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Vencer em casa é prioridade

Publicado em 15/ago/2011 por .
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Gremio x Fluminense BR11 8111 e1313429526493 Vencer em casa é prioridade

Soa até estranha a euforia em torno da vitória ante o Fluminense já que, até pouco tempo, tal resultado era certeza em se tratando de Olímpico Monumental. Parece que foi um placar atípico quando, na verdade, atípico foi perder 11 pontos em casa ante adversários que, em outros momentos, seriam naturalmente batidos.  Vencer nos nossos domínios tem que voltar a ser rotina.

Estou aliviada com os três pontos conquistados. Era mais que necessário, pelo momento, e figurando pela primeira – e única vez, espero – entre os últimos colocados, reverter imediatamente o cenário e voltar a respirar fora da zona incômoda. Sinceramente, nunca achei o time no nível para tanto. Mas como classificação é reflexo de resultados…

Antes de mais nada, muito bom ver novamente o Grêmio reagindo ante um placar negativo. Talvez indício de realmente um novo momento. Vitória importante. Objetivo alcançado.

Juarez fazendo sua reee-estreia ante a torcida gremista e a expectativa de que Grêmio veríamos em campo. Pensando friamente na atuação, de certo não foi um bom jogo, mas já senti no time uma disposição diferente dos últimos embates. Vi uma equipe com mais vontade, mas que ainda sente as deficiências pontuais e recorrentes. Apesar de algum avanço, nosso setor defensivo ainda não me inspira confiança.  A zaga até que conseguiu segurar bem a pressão final do Fluminense, mas junto ao Victor, tem sua parcela de responsabilidade no gol sofrido: o Fred teve espaço e tempo pra cabecear SOZINHO. Onde estavam os zagueiros?
Desta vez, a improvisação do Adílson na direita não rendeu e, por algumas vezes, quase comprometeu. Com o natural retorno do Gabriel à posição e sem espaço no meio, o alemão deve mesmo seguir como opção no banco.

A lamentar a manutenção do jejum do nosso ataque. Que André Lima está aquém de sua capacidade, não se discute, mas também não o culpo totalmente. A criação no meio igualmente está deixando a desejar e a famosa “bola redondinha pro centroavante” não está chegando. Brandão e Miralles até que deram uma movimentada lá na frente, mas também nada mais efetivo. Nessa linha, espantosa a queda de rendimento, produtividade ou como queiram, do Lúcio. Antes de acreditar que esteja realmente numa descendente, prefiro pensar que seja apenas uma fase ruim. Quanto ao Marquinhos, para muitos, o belíssimo gol de falta já justificaria sua permanência no lugar do contestado Douglas, mas ainda tenho minhas dúvidas de que a substituição simples de um por outro seja a solução pra ineficácia da armação. Justiça seja feita para os dois gols que garantiram a vitória, as atuações do meia, até então, não o colocam em vantagem na briga pela posição.

Engraçado falar isso em pleno agosto e com metade do Brasileirão já encaminhado, mas torço pra que o Roth – sempre lembrando que o sucesso dele é o sucesso do Grêmio -  consiga encaixar o time novamente. Aí começamos a pensar em algo mais na competição. Reação que pode ser confirmada nos dois compromissos consecutivos fora de casa. Vitórias contra Ceará e Atlético-GO não seria pedir demais, mas dependendo das circunstâncias, quatro pontos serão bem vindos. Sempre lembrando que o próximo jogo em casa é Grenada.

 

RESULTADO DA PROMOÇÃO:

Dos quatro palpites que acertaram o placar e, seguindo os critérios de desempate, leva a camiseta Comedores de Carne Vermelha:

Wudson que acertou o marcador do segundo gol – Rochemback 32′ / Marquinhos 21″.

Parabéns!

 

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Na mesma

Publicado em 21/jul/2011 por .
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Buenas,
Obviamente não usarei este espaço para desancar o pau na atuação do Grêmio nesta quarta. Corneta nunca foi nem será o propósito pelo qual viemos aqui dar nossos pitacos. Mas também não esperem de mim omissão com relação ao que me desagrada, como foi a partida ante o Figuera.

Não assisti todos os jogos do Tricolor no Brasileirão, mas confesso que daqueles que pude ver, não senti, ainda – mesmo com as mudanças de comando e de acréscimo dos reforços – uma melhora que me tranquilize. Na onda do Grêmio-Uruguaio apregoado pelo Charles no post abaixo, me deu um desânimo ver que ainda estamos longe de chegarmos – ou retornarmos – a um status que por muito tempo foi nossa característica.
Uma coisa é jogar fechadinho e saindo no conta-golpe. Outra é, contra o Figueirense, ficar “inzoneando” sem saber o que fazer com a bola. Muitas vezes vi o Grêmio assim ontem. Lentidão na saída, recorrência no excesso de passos errados, a quase inexistência de chutes a gol…jogadas de linha de fundo, cruzamentos, nem pensar.

Ainda com o “um ponto ganho” e nenhum gol levado, não gostei do resultado. A justificativa do Figueirense se destacar quando joga em casa não me serve. Achei este um time limitado do qual poderíamos sim ter vencido. Perdemos boa oportunidade de começar a virar o jogo no campeonato. Nossa equipe é boa -com jogadores que podem e devem fazer a diferença -, mas que precisa se achar e voltar a querer jogar pra valer. Trabalho a mais para Julinho.

A saudar novamente mais uma atuação do Grohe que o credencia a ser goleiro do Grêmio. Por muito tempo desacreditei do potencial do guri.  Mas ele tem aproveitado muito bem a oportunidade. Mostra maturidade e notório crescimento técnico. Destaque pra qualidade dos nossos goleiros, mas também pro excelente trabalho do preparador Chiquinho.

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Alívio momentâneo.

Publicado em 11/jul/2011 por .
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douglas tcheco Alívio momentâneo.

Encontro dos camisas 10.

Dentro das quatro linhas alívio momentâneo
. Reencontro com a vitória. Pouco importa se para tanto o esforço tenha sido além do necessário. Os três pontos aliviam, ao menos até a próxima partida, o ambiente para o Julio Camargo reconstruir o time sobre sua visão de futebol. Oxalá.

A partida árdua, como não poderia ser diferente, mesmo dono das ações o time esteve sempre no limite tênue entre sair na frente ou atrás do placar. Tanto que ao meu juízo Marcelo Grohe foi o expoente gremista na partida. Preciso em todas as intervenções, algumas delas de extrema dificuldade. Impecável.

E Gilberto Silva? Baita volante, hein? Preciso nos passes, onipresente na marcação e merecedor daquele testaço. Mesmo nos piores momentos do Grêmio, no pior do coletivo, Gilberto Silva conseguiu ser destaque. Indicação de Portaluppi está se justificando. Correto?

Como diz o meu velho, há muita água ainda pra passar de debaixo da ponte. Vencer o Coritiba não devolve certeza de nada. Mas sair do Monumental com uma vitória é alento, ao menos pra mim, pras noites mal dormidas e semanas gélidas neste inverno gaúcho.

Vamos Grêmio, precisamos recuperar o tempo perdido.

PS: Odone merece um capítulo a parte.

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Com a máxima franqueza.

Publicado em 07/jul/2011 por .
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Sejamos francos e desprovidos de demagogias. Ninguém em sã consciência poderia esperar progressos drásticos da equipe logo na estréia do novo treinador. Mesmo se tratando de futebol, esporte onde o imponderável tem vez, ou do gremismo mais intenso que muitas vezes nos cega, aqueles que entram em campo estão longe de formar uma equipe de verdade. Quando a qualidade é aquém da esperada (e até requerida) nos abraçamos no coletivo para transpor dificuldades. Quem não tem coletivo, como nosso caso, está fadado aos revezes. Cabe ao Julio Camargo dar aquilo que até agora não temos: cara de time.

O Grêmio paga caro pelos enganos e armadilhas que o primeiro semestre reservou. Apesar de algumas putas velhas, como Odone, o Grêmio acorda tardiamente para a realidade, que dura, compromete mais uma temporada. Enquanto tentam corrigir os enganos para que 2012 seja mais digno da grandeza deste clube, resta a nos torcedores cumprir com o papel de gremistas na boa e na ruim.

Desabafo. Desta gestão espero ao menos que ergam a Arena com a devida qualidade. Apressar a obra para entrar pra história pode ser um erro irreparável. Caro Odone e Antonini, se na cancha o Grêmio não o entrega o que merecemos, que façam isso em forma de patrimônio. Obrigado.

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Desta forma nao me serve.

Publicado em 26/jun/2011 por .
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Sem alma e cara de Grêmio. Bando de médios que juntos formam um time de razoáveis. Razoáveis incapazes de vencer um medíocre Botafogo. Misto de raiva e tristeza pela bola jogada por quem veste a camisa do Grêmio. Árduo o esforço para se identificar com esses homens, talvez três-quatros que dignificam.

Olho para brasão tatuado na pele e me pergunto até quando conduzirão desta forma o destino do clube. Daqui de fora milhões fomentando gremismo, por quem dirige nenhuma correspondência. Abismo entre desejo e o feito.

Na tarde em que se confirma o mais gélido inverno da história do River Plate, incorporo uma frase que também fala por nós.

“Y habrá quien diga que es solo un juego. Pero aquí no se vive solamente un partido de fútbol. Porque aquí te arrancan un pedacito – del alma; del corazón.”

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