Arquivo para 'Opiniões e percepções'
O que segue.
Publicado em 09/nov/2009 por Leonardo Fleck.
Paulo Autuori não seguirá no Grêmio. É um profissional respeitado e, como qualquer um de nós, não recusaria uma oferta multi-milhonária a câmbio de manter-se em um clube que não ama. Sem dramas, são as regras do jogo. Em outra mão, será a chance da era Kroeff de se redimir com a tradição da escola gremista e apontar prum caminho em que o gremismo seja abraçado pelo Grêmio novamente.
Li agora que o Mauro Galvão também não permanecerá. Honestamente, pouco muda, afinal, não sei bem o que ele fez até aqui.
Sobre dentro de campo, eu não quero nem saber de quem virá se antes não confirmarem a permanência do Maxi López. Ou vão entregar mais um de bandeja pra outro clube brasileiro?
Vítor, Réver, Mário. Manter a base, aproveitar a base e trazer um BAITA xerifão.
Que venha a copinha.
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Nove MAXI motivos!
Publicado em 06/nov/2009 por Charles Hansen.
Tags: maxi lopez

Curto e bem direto. Não considero nenhuma outra hipótese que não seja contar em definitivo com Maxi López. Num amontoado de equívocos, ao lado de Mario “El Loco” Fernandes o argentino é a contratação que deu resposta positiva. A direção cometerá um erro estúpido se não bancar os 1,5 milhões de euros pedidos pelo FC Moscou.
Abaixo NOVE MAXI MOTIVOS para o GRÊMIO ficar com MAXI LÓPEZ.
1) Maxi tem 25 anos, visibilidade internacional e potencial para ser revendido. Lucratividade.
2) Maxi tem 14 gols na temporada jogando num time que deixou a desejar. Quantos gols teria feito se tivesse ao seu lado laterais com bons cruzamentos? E um companheiro mais qualificado?
3) Maxi tem qualidade técnica requerida para um centroavante. Tem bom domínio, movimentação, dribles e conclusão.
4) Maxi joga para o time do Grêmio. Não é omisso ou vaidoso. Ganha com todos e perde com todos.
5) Maxi é jogador com raça e estilo de Grêmio. Competitivo os noventa minutos. Combativo, não chega mole nos zagueiros adversários. Quantos carrinhos de levantar Olímpico? Joga duro sem firulas brasilianas.
6) Identificação da torcida com o jogador. Adaptado ao clube e a cidade. Dentro de campo representa cada hincha de Grêmio.
7) Maxi estava esquecido na Europa, sem sequência de jogos. O atacante está numa fase de retomada da carreira. Por que não retomar aqui em Porto Alegre? Te liga Grêmio.
8) Maxi López é pesadelo para amargos. Terror na área vermelha. Vitória no clássico dos 100 anos com gol do artilheiro.
9) Temos centroavante em Porto Alegre. Vamos buscar outra aposta? Vamos procurar alguém acima dos 30 anos? Chega de apostar em jogadores em final de carreira e despejar milhões em jogadores questionáveis. Precisamos de um segundo atacante, isso sim.
Comprem Maxi. Acredito nisso.
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Jornalismo especulativo ou boataria?
Publicado em 06/nov/2009 por Charles Hansen.
Tags: especulações, imprensa, jornalismo
Está cada vez mais evidente, principalmente depois que oficializaram o rasgar dos diplomas, que o jornalismo carece de jornalistas de verdade, daqueles que realmente dedicam seu tempo investigando as informações para depois publicarem notícias consistentes e esclarecedoras.
Fica fácil fazer jornalismo. Especule algo, omita sua fonte, coloque num tempo condicional, sustente seu texto com “segundo o …” e “de acordo com… ”, escreva aquilo que quiser sem precisar estar comprometido com o conteúdo. Bem vindo à arte da boataria. Jornalismo descompromissado e sem credibilidade.
Exemplos por aí que não me servem. Cade a convicção?
- Jonas teria novas sondagens européias
- Tcheco teria assinado um pré-contrato com o Corinthians
- Tcheco teria acertado com o Corinthians
- Briga entre torcidas teria motivação racista
Vamos tentar?
- Leonel Messi estaria acertado com o Grêmio para 2010.
- Grêmio estaria em negociação com Alex Ferguson.
Os jornalistas sérios que me perdoem, mas assim até eu posso ser.
Complicado, não? Comentem e pratiquem.
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Frustração
Publicado em 05/nov/2009 por Aline Cardias.
Tags: chega logo 2010
Esta é a palavra que resume meu sentimento após o empate com o São Paulo. Ao contrário do que foi amplamente discutido e apregoado durante a semana com relação as preferências do torcedor gremista por resultados, meu espírito para a partida e, ao que parece, de boa parte da torcida presente ontem no Monumental foi a de sempre: vitória. É a exigência mínima que eu faço, pois, afinal, é o que nos resta.
Fora das quatro linhas o apoio de sempre, ainda que lamentando mas entendendo o irrisório público. No campo, um Grêmio não muito diferente daquele que nos vem sendo apresentado. Repetindo praticamente a mesma formação do último jogo, apenas com a entrada – providencial – do Maxi no ataque, repetiram-se também as mesmas falhas e deficiências, especialmente no primeiro tempo, quando o time demorou prá se achar. No meio campo gremista foi dado um nó que está bem difícil de desatar. Contam-se nos dedos as boas trocas de passes pelo setor. Nenhuma novidade. Na linha contrária a isso, consegui ver um Grêmio com mais vontade, pegador…
Gostei da movimentação mais “soltinha” do Douglas Costa pelo lado esquerdo de onde sairam as mais efetivas jogadas de ataque nesta etapa. O Souza também deu as suas escapadinhas pela direita, mas acabara sempre pecando pela preciosidade. Por pelo menos duas oportunidades Maxi surgiu livre para avançar e o meia preferiu mais um passe que, claro, não aconteceu.
Ainda que errando muito e chegando sem força ao ataque, nosso gol saiu de uma jogada bem usual, mas que não vinha sendo aproveitada. Excelente cobrança de falta de Douglas na direita da intermediária colocando a bola na medida para o cabeceio do Rafael Marques, que dessa vez, acertou direitinho o lado do gol. Infelizmente nosso personagem da semana também participou do lance de empate. Adivinhem em quem desviou o chute do boneco de cera Dagoberto? Não dá pra dizer que nosso zagueiro não tem o faro do gol…
O Grêmio no segundo tempo teve mais força, mais bola, SÓ não foi mais efetivo no ataque. Fábio Santos entrou e as coisas começaram a acontecer pela esquerda (o que há com o Lúcio?). Mas nem com Maxi, Perea e Herrera na frente, e o SP com três jogadores a menos conseguimos mandar a bola prá rede. Seguimos a sina de chances de gol desperdiçadas. Até quando?
Não gostei do empate. Ao menos pelo que jogamos no segundo tempo acredito que poderíamos, sim, termos tido “sorte” melhor na partida.
Pra finalizar, uma pena o Douglas Costa ganhar, somente agora no final do BR e quando não temos mais nada a fazer na competição, a sequência de jogos tão necessária para sua manutenção definitiva no time. Qualidade e disposição ele tem, mas botem o guri pra jogar. Precisa de um mapinha prá entender isso?
No mais, louca que este campeonato infame termine logo.
Expectativa de que Grêmio nos aguarda em 2010.
PS: esta arbitragem do BR é uma várzea!
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Confirmando a regra
Publicado em 29/out/2009 por Aline Cardias.
Tags: invencibilidade, olimpico, vitoria
Parece mesmo que o Olímpico transformou-se no grande trunfo do Grêmio este ano. Apesar de um certo ar de desconfiança que pairava entre os quase 10 mil torcedores que cumpriram seu papel, se o Tricolor não apresentou um futebol ainda “convincente”, ao menos venceu. Confirma a excelente campanha em casa e mantém a invencibilidade no Monumental. Uma regra que continua sem exceção.
De certo não foi um bom jogo. Começamos perdidos, nervosos. Impressão que a letargia verificada no clássico ainda surtia efeito. Metade de primeira etapa ruim. Demora na saída de bola, armação praticamente inexistente e uma eternidade para chegar ao ataque.
Gol de penalidade, vitória parcial e a expulsão de Rochemback. Em minutos um lance mudou a história da partida. Contestadíssimo especialmente após o Grenal, a saída do jogador deu nova cara ao Grêmio. Mesmo com 10, o time ganhou em velocidade e, jogadas mais efetivas, assim como alguns atletas que estavam sumidos no jogo, começaram a aparecer.
Os retornos de Maxi e Tcheco (se para muitos é ruim com ele, muito pior sem) fizeram bem à equipe que voltou disposta a confirmar a vitória. Ao natural a superioridade gremista foi revertida em gols, resultado de duas grandes jogadas.
Novamente feito o dever de casa. Um 3 a 1 que não foi brilhante, mas suficiente para, de momento, nos mantermos em pé no BR. Nem falo em possibilidades de conquista de vaga, mas da recuperação de um Grêmio que anda meio adormecido.
Em tempo 1: parabéns ao nosso grande Victor – abençoado por Lara e excelente goleiro por natureza – pela 100ª partida vestindo o manto tricolor.
Em tempo 2: Paulo Autuori está magoadinho. Não vem gostando das críticas e ontem, num daqueles ranços de colocar no chinelo as manhas de qualquer criança, resolveu não conceder entrevista coletiva, mandando seu auxiliar. Se é pra falar os discursos enfadonhos e repetitivos, bom mesmo que não tenha se manifestado. Ao menos dessa vez, Autuori, dominamos o jogo e GANHAMOS!
Em tempo 3: Tô começando a ficar preocupada com a a movimentação do SPFC na busca de jogadores para 2010. Maxi Lopez é a bola da vez. Uma “troca” por Washington, talvez? Não me serve, mesmo. Alô Meira, manter o argentino para a próxima temporada é prioridade.
Seguimos.








