a taça da Copa Ouro de 1981 – sediada no Uruguai - com a camiseta Tricolor. Salve Hugo De Léon, nosso comandante da primeira libertação da América.
La Cele, La cele, La Celeste!
Campanha uruguaia e, ao final, dois segundos da comemoração
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Em defesa de Tcheco.
Vergonha alheia, é o que sinto pelos criadores desse site. Os corneteros nem ao menos assumem a modorrenta má idéia, procurei os autores pelo site e, vejam vocês, não os encontrei. Dos males o menor, depois da imprensa, dos coloridos, do Dunguinha, agora a própria “torcida” do Grêmio resolve criar caso com um dos principais jogadores do time, seja ele unanimidade ou não, que fique claro, e o que acontece? Uma surra da verdadeira torcida do Grêmio (leal e agradecida) pró-Tcheco na enquete que referido site promove.
Quando você acha que o Tcheco deve sair do time do Grêmio?
Antes que seja tarde 13% (739 votos)
Hoje 10% (564 votos)
Amanhã 2% (136 votos)
Nunca 74% (4177 votos)
Total de Votos: 5616
Em defesa de Maxi.
Fraco o manejo gremista da questão do tal suposto sequestro. O que se escutou aqui na Argentina é que a senhora López não gostaria que o marido renove com o Grêmio devido a insegurança. Ora bolas, Wanda, ora bolas. Se Buenos Aires fosse muito diferente nesse aspecto até aceitaria esse planteio. Pero no lo és. Voltar pra Russia, ainda mais fria, temivelmente distante?
Não sei o que nossa direção já fez em relação ao caso, mas caso não tenha feito nada está mais do que na hora de agir e conversar com o sindicato dos taxistas da capital, apaziguar as partes e encaminhar a compra do melhor delantero matador que temos na Azenha em muitos e muitos anos. Pra ilustrar minha tese, há quanto tempo um centro-avante gremista não decidia um Gre-nal?
Outra questão foi que Maxi se negou a comentar o assunto, pelo que vi aqui ele subiu o vidro do auto na cara do reportero hermano. Grande Maximiliano low profile e gols López .
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Revanchismo de Dunga
Publicado em 29/jul/2009 por Charles Hansen.
Tags: dunga, maldito anão, seleção
Em 1997 o Grêmio foi privado de Paulo Nunes nas quartas de final de Libertadores. Zagalo convocou o atacante (única vez) para disputar um torneiro na Fraça que valia laranjas. Apenas fardou. Quando o cara olha prá lista do Dunga, divulgada nesta última terça, e percebe a ausência de Victor pode concluír que o mesmo usou do poder do cargo para desfalcar o Grêmio novamente. Agora que a COPA está findada por que não manter a coerência e convocá-lo novamente? Talvez é querer demais de alguém que teve encaminhado o pedido de ingresso no INSS em clássico Grenal. Revanchismo puro.
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Vendávei$ tricolore$
Publicado em 27/jul/2009 por Charles Hansen.
Tags: mercado; vendas; contratações; situação economica; dificuldades; dinheiro

Quando falamos de dinheiro não é nenhuma novidade as fortes restrições enfrentadas pelo clube, decorrente dos legados oriundos do passado. As más gestões que passaram na última década destroçaram a saúde financeira e, por muitas vezes, impediu que fosse feito o investimento que faltava para uma volta olímpica. Poderia ter sido um matador, um lateral cruzador ou um habilidoso articulador. Independente do momento, na última década, em algum momento algo faltou.
Duda Kroeff, ao assumir como mandatário do clube, apostou todas suas fichas na conquista da América. A Libertadores mais ganha dos últimos tempos, acredito veementemente nisso, escapou no detalhe de nossas mãos. Mal ou bem essa direção investiu todos os centavos possíveis - economizados ou antecipados (cotas de TV, patrocínios , …) – para formar um time capaz. Não deu, perdemos muito mais na bola e na indefinição da casamata do que nas carências dentro do campo. Inegavelmente, se tivéssemos também esse ou aquele jogador talvez a história poderia ser outra.
Mas, enfim, águas passadas não movem moinhos e um novo objetivo está traçado: Libertadores 2010. Para atingir essa meta é fato que precisamos nos reforçar. Recentemente, o diretor financeiro do clube, Irany Santanna, falou abertamente sobre a situação do clube e afirmou que o futebol bate no seu teto orçamentário. O Meira declara que a maior contratação é a manutenção do grupo – o que não discordo – e acena sem muito ímpeto que alguém possa vir.
Fato é que as perspetivas não são muito boas. Sem dinheiro o Grêmio não vai para o mercado, e ficará difícil trazer um nome que efetivamente agregue. Sem abonados parceiros o clube não tem outra saída senão se desfazer dos seus talentos. Dificilmente sairemos ilesos da janela de agosto. Ao menos um nome acabará deixando o clube. Precisamos de dinheiro e, portanto, precisamos vender.
Especulações diárias:. Victor, Leo, Rever, Douglas Costas ou algum garoto da base. O desafio todo passa por saber qual nome escolher, se é que temos esse direito. Proponho para os leitores do Grêmio Copero opinarem qual a melhor saída no atual momento. Se fosse para vender, quem vocês venderiam? Como conseguir o dinheiro para contratações? E com dinheiro em mãos, onde aplicariam esse capital?
Minha sugestão: Vender Douglas Costa que até agora é só promessa de craque. Compra de Máxi Lopez, de dois laterais e um meia-cancha de qualidade. E, se sobrasse, o que acho difícil porque somos péssimos em vendas, destinaria para os credores que batem incansavelmente em nossa porta.
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Aparentemente, teria o Santos contratado Emerson, o vingador Emerson.
Que golaço direção. Num elenco onde abundam os volantes confiáveis, realmente desnecessário trazer um gremista de alma pra dentro de casa.
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Mais um dever de casa cumprido. Se o Grêmio está mesmo dependente do seu estádio, as próximas partidas longe do Olímpico dirão. Não estou bem certa que a questão/problema seja somente este. Mas, por hora, mantemos a rotina de vitórias em nossos domínios, o que também não deixa de ser um fator, se é que podemos dizer, positivo, já que a regularidade no Monumental é mantida. Claro que só isso não nos leva a alcançarmos nosso principal objetivo deste BR – a classificação à Copa – , mas já é um começo.
O Grêmio deste sábado, diante do Santo André, foi o “politicamente correto”. Sabia que em casa tinha a obrigação da vitória – tanto pela responsabilidade de recuperar a má impressão do último jogo como pela classificação na tabela. E jogou para tanto. Diante das ausências dos titulares Rever, Fábio Santos e Maxi, o técnico Autuori apenas trocou o seis pelo meia dúzia ao promover a entrada dos substitutos das posições, sem improvisação. Os gols sofridos seguem a risca do que vem acontecendo: bobeira total. O primeiro contou ainda com a infelicidade do goleiraço Victor – mas ele tem créditos.
Teve ainda o fator da virada, o que tem acontecido com certa frequência nos jogos em casa. O Grêmio se impõe e consegue reverter o placar. Poder de reação. Nisso, acredito sim que o apoio da torcida tem sido o diferencial.
Os quase onze mil torcedores que enfrentaram os cinco graus do início da noite gélida de sábado foram ainda agraciados com um golaço do Souza e a participação do cara nos dois gols do Rafael Marques. O meia, sem dúvida, tem sido o destaque da equipe. É importante e fundamental ter um jogador deste nível: qualificado e decisivo. Mas torço para que dele, assim como do Olímpico, o Tricolor não se torne dependente.
Ainda que permaneçam algumas dificuldades situadas e (de)batidas à exaustão como as laterais e a armação, o Grêmio vai tomando cara de time. Trabalho do Autuori que, independente das peças, procura manter a mesma estrutura de equipe e, consequentemente, consistência de jogo.
Os três pontos nos aproximam novamente do G5 – já que a presença do Corinthians entre os 4 abre mais uma vaga. Teremos pela frente a sequência de três jogos que podem ser pontuais, especialmente nos enfrentamos fora, contra São Paulo e Palmeiras. Se tarda a hora de pontuarmos além Mampituba, nos surgem oportunidades bem sugestivas.
Que assim seja!







