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Eurico Lara – O craque imortal

Publicado em 17/set/2009 por .
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Eis que sou surpreendido ao chegar no meu lar por um sedex de Nelson Ramão. No seu interior três exemplares de um ensaio do  livreto denominado EURICO LARA – O CRAQUE IMORTAL.

Que grata surpresa. Nelson – grande amigo e colunista deste blog – está pondo em prática o sonho de escrever livros sobre nosso clube e nossos ídolos.    Parabéns tchê. O livreto é de uma leitura agradável – li num tapa – conta de forma pragmática a história do maior de todos os arqueiros.

Prefácio de Eurico Lara – O craque imortal.

eurico lara o craque imortal nelson luiz ramao 300x239 Eurico Lara   O craque imortalDentre os grandes ídolos que, ao longo da centenária história gremista, encantaram a torcida, um foi tão surpreendente que virou lenda. Seus feitos, atitudes, personalidade e desprendimento, tornaram-no um referencial do que seja o amor de um atleta pelo um clube onde atua. Amador, jamais alguém dirá que o fazia por um polpudo salário, algo que nunca conheceu.

Jogou futebol pelo amor que sentia pelo Grêmio. O mesmo amor que fez com que se afatasse do clube por um breve período para, depois, retornar com a mesma garra e determinação que fizeram dele o titular da cidadela gremista por 16 anos. Um recorde até hoje!

De forma simples e fartamente ilustrada, este volume relata a trajetória de Eurico Lara com a camisa do Grêmio. Fala de seus feitos e dos tributos a ele prestados após sua morte. Fala de um ídolo que encantou multidões e virou estrofe do Hino Oficial do Grêmio, pela genialidade de um torcedor tão especial quanto ele: o compositor Lupicinio Rodrigues. Fala de um goleiro que transpôs a vida, para eternizar-se na história.

Queres ganhar um livreto? Deixe uma mensagem neste post. Pedi para 3 unidades pro Nelson para que no dia 22 de setembro – aniversário do Campeonato Farroupilha e último jogo de Eurico Lara.

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Um desafio centenário

Publicado em 18/jul/2009 por .
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Texto escrito e imagem criada por NELSON LUIZ RAMÃO.  Amigo,  gremista fervoroso, leitor deste blog.  Baita homenagem aos 100 anos do primeiro Grenal.  Muito obrigado Nelson, nós do Grêmio Copero ficamos envaidecidos.

Um Desafio Centenário

grenal 1 253x300 Um desafio centenário

Fiquei sabendo do desafio meio que por acaso. Como de hábito, no horário combinado, entrei na alfaiataria do Seu Augusto, meu freguês de caderninho, para engraxar-lhe os sapatos. Naquele dia ele estava um tanto contrariado e resmungava coisas do tipo: “O que esses camaradas estão pensando?” “Um bando de moleques que não tem respeito, mesmo…” Não me sofri e perguntei o que estava acontecendo e ele me contou de uns forasteiros que “apareceram do nada” para desafiar o Grêmio… Quando terminei, seus sapatos brilhavam e o meu espírito também. Já sabia o que faria naquele 18 de julho de 1909…

Cheguei à Baixada cedo. Assim, enquanto todos esperavam pelo início do prélio, aproveitei para faturar algum, engraxando os sapatos dos cavalheiros que costumavam freqüentar o estádio em dia de jogo. Era unir o útil ao agradável. Naquela época não se cobrava ingresso para assistir aos matchs do Grêmio e, por uma sugestão do meu cliente e amigo, o major Augusto Kock, eu transitava livremente e acabava assistindo ao jogo do lado do caramanchão, empoleirado na minha caixa de engraxate para não perder nenhum lance.

Não tinha como esquecer do compromisso. Sempre que o Grêmio entrava em campo, eu estava lá. Mas aquele jogo, em especial, foi amplamente alardeado na cidade. O programa havia sido afixado nos postes para que ninguém perdesse o espetáculo. Não fiquei surpreso com o público, tão numeroso quanto nos jogos pela Wanderpreis, contra o FussBall, nosso tradicional adversário. Fiz dinheiro naquele dia…

Quando a partida estava por começar, encaminhei-me para o lado do caramanchão. Mas tinha muita gente… Mesmo equilibrando-me na ponta dos pés sobre a minha caixa de engraxate, não conseguia ver o ground… Foi com surpresa que ouvi o Seu Augusto me chamar: “Ô guri, sobe aqui e assiste comigo!” Era um convite que nunca havia recebido… E fiquei ali, exprimido entre o major e outras pessoas da sociedade de Porto Alegre, seus convidados. Lembro-me, também, que foi nessa ocasião que eu conheci o Dr. José Montaury, o intendente municipal. Já o conhecia de vista e, depois desse dia, ele se tornaria meu cliente, também…

Eram mais ou menos 3 horas da tarde quando os teams adentraram ao ground da baixada antecedidos pela banda da Brigada Militar. Uma ansiedade incomum se apoderava de mim ao ver aquele uniforme, metade anil, metade negro, que tão distintamente trajava meus ídolos de infância. Os players desafiantes vestiam camisas listradas de vermelho e branco. A partida seria arbitrada pelo Sr. Waldemar Bromberg, auxiliado pelos senhores Castro Silva e Sommes (juízes de linha) que se posicionaram às margens do ground e pelos senhores Theobaldo Foernges e Theodoro Bugs (juízes de gol) que se posicionaram junto às traves das goleiras, já que naquela época não se usava redes.

A saída de bola foi dada pelo Grêmio que, alguns minutos depois, já percebia o quanto o adversário estava despreparado para o enfrentamento… Assim, logo aos 10 minutos, o center-forward gremista Booth fazia “as honras da casa” e marcava o primeiro tento enquanto o goalkeeper do desafiante, Poppe II, parecia antever o tamanho da besteira que haviam feito… Mas agora era tarde demais… Aos 20 ele tomava o segundo gol. Ainda tomaria um terceiro que seria anulado por off-side (impedimento). O primeiro tempo terminou com um placar normal: 2 x 0.

Dez minutos depois, o match era retomado. Novamente aos 10 minutos de jogo vinha o terceiro gol gremista e os desafiantes (nada humildes, já se intitulavam como “Internacional”, enquanto que o Grêmio era, apenas, o Porto-Alegrense) começavam a “tropeçar na gravata”. Extenuados, tomaram mais quatro gols nos 20 minutos seguintes. Ainda lembro-me dos backs gremistas Deppermann e Becker conversando com os torcedores à beira do ground com o jogo andando, tamanha a inoperância do ataque adversário. Foi trágico e hilário, ao mesmo tempo… O jogo acabou com o absurdo placar de 10 x 0 e a torcida gremista invadindo o gramado da Baixada. O goalkeeper gremista Callfelz, sequer havia sujado o uniforme…

Findo o match, torcedores, dirigentes e convidados foram para a sede dos Atiradores Alemães, comemorar. Eu ainda ganhei algum dinheiro limpando os calçados, sujos pela lama de mais um típico inverno gaúcho. Depois, voltei para casa com uma alegria incomum. Lembro de ter descolado de um poste o programa daquele match que guardei como relíquia durante anos, até deixá-lo como legado a meu filho. Afinal, para mim, o Grêmio era o melhor time do mundo… Afinal, até então, nunca havia presenciado uma match com placar tão elástico… Meu filho passou a relíquia para um de meus netos que 75 anos depois, no dia 11 de dezembro de 1983, no meio da madrugada, veio me abraçar trazendo o velho proclamo nas mãos e dizendo: “Vô! Eu sei que tu já sabias há muito tempo, mas agora ninguém mais duvida: o Grêmio é o melhor do mundo!” Ao meu filho, tudo o que pude dar foi educação e a herança de ser gremista. Valores que passou aos meus netos como se fosse tradição de família… E agora, que o match entre gremistas e colorados, torna-se um clássico centenário, vou assisti-lo de camarote. Quem me convidou? Um amigo que fiz lá na década de 1920: o Lara. É… Vai ser daqui, sobre a marquise do Olímpico, que assistiremos a mais um match que o Ivo dos Santos Martins batizou de Gre-nal. Aliás, parece que é ele quem vai cobrir o centenário do clássico para o pessoal do “andar de cima”… É… Não assisti ao nascimento do colorado, mas estava lá no batizado e posso afirmar que foi uma festa e tanto…

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TOP 10 GRENAL – Parte II – Quinto ao primeiro

Publicado em 18/jul/2009 por .
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Posição 5 – GOLAÇO E IRONIA

O Grêmio da década de noventa foi um time que empilhava vitórias, patrolava adversários: multi-campeão. O Grenal em questão fez parte da campanha do título brasileiro de 1996 e foi realizado no estádio Beira Rio, ao qual estive presente, sob chuva torrencial. O Tricolor era um time temível, já os amargos eram sofríveis.

A partida vencida pelo Grêmio teve, se não o mais, um dos mais belos gols de todos os grenais. No primeiro tempo da partida, Paulo Nunes acertou uma bicicleta para estufar as redes coloradas. Na comemoração foi em direção à torcida advesária imitando um saci – perneta-mascote vermelho. Um gol que merece destaque pela plástica e irona.

Abaixo os gols da partida:

GREMIO 2 x 1 AMARGOS
Estádio Beira Rio – 22/set/1996

Posição 4 – FARROUPILHA

carta primeiro grenal 173x300 TOP 10 GRENAL   Parte II   Quinto ao primeiroEsse é o verdadeiro Grenal do século. Disputado em 22 de sembro de 1935 marca as festividades dos 100 anos da Revolução Farroupilha. Esse grenal, que já tem um post neste blog, foi vencido pelo Grêmio com os gols de Foguinho e Laci.

O jogo marcou também a última partida de Eurico Lara – o craque imortal. Debilitado por problemas de saúde, ele atuou durante todo o primeiro tempo, vindo a falecer meses depois de tuberculose.
Por ter sido este o Grenal mais GAÚCHO DE TODOS, contam que após a partida o técnico gremista sugeriu que a vitória fosse lembrada pelos próximos cem anos. E assim se faz até hoje.

Os heróis da conquista foram: Lara (Chico), Dario e Luiz Luz; Jorge, Mascharenhas e Sardinha II; Laci, Russinho, Artigas, Foguinho e Divino.

GRÊMIO 2 X 0 AMARGOS
Estádio da Baixada – 22/set/1935

Posição 3 – BATISMO, MASSACRE – O PRIMEIRO GRENAL

Há exatos cem anos aconteceu o primeiro GRENAL. À época o Internacional era um clube recém fundado e escolheu o Grêmio como o seu primeiro adversário. A diretoria do Grêmio chegou a propor o confronto entre seu segundo quadro contra o primeiro quadro deles – o que não foi aceito pela diretoria vermelha. No final DEZ a ZERO, sendo que no primeiro tempo o Grêmio marcou apenas dois gols. Um massacre, um batismo para jamais ser esquecido. Os gols do Grêmio foram marcados por Booth (5), Grünewald (4) e Moreira (1).

GREMIO 10 x 0 INTERNACIONAL
Estádio da Baixada – 18/jul/1909

Posição 2 – 1977 – O ANO DA RETOMADA

Depois de um longo período de jejum de títulos, o Grêmio formou um time capaz de quebrar a hegemonia colorada da década de 70. A vitória de 1×0 que representou a primeira grande retomada tricolor.

Mais precisamente, aos 42 minutos do segundo tempo daquele Gre-Nal no dia 25 de setembro de 77. Tarciso bateu falta da direita, Tadeu Ricci desviou e André Catimba mandou para o gol. O Olímpico explodiu na maior festa que vira até então. Na comemoração, o herói deu um salto mortal que não conseguiu concluir. Ele desabou de cara no chão. Com uma lesão, teve que deixar o jogo. A torcida logo invadiu o gramado, eufórica com a quebra de uma dolorosa hegemonia de oito anos do rival.

E desde então a torcida gremista viu ressurgir o Grêmio.
Grêmio este que não demorou em ganhar o Brasil, a America e Mundo.

GREMIO 1 x 0 INTERNACIONAL
Estádio Olímpico – 25/set/1977


Posição 1 – CAMPEÃO MUNDIAL REVERENCIADO

mariosergio faixa 247x300 TOP 10 GRENAL   Parte II   Quinto ao primeiroChegamos a posição número 1. O Grêmio havia se sagrado campeão do mundial em 1983 derrotando o Hamburgo por 2 a 1, já o colorado havia ganho o regional. Mauro Galvão, em início de carreira (antes de descobrir o que é clube de verdade), soltou pela imprensa a frase “O mundo pode ser azul, mas o Rio Grande é vermelho” . Descontente com tal ousadia, Renato Portaluppi solicitou que Fábio Koff marcasse um grenal para os clubes medirem forças. Pedido realizado.

Esse Grenal, que de amistoso nada teve, foi realizado no Monumental em janeiro/1984 e vencido pelo Grêmio pelo placar de 4 a 2, com gols de Renato, Osvaldo, Caio e Paulo Cesar. O Internacional, num ato de reverência entregou as FAIXAS DE CAMPEÃO DO MUNDO ao Grêmio e de quebra sentiu novamente o poderiu das três cores.

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TOP 10 GRENAL – Parte I – Do décimo ao sexto.

Publicado em 17/jul/2009 por .

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Buenas. Tomei a liberdade de elencar 10 relevantes Grenais. O critério para escolha é pessoal, isento e considera o caráter histórico dentro dos princípios que acredito ser os mais importantes.  Esta é a primeira parte, que vai do décimo ao sexto lugar.  Sábado postarei a segunda parte (5 a 1).

Posição 10 – UMA GRANDE SUPRESA

Depois de ter perdido os dois primeiros “matchs” – o inaugural pela sonora goleada de 10 a 0 e o segundo por 5 a 0 – o Internacional reenfrentou o Tricolor pelo torneio Citadino de Porto Alegre, até então, o mais relevante do período.

Pela primeira vez o jogo foi mandado longe da Baixada. O local escolhido foi o “ground” da Escola de Guerra. Era então a oportunidade de ouro para o time de vermelho tentar uma sorte maior frente ao Grêmio. E conseguiu.  Placar final GREMIO 10 x 1 AMARGOS.  Apesar de não ter registros oficiais dos autores dos gols, o que me permite duvidar da sua existência, o colorado marcara o seu primeiro gol após tomar V-I-N-T-E e C-I-N-C-O em três partidas.

Para mim, o maior feito deles.
Justiça feita e não me chamem de imparcial.

GREMIO 10 x 1 AMARGOS
Escola de Guerra – 18/jun/1911

Posição 9 – VIRADA DE VERDADE E NOEL AZUL

2165791477 6f5d3cc82a 217x300 TOP 10 GRENAL   Parte I   Do décimo ao sexto.Para quem não sabe, informalmente entre as décadas de 50 e 60 - muito em razão da rivalidade do clássico - o último Grenal disputado no ano definira as cores do Papai Noel.

Jogado na tarde quente de 10/dez/1961 este Grenal foi a maior virada em clássicos em todos esses cem anos. No primeiro tempo, o Internacional fez dois a zero, sendo que o Grêmio teve o lateral esquerdo Altemir expulso.  Na segunda etapa, o Grêmio descontou com Nadir cobrando falta aos 18 minutos. Dez minutos depois, num cruzamento, Marino empatou.  O que parecia ser inacreditável, aconteceu. Mesmo com um homem a menos o Grêmio, através de um gol de cabeça de Juarez – o tanque, decretou a virada.

Grêmio raçudo, peleador e que não se entrega nunca.  Como curiosidade: o Papai Noel azul que entrou em campo e quase foi linchado, tamanha provocação, era Paulo Santanna com 22 anos.

GRÊMIO 3 x 1 AMARGOS
Eucaliptos – 10/dez/1961

Posição 8 – É SÓ PASSAR NO INSS

Como todos sabem, Grenal consagra e arruína carreias. Este, em especial, dá entrada no pedido de aposentadoria do pomposo capitão do tetra – Dunga – pela jovem promessa de craque na fase pré-mercenarisse.  O clássico foi disputado no estádio Olímpico e o nome do jogo foi Ronaldo de A$$IS Moreira, que humilhou Dunga e marcou um golaço.

GREMIO 1 x 0 AMARGOS
Estádio Olímpico – 20/jun/1999.

Posição 7 – FOI COM MEDO DE AVIÃO

Nos anos 30 foi disputada a Copa Farroupilha, em comemoração à Revolução Farroupilha liderada por Bento Gonçalves. O fato curioso foi o famoso Gol de Avião, desferido pelo ponta esquerda Castilho, do Grêmio. O Inter era campeão estadual e franco favorito à conquista. Vencia por 1×0 quando um avião surgiu nos céus da cidade fazendo acrobacias. Este fato era uma novidade em Porto Alegre e muitos pararam para ver o ocorrido, enquanto o jogo continuava. Castilho estava com a bola na frente da área colorada no exato momento em que o avião fazia as acrobacias. O goleiro vermelho Penha e os zagueiros Natal e Risada se distraíram e levantaram a cabeça para o céu, entre temerosos e surpresos. Castilho, por outro lado, não se descuidou da bola e a mandou para as redes do Internacional. Graças ao Gol do Avião, o Grêmio empatou o jogo em 1×1.

GREMIO 1 X 1 AMARGOS
Eucaliptos – 28/jul/1935

Posição 6 – A MAIOR DE TODAS AS PANCADARIAS

Em clima de rivalidade ocorreu o Grenal inaugural do estádio Beira Rio.  O Grêmio queria a todo custo vencer o clássico e estragar as festividades vermelhas. A semana que antecedeu ao jogo foi marcada por provocações, ofensas e insultos por parte dos atletas e dirigentes.

Dentro de campo, a partida foi carregada de muita tensão, tanto que no final do jogo o uruguaio Urruzmendi deu uma entrada violenta no lateral gremista Valdir Espinosa. Foi o estopim para uma batalha campal. Apenas o goleiro Alberto, do Grêmio e o meia Dorinho, do Inter, não foram expulsos. O jogo acabou antes do previsto e ficou marcado como a maior pancadaria da história dos Grenais. Logicamente vencida pelo Grêmio.

GREMIO 0 X 0 INTERNACIONAL
Beira Rio – 20/abr/1969

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É Tetra!

Publicado em 17/jun/2009 por .
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” O Grêmio deixou de ganhar o título no Olímpico”. Nunca esquecerei desta manifestação do Neto, ex-jogador do Corinthians, em entrevista à Rádio Bandeirantes, na semana que antecedeu ao jogo decisivo da Copa do Brasil de 2001, e após o empate em 2 a 2 com o Timão no Monumental. Aliás, jogaço aquele. Foi a primeira vez  que senti as arquibancadas do Olímpico tremerem. Lembro como hoje do Cláudio Pitbul incendiando a partida em tarde/noite inspiradíssima do Papa Léguas.

Mas como a paulistada não cansa de cantar vitória antes do tempo, o seu Neto teve que ver, bem de pertinho, o Curintia dele se render ao Tricolor dos Pampas. Sim, o Grêmio é o malvado que coloca o doce na boca da criança e depois tira.

Naquele 17 de junho de 2001 conquistávamos o Tetra da Copa do Brasil com Marinho, Zinho e Marcelinho Paraíba comandando o baile na casa do Timão, calando e deixando estupefata mais uma soberba torcida.

PARABÉNS TRICOLORES POR MAIS UMA CONQUISTA INESQUECÍVEL!

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