Arquivo para 'Copero e libertador'
El Capitan, Hugo de Leon.
Publicado em 18/mai/2011 por Charles Hansen.
Tags: 1983, libertadores da
O capitão Hugo De León lembra da vitória na altitude contra o Bolívar e do fato de ter sido o único time com o qual venceu nestas condições em todas as vezes que jogou a Libertadores, fala sobre a tensão de jogar contra o Estudiantes no ”potreiro” de La Plata, da pressão sobre os árbitros em apitar a favor do time local, a dificuldade do torneio, a caracteristica do Grêmio de ser ”un típico equipo gaúcho” (em suas palavras) no que diz respeito a garra e do gosto de ter derrotado o Peñarol e contar com o apoio extra da torcida do Nacional (o aurinegro alem de ser rival havia eliminado o tricolor uruguaio) naquela decisão.
Dale Grêmio!
Abraço, Alfredo Alvarez Diaz
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Agora é a hora
Publicado em 25/abr/2011 por Cristiano Berwanger.
Chegou a hora de fazer a diferença, chegou a hora da torcida ajudar a busca por um sonho. Amanhã começam as oitavas da LA11, o jogo é as 19:30 contra a Universidad do Chile no monumental e a presença maçante da torcida é fundamental para passarmos de fase, o que foi feito, foi feito, lamentar não adiantar mais, agora é momento de alentar incondicionalmente durante 90 minutos. Deixe a corneta em casa, problemas já temos de sobra.
Se existe um time no mundo que consegue superar qualquer adversidade semelhante, esse é o Grêmio.
Se existe uma torcida no mundo que consegue empurrar seu time a vitoria, essa é a do Grêmio.
Se existe um lugar no mundo para estar amanhã, esse lugar é o monumental.
AVANTE GREMIO!!!
Eu acredito, e tu?
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Do Olímpico para Arena em 3 atos.
Publicado em 10/abr/2011 por Charles Hansen.
Tags: Rumo a Arena

A nova cancha é realidade, está sendo erguida. Deste sonho em forma de projeto o Grêmio não abrirá mão. Sossegaremos somente quando a nova casa estiver de pé.
Como gremista ortodoxo, deixar o Olímpico será dolorido. Como quem pensa no futuro, a nova Arena ajudará no salto de qualidade e na retomada do crescimento do clube. Foi assim quando deixamos o Fortim da Baixada e rumamos para o Momumental. Será assim quando os gremistas receberem a nova casa.
Essa transição não pode ser simples. Deverá ser tomada de todo o simbolismo necessário. GREMISMO, muito GREMISMO.
E assim posto, já externado para Adalberto Preis, torna-se necessário alguns atos:
- Ato 1 – A DESPEDIDA – Uma partida despedida realizada num domingo a tarde. Hamburgo ou Peñarol seriam bons nomes.
- Ato 2 – A MIGRAÇÃO – Perigrinação entre o Olímpico até a Arena, passando pelo Moinhos de Ventos, onde a nação gremista carregaria nos ombros as duas goleiras. As goloriosas metas do Olímpico DEVEM ser as que estarão na Arena. GREMISMO!
- Ato 3 – A INAUGURAÇÃO – Uma partida em meio as festividades no domingo seguinte. Hamburgo ou Peñarol seriam novamente adversários.
O ATO 2 é meu sonho. Fecho olhos e imagino o fato histórico!
E tu, tchê? Algo mais para acrescentar?
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Obrigado, Seu Petry!
Publicado em 30/mar/2011 por Aline Cardias.
Tags: 100 anos do primeiro grenal, gremio, imortal, Rudi Armin Petry
Poucas figuras destes 107 anos do Grêmio são detentoras de tamanho – e merecido – prestígio como o já saudoso Rudi Armin Petry. De uma safra de dirigentes que, como costumamos dizer, não se produz mais, deixa um legado invejável de “serviços prestados”, mas acima de tudo, de muita dedicação e amor ao Tricolor.
Como presidente e homem do futebol, um gremista mais que vitorioso. Sorte daqueles que tiveram a honra de beber direto da fonte de sabedoria e gremismo que foi o Seu Petry. Sorte nossa termos sido representados, por tantas décadas, por este ilustre gremista.
Lamentamos a morte que nos tira a presença, mas orgulhosos lembramos seus incontáveis ensinamentos que estarão para todo o sempre imortalizados na nossa gloriosa história.
O Grêmio perde um dos seus grandes nomes. Nós, torcedores, perdemos um baita exemplo.
O Grêmio Copero agradece por tudo, Seu Petry!
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Maestro Espinosa
Publicado em 03/mar/2011 por Charles Hansen.
Tags: valdir espniosa

Gremismo ortodoxo correndo latente nas veias. Véspera de jogo de COPA. Acabo de chegar com elevado teor alcoólico depois de dividir uma mesa de bar com amigos e o COMANDANTE VALDIR ESPINOSA. Baita noite! Muitas histórias e confidência do maior de todos os comandantes da casamata gremista. Tenho certeza que milhares de gremistas gostariam desta oportunidade, sinto-me privilegiado e desta forma me portei.
De tudo que fica nessa noite é o sentimento de um grande ser humano. Espinosa demonstrou cortesia, dividiu garrafas de cerveja e nos embriagou com confidências de um Grêmio que conquistou a América e o Mundo. Estamos sedentos em viver tudo isso de novo.
Dentre inúmeras conversas, me chamou a atenção a relação quase fraternal entre Portaluppi e o Mestre. Espinosa quer que o Santo viva o mesmo ele viveu em 1983. Como tal, estará no Monumental nesta quinta em algum banco de concreto para simplesmente TORCER PELO GREMIO!
Poderia decorrer inúmeras passagens, mas quero findar esse breve post agradecendo ao VALDIR ATAHUALPA RAMIREZ ESPINOSA pela noite ímpar e por ser maestro desta rica história gremista. Somos o que somos pelas noites na longínqua 1983. Em nome da nação tricolor força nesse momento pessoal que estás passando. És homem forte, comandante e tens o eterno carinho nosso. Gracias.








