Arquivo para 'Opiniões e percepções'
Cau-te-la é uma história com final anunciado.
Publicado em 21/out/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: Aterro, felipão, ribeirinhos, roth
Eu nao disgosto, a priori, do Celso Roth como treinador, mas concordo com quem diz que ele tem prazo de validade curto e, acredito, que gera para si, por vaidade, situaçoes absolutamente estúpidas. Uma questao psicológica, acho. Precisa agir com o Miralles como tem agido? Custou, o jogador, pouco dinheiro e esforço para ser contratado? Vale a pena, sistematicamente, queimá-lo? Mesmo que nao tivesse custado nada aos nossos combalidos cofres, valeria a pena? É o patrimônio do clube que agora já passa a ser considerado moeda de troca. Quem faz a leitura de que Kléber no Grêmio significa Felipao longe do Grêmio, faz bem, questao de lógica. Quem nao gostaria de tê-lo novamente na casamata?
Pontos cruciais e decisivos foram perdidos dentro do Olímpico, pontos que provavelmente nos custarao a classificaçao à Libertadores, entretanto, que nao sirva isso como balde de água fria nas intençoes odoneras de fazer um baita time e levantar canecos relevantes. Nao preciso dizer qual título é ou nao obrigatório ao Grêmio, basta o Grêmio disputá-lo para que o seja.
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Ribeirinhos.
Já virou tradiçao, aproxima-se o final do ano e eles aprontam um Mazembaço. Mais um papelao do tamanho do aterro cedido à eles. A única pergunta relevante é, devolverao aos cofres públicos a montanha de dinheiro indevidamente recebida com montanhas de regalias e renúncias fiscais de parte duscumpanhêro descontadas diretamente na NOSSA conta? Aguardemos pois.
Um calhamaço sobre o assunto escrito pelo Giuliano Vieceli, conselheiro gremista, sobre o fiasco protagonizado pelos amargos e jornalistas amigos deles, membros do jornalismo-pelego.
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O que eu digo lá em casa?
Publicado em 13/out/2011 por Aline Cardias.
- Eta time bem perna de pau.
Sempre que o Grêmio apronta das suas, como ontem, me imagino ouvindo a sentença proferida pelo meu pai. Exageros do velho à parte, na maioria das vezes não respondo por simplesmente acreditar que não vale a pena levar adiante, de cabeça quente, uma discussão que não chegará a lugar algum. Ontem, meio que concordando com ele, não respondi porque realmente não tive o que dizer.
Confesso que não lembro, neste ano, de um jogo ter me deixado tão fula da vida (pra não dizer outra coisa e acabar ofendendo quem não mereça) como este ante o Figuera. Sei que não foi a primeira vez, mas me desanima e entristece demais o arremedo de time que viramos. Como uma mesma equipe pode mudar tanto de ânimo, de postura, de vontade? Jogar tão diferente e tão igual? Respostas neste guichê.
Em casa, apresentar um futebolzinho de dar dó…faça-me o favor…
Quem acompanha o blog sabe que, mesmo quando a coisa tá feia, sem cegarmos ante os acontecimentos, procuramos o caminho inverso ao da corneta. Ainda longe deste estigma, não dá mais pra ser condescendente (se é que este é o termo mais adequado) com esta maldita fase que há uma década – entre altos e baixos – vive o Tricolor.
O conjunto da obra do jogo de ontem me fez ter vontade – juro – de conhecer o jecrim do Olímpico tamanha minha revolta com o resultado desastroso. E não somente pelo placar ridículo, em um jogo em casa, cheio de expectativa e boas perspectivas, mas também porque em momento algum da partida fizemos por merecer coisa melhor. Morno, insosso. Um Grêmio sem indignação, batendo cabeça contra o Figueirense. Uma tarde que, além da falta de futebol, contou com agravantes já vistos em outros momentos neste mesmo 2011. Atuação recorrente que me fez cair na real e perceber que partidas como o Grenal, São Paulo, Santos, e um que outro onde tivemos uma apresentação decente de time, foram nada mais que exceções em um ano que se encaminha pra terminar como este time: sem brilho, sem graça.
Cansei de ficar falando das qualidades e defeitos deste ou daquele jogador. De achar que o problema realmente é só da zaga quando nossos atacantes são incapazes de mandar a bola pra rede. De dar moral pra jogador que joga quando quer. Cansada de comentar as atuações de um técnico que eu já conheço de outros carnavais. De ouvir muitas baboseiras e pouca prática do nosso presidente, e de saber que as coisas, infelizmente, podem ficar piores. Das tentativas desesperadas de arrumar uma cara pro Grêmio quando, na verdade, lhe falta muito mais que isso.
Ah vá!
Não adianta começar a pensar 2012 sem saber O QUE SE QUER na próxima temporada. Chega de iniciar um ano sem uma ambição concreta e, acima de tudo, preparação para alcançá-la.
De bom mesmo nesta temporada, o surgimento do Instituto Desejo Azul que tem levado felicidade a muitos gremistinhas (no melhor dos sentidos) que como todos nós gremistas, não perdem a esperança.
PS: sim, dia 30, contra o Flamengo, na cancha, pela Camiseta, como sempre.
Dale!
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Estamos em Outubro
Publicado em 10/out/2011 por Charles Hansen.
Tags: 2012

Roth tem todos méritos. Pegou o time num momento difícil e arrumou a casa. Deu disciplina, focou no trabalho, arrumou a defesa e colheu os furtos. Ocorre que o mesmo, na derrota de ontem, tem muitos deméritos. Acabar a partida com 5 volantes foi a pior das decisões. Quisera talvez, desde o começo da partida e considerando os diversos desfalques de um plantel limitado, o empate em Curitiba. Errou! Assim com nas substituições realizadas. O Grêmio foi pífio contra o Coxa. O Juarez pecou na escalação e nas decisões ao longo do jogo. Ponto final.
Hoje entrei num debate com a amigos sobre o plantel do Grêmio. Defendi a bandeira de que esse é um dos piores dos últimos anos. Na ultima década tivemos grupos desastrosos, longe deste, mas o que temos hoje pra colocar em campo não inspira confiança. É de se começar já o trabalho de montagem de um grupo forte capaz de devolver títulos expressos. Vagas para a Libertadores, ao menos pra mim, não podem salvar os anos. É preciso devolver o Grêmio ao patamar que sempre foi dele, de títulos nacionais e internacionais.
Estamos em OUTUBRO!
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Chegando, despacito
Publicado em 06/out/2011 por Aline Cardias.
Tags: brasileirão11, chegando, gremio, vitoria
A cada boa vitória como esta sobre o Santos involuntariamente me torno repetitiva. Não dá pra deixar de saudar a conquista de mais três pontos, da recuperação, da entrega, de um Grêmio que colocou em campo acima de tudo a vontade de vencer. Mas também estou longe de integrar o grupo dos eufóricos de carteirinha. O que importa além da vitória? Estamos chegando, olha no retrovisor, tu aí…
Momento de afirmação da equipe? Quem sabe. Abre parêntese: estranho falar nisso faltando dois meses para terminar o ano. Fecha parêntese. O “muro” justifica-se no próprio Grêmio de bem pouquíssimo tempo, engatando boas sequências de resultados, mas sucumbindo na hora de transformar a afirmação em confirmação. É o Tricolor de mais um paradoxo, como falou o Charles no texto anterior.
A “goleada” evidenciou que fazer o simples dá certo, sim. O Grêmio não foi brilhante, mas foi eficiente no seu propósito. Me serve. Eficiência que faltou na hora de balançar a rede. O um a zero foi suficiente, ontem…pra mim Brandão não é mais jogador que André Lima (que sejamos justos, penou bom tempo com a escassez de bola no ataque), até se equiparam (e não morro de amores por ambos), mas se para o Juarez o momento mostra-se favorável ao camisa 9, que este justifique a escolha fazendo gols. Meio campo cumpridor de seu dever. Rochemback e Fernando surgindo como incontestáveis na volância e a engrenagem Marquinhos-Douglas-Escudero segue dando resultado. Mas o que mais tem me agrado neste “time do Roth” é o bom aproveitamento das laterais, muito facilitado pela qualidade do Julio Cesar e do El Loco. Segundo jogo consecutivo sem levar gol, mesmo com o rodízio pelo qual vem passando a zaga. Oxalá!
Não quero ficar projetando daqui pra frente. Quero ver o Grêmio repetindo jogo a jogo a pegada que tem dado resultado, em casa especialmente. E…quem sabe, em onze rodadas muita coisa possa acontecer…
PS1 – Torcida voltando a fazer o que sabe de melhor…bonito quando o Olímpico entoa um coro único.
PS2 – Cada vez mais lamentável a postura do sr. presidente Paulo Odone frente aos microfones. Não ouví-lo torna-se cada vez mais um dever.
……….
Ao mesmo tempo em que saio do Monumental saltitante de alegria com a vitória, fico p. da vida pensando que o momento poderia/deveria estar bem melhor se as direções pautassem seus “planejamentos” na mesma proporção que a grandeza do Grêmio exige. Porque diabos temos que, ano após ano, suportar temporadas fragmentadas? Até quando o ano do Grêmio vai começar em setembro?
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Sinais e repostas
Publicado em 02/out/2011 por Charles Hansen.
Paradoxos gremistas. Segunda melhor campanha do segundo turno e o segundo pior ataque da competição. Coisas que só acontecem conosco. A leitura permitida é que estamos reencontrando o caminho das vitórias, o que nos afasta em passos largos do descenso e nos permite ao menos … respirar!
O Grêmio que vence o Cruzeiro foi dono das ações, do jogo. A vitória veio ao natural, o gol logo no inicio facilitou as coisas, e a reposta do time foi no mínimo satisfatória. Nossa ataque continua problema, inoperante, mas a dinâmica coletiva está resolvendo problemas como esse.
Campeonato é longo, ainda tem muita m***** para acontecer, mas creio num Gremio que findará o ano num crescente, que não colocorá taça do armário, mas que pode ser considerado um alento frente a realidade poucos meses atrás. Num cenário positivo, quarta-feira é dia chave. Noite pra assumir a 9a posição e ficar 6 pontos da vaga para Libertadores. 2010, dejavu. Quero crer (..)






