Desta forma nao me serve.
Publicado em 26/jun/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, campeonato brasileiro
Sem alma e cara de Grêmio. Bando de médios que juntos formam um time de razoáveis. Razoáveis incapazes de vencer um medíocre Botafogo. Misto de raiva e tristeza pela bola jogada por quem veste a camisa do Grêmio. Árduo o esforço para se identificar com esses homens, talvez três-quatros que dignificam.
Olho para brasão tatuado na pele e me pergunto até quando conduzirão desta forma o destino do clube. Daqui de fora milhões fomentando gremismo, por quem dirige nenhuma correspondência. Abismo entre desejo e o feito.
Na tarde em que se confirma o mais gélido inverno da história do River Plate, incorporo uma frase que também fala por nós.
“Y habrá quien diga que es solo un juego. Pero aquí no se vive solamente un partido de fútbol. Porque aquí te arrancan un pedacito – del alma; del corazón.”
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Clamor que ilumina a sombra.
Publicado em 22/jun/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, contratações, portaluppi, qualidade, reforços
Quais são os teus temores? Os meus vieram à tona pela voz do ídolo máximo, dono da casamata, que externou publicamente o pleito por reforços. Enquanto vemos o movimento dos demais clubes agregando qualidade (que até podem ser questionadas), do nosso lado o tempo passada e a efetividade em que os reforços chegam é passível questionamentos.
Contratar para corrigir, esse é a tônica gremista. Remendo a um planejamento que fez com que o ano passasse enquanto o clube ficava pelo caminho. Ta aí o desconforto expresso em palavras: a não resignação para o que o pouco que resta não escorra entre os dedos como se viu até aqui.
Compreendo Renato, sinto-me representado. A forma como feita pode ser questionada, publicamente, mas a reivindicação é legitima e verdadeira. Ele sabe da parcela de responsabilidade, de algumas formações equivocadas que colocou em campo, mas é difícil dar equilíbrio para um time que carece. A auto-suficiência de uma reta final de brasileiro, o investimento em contratações que não se confirmaram (R10, por exemplo, graças a Deus) e perdas de expoentes pela porta da frente contribuem para a situação delicada para o tamanho desta agremiação. Responsabilidade diretiva.
Do se será daqui pra frente, não faço idéia. Espero que clamor seja materializado em atletas dignos da tricolor. Ou será mais fácil trocar treinador para justificar o injustificável?
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Pois bem, ao que me conste o sujeito Gabriel (outro “friolento”) não é o batedor de pênaltis da equipe. Entenda quem conseguir, mas essa mania de “dar moral” deve ser categorizada como tal, mania. E viva o bruxismo.
Fatalmente o futebol da equipe crescerá com o experiente Gilberto Silva e do, até ontem, matador Miralles. Espero que o São Paulo (que demitiu e “desdemitiu” seu treinador) ainda deixe um pouco de fôlego ao campeonato, já que a graça começará, pro resto da humanidade, somente no rebaixamento do Paranaense – aquele clube de Curitiba que não deve pra ninguém.
Li que o Grêmio é a equipe que menos faltas cometeu até aqui nesse modorrento e resvaladiço Paloccião 2011. Externar desagrado e contrariedade através de palavras tornou-se um hábito que nesse exato instante abandono, talvez para buscar de volta amanhã ou depois.
Que repliquem também os títulos. Sem mais.
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A bola pune.
Publicado em 19/jun/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, campeonato brasileiro, empate

Malditos grenais que transformaram coadjuvantes em expoentes.
A surrada expressão “a bola pune” se fez presente na chuvosa tarde do Olímpico. Time que se dá ao luxo de perder pênalti e desperdiçar arremates é fadado ao revés. O empate é muito ruim e aumenta ainda mais o vale que distância o Grêmio dos que postulam o título. Mediocridade Monumental. Bons tempos aqueles que o Olímpico era sinônimo de vitória. Em tempo que o foco está no concreto e nos tijolos que erguem a Arena, o futebol paga o preço do planejamento aquém.
Pra refletir: Quando o escanteio deixou de ser cobrando curto, a bola estufou as redes. Custa fazer o básico bem feito?
Para esclarecer: Somos, nós do Gremio Copero, fervorosos pela Arena. Que fique claro.
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1981: Retro da Topper
Publicado em 19/jun/2011 por Charles Hansen.
Tags: 1981, camiseta retro, topper

Louvável a ação de levar à campo uma camisa retro. Camisa produzida é camisa que entra em campo.
Simples como 1981. Belas que dão vontade de te-las na coleção. Preço salgado? É o preço da história.
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Monte VI de O
Publicado em 15/jun/2011 por Charles Hansen.
Tags: 1983, 2011, La Copa, Libertadores da américa
Gélida e iluminada noite ao sul do continente. Noite que combina com Libertadores da América. Lembranças do vento frio regado a cerveja nas cercanias do Monumental. Grêmio, frio e Copa. Minuano. Nascemos para isso.
Cá estou a frente do computador a lamentar. Deveria eu, tu e os nossos estarem em Montevideo para viver a final da Copa. Maldito despreparo gremista, malditos sejam aqueles que corroboraram para a ausência. Poderíamos viver aquela a emoção que muitos viveram na longínqua e indescritível 22.07.1983. Na noite em que desfilam o amarelo, preto e branco, falta o azul celeste para mística estar completa.
O sonho do regresso perdura…
Montevideo vem de “Monte VI de O” ou o sexto (VI em algarismos romanos) monte à Oeste (de quem entra de navio pelo estuário do Rio da Prata).
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Vale liderança? Conte com a derrota.
Publicado em 11/jun/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: liderança, vulcao
Vale liderança? Conte com a derrota.
Não importa o caráter da partida, a tarimba do adversário, o campo de jogo, as cinzas do vulcão, os pedaços de memória, a tristeza do dia. O resultado foi o de sempre e a esperada derrota decidiu não se fazer demorar.
Mais uma semana em vão.






