Um pouco de fadiga.

Publicado em 19/set/2011 por .
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Captura de Tela 2011 09 19 às 08.59.21 Um pouco de fadiga.

A zaga não repetiu as atuações recentes.

Nem grandioso e nem tão medíocre. Nenhuma mudança se faz da noite pro dia.  O Grêmio não tem elenco para transitar na zona do descenso, mesmo que o coletivo em muitas oportunidades nos mostre o contrário.  Nem tão qualificado ao ponto de sair empilhando vitórias uma atrás da outra.

A derrota do final de semana nunca pode ser considerada “aceitável”.  Perder somente é discutível quando jogamos com o regulamento embaixo do braço, e em campeonatos brasileiros o regulamento diz somente: vitória e 3 pontos!

Temos time pra reencontrar a vitória já na próxima partida. As duas próximas rodadas são divisores para as pretensões gremistas.  Duas vitórias nos coloca olhando pra cima, do contrário ficamos na cia dos malditos.

De sábado fica que o Grêmio não pode voltar a ser aquele que perde ao natural tomando gols atrás de gols sem agredir o goleiro adversário. Postura como essa é derrota e não condiz com as nossas pretensões. Enfim, o Grêmio do São Januário não nos serve. Que se tirem lições dessa jornada maldita.

 

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Parabéns, Grêmio querido.

Publicado em 15/set/2011 por .
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Mais informações sobre o Instituto Desejo Azul (IDA), aqui.

Desafio os corações a não amolecerem, por mais duro que alguns deles possam ser, ao ver esse vídeo, ao ver esse pequeno gremistão, sorrir. O peso de cada minuto vencido em tão desigual duelo vale mais que gol da vitória em final de campeonato.

Oportunidade em que nos cabe olhar para dentro, redimencionar o valor de cada momento e agradecer o instante único de cada mágico respiro.

O futebol é só mais um entre tantos outros esportes, mas o Grêmio não é só mais um entre outros tantos clubes, não para nós.

Parabéns, Grêmio querido.

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São sinais da realidade.

Publicado em 09/set/2011 por .
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Evidente que se uma equipe joga bem, mais próxima estará de vencer, entretanto, jogar bem não é sinônimo de vitória, importante é vencer. Aliás, o que é jogar bem? Um título de Champions League da Internazzionale dirigida pelo Mourinho vale exatamente o mesmo que um título de Champions League vencido pelo Barcelona dirigido pelo Guardiola, ou não?

A Aline foi cirúrgica na análise, é até melhor ganhar sofrendo do que mascarar que tudo está bem. São sinais da realidade, do momento.

(…)

Estive ausente por cansaço. Tem sido difícil torcer para o clube cujo conselho afaga, cujo poder o apequena, escrever sobre ele então… Mesmo dentro desses 10 anos de absoluta estiagem, hoje está mais difícil torcer para o Grêmio. Já tivemos no passado momentos tenebrosos, sombrios, mas nos aferramos ao clube e juntos saímos adiante num impulso que nos levou a glórias. Hoje não sei se tenho mais essa força e penso que muitos poderão ficar pelo caminho. É como se pensássemos: se a única forma de limpeza for o afogamento total, abram os diques. Das cinzas ao fogo.

O que haverá mudado, já que as três cores são eternas? Foi-se o tempo da economia interna? Imprensa a soldo? Sabotagem? A abertura do voto aos sócios não obrigou o rei a conceder benesses aos grupos aliados, mas assim ocorreu. Multiplicaram-se esses. Resultado do resultado, para onde quer que se olhe, é o mesmo que veremos: movimentos políticos prontos e aptos ao aluguel – em constante estado de alerta. Todos “amam” ao Grêmio e todos acham que o seu amor pode salvá-lo. O rei eleito deve, como pactado no acordo do aluguel, lotear o clube para satisfazer a base. Aristocratas do patrimônio alheio. Perfil técnico nas escolhas? Não, mero detalhe se comparado a, digamos, governabilidade. Ao leitor mais desatento, ou mal intencionado, devo passar a impressão de que a democracia fez mal ao clube. Alto lá, democracia é o melhor que pode haver, precisamos é de mais democracia. O Odone não é o culpado pela derrocada do Grêmio, culpada é a velha forma de gerir um clube trasladada aos tempos atuais – já não funciona, nenê, culpados são os sócios que não votam, os movimentos de situação que apóiam (com apoio alugado) e aos de oposição (esperando sua vez com passe fixado), reparta esse mesmo cenário às gestões anteriores retrocedendo até 2000, pelo menos, e aí sim, entregue a fatura. Absolutamente ninguém pode tirar o corpo fora. Se o cara se diz de tal movimento, diretamente está implicado. Quando um movimento se diz em favor de candidato A ou de candidato B, o que diz, sem dizer, é que está em contra do candidato que não apóia. Lamento pelos que “amam” demais ao Grêmio, amem de menos. Lamento aos que Amam demais ao Grêmio, não baixemos os braços.

Quantos sócios aptos se apresentam a votar? Dez, vinte por cento? Desses, quantos são mobilizados e/ou estão vinculados por/a algum desses movimentos? A instituição precisa sair fortalecida após um processo eleitoral, nunca o contrário.

Sócios: votar é um direito, exerça-o, mas saiba que não é o único, ser sócio te permite fiscalizar, através de ferramentas institucionais específicas, a atuação do conselho deliberativo que é onde muitos desvios de rota podem ser corrigidos, incendios controlados, e propostas benéficas apresentadas. Ninguém aqui está a pedir confrontação, nem quebra-quebras, menos ainda que se reflita dentro do estádio, com vaias que só prejudicam aos que, bem ou mal, vestem nossa camiseta.
Conselheiros: se amar ao Grêmio for cooptar e ser cooptado, trocar apoio por cargo, disputar vaidades, pavonear-se, oferecer-se por amor sincero e só amor sincero ter a oferecer, melhor é cair fora. Amem menos ao Grêmio, trabalhando melhor por ele. Ofereçam capacidade profissional ou, ao menos, rigor ético em prol do estatuto, ou limitem-se a manter a matrícula em dia. Chega.

(…)

Feliz aniversário, Renato Portaluppi.

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Bom, Grêmio

Publicado em 09/set/2011 por .
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Vencer o Bahia era preciso e assim o Grêmio fez. Independente do passeio no primeiro tempo e da bobeira na etapa final, fica, acima de tudo, o resultado mais que necessário e que, mais dia menos dia, teria de acontecer. Não dá pra passar um campeonato inteiro contando nos dedos as vitórias fora de casa. A competição, mais adiante, bem ou mal cobra seu preço. Vitória de seis pontos que nos afasta ainda mais do breu e nos dá tranquilidade pra ir com tudo pra cima do São Paulo.

Obviamente que uma goleada, oriunda dos excelentes primeiros 43 minutos, pelo primeiro tempo, não seria demasia. Mas, tirando aquela estagnada na volta do intervalo – e que precisa ser avaliada – não vejo com maus olhos este resultado apertado. Um escore acachapante poderia mascarar o que ainda precisamos melhorar, tirar o foco, a seriedade. Domingo temos mais um jogo chave e manter os pés no chão neste momento é essencial.

Não vi o jogo, mas pelo que pude acompanhar, apesar dos pênaltis (o não convertido pelo Douglas e o igualmente não ocorrido, mas anotado para o Bahia) e de todos os sustos do segundo tempo, merecemos sim a vitória. Pelas redes bem balançadas pelo Brandão e Escudero, mas muito, também, porque podemos contar com o nosso bom e velho Victor.

Uma pena a ausência do Rochemback pra domingo. Se o alemão Adílson surge como a opção imediata, que entre e quebre tudo.

Que a torcida siga comparecendo. O Olímpico merece um bom público e o Tricolor, o nosso apoio.

Pra cima deles, Grêmio!

Dale.

 

 

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Defendeuuuu Mazaroppi

Publicado em 08/set/2011 por .
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Grandioso Mazaroppi. Eternamente obrigado!

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Domingo espetacular de Grêmio

Publicado em 05/set/2011 por .
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GRE x CAP BR11 x 50 Domingo espetacular de Grêmio

 

Se a posição na tabela infelizmente ainda reflete quão péssimo foi o Grêmio no primeiro turno do Brasileirão, as três últimas atuações, especialmente, podem justificar um possível* novo momento da equipe gremista. Porém, mais que apresentar um futebol consistente e convincente, PONTUAR – de preferência acumulando vitórias – agora passa a ser o OBJETIVO. Sabemos que apenas jogar bem, sem resultado prático, não basta quando se trata de pontos corridos.

No Olímpico, ao que tudo indica, finalmente reassumimos nossa condição de mandante, e com o apoio da torcida – da geral, da social, das cadeiras – sem banda, trapos ou barras – as vitórias voltam ao natural. Ontem, além da maravilhosa tarde de sol e calor, os 18 mil torcedores foram agraciados com uma baita partida do Tricolor. Goleada fundamentada com futebol objetivo, pra frente, de marcação forte, explorando as laterais, e com um meio de campo e ataque inspiradíssimos. Dá gosto ver a troca de passes do primeiro e segundo gols. Bom futebol que vem na esteira da recuperação daqueles jogadores importantes pro time – e que por isso, justamente, são sempre os mais cobrados, – bem como na confirmação de outros, como o zagueiro Saimon, El Loco e Julio Cesar nas laterais. Posição carente por tanto tempo, o recém chegado lateral esquerdo não precisou de muito pra dar outra cara pro setor. E como num passe de mágica, Juarez parece ter achado um lugar para Marquinhos e Escudero. Rochemback e Fernando incansáveis na volância, assim como Douglas que, entre altos e baixos, vê sua moral e seu futebol novamente na crescente.

Habemus centroavante? Mais que guerreiro imortal e o escambau, André Lima tem que seguir justificando sua permanência entre os titulares.  Torçamos pra que os três gols de ontem sejam uma constante, não necessariamente em quantidade, mas que façam valer, a cada partida, o nove duplo que carrega às costas.

*possível porque precisamos confirmar, agora além Mampituba, e com resultado positivo, esta boa fase no campo. E que comece logo na quinta-feira, contra o Bahia.

Parabéns torcedor de fé que também deu goleada fora de campo.

Dale!

 

 

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Paixão não se limita

Publicado em 05/set/2011 por .
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O domino de sol, calor, cerveja gelada, encontro com os amigos antes do jogo e goleada, pra mim poderia ter sido perfeito não fosse aquela grade estúpida na curva, dividindo a arquibancada. Até entendo que fossem tomadas precauções para evitar os acontecimentos do último jogo, mas não consigo compreender o motivo prático daquela divisória. Que se preocupem em punir os VERDADEIROS responsáveis pela desordem, não todos aqueles que escolheram a geral para torcer. Ao limitarem o espaço, acabaram tachando todos que ali estavam.

Cercear o deslocamento do torcedor no mesmo setor do estádio é tão bestial quanto as confusões. Confesso aos amigos leitores que tal atitude  realmente me chateou. Quem me acompanha aqui pelo blog sabe que gosto de acompanhar o jogo atrás do gol. Entrei normalmente  pelo portão 10. Meu irmão, que estava com nosso sobrinho de dez anos, entrou pelo portão 13 porque torcedor menor de arquibancada SÓ passa por este portão. Abre parêntese: Tá na hora do clube rever o acesso do menor. Acredito ser mais prudente que este entre pelo mesmo portão que o adulto responsável. Fecha parêntese. Até então, nenhum problema. Na tentativa de me encontrarem onde costumeiramente ficamos, foram proibidos de passar “pro outro lado”, como se aquela grade distinguisse os torcedores. Quando eu tentei encontrá-los, no intervalo, a passagem pro lado em que estavam, que até então estava permitida, me foi negada. Um absurdo.

Como sócio torcedor que paga religiosamente em débito em conta sua mensalidade e compra ingresso, me senti lesada. Não sei de quem é a resposabilidade da grade, se do clube ou da brigada, mas proibir o ir e vir do torcedor não foi legal. Não bastasse, pior ainda foi ter que aguentar, ao final do jogo, um brigadiano fazendo comentários desrespeitosos sobre a reclamação civilizada de um senhor, igualmente sócio e indignado com a situação, referindo-se a ele como “gordo que tava só enchendo o saco”. Obviamente fizera isto quando a pessoa já tinha dado as costas. Quando fui exigir dele a postura esperada, fui também desrespeitada e debochada pelo mesmo.

A quem interessar: minha paixão não se limita a uma grade. Felizmente, estava com a voz em dia pra poder cantar bastante pro Tricolor.

E pro presidente Paulo Odone um aviso: SE A GRADE NA ARQUIBANCADA TEVE COMO INTENÇÃO SEPARAR “O JOIO DO TRIGO”, ACONSELHO QUE UMA GRADE TAMBÉM SEJA COLOCADA NO NOSSO CONSELHO DELIBERATIVO.

O Grêmio é da torcida, é da sua gente, não é da imprensa nem dos dirigentes…

 

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