Paixão não se limita
Publicado em 05/set/2011 por Aline Cardias.
Tags: arquibancada, grade, torcida
O domino de sol, calor, cerveja gelada, encontro com os amigos antes do jogo e goleada, pra mim poderia ter sido perfeito não fosse aquela grade estúpida na curva, dividindo a arquibancada. Até entendo que fossem tomadas precauções para evitar os acontecimentos do último jogo, mas não consigo compreender o motivo prático daquela divisória. Que se preocupem em punir os VERDADEIROS responsáveis pela desordem, não todos aqueles que escolheram a geral para torcer. Ao limitarem o espaço, acabaram tachando todos que ali estavam.
Cercear o deslocamento do torcedor no mesmo setor do estádio é tão bestial quanto as confusões. Confesso aos amigos leitores que tal atitude realmente me chateou. Quem me acompanha aqui pelo blog sabe que gosto de acompanhar o jogo atrás do gol. Entrei normalmente pelo portão 10. Meu irmão, que estava com nosso sobrinho de dez anos, entrou pelo portão 13 porque torcedor menor de arquibancada SÓ passa por este portão. Abre parêntese: Tá na hora do clube rever o acesso do menor. Acredito ser mais prudente que este entre pelo mesmo portão que o adulto responsável. Fecha parêntese. Até então, nenhum problema. Na tentativa de me encontrarem onde costumeiramente ficamos, foram proibidos de passar “pro outro lado”, como se aquela grade distinguisse os torcedores. Quando eu tentei encontrá-los, no intervalo, a passagem pro lado em que estavam, que até então estava permitida, me foi negada. Um absurdo.
Como sócio torcedor que paga religiosamente em débito em conta sua mensalidade e compra ingresso, me senti lesada. Não sei de quem é a resposabilidade da grade, se do clube ou da brigada, mas proibir o ir e vir do torcedor não foi legal. Não bastasse, pior ainda foi ter que aguentar, ao final do jogo, um brigadiano fazendo comentários desrespeitosos sobre a reclamação civilizada de um senhor, igualmente sócio e indignado com a situação, referindo-se a ele como “gordo que tava só enchendo o saco”. Obviamente fizera isto quando a pessoa já tinha dado as costas. Quando fui exigir dele a postura esperada, fui também desrespeitada e debochada pelo mesmo.
A quem interessar: minha paixão não se limita a uma grade. Felizmente, estava com a voz em dia pra poder cantar bastante pro Tricolor.
E pro presidente Paulo Odone um aviso: SE A GRADE NA ARQUIBANCADA TEVE COMO INTENÇÃO SEPARAR “O JOIO DO TRIGO”, ACONSELHO QUE UMA GRADE TAMBÉM SEJA COLOCADA NO NOSSO CONSELHO DELIBERATIVO.
O Grêmio é da torcida, é da sua gente, não é da imprensa nem dos dirigentes…
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Caso ISL Guerreiro e os 101 nomes.
Publicado em 03/set/2011 por Charles Hansen.
Tags: conselho deliberativo, guerreiro, isl
Excelente pubicação feita no blog IMORTAL TRICOLOR.
Segue abaixo a posição dos CONSELHEIROS sobre o caso ISL – GUERREIRO.
Tiremos nossas proprias conclusões!!!!
………………
Caso ISL – O voto dos Conselheiros
Publicamos, abaixo, a lista nominal da votação de ontem no Conselho Deliberativo. A lista de presença teve 181 assinaturas de Conselheiros Efetivos. 177 participaram da votação. 4 assinaram a lista de presenças e saíram antes da votação.
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Votaram pela reabertura do processo contra Guerreiro:
Total de votos: 66
Adalberto Preis
Alessandro Alves dos Santos
Alexandre Gucciardo Fraga
Andre Becker Damiani
André Luiz Azambuja Krieger
André Rousselet Sardá
Anselmo Duarte da Silva
Antonio Augusto Silveiro Cruz
Bernardo Coester Kramer
Carlos Augusto Caloghero
Carlos Biedermann
Carlos Casses Presser Filho
Cláudio Roberto de Morais Garcez
Cristiano Luis da Rocha Gobbo
Daniel Bertuol Trentini
Décio Diglio Selaimen
Diego Casagrande da Rocha
Fábio Augusto Toscani Andretta
Fernando Bonato Schein
Flávio Ribeiro de Vasconcellos
Gabriel Buffe de Mello
Gabriel Tomazi Cabistani
Giuliano Rossoni Vieceli
Glenio Costa de Mello
Jeferson Sadonis Nunes
Jéferson Thomas
João Alfredo Kehl Spier
João Carlos Zago Junior
João Manoel Martins Silva
Jorge Eduardo Saraiva Bastos
Jose Paulo Araujo
Leandro Muraro Bortolini
Leonel Knijnik
Lucas de O. Freitas Sacchet
Luciano Dahmer Hocsman
Luciano de Faria Brasil
Marcelo Pascotini
Marco José Bobsin
Marcos Bier Herrmann
Messias Stroschein Soares
Minwer Mahfuz Daqawiya
Nestor Fernando Hein
Nestor Muller
Nilton Cesar da Silva Lima
Nilton Tomazi Cabistani
Norton Luiz Lenhart
Odorico Orestes Ramos Roman
Pablo Rodrigo da Silva Nicolau
Paulo Jorge Silveira Luz
Paulo Ricardo Piccinini Vial
Paulo Roberto da Silva Pinto
Paulo Saraiva de Mello
Pedro Regis Klasmann
Pierre Gonçalves
Rafael Hansen de Lima
Rafael Silva de Souza
Raul Régis de Freitas Lima
Renato Kliemann Paese
Richard Eduard Ducker
Roberto Lirio Paz
Roberto Sommer
Rodrigo Andrade Karan
Romildo Bolzan Jr.
Saul Berdichevski
Sergei Ignacio Assis da Costa
Sérgio Luís Bombassaro
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Votaram pelo arquivamento do processo:
Total de votos: 101
Adalberto Aquino Filho
Admar Barreto Neto
Adriano Rodrigues Saraiva
Alceu Lazzaretti
Alex Tomazzetti Melo
Andre Heineck Kruse
Angelo Daniel Carrion
Antonio Carlos de Azambuja
Antonio Carlos Machado Keunecke
Antônio Carlos Schamann Maineri
Antonio Frizzo
Antonio Luiz Braz
Antonio Roslank
Antônio Vicente da Fontoura Martins
Armando Cantarelli Alves
Arnaldo Dornelles Amaral
Augusto Cesar Valle Obando
Carlos Azeredo Jochims
Carlos Eugênio Nunes Lisboa
Cláudio Humberto Sauter
Cláudio Paim dos Santos
Clayton Luiz Castro Schultz
Clodoaldo José Carvalho da Silveira
Cristiano Lindner Ribas
Darci Antonio Corbellini
Denis Vieira Abrahão
Denise Rombaldi Vieira
Edir Comassetto
Edson Berwanger
Eduardo Abs da Cruz Caminha
Eduardo Cozza Magrisso
Elizabeth Pedrosa Ribeiro
Evandro Ramos Soares
Fabiano Silva Brasil
Fabio Moroni
Fernando di Primio Maineri Conceição
Francisco Antonio Montagna
Francisco de Paula Rocha dos Santos
Francisco José Moesch
Gilberto Kroeff
Guilherme Pinho Machado
Gustavo Pessota Rodrigues
Hélvio Moro
Hermes Cardoso Duarte
Hermes Cardoso Duarte Jr
Homero Belini Junior
Humberto Pereira Xavier da Silva
Irno Bordignon
Ismael Berdichevski
Ivo Fogazzi Balestrin
Ivo Rodrigues Fernandes
Jaime Eliseu Alves
Jaime Souza De Marco
Jayme Eduardo Machado
João Batista Burzlaff
João Carlos da Silva Severiano
João Luiz Maino
Joaquim José Xavier
Jorge Alberto Lorentz Aita
José Arthur Dahne Mickelberg
José César Rimolo Simões
José Guilardi Filho
Jose Pedro Genovese Goulart
José Pedro Machado Keunecke
José Silvas
José Vicente De Carvalho Contursi
Juarez Souza Aiquel
Jurandir Soares dos Santos
Leandro André Krumpas Darcanchy
Luis Fernando G.Costa Ventura
Luiz Fernando dos Santos Moreira
Luiz Roberto Stigler Marczyk
Marcelo Cabral de Azambuja
Marco Antônio Bandeira Scapini
Marcos Paulo Coutinho Usui
Mario Augusto Athayde Portella
Mario Pocstaruk
Nelson Carvalho De Nonohay
Nelson Ferreira Alves
Newton Quites
Ney Fontana Feijó
Nilson Roberto Schwengber
Oswaldo Fett
Paulo Cauhy Petry
Paulo Roberto Faria Ferrer
Reginaldo da Luz Pujol
Roberto Bandeira Pereira
Roberto Dias Leivas
Robeson Luis Canal
Rodrigo Marcante Lazzarotto
Ronaldo Michaelsen Napoleão
Roque Cofferri
Rubem Borba Franco
Sergio Alexandre Chedas Bechelli
Sérgio Lewinsohn
Sérgio Sant’anna Pegoraro
Sérgio Vasques Souza
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Nem aqui, nem na ….
Publicado em 01/set/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, campeonato brasileiro, derrota, juiz ladrão

!#$!#$%$!@ que isso foi pênalti. Erro calamitoso de um árbitro inqualificável. Precisou de um trio de Tocantins (!!!) para reabilitar o Corinthians.
O time foi bem, o jogo foi franco, o Grêmio sempre esteve perto do empate-vitória. Nos vacilos da zaga novamente uma derrota. Maldita rotina. Infelizmente, contrariado pela circunstancia do resultado, devo dizer que o Grêmio foi superior ao Grêmio de outras jornadas. Mas pra quem está do meio pra baixo da tabela, trocaria a satisfatória atuação por pontos na tabela.
A situação preocupa e as próximas rodadas são decisivas para a fuga da zona maldita. Fecho com o Juarez quando diz que só jogar bem não basta. Precisamos acumular pontos, precisamos acumular vitórias.
Será um árduo segundo turno!
PS: Baita gol de fata.
PS1: Ataque converteu e de uma bola de escanteio. Alento!
PS2: Todos os caminhos levam ao reencontro, domingo, com Portaluppi.
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Por merecimento
Publicado em 29/ago/2011 por Aline Cardias.
Tags: aonde estão ninguém os vê, brasileirão, grenada, vitoria
Não existe argumento, nesta chuvosa mas feliz segunda-feira, que diminua minha satisfação de ter vencido o Grenada. Ressaca, desfalques e outros pormenores…discursinho contra derrota pré-preparado, tudo histórinha da carochinha pra boi dormir.
Vitória gremista com “V” maíusculo, superando desconfianças e expectativas. Objetivo primeiro alcançado: dever de casa cumprido e mais três pontos somados. Depois da infeliz passagem pela aridez dos gramados cearense e goiano, a resposta deveria ser imediata. Vencer era a única alternativa aceitável. E nada melhor que lavar a alma (literalmente) no gramado impecável do Olímpico contra a embalada amargura rubra….ah, tem SEMPRE seu valor.
Apesar das dificuldades inerentes de um time que ainda carece de qualidade, dentro das nossas limitações jogamos pra ganhar. Jogadores comprometidos, um Grêmio interessado, seguro (apesar da babada no gol deles), fazendo o simples mas efetivo feijão com arroz, sem frescuras e toquezinhos pro lado. Bom demais ver Victor, Douglas e Rochemback fazendo valer o carimbo de referências do time. Certamente a segurança dos respectivos pesou muito pras boas atuações do Fernando e do Saimon, especialmente. Num ataque que segue como coadjuvante, destaque para o protagonismo do Escudero. No geral, gostei do time ontem. Pra mim, o melhor conjunto da obra (atuação + resultado) neste Brasileirão.
Não pensem, com isso, que considero agora estar tudo lindo, maravilhoso. Não está. As críticas ainda são válidas. Temos um longo returno pela frente e muito o que melhorar. Mas seria muita incoerência minha aqui, logo hoje, desmerecer a vitória. Legitimamente pedimos o fim dos erros. Hoje, por merecimento, eu quero comemorar.
Que na quarta possamos engrenar novamente uma sequência boa de resultados. Tá mais que na hora. É pedreira, mas se o Juarez não repetir o Roth de outrora, aquele das invencionices, podemos devolver a derrota do Monumental.
Valeu torcedor que, não somente atendeu ao nosso pedido aqui no Grêmio Copero, mas fez valer seu papel de torcedor e torceu. Foste recompensado com um time que igualmente valorizou tua presença no estádio ou o teu desejo e pensamento positivo fora dele.
Se este clássico de fato arrumou a casa eu não sei, agora que deixou um cheirinho bom, deixou.
PS1: pra não dizer que não falei de Roth, substituição característica aquela do Escudero pelo Magrão, hein…
PS2: bah, juizinho…três pênaltis pra marcar um?! que feio…
Dale, dale!
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Eu poderia falar do jogo de domingo, dizer que venceremos, que nossas vozes retumbarão por todo o Rio Grande do Sul, que faremos tremer o chão de nossa pátria, que esmagaremos os infiéis. Discursar falando de nossas virtudes e superioridades, de nossa história, do peso de nossa camiseta.
Posso falar do nosso amor incondicional, de nossa paixão, dizer que nunca abandonamos o TRICOLOR, que jamais nos matarão é tão óbvio que se torna até monótono.
Mas para que? Tudo que podemos dizer sobre nós mesmos já foi dito. As nossas qualidades já foram muito bem definidas. Não precisamos de aprovações externas, não precisamos que alguém nos diga quem somos e quanto valemos. Sabemos nosso peso, nossa medida e nosso valor.
Quando vestimos nosso manto, quando pegamos nossa carteira de sócio, quando nos dirigimos para nossa Cancha, quando assobiamos nosso hino no carro, quando cantamos nossas músicas em bares a plenos pulmões ou baixinho no trabalho.
Ora, somos quem somos. Orgulhosos de sermos nós mesmos, orgulhosos de empunhar nossas bandeiras, nossos trapos… somos tão nós mesmos que nos bastamos.
Nossa diferença está em algo que os outros jamais entenderão, que nos distingue de maneira abissal dos demais. É o princípio básico de tudo. É o que forma nossas fileiras, nossa força e nossa fama: SOMOS GREMISTAS! Somos GREMISTAS e não torcedores de um clube. E isso meus amigos não é qualquer coisa, isso é tudo.
Até domingo! Quando mostraremos ao mundo, mais uma vez, que somos uma legião de apaixonados por um ideal, que somos todos um só, somos todos o GRÊMIO, IMORTAL TRICOLOR!
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Hoje fui carregar minha carteira pro Grenal. Apesar do momento, das dificuldades, da posição na tabela, do Odone, do Juarez, da falta de vontade do time, da disputa política e de vaidades que assombra o Olímpico, mesmo assim senti uma pontinha de orgulho. Orgulho de ainda ter, enquanto torcida, o desejo de tentar fazer algo - mesmo que muito pouco - para contornar a situação. E, com tudo, ainda sentir a necessidade de estar ao lado do Grêmio.
Domingo vou ao Monumental por algo que é muito maior e que independe de reciprocidade, do time ou do presidente. Passarei pela catraca do Portão 10 por amor ao Grêmio, claro, mas também pelo exemplo que tento deixar aos Vitors, Vitórias e Renatos da vida, pequenos gremistas que levarão adiante o gremismo. Vou ao Monumental para lembrar daqueles que outrora aproveitaram a oportunidade e honraram o Tricolor. Vou por mim, pelo compromisso que assumi de estar com o Grêmio, onde e como o Grêmio estiver.
Que ao menos por 90 minutos a UNIÂO gremista em todas as esferas prevaleça e se transfira pra dentro das quatro linhas. Que um Olímpico lotado desperte a vergonha na cara do time que entrar em campo.
Sei que a fase é bem complicada e cada um reage da maneira que bem entender. Mas não me custa te fazer um pedido: NÃO ABANDONE O GRÊMIO.
Se em campo ou dirigindo o clube eles não fazem sua parte, como torcedor eu faço a minha. Domingo estarei lá.
E espero que tu também faça a tua.
PS: deixa as cobranças, os protestos, as vaias pro apito final. E se mesmo assim tua intenção é encher o saco durante o jogo, na boa, esquece tudo o que escrevi e fica em casa.
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Demos boas vindas ao Anderson Kegler que a partir de hoje fará parte do Grêmio Copero.
Depois da derrota de hoje – que é chute nos bagos do vivente aqui – sugerimos o texto abaixo como reflexão:
É isso aí.
Não estou cheio do GRÊMIO. Estou cheio das coisas que acontecem com o GRÊMIO.
Assim como o Brasil o GRÊMIO se tornou o mais do mesmo. Não muda, não mudando. São as mesmas coisas acontecendo desde o tempo do patrocínio da GM na camiseta.
Olhar para o campo e ver jogadores desgraçadamente incompetentes é parte do futebol. Ver um douglas vestindo a 10 do teu time é normal, são fases. Nenhum time escapa de ter um Rafa Marques na zaga. Isso acontece. Até porque todas as direções erram, todo torcedor se engana na hora de avaliar um jogador. Mas o que mata o vivente é a repetição interminável dos mesmos erros no GRÊMIO.
Vivemos dentro do império da incompetência e arrogância sem fim. Todos se julgam arautos do grande GRÊMIO copeiro. Mas apresentar projetos sérios, não baseados em achismos baratos, conhecimento de gestão e capacidade gerencial NINGUÉM apresenta. Eu não vejo a menor possibilidade de solução no curto ou médio prazo.O que nos aguarda na próxima eleição? Ela vem para o pátio? E se ela vier vai mudar alguma coisa?
Pensem bem nas nuvens que se aproximam. Assinaram um contrato de Tv que vigorará a partir de 2012 onde dois clubes do país receberão o dobro dos demais! Que chance teremos? Pode ser que em um ou outro campeonato, com muita criatividade, se consiga algo. Mas de modo geral 50 milhões por ano é muita diferença. Chega à beira do intransponível. Assinar isso foi de uma tolice infantil.Nos resta investir na base. Mas mesmo a base só pensa em ir para Europa. E com a diferença abismal que está se formando entre os clubes a Europa pode ficar ali em São Paulo ou no Rio.
Seria injusto dizer “Eu avisei!”? Não sei, mas eu avisei.O que ocorre no GRÊMIO é um reflexo do que acontece no Brazyul. Candidatos prometendo o que nunca cumpriram e o povo acreditando de novo nos mesmos. Somos nós os culpados pelo que acontece. Não adianta culpar a Dilma pelos escândalos no governo e não adianta culpar o Odone por sua absoluta incapacidade de pensar em algo além de sua barrigota de chope. Fomos nós, e olha que eu não votei na Dilma e participei da Terceira Via nas eleições do GRÊMIO, que os elegemos. Eles não estão ali por acaso. Não acordaram pela manhã, pegaram o carro e sentaram nas cadeiras de Presidente sem antes serem eleitos.
A pergunta não é: Temos de fazer alguma coisa? Nem: Como faremos algo?A pergunta que não sai da minha cabeça é: Temos como fazer algo?
Posso parecer fatalista, ou mesmo, parecer que desisti, mas jamais desisto do GRÊMIO. Eu sempre acredito que conseguiremos reverter qualquer situação ruim. Mas para sair do inferno é preciso cavar para cima e não para baixo.
Precisamos mudar muito mais do que nosso endereço, do que nossa casa. Precisamos mudar nossa mentalidade, nossa consciência e nossa visão.O GRÊMIO não precisa de todos nós, ele é todos nós. Ou salvamos o GRÊMIO ou morreremos com ele.







