Arquivo para 'Além das quatro linhas'
E dia 30 está chegando
Publicado em 18/out/2011 por Charles Hansen.
Tags: gremio libertador, PILANTRA, R10
DIA DE HOMENAGEAR DIFAMAR O MAIOR MERCENÁRIO DO FUTEBOL BRASILEIO.
Baita sacada da galera do GremioLibertador. Negócio é levar suas faixas pro Olímpico e manda-lo para PQP.
http://www.gremiolibertador.com/homenageie-o-pilantra-a-preco-de-custo/

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Caso ISL Guerreiro e os 101 nomes.
Publicado em 03/set/2011 por Charles Hansen.
Tags: conselho deliberativo, guerreiro, isl
Excelente pubicação feita no blog IMORTAL TRICOLOR.
Segue abaixo a posição dos CONSELHEIROS sobre o caso ISL – GUERREIRO.
Tiremos nossas proprias conclusões!!!!
………………
Caso ISL – O voto dos Conselheiros
Publicamos, abaixo, a lista nominal da votação de ontem no Conselho Deliberativo. A lista de presença teve 181 assinaturas de Conselheiros Efetivos. 177 participaram da votação. 4 assinaram a lista de presenças e saíram antes da votação.
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Votaram pela reabertura do processo contra Guerreiro:
Total de votos: 66
Adalberto Preis
Alessandro Alves dos Santos
Alexandre Gucciardo Fraga
Andre Becker Damiani
André Luiz Azambuja Krieger
André Rousselet Sardá
Anselmo Duarte da Silva
Antonio Augusto Silveiro Cruz
Bernardo Coester Kramer
Carlos Augusto Caloghero
Carlos Biedermann
Carlos Casses Presser Filho
Cláudio Roberto de Morais Garcez
Cristiano Luis da Rocha Gobbo
Daniel Bertuol Trentini
Décio Diglio Selaimen
Diego Casagrande da Rocha
Fábio Augusto Toscani Andretta
Fernando Bonato Schein
Flávio Ribeiro de Vasconcellos
Gabriel Buffe de Mello
Gabriel Tomazi Cabistani
Giuliano Rossoni Vieceli
Glenio Costa de Mello
Jeferson Sadonis Nunes
Jéferson Thomas
João Alfredo Kehl Spier
João Carlos Zago Junior
João Manoel Martins Silva
Jorge Eduardo Saraiva Bastos
Jose Paulo Araujo
Leandro Muraro Bortolini
Leonel Knijnik
Lucas de O. Freitas Sacchet
Luciano Dahmer Hocsman
Luciano de Faria Brasil
Marcelo Pascotini
Marco José Bobsin
Marcos Bier Herrmann
Messias Stroschein Soares
Minwer Mahfuz Daqawiya
Nestor Fernando Hein
Nestor Muller
Nilton Cesar da Silva Lima
Nilton Tomazi Cabistani
Norton Luiz Lenhart
Odorico Orestes Ramos Roman
Pablo Rodrigo da Silva Nicolau
Paulo Jorge Silveira Luz
Paulo Ricardo Piccinini Vial
Paulo Roberto da Silva Pinto
Paulo Saraiva de Mello
Pedro Regis Klasmann
Pierre Gonçalves
Rafael Hansen de Lima
Rafael Silva de Souza
Raul Régis de Freitas Lima
Renato Kliemann Paese
Richard Eduard Ducker
Roberto Lirio Paz
Roberto Sommer
Rodrigo Andrade Karan
Romildo Bolzan Jr.
Saul Berdichevski
Sergei Ignacio Assis da Costa
Sérgio Luís Bombassaro
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Votaram pelo arquivamento do processo:
Total de votos: 101
Adalberto Aquino Filho
Admar Barreto Neto
Adriano Rodrigues Saraiva
Alceu Lazzaretti
Alex Tomazzetti Melo
Andre Heineck Kruse
Angelo Daniel Carrion
Antonio Carlos de Azambuja
Antonio Carlos Machado Keunecke
Antônio Carlos Schamann Maineri
Antonio Frizzo
Antonio Luiz Braz
Antonio Roslank
Antônio Vicente da Fontoura Martins
Armando Cantarelli Alves
Arnaldo Dornelles Amaral
Augusto Cesar Valle Obando
Carlos Azeredo Jochims
Carlos Eugênio Nunes Lisboa
Cláudio Humberto Sauter
Cláudio Paim dos Santos
Clayton Luiz Castro Schultz
Clodoaldo José Carvalho da Silveira
Cristiano Lindner Ribas
Darci Antonio Corbellini
Denis Vieira Abrahão
Denise Rombaldi Vieira
Edir Comassetto
Edson Berwanger
Eduardo Abs da Cruz Caminha
Eduardo Cozza Magrisso
Elizabeth Pedrosa Ribeiro
Evandro Ramos Soares
Fabiano Silva Brasil
Fabio Moroni
Fernando di Primio Maineri Conceição
Francisco Antonio Montagna
Francisco de Paula Rocha dos Santos
Francisco José Moesch
Gilberto Kroeff
Guilherme Pinho Machado
Gustavo Pessota Rodrigues
Hélvio Moro
Hermes Cardoso Duarte
Hermes Cardoso Duarte Jr
Homero Belini Junior
Humberto Pereira Xavier da Silva
Irno Bordignon
Ismael Berdichevski
Ivo Fogazzi Balestrin
Ivo Rodrigues Fernandes
Jaime Eliseu Alves
Jaime Souza De Marco
Jayme Eduardo Machado
João Batista Burzlaff
João Carlos da Silva Severiano
João Luiz Maino
Joaquim José Xavier
Jorge Alberto Lorentz Aita
José Arthur Dahne Mickelberg
José César Rimolo Simões
José Guilardi Filho
Jose Pedro Genovese Goulart
José Pedro Machado Keunecke
José Silvas
José Vicente De Carvalho Contursi
Juarez Souza Aiquel
Jurandir Soares dos Santos
Leandro André Krumpas Darcanchy
Luis Fernando G.Costa Ventura
Luiz Fernando dos Santos Moreira
Luiz Roberto Stigler Marczyk
Marcelo Cabral de Azambuja
Marco Antônio Bandeira Scapini
Marcos Paulo Coutinho Usui
Mario Augusto Athayde Portella
Mario Pocstaruk
Nelson Carvalho De Nonohay
Nelson Ferreira Alves
Newton Quites
Ney Fontana Feijó
Nilson Roberto Schwengber
Oswaldo Fett
Paulo Cauhy Petry
Paulo Roberto Faria Ferrer
Reginaldo da Luz Pujol
Roberto Bandeira Pereira
Roberto Dias Leivas
Robeson Luis Canal
Rodrigo Marcante Lazzarotto
Ronaldo Michaelsen Napoleão
Roque Cofferri
Rubem Borba Franco
Sergio Alexandre Chedas Bechelli
Sérgio Lewinsohn
Sérgio Sant’anna Pegoraro
Sérgio Vasques Souza
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Nove meses.
Publicado em 04/ago/2011 por Charles Hansen.
Tags: antonini, celso roth, paulo odone, pelaipe

Esse foi o tempo necessário para que as mudanças fossem concluídas. Odone conduziu com a maestria para chegar hoje, com o advento Celso Roth, nos nomes que desde sempre quis ao seu lado. Antonini na Arena, Pelaipe no Futebol e Roth na casamata. Resta alguma dúvida a respeito disso?
Odone chegou tendo que bancar pelo clamor da torcida o inquestionável Portaluppi. Memorável campanha e Libertadores da América. Como político, mesmo contra gosto, não iria contra esse fato. Seria impopular. Assim como foi quando deu as caras no minuto final dando um basta na contratação falida de R10.
Com o passar dos tempos, escorado por uma equipe questionável, eliminou Portaluppi mesmo contra gosto de Antônio Vicente Martins. No seu lugar Julinho Camargo, que sem estofo para o momento, sucumbiu no dia hoje sem antes ter levado, após críticas públicas, através do fiel Antonini, o vice de futebol.
Assumiu Pelaipe, assume Celso Roth. Assumiu a turma do Odone.
E nesse jogo politico e de vaidades quem sai perdendo é o Grêmio.
PS: Fala aqui quem votou em Odone.
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Gremio-uruguaio me basta.
Publicado em 17/jul/2011 por Charles Hansen.
Tags: gremio, origens, uruguai

Brasil do futebol arte sucumbiu. Uruguai do futebol força, do coletivo, da bravura do homem a menos, da simplicidade, eliminou o anfitrião em partida memorável. A Argetina, de admirável escola futebolística, pagou o preço da crise de identidade e do desprendimento às origens. Derrota na frente da sua gente.
Antes que o extremista venha dizer-me que Uruguai é fraco, fraco mesmo é o Paraguai. Combinado?
O futebol GREMISTA é da escola uruguaia, que no seu auge já lembrou a portenha e quando tentou ser brasileiro não foi nada. Não adianta lutar contra as origens. 442. Um ótimo goleiro. Uma zaga compacta comandada por um xerife – Lugano. Volantes que não dão espaço para os expoentes rivais. Bafo na nuca e muito brio. Uma meia cancha habilidosa e pragmática. Um baita jogador – Forlan – e atacantes efetivos (como Suárez).
O Uruguai de ontem me lembrou o Grêmio de 1995. Solidez defensiva. Futebol sem frescura e orientado ao gol. Bola suspensa no miolo da zaga em todas as faltas ofensivas, como bem observou o Fleck. Sem badalação, focado e com objetivo claro. Força. Feio e sujo pra alguns, poético e plástico pra nós. Longe dessa putaria de futebol moderno ou estilo brasiliano.
É isso e ponto final. Pra que mais? Me digam…
O Grêmio precisa voltar a SER GREMIO e desistir de vez querer ser o que os outros são.
O Grêmio precisa fazer o que o Uruguai faz, olhar para dentro de si e resgatar os seus valores e suas origens.
Um Grêmio-uruguaio me bastava.
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Os verdadeiros GREMISTAS e os GREMISTAS verdadeiros
Publicado em 12/jul/2011 por Charles Hansen.
Texto do Anderson Kegler para o Gremio Copero.
…………..
Buenas! Contarei uma breve história.
Em algum lugar, em algum tempo…
Existia um clube de futebol com a torcida mais apaixonada que se teve notícia até então. Nesse clube havia um jovem torcedor. Depois de algum tempo morando na mesma cidade do clube que tanto amava, o jovem consegui um emprego e isso permitiu associar-se ao clube. Seus rendimentos permitiram apenas que ele tornasse-se sócio estudante, mas o que lhe alentava o coração era o fato de que em 5 anos seria promovido a Sócio Patrimonial/Proprietário.
Passaram-se os 5 anos, entre muitos jogos épicos e nenhum título, mas seu amor pelo clube jamais arrefeceu. Jamais atrasou sua mensalidade! Ele fez inúmeros amigos, participou da política do clube, visitou terras distantes acompanhando o time… Seus feitos foram muitos e honráveis.
Enfim, chegou o dia da troca do título de estudante para o de Patrimonial/Proprietário. Acordou cedo, era dia de jogo e havia um churrasco marcado. Dirigiu-se ao Estádio, foi ao departamento social e… Trocou o título! Sem problemas de burocracia, que são tão características de seu Clube.
Então o jovem torcedor dirige-se ao churrasco onde encontraria seus amigos. Está radiante com seu novo cartão de sócio. Mas ele não sabia de uma coisa, algo que realmente o deixaria pasmo: Os seus amigos ficaram mais felizes do que ele.
Sim! O jovem chegou ao churrasco e foi congratulado efusivamente por todos. Alguns que estavam mais distantes foram se chegando para dar parabéns ao nosso intrépido herói. Alguns mais chegados ficaram realmente emocionados ao ver o cartão onde dizia o nome e a nova titulação. Quanto orgulho sentiram. O fato foi comemorado e brindado o resto do dia. A frase mais comum era: “Um brinde ao mais novo sócio proprietário!”.
Como explicar isso? Como justificar esse contentamento, essa alegria? Não sei. Afinal descobri no ano corrente que todos aquele que ali estavam não eram GREMISTAS VERDADEIROS, segundo os mais altos signatários do clube que tanto veneram. Pertencem a uma corja de grupos com “lideranças identificas” que insistem em criticar o que está errado, insistem em lutar contra egos e estrelismos pueris dentro do clube.
Descobri esse fim de semana e também outro dia desses lendo uma carta do Sr. Excelentíssimo Presidente do Conselho Deliberativo do GRÊMIO que para ser um GREMISTA verdadeiro não basta amar e me dedicar completamente ao GRÊMIO. É, preciso acima de tudo, ser conivente, ser submisso e ser fantoche nas mãos de algumas divas que acreditam que eles são a personificação do GRÊMIO.
Então, vos digo meus amigos: Jamais serei um GREMISTA verdadeiro. Prefiro continuar sendo um VERDADEIRO GREMISTA.
E tenho dito!
Anderson Kegler
Porto Alegre, ano 108.






