Que venha 2013!

Publicado em 31/dez/2012 por .
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Cá estamos, às portas da final de mais um ano. Tempo propício para fazer o balanço dos 365 dias que vão ficando para trás. Pessoalmente, encerramos o período com saúde, motivo de sobra para comemorar. No que tange ao Grêmio, nosso clube querido, 2012 foi de poucos bons momentos. Alguns de emoção, é verdade, mas as lágrimas que uma torcida espera lembrar e celebrar ao final de uma jornada, estas não vieram.

O que nos reserva 2013?

Arena, Libertadores, Fábio Koff. As perspectivas são boas; as exigências, maiores ainda. Batizar nossa nova casa com o Tri da América provavelmente seja o maior desejo de todos nós, gremistas. Mas que a retomada dos títulos seja a consequência da retomada também do Grêmio de outrora, dentro e fora de campo.

Chega do quase, da vaga. Queremos o topo!

Que nosso novo presidente devolva ao Grêmio o que é de Grêmio.

Que 2013 seja de cancha cheia, de ceva gelada e muitos encontros entre amigos antes – e depois – dos embates. Que seja de paz na arquibancada, de avalanches, de gritos de “Campeão”.

É com este sentimento que nós, do Grêmio Copero, desejamos a todos amigos um baita ano, de conquistas pessoais, e em azul-preto-branco.

Dale!

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Natal Solidário – Blogremio

Publicado em 23/dez/2012 por .
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Natal Natal Solidário   Blogremio

 

Em conjunto com os amigos do Blogremio – coletivo de blogs gremistas – realizamos, no último sábado, 22, a distribuição de brinquedos para 180 crianças da ACBERGS, entidade beneficente do bairro Humaitá.

Levamos felicidade aos pequenos e recebemos de volta dezenas de sorrisos.

As crianças vizinhas da Arena podem acreditar no BLUE XMAS.

Abaixo algumas fotos da ação.

 

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Koff e a Arena

Publicado em 17/dez/2012 por .
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Confesso que fiquei surpreso com a declaração do Dr. Fabio Koff. Não precisávamos desta polêmica neste final de ano, ainda mais se queremos uma unidade para jogar a Libertadores.  Ao mesmo tempo, confio no homem que comandou o clube de forma muito exitosa em duas décadas distintas.

Pensei em escrever a respeito, mas nada mais justo que endossar as palavras do Giuliano Vieceli. Ele participou ativamente de todo o processo e tem conhecimento mais aprofundado sobre o negócio Arena. Segue:

http://arenadogremio.blogspot.com.br/2012/12/o-lado-ruim-da-entrevista-do-presidente.html

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Arena do Grêmio: além do que se vê.

Publicado em 07/dez/2012 por .
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arena dez 2012 paulo hoeper Arena do Grêmio: além do que se vê.

 

Tu és privilegiado meu amigo, independente em qual canto do Mundo tu estás, de viver e testemunhar mais um marco da grandiosa história deste clube. Se tu pensas que estou falando do novo estádio, em formato de Arena, o mais moderno da América do Sul, em parte estás certo.

A Arena que se inaugura amanhã, sete dias após o adeus Monumental ao Olímpico de todas as glórias, vem carregada de simbolismos para o Grêmio e sua gente. O maior deles, que nós do magistério do Grêmio Copero – um blog que nasceu pro Grêmio, pra sua história e pra sua gente – acreditamos ser a ruptura definitiva da áurea conformista que se instaurou na agremiação.

Somos a nossa história, fato. E que história!

Porém, na contramão do curso normal, o Grêmio dos últimos tempos surrou a sua história, abusou dela para afagar os insucessos do presente. Grêmio minguou, perdeu a ambição e aceitou esta condição. Como quem caminha de costas, saudoso do passado que se distância cada vez mais, andou e tropeçou, andou e tropeçou, …

Mirar o futuro.
Que o advento da Arena, essa magistral cancha que estamos por inaugurar, seja a ruptura destas mazelas que nos assolam e seja o ESTOPIM da retomada. É isso que o Grêmio precisa, é isso que a sua gente quer.

Nunca a expressão o GREMIO PRECISA SER MAIS GREMIO se fez tão verdadeira.
Amanhã, quando o manto das três cores desfilar pela primeira vez na nova cancha, muito mais que um evento inaugural, acredite num novo começo. Que nosso Grêmio mire com gana um futuro vitorioso e faça por onde. Quem constrói uma cancha desta, constrói o futuro que quiser.

Bem vinda ARENA. Bem vindo MOEDOR DE CARNE.

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De fidalgos e ferrolhos.

Publicado em 02/dez/2012 por .

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Sejamos sinceros e deixemos o tom vergonhosamente sentimental com o qual lidamos com o final do Olímpico. Pelo menos de minha parte. Que baita lixo de partida.

Em um Grenal como esse, com o adversário atirado às traças, desfalcado, dividido, comandado por um suplente esganador de zagueiros, com dois jogadores a menos por grande parte do segundo tempo, em um Grenal como esse era obrigatório vencer. Empatar, nessas condições, é perder. Não deixem que ninguém os diga o contrário. O significado dessa derrota se traduz na festa moranga, na opinião deles estragaram a festa do rival, e eles tem razão (é bem verdade que demonstra a diminuta estatura moral dessa celebração), se traduz na pré-temporada abortada, acelerada, se traduz numa despedida sem luzes, sem a força de outrora, implacável, longínqua. É lamentável que tenhamos perdido todo mencionado acima pela repetição dos mesmos erros. Sejamos sinceros, nos basta um time que não conquista? Jogamos mal, Luxemburgo pensou mal o jogo e não soube, o que é impressionante, não soube o que fazer com dois jogadores a mais. Fomos presa fácil de um ferrolho o ano inteiro. Até quanto? Caxias, Palmeiras, Inter e Millonarios. Todos eles nos venceram quando éramos nós quem precisávamos vencer.

O Grêmio que é presa frágil, mesmo num Olímpico que ruge, não sentirá falta do Olímpico, já há muito que o Olímpico não faz a menor diferença. Falta ao Grêmio faz o Grêmio.

Que termine a fidalguia ou nos continuarão sonegando verdades, sem falar nos minutos extras que nem temos mais moral de fazer por merecer.

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Meu pequeno adeus.

Publicado em 30/nov/2012 por .
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Domingo, mais uma vez, eu não vou te ver.

Nasci em 1979.

Frequentei o Olímpico desde o ventre. Joguei nas escolinhas. Também no campo sagrado. No campeonato interno entrei na canela do Pilantra quando ele ainda era somente o irmão do Assis. Fui capitão do meu time. Uma vez. Fiz gol de falta. Uma vez. Desisti de tudo, como quase sempre. O velho Carecão. Ao lado dele, pintado nas paredes externas do Monumental: “Mazaropi nosso herói”.

Frequentei o Olímpico desde antes de vivermos de loucura, naquele tempo vivíamos de vitórias. Vi mais Grenais e títulos de Gauchão ali do que me possa recordar. Mazaropi está para sempre no coração. De dentro do estádio o que mais lembro é do campo encharcado, marrom. Sempre preferi os jogos de meio de semana, à noite. Grêmio copero. Lembro como se fosse agora do desenho da chuva fina tocada a vento na contra luz dos refletores. Desde o ângulo das cadeiras centrais. Quando o Maza dava um balão a cabeça fazia um arco ascendente e o quadro ficava completo. Lembro da mãe colocar jornal dentro dos meus bamba número 33 para aguentar o frio. Lembro do pai me buscar pro jogo depois do trabalho. Encarar a BR116 ainda não era tarefa de paulistano e, rumar ao Olímpico, para mim, era o ápice de um evento anunciado ao meio-dia com “hoje à noite vamos pro jogo”. E foram tantos os jogos e mesmo assim é como se todos fossem um só. Novo Hamburgo, BR, Castello Branco, Cais do Porto, Érico Veríssimo. Logo adiante, o título e a legenda que toda criança fanática por futebol desejou ter dentro de cada uma das suas memórias, em neon celeste: “Campeão do Mundo”. Eu iria pro Estádio Olímpico só para chegar até ele. E, uma vez ali, recomeçava a ansiedade, desta vez para ver o Grêmio entrar em campo. Testemunhar. Saem os jogadores um a um em disparada ao meio de campo, a massa explode, o hino estala nos alto-falantes, os fogos de artifício. Um arrepio percorre o corpo todo, é o Grêmio saindo a campo. São segundos como esses, pequenos eventos encadeados, que marcam para sempre, que fazem que tudo, absolutamente tudo, faça algum sentido.

Frequentei o Olímpico desde os tempos em que meus heróis jogavam no clube. Lembro de ficar nervoso quando o Portaluppi saiu na maca. Contam meus pais que nessa mesma semana, aos seis anos e de urgência, precisei passar por uma tomografia computadorizada que requereu 45 minutos de imobilidade total, unicamente possível sem anestesia geral, porque também ele esteve naquela mesma clínica, passando pelo mesmo exame e, segundo meu pai e a enfermeira, havia se comportado muito bem. Ele havia ficado quietinho. Eu não vi a piscada pícara do meu pai para ela e, mesmo a vendo, talvez não teria entendido ali uma mentira desesperada da qual só anos depois tomaria conhecimento. Definam presença de espírito. Definam ídolo.

Vi jogos dos camarotes, das cadeiras, das sociais, da arquibancada. Vi finais de copas, de campeonatos – quando estas ainda existiam. Vi filmes de terror B mais impressionantes que “O Exorcista”. Vi espíritos desencarnarem de corpos estendidos na relva, entregues à dor. Vi exorcismos reais. Vi adversários tremerem. E duvidei da fé até livrar-me de deus. E vi Porto Alegre ficar pequena e distante e diminuta desaparecer pela janelinha do avião.

Frequentei o Olímpico num tempo em que o Grêmio exalava mística copera e deixei de frequentá-lo antes do hiato (apesar de ateu, um homem de fé). Há anos não frequento mais o Monumental. E tenho decidido não ir a dar o meu pequeno adeus.

Falta me faria o Grêmio, mas ele eu levo comigo aonde eu for.

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Olímpico Monumental – o vídeo que eterniza.

Publicado em 28/nov/2012 por .
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Olímpico Monumental (HD)

Em 2 de dezembro, quando os que vestem as três cores sagradas saírem a campo, será pela última vez. Em 2 de dezembro, quando os que vestem as três cores sagradas saírem de campo, terá sido para o todo sempre.

Encerramos por decisão de encerrar – e isso requer coragem meus amigos – o palco de todas as glórias havidas. Chore, se quiser chorar, sorria, se puder sorrir, recorde, por obrigação de contar aos que virão, e que não o viram, tudo que testemunhaste ali.

Que cada comunhão de alegria e de tristeza, dividida com o familiar, amigo ou o completo estranho ao lado – pois sobre isso é o futebol – permaneça.

….

O vídeo que acabas de assitir é uma homenagem de gremistas da Zeppelin Filmes, Ducker e Gremio Copero.
Parabéns Ian Ruschel – reverências – por coordenar esse classudo presente que eterniza o Estádio Olímpico Monumental.

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