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Alívio momentâneo.

Publicado em 11/jul/2011 por .
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douglas tcheco Alívio momentâneo.

Encontro dos camisas 10.

Dentro das quatro linhas alívio momentâneo
. Reencontro com a vitória. Pouco importa se para tanto o esforço tenha sido além do necessário. Os três pontos aliviam, ao menos até a próxima partida, o ambiente para o Julio Camargo reconstruir o time sobre sua visão de futebol. Oxalá.

A partida árdua, como não poderia ser diferente, mesmo dono das ações o time esteve sempre no limite tênue entre sair na frente ou atrás do placar. Tanto que ao meu juízo Marcelo Grohe foi o expoente gremista na partida. Preciso em todas as intervenções, algumas delas de extrema dificuldade. Impecável.

E Gilberto Silva? Baita volante, hein? Preciso nos passes, onipresente na marcação e merecedor daquele testaço. Mesmo nos piores momentos do Grêmio, no pior do coletivo, Gilberto Silva conseguiu ser destaque. Indicação de Portaluppi está se justificando. Correto?

Como diz o meu velho, há muita água ainda pra passar de debaixo da ponte. Vencer o Coritiba não devolve certeza de nada. Mas sair do Monumental com uma vitória é alento, ao menos pra mim, pras noites mal dormidas e semanas gélidas neste inverno gaúcho.

Vamos Grêmio, precisamos recuperar o tempo perdido.

PS: Odone merece um capítulo a parte.

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Com a máxima franqueza.

Publicado em 07/jul/2011 por .
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Sejamos francos e desprovidos de demagogias. Ninguém em sã consciência poderia esperar progressos drásticos da equipe logo na estréia do novo treinador. Mesmo se tratando de futebol, esporte onde o imponderável tem vez, ou do gremismo mais intenso que muitas vezes nos cega, aqueles que entram em campo estão longe de formar uma equipe de verdade. Quando a qualidade é aquém da esperada (e até requerida) nos abraçamos no coletivo para transpor dificuldades. Quem não tem coletivo, como nosso caso, está fadado aos revezes. Cabe ao Julio Camargo dar aquilo que até agora não temos: cara de time.

O Grêmio paga caro pelos enganos e armadilhas que o primeiro semestre reservou. Apesar de algumas putas velhas, como Odone, o Grêmio acorda tardiamente para a realidade, que dura, compromete mais uma temporada. Enquanto tentam corrigir os enganos para que 2012 seja mais digno da grandeza deste clube, resta a nos torcedores cumprir com o papel de gremistas na boa e na ruim.

Desabafo. Desta gestão espero ao menos que ergam a Arena com a devida qualidade. Apressar a obra para entrar pra história pode ser um erro irreparável. Caro Odone e Antonini, se na cancha o Grêmio não o entrega o que merecemos, que façam isso em forma de patrimônio. Obrigado.

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Desta forma nao me serve.

Publicado em 26/jun/2011 por .
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Sem alma e cara de Grêmio. Bando de médios que juntos formam um time de razoáveis. Razoáveis incapazes de vencer um medíocre Botafogo. Misto de raiva e tristeza pela bola jogada por quem veste a camisa do Grêmio. Árduo o esforço para se identificar com esses homens, talvez três-quatros que dignificam.

Olho para brasão tatuado na pele e me pergunto até quando conduzirão desta forma o destino do clube. Daqui de fora milhões fomentando gremismo, por quem dirige nenhuma correspondência. Abismo entre desejo e o feito.

Na tarde em que se confirma o mais gélido inverno da história do River Plate, incorporo uma frase que também fala por nós.

“Y habrá quien diga que es solo un juego. Pero aquí no se vive solamente un partido de fútbol. Porque aquí te arrancan un pedacito – del alma; del corazón.”

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A bola pune.

Publicado em 19/jun/2011 por .
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viçosa1 A bola pune.
Malditos grenais que transformaram coadjuvantes em expoentes.

A surrada expressão “a bola pune” se fez presente na chuvosa tarde do Olímpico. Time que se dá ao luxo de perder pênalti e desperdiçar arremates é fadado ao revés. O empate é muito ruim e aumenta ainda mais o vale que distância o Grêmio dos que postulam o título. Mediocridade Monumental. Bons tempos aqueles que o Olímpico era sinônimo de vitória. Em tempo que o foco está no concreto e nos tijolos que erguem a Arena, o futebol paga o preço do planejamento aquém.

Pra refletir: Quando o escanteio deixou de ser cobrando curto, a bola estufou as redes. Custa fazer o básico bem feito?

Para esclarecer: Somos, nós do Gremio Copero, fervorosos pela Arena. Que fique claro.

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Monte VI de O

Publicado em 15/jun/2011 por .
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Gélida e iluminada noite ao sul do continente. Noite que combina com Libertadores da América. Lembranças do vento frio regado a cerveja nas cercanias do Monumental. Grêmio, frio e Copa. Minuano. Nascemos para isso.

Cá estou a frente do computador a lamentar. Deveria eu, tu e os nossos estarem em Montevideo para viver a final da Copa. Maldito despreparo gremista, malditos sejam aqueles que corroboraram para a ausência. Poderíamos viver aquela a emoção que muitos viveram na longínqua e indescritível 22.07.1983. Na noite em que desfilam o amarelo, preto e branco, falta o azul celeste para mística estar completa.

O sonho do regresso perdura…

Montevideo vem de “Monte VI de O” ou o sexto (VI em algarismos romanos) monte à Oeste (de quem entra de navio pelo estuário do Rio da Prata).

 

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