Arquivo para 'Copero e libertador'
Estreias na grande COPA
Publicado em 02/fev/2009 por Charles Hansen.
Tags: 12 edições, estréias, libertadores

Calendário de gremista tem o dia 25 circulado. Contamos os dias para iniciar a nossa 12ª campanha na GRANDE COPA. Competição especial por ser a 50ª edição. A partir deste dia, em todos os jogos, queremos sentir o Olímpico pulsando e o time moendo os adversários. Será uma grande campanha.
Enquanto o dia não chega a cabeça tem que ir se ocupando com fatos que remetam a ela. Pesquisei as estreias do Grêmio na competição. São sete vitórias, três empates e uma única derrota. Derrota esta em 1995 para o time treinado pelo Valdir Espinosa – somente um conhecedor de Grêmio para conseguir esse feito – e minimizada pela conquista do bi-campeonato da América.
Seguem os jogos:
1982 – 13/08 – São Paulo 2 x 2 Grêmio
1983 – 04/03 – Grêmio 1 x 1 Flamengo – Ano do Primeiro Título
1984 – 26/06 – Grêmio 5 x 1 Flamengo
1990 – 14/03 – Grêmio 2 x 0 Vasco
1995 – 21/02 – Palmeiras 3×2 Grêmio – Ano do Segundo Título
1996 – 01/05 – Botafogo 1×1 Grêmio – Estreia nas Oitavas de Finais
1997 – 19/02 - Cruzeiro 1 x 2 Grêmio
1998 – 04/03 – Grêmio 1 x 0 Vasco
2002 – 07/02 – Oriente Petrolero 2 x 4 Grêmio
2003 – 04/02 – Grêmio 3 x 2 Pumas
2007 – 15/02 – Cerro Portenho 0 x 1 Grêmio
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Quem era o Hamburgo de 1983?
Publicado em 31/jan/2009 por Charles Hansen.
Tags: Dossie, Hamburgo, Mundial 1983
A irretocável pesquisa realizada por Felipe Agusto Machado resgata a trajetória do Hamburgo até o Mundial de 1983. Muitos mitos foram criados, muito pela falta e dificuldade no acesso às informações de que o time alemão era inqualificado ou que não jogara a morrer pelo título. Tudo desmitificado neste verdadeiro dossiê.
Parabéns Felipe.
Convidamos os leitores deste blog para conhecer a verdadeira história sobre o nosso adversário.
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Moedor de carne.
Publicado em 30/dez/2008 por Leonardo Fleck.
Tags: arena, gremio, moedor de carne
O assunto ainda vai render muito, mas não dá pra não tocar nele outra e outra vez. Arena.
Entendo e respeito a apreensão de parte da torcida gremista receosa de perder benef’icios adquiridos e afins. Ojalá sejamos todos respeitados como corresponde ao senso comum e ao que consideramos correto e de direito.
Entendo e respeito, mas não há como não desejá-la, não entendê-la e não aceitá-la como parte de um futuro que precisa ser desejado, entendido e aceito. O Grêmio deve adequar-se ao lucro e ter um estádio que será uma rentável máquina moedora de rivais (no melhor estilo Grêmio) é adaptar-se perfeitamente ao lucro e essa é a opinião de quem escreve. Futebol é paixão e é negócio, não há muito a ser discutido sobre isso. Honestamente, prefiro uma Arena rentável do que vender obrigatoriamente ano a ano jovens promessas a cambio de manter a saúde das finanças.
Entendo e respeito o sentimento de perda irreparável que todos sentiremos ao ver o Monumental pela última vez, porém ruína por ruína prefiro a que posso escolher, tirando a bajo. Que se faça o sacrifício, o Grêmio é muito maior que o Olímpico, muito maior que o Fortím da Baixada.
Desejo com fervor religioso pelo primeiro jogo no moedor de carne (que seja em uma Libertadores), para que qualquer dúvida que haja existido, silencie para sempre.
Vamos Grêmio!
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15/12/1996 – Grêmio Bi Campeão Brasileiro
Publicado em 15/dez/2008 por Aline Cardias.
Tags: 1996, Campeão Brasileiro, Imortal Tricolor
Já se passaram 12 anos, mas lembro perfeitamente daquela tarde escaldante de domingo, 15 de dezembro de 1996. Um Olímpico Monumental entupido viu o Tricolor sagrar-se bi campeão Brasileiro com uma vitória por 2 a 0 sobre a Lusa, ao melhor estilo Grêmio. Aquele jogo é mais uma entre tantas provas de que com o Tricolor gaúcho o assunto é outro. Enquanto a imprensa do país inteiro consagrava a Portuguesa como campeã (eles adoram fazer isso!) especialmente após a vitória paulista na primeira partida da final, o Grêmio entra em campo com onze guerreiros e dá uma chapuletada nas pretensões de todo o Brasil.
Parece que não se cansam de provocar, de menosprezar, de rebaixar…enquanto isso, não nos cansamos de chegar, de lutar e triunfar. Assim foi o Tricolor de Felipão e Cia. Um time que transpirava raça, pura garra.
E não nos entregamos…e fomos para cima…e aos cinco minutos marcamos o primeiro com Paulo Nunes…e seguimos acreditando, até quando tudo parecia perdido…o valente Dinho cansou, mas não desistimos…Aílton entrou para marcar, aos 39, para calar e para colocar seu nome na história Tricolor. Gol da glória, reservado somente àqueles que representam uma imortalidade.
Isso é o Grêmio. Pra sempre campeão!
Fica aqui nossa lembrança e homenagem.
Parabéns aos jogadores, dirigentes, comissão técnica.
Parabéns ao torcedor gremista por sempre acreditar.
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Foi como voltar no tempo…
Publicado em 13/dez/2008 por Aline Cardias.
Tags: A Terra é Azul, Grêmio Campeão Mundial, Imortal Tricolor
Apenas uma criança de três anos, eu em 11 de dezembro de 1983. Mas a sensação que sinto hoje, 25 anos depois, é de ter registrado como que em um filme, daqueles que passam em certos momentos da vida, cada segundo de um acontecimento mágico: Grêmio Campeão Mundial.
Meu pai foi a primeira pessoa que pensei quando ingressei na Sociedade Libanesa na noite desta quinta (11/12) para a comemoração de uma data que jamais será apagada da história. Ao me deparar com painéis, onde fotos transmitiam momentos do Grêmio no Japão, lembrei daquele que foi o maior responsável por estar hoje comemorando mais um feito Tricolor. E a ele serei grata eternamente.
Foi uma festa mais que merecida. Aliás, é uma data que deveria, por obrigação do clube e em respeito ao seu torcedor e aos heróis que nos deram este título maior, ser comemorada TODO ANO.
Apesar das ausências sentidas do eterno presidente Fábio Koff, de Mário Sérgio, China e de nosso ídolo maior, Renato Portaluppi, foi um reconhecimento tardio, mas legítimo, aos demais atletas, dirigentes e comissão técnica que fizeram o mundo se curvar diante do Tricolor gaúcho. Foi como voltar no tempo ver novamente – ou pela primeira vez – reunidos o técnico Valdir Espinosa e seus comandados.
Momentos que não se explicam…o abraço no capitão Hugo De Leon, o carinho do Tarciso Flecha Negra, a emoção do Espinosa, a alegria de Baidek, a gratidão do Maza….foi como se o mundo tivesse sido conquistado novamente.
E como uma “contadora de histórias reais”, não poderia deixar de registrar alguns momentos desta homenagem.
Ouça alguns ídolos do mundial falando pra ti torcedor, neste dia tão especial.
Valdir Espinosa – treinador
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Hugo de León “Capitão” – zagueiro
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Mazzaropi “Lobo” – arqueiro
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Paulo Roberto – lateral direito
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Tarciso “Flecha Negra” – atacante
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