Arquivo para 'Campeonato Gaúcho'
Nenhum brilho.
Publicado em 24/abr/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2011, Campeonato Gaucho

Numa noite para comemorar apenas os gols. Foto: Richard Ducker.
Devolvam-me os potreiros!
Vistoso apenas para a imprensa e para imagens na TV, o Passo da Areia é nocivo para atletas e torcedores. O gramado sintético, invencionice do presidente-empresário, deixou as suas baixas, desta vez, no lado azul do Estado. Se o Grêmio completo causa desconfiança, imagino como vamos sem Victor e Lúcio para cima da U.Catolica. Já do lado de fora, nas arquibancadas, é inconcebível em tempos que se pregam padrões FIFA que os setores de maior público tenham apenas um único banheiro e um portão de acesso. Várzea. Enquanto isso, a imprensa formada por jornalistas de rabo preso aplaudem.
Da partida, a leitura que faço é simples. Enquanto o Grêmio optar pelo futebol presciosista em detrimento à objetividade, penaremos para vencer nossos adversários. Muito toque e muita firula, na frente do gol tem chutar sem piedade. Isso pra mim é emblemático durante a temporada inteira, e na partida de ontem, recordemos o lance que antecedeu o segundo empate do Cruzeiro. Ataque gremista para matar o jogo, dribles excessivos, chance perdida. Precisamos voltar a ser pragmáticos, como fomos no final do ano passado, e os resultados voltarão a sorrir para nosso lado. Tudo será mais fácil, acredito.
Enfim, 3 a 2 árduo e vaga garantida. Dentro da proposta de levar o regional em paralelo a COPA, ao trancos e barrancos o Grêmio tem tido sucesso. Portaluppi, entre acertos e equívocos (o Santo não erra!), faz correto ao manter o time titular em ação, mesmo que isso custe alguns nomes. Quero crer o que o gol de Leandro dê confiança para o guri infernizar a zaga chilena. Quero crer na imortalidade para ajustar o time para a semana que se inicia.
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Comemorar?
Publicado em 17/abr/2011 por Cristiano Berwanger.
Classificamos para a semi-final, comemoramos. Mesmo? Dificuldades extremas nas ultimas duas partidas, sendo a ultima “vencida” somente nos pênaltis contra o ypiranga de ERECHIM (?), comemorar é difícil, estou com mais desconfiança do que aliviado por ter passado de fase.
Explico-me, independente de contra quem é o jogo, sempre é difícil, isso SEMPRE deve ser levado e encarado pelos jogadores, bem assim mesmo, nunca foi, é ou será fácil contra o Grêmio. Mas a qualidade do jogo caiu muito, podemos citar que alguns jogadores caíram muito de produção, alguns ate o momento nem das férias voltaram e é notável, o que houve??? ISSO EH O GREMIO PORRA!
Apesar que no jogo de hoje tivemos boas surpresas, Douglas mesmo meia boca (gripe) é acima da media, o nosso “7” já esta em campo, Leandro apavorou a zaga adversária enquanto esteve em campo, concordei com a justificativa do Portaluppi ao tirar o garoto, porem achei cedo de mais para se preocupar com disputas de pênaltis, Adilson jogou bem ate sair lesionado, Lins e Carlos Alberto entraram bem no segundo tempo.
Ok, vamos comemorar, mas as criticas são feitas pois sabemos que nem a imortalidade nos ajudara nas próximas fases da libertadores dessa maneira. Continuo acreditando. AMEM!
Pitacos do COB:
- gosto bastante da arbitragem do Vuaden, hoje a porrada comeu e jogo foi jogado, alguns momentos talvez o cartão deveria ser mostrado.
- alguém mais cantou a pedra comigo quando o lateral esquerdo do Ypiranga deu apenas dois passos da bola e de CANHOTA cobrou o pênalti que o Vitor defendeu?
- Vitor em busca dos 1.000 pênaltis defendidos.
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O preço do empate
Publicado em 11/abr/2011 por Aline Cardias.
Tags: classificacao, empate, Gauchão 2011
Àqueles que aguardavam a repetição da empolgante atuação da última quinta-feira, o embate (e o empate) com o Santa Cruz, neste domingo, por supuesto fora decepcionante. Mas confesso aos amigos que outros jogos já me deixaram mais “com a pulga atrás da orelha” que este. Com a situação mais tranquila no campeonato, ainda assim exibí, após o confronto, aquele sorrisinho amarelo certa de que tínhamos, sim, a capacidade de ter feito muito mais na partida. Mas longe daquele pensamento apocalíptico de que está tudo errado. Pela classificação à fase seguinte do returno praticamente assegurada e com a vaga garantida na final do Cocacolão – caso se faça necessária -, não jogamos a valer como deveríamos. E o preço a ser pago vem em forma de duas viagens para disputas distintas e que podem ditar os rumos do Tricolor, especialmente nesta fase do regional.
Mas não entendam que gostei do que apresentou o Grêmio. Pelo contrário. O resultado foi ruim visto que o Santa Cruz não é lá essas coisas e precisamos de um pênalti – que não teria a dimensão e importância se o mesmo Borges que o sofrera e convertera não tivesse brincado por duas vezes em frente à meta – para igualar um jogo sem atrativos. E, desta vez, contando com uma equipe mesclada, mas com a base titular dos setores mantida, e jogadores que frequentemente vêm sendo utilizados neste mesmo campeonato, questões como entrosamento e sequência de jogos não servem como subterfúgio (ou justificativa) para jogadas displicentes, tantos passos errados e oportunidades de gol desperdiçadas.
Quem sabe, involuntariamente, o time esperou demais que o Leandro fizesse novamente a diferença e, na expectativa que na individualidade do guri o Grêmio fosse suprir as dificuldades que foram surgindo no decorrer do jogo – o que desta vez não aconteceu -, o coletivo acabou ficando em segundo plano não rendendo o que poderia.
Matar o Gauchão na Taça Farroupilha seria muito bom também às pretensões logo ali adiante. Título antecipado que refletirá diretamente nas fases quentíssimas da COPA. E como as oitavas provavelmente só comecem na semana seguinte à semi final do entrevero, não descarto a utilização de um time misto, mas com maioria de titulares ante o Ypiranga.
Quinta-feira espero nada diferente de uma vitória sobre o já desclassificado Petrolero. Partida pra melhorar o aproveitamento na Libertadores e preparar o time às exigências bem maiores das próximas fases da competição.
Dale!
PS: pegando um gancho na resposta do Renato durante a coletiva, a excelente memória do Charles nos remete a 2007 e, direto do túnel do tempo, o Grêmio Copero torna a lembrar o que pra nós sempre esteve claro.
Verdades – Renato Portaluppi x Falcão
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Verdades que precisam ser ditas.
Publicado em 31/mar/2011 por Charles Hansen.
Nem o mais pessimista dos gremistas apostaria numa derrota para o inqualificável Juventude. O time da Serra, acostumado a derrotas contra nós, se encontra no pior momento de sua história recente. O Juventude é vergonhoso. 4a divisão.
Perder para esse clube com um homem a mais em campo é VEXATÓRIO e PROIBITIVO. É preciso vencer seja qual o tamanho do adversário, ainda mais num momento em que se busca afirmação, entrosamento e confiança para enfrentar adversários da mesma dimensão. A torcida leva o time, mas o time também leva a torcida.
Cabe, espero que ocorra, dedo na molera dos atletas e da comissão técnica.
Cai de maduro uma conversa olho no olho entre diretoria e plantel profissional.
Até porque, se profissionais são, que dignifiquem as cifras recebidas em seus contratos.
Dias atrás o Fleck alertou que imortalidade contra pigmeus não enche barriga. Verdade, estamos parindo uma bigorna contra qualquer camisa que se apresente. Falta muita bola pro Grêmio. A direção sabe, a torcida sabe e os atletas sabem disso. Que se faça algo.
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A marca do Imortal
Publicado em 14/mar/2011 por Charles Hansen.
A leitura do TiagoLeifert sobre a conquista do Grêmio contra o Caxias. Imortal







