Arquivo para 'Campeonato Brasileiro'

Levantando taças desde cedo

Publicado em 23/dez/2009 por Charles Hansen.
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gremio campeao brasileiro sub20 Levantando taças desde cedo

Não foi um futebol vistoso. Vitória por escore mínimo e com a cara do Grêmio.  O clube segue o seu trabalho na base de forma qualificada, como reportado a alguns meses atrás neste blog, e com taças.  Vence o time, vence o clube.  Mesmo sendo difícil afirmar se os nossos guris terão êxito quando chegarem ao profissional, é irrevogável a referência de que o Grêmio é expoente neste país quando tratamos da formação de jogadores.

Busatto é um baita goleiro, pegador de pênaltis e, por mérito, craque da competição. Viva a escola gremista de grandes arqueiros.  O capitão Saimon foi xerife desse time, zagueiro seguro e com ótima saída de bola.  Bruno Renan dispensa apresentação, o guri botou a bola no chão e fez a meia cancha gremista jogar.  Fácil, fácil, os dois vão figurar no elenco de 2010.

Agora me perdoem os especialistas, mas quem mais me encheu os olhos vestiu a 7 e se chama Fernando.  Meio campo forte, raçudo, bandido e que em momento algum aliviou o pé. Em muitos momentos lembrou o saudoso Dinho. Incansável o jogo inteiro, deu o passe para o gol e deve ter mandado pelo menos uns dois atleticanos para o DM.  Chega de volante bonzinho. Precisamos de homens briosos e que se imponham frente aos adversários. Aposto algumas fichas nesse guri.

Saudemos a renovação e a conquista da base gremista.

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Recordar é viver

Publicado em 15/dez/2009 por Aline Cardias.
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Já que o clima de lembranças está bem latente entre os gremistas, hoje recordamos mais um dia especial na história do Grêmio e na vida de todos nós.  Há 13 anos conquistávamos o Bi Campeonato Brasileiro.  Mais um título que teve a cara do Grêmio. Ganho na luta, na raça, na imortalidade.
Não dá pra esquecer daquele  domingo escaldante, da dificuldade de acessar um Olímpico já lotado, do gol do Paulo Nunes no comecinho do jogo;  não dá pra esquecer a angústia, o nervosismo; não dá pra esquecer  a entrada de Aílton e de seu gol mágico; da emoção de ver o Tricolor novamente levantando uma taça, nos enchendo de orgulho.  Assim como não dá pra esquecer a cara de desolação do goleirinho que cansou de tomar gol do Grêmio e agora é terceito reserva, das defesaças de Danrlei durante o jogo, do “Hey, paulista, VTNC”  às emissoras de TV do centro do país que já cantavam a Portuguesa como campeã.

Não dá pra esquecer a explosão de alegria que novamente viveu o Olímpico Monumental naquele 15 de dezembro de 1996.

Parabéns Nação Gremista!

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Rodada Final: nada diferente do esperado

Publicado em 06/dez/2009 por Charles Hansen.
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gremio roberson maracana Rodada Final: nada diferente do esperado

Digno? Jamais, perder nunca é digno deste clube.  Por outro lado era sabido, mas não poderia ser da forma vermelha-centenaria. Era necessário encrespar a partida, impor respeito, calando por um tempo o Maracanã e outro o Beira Rio.  Aliás, o que contam por aí é que no Aterro teve cantos de “Grêmio, Grêmio”, comemoração no gol de Roberson e no final VOLTA OLIMPICA? Caramba. Bicampeonato moral, só pode ser.

Rodada final no seu lugar, alívio. Ano indigno findado, amém. A partir de agora começamos aqui no Grêmio Copero uma profunda reflexão de 2009 e projeção de um Grêmio mais forte e vitorioso para o ano que vem. Que assim seja.

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Entregar? Jamais

Publicado em 30/nov/2009 por Charles Hansen.
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Jamais entregaremos uma partida. Isso não é condizente com a história do Grêmio.
Jogaremos contra o Flamengo com o MESMO ÍMPETO que os amargos jogaram contra o São Paulo no ano passado. Justo. O mundo da voltas e desta forma retribuiremos o apreço do vermelho.

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Encontro de despedida

Publicado em 27/nov/2009 por Charles Hansen.
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Braçadeira do Capitão Tcheco no Gremio do Centenário.

Domingo, no momento em que entrar no Monumental deixarei esquecidas, por algumas horas, as preocupações que me assolam, oriundas dos equívocos e incoerências diretivas que são marca deste fatídico ano.  Maldito, por sinal, e que faço questão de literalmente apagá-lo da memória.

Como diz a canção, apesar dos pesares e dos momentos difíceis, estar na cancha é dever cívico de gremista.  Nosso gremismo não nos permite abandoná-lo, mesmo que seja impossível aceitar os atuais fatos.  Acima de tudo somos GRÊMIO. Independente de quem o comanda, somos nós que o fazemos.

Depois de domingo, Olímpico somente em 21 de janeiro. Tempo demais para nos darmos ao luxo de não comparecer. Oportunidade de prestarmos justas homenagens na despedida de Tcheco. O capitão se vai (com direito a gol – me cobrem), apesar de entender que deveria ficar, fechando um ciclo incansável de futebol  e defesa do azul, preto e branco.

Final de semana de Monumental em ritmo de despedida. Messmo assim, encontro para fazer a coisa que mais amo na vida. Amigos, cerveja, torcer incondicionalmente até fazer ferver o gremismo que corre pelas veias.

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