Arquivo para 'Copa Libertadores'
A parte que te cabe
Publicado em 30/abr/2013 por Charles Hansen.
Tags: libertadores, queremos a copa, rumo ao tri
Enquanto as nuvens negras dos resultados pairam sobre o Olímpico a Arena, e a atmosfera da desconfiança assola a mente de muita gente, rumamos para o embate mais importante do ano, na competição mais importante para esta província.
E, com esse pensamento, te intimo a refletir se não está na hora, como legítimos gremistas, de deixarmos as rusgas de lado e abraçarmos o time de vez. É corda esticada. Já passamos por isso mais de uma vez. Momento de fazer valer a força da camisa, que tem início nas arquibancadas e contagia quem está na cancha.
Para que o Grêmio seja mais Grêmio é preciso que os gremistas sejam mais gremistas.
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Onze por todos!
Publicado em 18/abr/2013 por Aline Cardias.
Tags: Libertadores 2013, queremos a copa
Hoje, por 90 minutos, não interessa o que passou, não interessa projetar o que virá.
É a Copa em jogo. Hoje, só isso interessa.
Pra cima deles, Grêmio!
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Nem ao céu, nem ao inferno
Publicado em 14/mar/2013 por Aline Cardias.
Tags: Libertadores 2013
A fotografia do time titular/atual do Grêmio é melhor daquela registrada no término da temporada passada. Mas ainda me causam calafrios alguns “vícios” que a equipe carrega.
Abdicar do jogo quando em vantagem é um deles. Ante o mesmo Caracas, na Arena o gol sofrido aconteceu em um momento de relaxamento do time. Felizmente o placar era elástico, a atuação segura, e o apagão, ao contrário de terça, não comprometeu.
O gol de empate na Venezuela – independe da falta ter acontecido ou não, da falha do Cris ter existido, ou não – nos acréscimos, foi um soco no estômago. Poderia ter servido de alerta. Deveria. Esperava que o Grêmio voltasse ao jogo com o mesmo ímpeto do primeiro tempo, que por tudo que se falou em função do potreiro gramado, até que foi bem razoável. Por que não mantê-lo? Voltamos exatamente diferentes. Dispersos, moles, afobados. A bola no chão deu lugar a toques de qualquer jeito e erros de passes. As mudanças do Luxa não surtiram efeito, e a força ofensiva matadora dos dois últimos jogos não funcionou. Em uma das poucas chances criadas, perdemos. O gol da virada foi consequência de um segundo tempo ruim. Aí vem o Cris ao final do jogo justificar o resultado negativo a um clima de já ganhou. Caramba! O Grêmio dá todas as condições pra equipe focar o jogo 100%. É Libertadores, porra! É pedir demais o mesmo empenho, SEMPRE?
A derrota foi dolorida, sim, mas passa bem longe de teses apocalípticas. Me deixa fula da vida essa mania que boa parte da torcida gremista tem – ou adquiriu ao longo do tempo – de ir do 8 ao 80 de uma hora pra outra. Muitos dos mesmos que semana passada bradavam eufóricos com um Grêmio que aplicara duas goleadas seguidas com atuações impecáveis, hoje rebaixam o time, pedem que cabeças rolem. Está tudo errado? Claro que não. Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. Prefiro acreditar que o time vai encontrar seu ponto ideal logo. Temos potencial para isso.
Novamente enfrentaremos o Fluminense com a necessidade única da vitória. Pedreira? Será. Mas não é pelo jogo em Caracas, assim como não foi naquela derrota contra o Pato, que colocaremos à prova o que de bom foi feito até agora. Temos é que continuar focados e trabalhando forte!
Ah, pior que torcedores de resultado são aqueles torcedores/conselheiros que insistem em entregar o ouro pro bandido, num joguinho ridículo e lesa-clube com a imprensa. Chega de usar a instituição em causa própria. CHEGA!
Em frente Grêmio, pela Copa!
Dale!
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Monte VI de O
Publicado em 15/jun/2011 por Charles Hansen.
Tags: 1983, 2011, La Copa, Libertadores da américa
Gélida e iluminada noite ao sul do continente. Noite que combina com Libertadores da América. Lembranças do vento frio regado a cerveja nas cercanias do Monumental. Grêmio, frio e Copa. Minuano. Nascemos para isso.
Cá estou a frente do computador a lamentar. Deveria eu, tu e os nossos estarem em Montevideo para viver a final da Copa. Maldito despreparo gremista, malditos sejam aqueles que corroboraram para a ausência. Poderíamos viver aquela a emoção que muitos viveram na longínqua e indescritível 22.07.1983. Na noite em que desfilam o amarelo, preto e branco, falta o azul celeste para mística estar completa.
O sonho do regresso perdura…
Montevideo vem de “Monte VI de O” ou o sexto (VI em algarismos romanos) monte à Oeste (de quem entra de navio pelo estuário do Rio da Prata).
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GREMIO e somente GREMIO
Publicado em 26/abr/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, La Copa
Somando ao texto do COB, o amigo-gremista-leitor-atuante Anderson Kegler mando sua visão do que interessa:
Que se danem todas as leis da probabilidade.
Ao diabo com todos com os ditos de que somos um time médio. Não somos um time, somos o GRÊMIO!
Rasguem as reportagens, os textos que nos diminuem, as frases de entendidos do futebol.
Queimem toda a palavra que glorifique nossos inimigos.
Façamos tremer os infiéis. Elevemos nosso alento aos céus, retumbemos nossas vozes por toda América.
Os covardes sempre têm a desculpa pronta. Os medrosos já antevêem sua derrota.
Mas somos o GRÊMIO, O IMORTAL TRICOLOR, fomos forjados no fogo das batalhas, nosso sangue corre azul, preto e branco em nossas veias, somos viscerais, não tememos. Jamais temer! Não vivemos de explicações, vivemos da luta e das vitórias.
Que venham todas as adversidades, todos os inimigos cairão de joelhos diante nossa força, nossa fé nos torna invencíveis. Por Lara, estou alucinado pelo porvir. Que chegue logo a batalha. Odeio a espera.
Massacraremos todos os que ousarem atravessar nosso caminho. Seremos o algoz dos infiéis. Maldito seja todo aquele que duvida, maldito seja todo aquele o que não tem a certeza da vitória. GREMISTA acredita sempre. O GRÊMIO SEMPRE VENCE!
GRÊMIO!!!! Dá-lhe GRÊMIO!! Cantemos nosso amor com todas a força de nossos pulmões, com toda nossa gana, com toda nossa paixão, com todo nosso GREMISMO.
Glorificaremos a América com nossas bandeiras, nosso sangue, nossa honra, nossas cores e nossa coragem.
Que venham! Seja quem for, cairá!
GRÊMIO, teu nome é a razão de nossa fé, a força que nos move, nossa maior herança.
TODOS AO MONUMENTAL!







