Arquivo para 'Abordagens contemporâneas'

E a vergonha na cara?

Publicado em 15/abr/2011 por .
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Não sei se o Grêmio embarcou para Santa Cruz de la Sierra também com o Autuori na mala? Algum setorista que cobriu pode-nos esclarecer a questão?

Uma vitória nos garantiria o primeiro lugar no grupo, o que significa dizer que decidiríamos no Monumental, pelo menos, a passagem as quartas de final.

Das máximas do futebol, até os falecidos antes dela a conhecem: “time que quer ser campeão não pode escolher adversário”. Não serei eu a discordar, mas decidir fora contra uma eventual pedreira antes de azeitar um pouco mais a máquina é um tremendo risco, para não dizer burrice, não é não?

Odone tem razão, jogando assim não ganharemos nada. Incrédulo li muita viúva alegre elogiando o time depois do jogo contra o Junior de Barranquilla. Quase todas são as mesmas que viram MAGIA no 4×3 contra o Santos na semi da Copa do Brasil de 2010. Das duas uma, ou essa gente não entende o Grêmio ou essa gente não entende o Grêmio. Antes que o beicinho cresça e a mãozinha tremula decida responder, lembro do seguinte: uma década de fila. Levantar canecos é preciso, viver para figurar não.

Perfeita a flauta tocada pelos Petroleros, “sem juiz COMPRADO”. Poderiam também ter acrescentado, “e com vergonha na cara”.

Espero ler em toda a imprensa que o pau comeu no vestiário, não precisa ficar com medinho do Carlos Alberto, basta ser ou citar a fonte!

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O preço do empate

Publicado em 11/abr/2011 por .
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Àqueles que aguardavam a repetição da empolgante atuação da última quinta-feira, o embate (e o empate) com o Santa Cruz, neste domingo, por supuesto fora decepcionante. Mas confesso aos amigos que outros jogos já me deixaram mais “com a pulga atrás da orelha” que este. Com a situação mais tranquila no campeonato, ainda assim exibí, após o confronto, aquele sorrisinho amarelo certa de que tínhamos, sim, a capacidade de ter feito muito mais na partida. Mas longe daquele pensamento apocalíptico de que está tudo errado. Pela classificação à fase seguinte do returno praticamente assegurada e com a vaga garantida na final do Cocacolão – caso se faça necessária -, não jogamos a valer como deveríamos. E o preço a ser pago vem em forma de duas viagens para disputas distintas e que podem ditar os rumos do Tricolor, especialmente nesta fase do regional.

Mas não entendam que gostei do que apresentou o Grêmio. Pelo contrário. O resultado foi ruim visto que o Santa Cruz não é lá essas coisas e precisamos de um pênalti – que não teria a dimensão e importância se o mesmo Borges que o sofrera e convertera não tivesse brincado por duas vezes em frente à meta – para igualar um jogo sem atrativos. E, desta vez, contando com uma equipe mesclada, mas com a base titular dos setores mantida, e jogadores que frequentemente vêm sendo utilizados neste mesmo campeonato, questões como entrosamento e sequência de jogos não servem como subterfúgio (ou justificativa) para jogadas displicentes, tantos passos errados e oportunidades de gol desperdiçadas.

Quem sabe, involuntariamente, o time esperou demais que o Leandro fizesse novamente a diferença e, na expectativa que na individualidade do guri o Grêmio fosse suprir as dificuldades que foram surgindo no decorrer do jogo – o que desta vez não aconteceu -, o coletivo acabou ficando em segundo plano não rendendo o que poderia.

Matar o Gauchão na Taça Farroupilha seria muito bom também às pretensões logo ali adiante. Título antecipado que refletirá diretamente nas fases quentíssimas da COPA. E como as oitavas provavelmente só comecem na semana seguinte à semi final do entrevero, não descarto a utilização de um time misto, mas com maioria de titulares ante o Ypiranga.

Quinta-feira espero nada diferente de uma vitória sobre o já desclassificado Petrolero. Partida pra melhorar o aproveitamento na Libertadores e preparar o time às exigências bem maiores das próximas fases da competição.

Dale!

PS: pegando um gancho na resposta do Renato durante a coletiva, a excelente memória do Charles nos remete a 2007 e, direto do túnel do tempo, o Grêmio Copero torna a lembrar o que pra nós sempre esteve claro.

Verdades – Renato Portaluppi x Falcão

 

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Os jornalistas de verdade

Publicado em 09/abr/2011 por .
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O BloGrêmio, coletivo de blogs gremistas, fez um levantamento sobre a percepção dos blogueiros sobre a imprensa esportiva.
Deste trabaho, criou-se uma lista com os nomes dos jornalistas aos quais são considerados profissionais com P maiusculo.

Convido os amigos para leitura e debate: http://blogremio.wordpress.com/2011/04/08/os-jornalistas-de-verdade/

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Cara e espírito de Grêmio

Publicado em 08/abr/2011 por .
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Primeiro texto do COB como “integrante oficial” do Grêmio Copero. Baita estreia!

Gremio x Junior LA11 048 copy1 e1302261004580 Cara e espírito de Grêmio

Bonito registro do Ducker. Que se repita por muitos jogos da COPA

Grande partida. Grande atuação. Classificação garantida, agora é planejar as próximas etapas da Copa.  OK, o Junior de Barranquilla veio classificado, sem muitas pretensões, mas prefiro ver que jogaram sem peso, tranquilos; time que sabe jogar e que há de incomodar nos mata-mata, novos Tolimas, Cucutas da vida…

Primeiro tempo bem jogado para os dois lados, com predominância de bola para o Grêmio, comandado pelo o nosso meio de campo. Cito novamente Rochemback como destaque, Alemão Adilson e Douglas também fizeram a diferença. O ataque, ao meu ver, ainda precisa melhorar. Creio que uma nova dupla irá se encaixar, mas valeu o esforço e a marcação que fizemos ainda no campo do adversário, dificultando a saída de bola do Junior. Isso contou muito para que abríssemos o placar com Lúcio, que ao lado do Collaço – outro de atuação destacada – fez o lado esquerdo do time funcionar novamente bem.

Etapa final continuou o Tricolor com a posse de bola e os colombianos tentando achar contra-ataques que, por algumas vezes, conseguiam vencer nossa zaga, pero paravam no nosso camisa 1 (sem palavras para externar os milagres operados), justificando porque Mano Menezes sempre o lembra em suas convocações.  Borges completou o placar e, após a expulsão de um jogador do Junior, foi só partir para o “Pingos de Amor”…
Complementando as três novas inscrições para as fases seguintes, junto com Magrão e Leandro, falta apenas uma vaga. Contratamos ou a terceira substituição já esta no grupo?

Pitacos do COB:
- sinto uma grande falta da língua espanhola na nossa zaga, apesar de ter vibrado como em gol com aquele carrinho do Rodolfo no segundo tempo;
- não entendo como tem gente que ainda critica o Douglas, habilidoso, por vezes marcador, bandido e cara de cachaceiro. É o 10 que eu pedi a Deus!;
- mais uma linda festa do torcedor gremista, mesmo com o sacana horário da partida, 31 mil alentaram os 90 minutos. Time e torcida em sintonia, esse é o segredo.

Sigo borracho y loco em busca do TRI.

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A pauta, quem pauta?

Publicado em 07/abr/2011 por .
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Entre bocejos apago sem ler dezenas de e-mails. Atenho-me, entretanto, a uma numerosa e acalorada sequência de nomes e adjetivos, o gmail é uma beleza. E-mails empilhados numa lista de discussão de gremistas atuantes, logo, não me incluo. Mas também não me eximo. O tema é a imprensa, mais precisamente, os jornalistas esportivos. Eu me interesso pelo que noticia a imprensa esportiva, sobretudo a gaúcha. Considero o jornalismo pilar fundamental em uma sociedade democrática onde a liberdade de imprensa não é só o verso que rima com os meus versos, ou o vento que sopra para o lado em que caminho. Que sejamos todos livres para discordar, se necessário for, eis um belo exercício. Adiante.

O ponto na discussão não era a liberdade de imprensa, nem a falta dela, sim a reiterada falta de profissionalismo de parte de alguns jornalistas que se desempenham nos veículos de comunicação, o que pode levar a muito pagador de impostos passional – assolado por um rompante de raiva – a deixar sair o pequeno Fidel que habita dentro. Suspeita-se que muitos jornalistas são pautados nas sombras por aqueles que não os PODERIAM pautar. Suspeita-se que a má fé pode ser adquirida. Suspeita-se que a eles se oferece uma fatia do bolo. Que há comissão na compra e, sobretudo, na venda de atletas. Suspeita-se que plantam mentiras, intrigas e que joguem o jogo que lhes é pedido para jogar, mesmo que esta prática não se encontre determinada no código de ética da profissão. Suspeita-se que a promiscuidade envolva a jornalistas, dirigentes, empresários, agentes. Uma festa. Porca. Sabe-se, ao menos, que essa gente não é séria no desempenho da profissão. Não acho que os devemos levar ao paredão, mas, democraticamente, jogar luz nas trevas em que rastejam. Que a opinião pública decida.

To be continued…

Twitter.
Twitter copero.

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