Arquivo para 'Amargadas'
Amargadas: Comemorando
Publicado em 07/dez/2009 por Charles Hansen.
Amargos comemorando o gol gremista. Auto-realização vermelha.
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Fonte inesgotável de piada.
Publicado em 23/abr/2009 por Leonardo Fleck.
Dessa vez foi o excelente site Impedimento que precisou rir, colaborando assim com a seção do gremiocopero.com – as amargadas.
Leiam a matéria e se diviram-se com a bizonha caipiragem ribeirinha.
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Amargadas: Gigante mico institucional
Publicado em 22/abr/2009 por Charles Hansen.
Tags: amargadas, mico institucional
Lembram quando postei sobre um clube que, às vésperas do seu centenário, mudou o seu escudo sob alegação de que precisava ser reconhecido fora do Brasil? E o Gremio Copero desnudou essa inverdade trazendo à tona a verdade absoluta: nem seus próprios torcedores sabem a posição do referido brasão.
Me dei por conta, passando na frente do seu estádio no dia de hoje, que não são somente os seus seguidores. O próprio clube, em evento oficial, pendurou um banner gigantesco com o seu escudo de cabeça para baixo. No mínimo um gigantesco mico institucional.
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Amargada: sonho centenário
Publicado em 22/abr/2009 por Aline Cardias.
Tags: amargadas, sonho centenário
Na tentativa de tornar o sonho, realidade…
Grade de programação da Sportv, nesta quarta.
Gracias Flavio Dornelles
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Amargadas: em busca de uma identidade II
Publicado em 31/mar/2009 por Charles Hansen.
Tags: amargadas
Não cometo nenhum equívoco quando digo que os amargos ainda buscam uma identidade. Como bem levantado pelo blog Imortal Tricolor, ELES acabam de acolher uma nova versão sobre a sua fundação. Todos os valores que nortearam sua trajetória ao longo de cem anos estão sendo ragasdos para algo que melhor convém e/ou ameniza o sentimento de rejeição.
Pergunte a um colorado o nome do fundador, do compositor de seu hino, e contarás nos dedos quem realmente sabe essas respostas. Acredito que a história do Internacional não começou no dia 4 de abril e sim no dia 18 de julho – o dia do batismo, dos 10 a 0, do primeirio massacre. Isso na história jamais poderá ser reescrito.








